Educação

Ranking internacional aponta 20 pesquisadores da UFPB entre os mais influentes do mundo

Imagem: Assessoria

A Universidade Federal da Paraíba (UFPB) conta com 20 de seus pesquisadores entre os 2% mais influentes do mundo, conforme ranking internacional divulgado em setembro pela editora Elsevier. Dois docentes do Centro de Ciências da Saúde (CCS) – os professores Damião Pergentino e Evandro Leite – e um do Centro de Ciências Exatas e da Natureza (CCEN) – o professor Knut Bakke Filho – notabilizaram-se ainda mais e figuram entre os 100 mil mais influentes de todo o mundo.

O ranking, publicado em parceria com a Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, classifica os cientistas em duas listas: uma com base no impacto das publicações ao longo de suas carreiras (até 2023) e outra considerando as citações acadêmicas recebidas apenas em 2023.

Ao todo, 13 pesquisadores da UFPB aparecem na lista de carreira, dois a mais do que no ano anterior, enquanto 17 estão na lista de citações do último ano, um nome a menos em comparação com o ranking divulgado em 2023. Dez dos cientistas da Universidade figuram em ambas as listas.

A classificação abrange 22 campos científicos e 174 subcampos, utilizando dados da plataforma Scopus e a classificação padrão Science-Metrix. Os resultados de cada lista estão publicados no site da Elsevier.

Os pesquisadores da UFPB se destacam nas seguintes áreas: Engenharia Ambiental; Engenharia Industrial e Automação; Energia; Farmacologia e Farmácia; Física Nuclear; Materiais; Matemática Aplicada; Nutrição; Polímeros; Química Analítica; e Química Biomolecular.

Entre eles, está o professor Damião Pergentino, do Departamento de Ciências Farmacêuticas (DCFA), que aparece nas duas listas divulgadas e é o pesquisador mais bem posicionado em ambas. Atualmente afastado para pós-doutorado em Londres, o docente celebrou a inclusão de seu nome no ranking mais uma vez – o docente foi citado nas três últimas edições do levantamento –, destacando que a manutenção do registro propicia um sentimento de renovação e estímulo na implementação de novas ideias.

“Acredito que a dedicação na busca de soluções em temas relevantes é fortemente impactante. Acrescento a isto, o empenho e zelo na qualidade da escrita de nossas publicações”, afirmou o professor Damião Pergentino sobre o ‘segredo’ para tornar influente uma pesquisa.

Veja, abaixo, quem são os demais cientistas da UFPB citados no ranking:

Carreira

Damião Pergentino de Sousa (Departamento de Ciências Farmacêuticas/CCS)

Dionísio Bazeia Filho (Departamento de Física/CCEN)

Evandro Leite de Souza (Departamento de Nutrição/CCS)

Knut Bakke Filho (Departamento de Física/CCEN)

Valdir Barbosa Bezerra (Dep. de Física/CCEN)

João Marcos Bezerra do Ó (Departamento de Matemática/CCEN)

Fernando M. B. Marques (Professor Visitante – Departamento de Engenharia de Materiais – Centro de Tecnologia/CT)

Mário César Ugulino de Araújo (Departamento de Química/CCEN)

Maria de Fátima Agra (Departamento de Biotecnologia – Centro de Biotecnologia/CBiotec)

José Maria Barbosa Filho (Departamento de Ciências Farmacêuticas/CCS)

Eugênio Bezerra de Mello (Departamento de Física/CCEN)

Reinaldo Nóbrega de Almeida (Departamento de Fisiologia e Patologia/CCS)

Edison Roberto Cabral da Silva (Professor aposentado – Centro de Energias Alternativas e Renováveis/CEAR)

Citações apenas no ano de 2023

*Damião Pergentino de Sousa

*Evandro Leite de Souza

*Knut Bakke Filho

*Valdir Barbosa Bezerra

Celso Augusto Guimarães Santos (Departamento de Engenharia Civil e Ambiental/CT)

Felipe Vigolvino Lopes (Departamento de Engenharia Elétrica/CEAR)

*João Marcos Bezerra do Ó

Eliton Souto de Medeiros (Departamento de Engenharia de Materiais/CT)

*Mário César Ugulino de Araújo

*Dionísio Bazeia Filho

*Eugênio Bezerra de Mello

*José Maria Barbosa Filho

Cláudio Furtado (Departamento de Física/CCEN – atual Secretário de Ciência, Tecnologia, Inovação e Ensino Superior da Paraíba)

Edeltrudes de Oliveira Lima (Departamento de Ciências Farmacêuticas/CCS)

*Reinaldo Nóbrega de Almeida

Luciana Scotti (Programa de Pós-Graduação em Produtos Naturais e Sintéticos Bioativos – PPGPNSB)

Marcus Tullius Scotti (Departamento de Química/CCEN)

*Pesquisadores em ambas as listas

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Educação

Prazo para participar da lista de espera do Prouni 2024 termina nesta quinta

Foto: Reprodução

O período de manifestação de interesse para a lista de espera do processo seletivo do Prouni (Programa Universidade para Todos) referente ao segundo semestre de 2024 termina nesta quinta-feira (12). Os candidatos que não foram pré-selecionados nas duas chamadas regulares desta edição do programa podem se inscrever pelo Portal Único de Acesso ao Ensino Superior.

De acordo com o edital, a lista de espera do Prouni será única para cada curso e turno de cada local de oferta. O resultado dos escolhidos na lista de espera será divulgado em 17 de setembro.

Após a divulgação do resultado pelo Ministério da Educação, os candidatos pré-selecionados deverão entregar os documentos às instituições de 17 a 26 de setembro. O procedimento é necessário para comprovar as informações prestadas no momento da inscrição.

No primeiro semestre, o Prouni ofereceu 243.850 bolsas, sendo 170.319 integrais (100%) e 73.531 parciais (50%). Ao todo, o programa teve 910.419 candidatos inscritos.

R7

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Educação

Com atraso, MEC divulga resultados da 2ª chamada do Prouni nesta sexta-feira

Resultado será divulgado com três dias de atrasoFoto: Divulgação

O Ministério da Educação divulga nesta sexta-feira (23) o resultado da 2ª chamada do Prouni (Programa Universidade para Todos) referente ao processo seletivo do segundo semestre de 2024. O anúncio acontece com três dias de atraso, já que o cronograma inicial previa que os nomes fossem divulgados na terça-feira (20). Os estudantes selecionados devem entregar a documentação às instituições de ensino superior até 4 de setembro.

A reportagem entrou em contato com a pasta para saber o motivo do adiamento, mas ainda aguarda resposta. Ao longo deste ano, outros anúncios do Prouni sofreram atrasos. Foi assim com a divulgação dos resultados da 2ª chamada do processo referente ao primeiro semestre e também com a publicação dos selecionados em 1ª chamada para o segundo semestre.

O novo adiamento fez com que outras datas do Prouni fossem alteradas. Candidatos que estiverem fora da lista de 2ª chamada publicada nesta sexta podem se cadastrar em uma lista de espera. Para isso devem acessar o site do programa entre os dias 11 e 12 de setembro. O resultado será divulgado no dia 17 do mesmo mês, data inicial para os alunos apresentarem as documentações necessárias.

R7

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Educação

Gabarito oficial do CNU sai nesta terça-feira (20)

Foto: Divulgação/Agência Brasil/Arquivo

A Fundação Cesgranrio, banca responsável pelo CNU (Concurso Público Nacional Unificado), divulga nesta terça-feira (20) o gabarito oficial das avaliações do último domingo (18). A data também marca o início do prazo para recursos. Mais de 2,1 milhões de pessoas se inscreveram, mas menos da metade compareceu ao local das avaliações. As notas finais serão divulgadas em outubro.

Sobre a abstenção de 52%, o MGI (Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos) afirma que diversos fatores podem ter contribuído para o grande número de faltas, desde a mudança da data — já que as provas estavam previstas para maio e foram adiadas devido às chuvas no Rio Grande do Sul — até a falta de preparo dos candidatos.

Ainda segundo o ministério, 500 candidatos foram eliminados por condutas proibidas pelo edital, como sair da sala levando o caderno de questões.

R7

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Educação

Todas as escolas “Nota 10” no Ideb ficam no Nordeste; Paraíba fica fora da lista

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Nesta quarta-feira (14), foram divulgados os dados do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) de 2023. Das 21 escolas públicas que alcançaram nota 10 nos anos iniciais do ensino fundamental, todas estão localizadas no Nordeste.

O índice analisa o desempenho dos estudantes com base nas taxas de aprovação das escolas e nos resultados obtidos em avaliações de matemática e português (Saeb). Quinze escolas estão no Ceará, cinco em Alagoas e uma em Pernambuco.

Essa é a primeira vez que o Ideb confere nota máxima para uma escola. Desde 2007, quando o marcador começou a ser usado no país, escolas tinham conseguido apenas a nota máxima de 9,9.

O índice é composto por dados referentes à aprovação dos estudantes e às médias de desempenho nas avaliações. Ele é calculado a partir do Censo Escolar e do Saeb (Sistema de Avaliação da Educação Básica).

A nota varia de 0 a 10, de modo que quanto melhor o desempenho dos alunos e mais alto o número de aprovados, maior é o Ideb.

Blog do BG PB

 

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Educação

Ideb 2023: Paraíba fica abaixo da meta no final do ensino fundamental e em todo ensino médio

 Ideb 2023: Paraíba fica abaixo da meta no final do ensino fundamental e em todo ensino médio

A Paraíba ficou abaixo da meta nos anos finais do ensino fundamental, do 6º ao 9º ano, e também em todo o ensino médio. Por outro lado, atingiu a projeção estabelecida para os anos iniciais do ensino fundamental, do 1º ao 5º ano.

Os dados são do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (ldeb) 2024, divulgados nesta quarta-feira (14), pelo Ministério da Educação (MEC) e o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

O Ideb é o índice que mede a qualidade da educação no Brasil. O Indicador foi criado em 2007 com metas para cada estado brasileiro e o Distrito Federal, assim como também para cada unidade escolar.

Anos iniciais do ensino fundamental – do 1º ao 5º ano

A Paraíba alcançou 5,7 pontos nos anos iniciais do ensino fundamental.

Esse resultado representa um avanço de 0,4 pontos a mais do que a meta estabelecida para o estado no primeiro ciclo do Ideb, de 2007 a 2021, que foi de 5,3 pontos.

Anos finais do ensino fundamental – do 6º ao 9º ano

Já nos anos finais do ensino fundamental, a Paraíba alcançou 4,5 pontos.

Esse resultado está 1,1 ponto abaixo da meta projetada para o estado no primeiro ciclo do Ideb, que foi de 5,6 pontos.

Ensino médio – da 1ª até a 3ª série

Por último, no ensino médio, o indicador paraibano ficou em 4 pontos.

Esse resultado está 0,8 pontos abaixo da meta do Ideb traçada para o estado nas duas etapas de ensino, que foi de 4,8 pontos.

Resultados do Brasil comparados com os da Paraíba

Assim como a Paraíba, o Brasil só atingiu a meta nos anos iniciais do ensino fundamental.

Nos anos iniciais do ensino fundamental, o Ideb nacional foi de 6. A meta para esta etapa do ensino era exatamente 6.

Já nos anos finais do ensino fundamental, o número foi de 5. A meta para esta fase do ensino era 5,5.

E no ensino médio o Ideb ficou em 4,3. A meta para esta etapa do ensino era 5,2.

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Educação

João Pessoa tem um dos piores acessos à creches entre todas as capitais

creche na cidade de Macapá | divulgação - Prefeitura Municipal de MacapáFoto: Reprodução

Metade das capitais de Estado brasileiras está abaixo da média nacional (40%) de acesso à creche. Uma delas é João Pessoa, onde só 23% do público consegue acesso aos locais.

A maior parte (16 de 26) fica abaixo da média brasileira em outro indicador: acesso à pré-escola para crianças de 4 a 5 anos. No Brasil como um todo, 94% têm acesso ao ensino nessa idade. A capital paraibana se aproxima dessa mésia: 92%.

As informações estão na plataforma Educação Já, da ONG Todos pela Educação, que reúne dezenas de indicadores de todos os municípios brasileiros para qualificar o debate durante as eleições.

Cidades grandes têm dificuldade com creches

A creche é a etapa mais cara da educação básica. Enquanto uma classe com 30 alunos do ensino fundamental requer 1 professor, são necessários mais profissionais para cuidar adequadamente de 30 bebês de 0 a 3 anos.

A melhora no acesso a essa estrutura tem sido um grande desafio no Brasil e deve ser um dos temas das eleições municipais deste ano.

O fato de metade das capitais estaduais não conseguir atingir a média brasileira de 40% de acesso à creche para crianças de até 3 anos está relacionado, em parte, ao tamanho da cidade.

Cidades grandes, mais espalhadas, têm mais pais que precisam viajar muito ao trabalho e necessitam de creche. Também têm mais dificuldade em acompanhar uma ocupação por vezes rápida da periferia para oferecer o serviço“, diz Ivan Gontijo, gerente de Políticas Educacionais do Todos Pela Educação.

Pré-escola

Os indicadores de acesso à pré-escola são mais altos que os de acesso à creche, em parte, por causa da emenda constitucional 59 de 2009, que tornou a educação básica obrigatória a partir dos 4 anos.

O acesso a essa etapa do ensino tem aumentado e atingiu 100% do público em Florianópolis e Vitória. A maioria das capitais brasileiras, no entanto, apresenta desempenho inferior à média nacional. Contribuem para isso dificuldades semelhantes às da expansão do acesso a creches.

As capitais com o pior acesso à pré-escola estão concentradas nas regiões Norte e Nordeste. Porto Alegre, com 79% de acesso à pré-escola, é uma exceção.

Poder360

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Educação

Com fim da greve dos professores, UFPB retoma atividades

Com o fim da greve dos professores aprovada na semana passada, a Universidade Federal da Paraíba (UFPB) retoma as aulas do calendário letivo 2024.1 nesta segunda-feira (1).

As aulas da graduação ministradas pelos docentes que não aderiram à greve prosseguiram normalmente, conforme programação dos componentes curriculares para o semestre letivo vigente. Já as aulas ministradas pelos docentes aderentes ao movimento grevista serão iniciadas nesta segunda.

A Pró-reitoria de Graduação (PRG) submeterá proposta de reposição das aulas dos componentes curriculares afetados pelo movimento paredista para apreciação do Consepe. A reunião em que os conselheiros debaterão o assunto está prevista para a quinta-feira (4).

O comunicado ressalta, ainda, que a reposição de aula é uma medida administrativa necessária para o cumprimento da Lei de Diretrizes e Bases da Educação – LDB (Lei nº 9.394/1996), que estabelece a obrigatoriedade das instituições de ensino de assegurar o cumprimento dos dias letivos e horas-aulas determinados na legislação.

MaisPB

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Educação

UFPB, UFCG e IFPB confirmam retorno das aulas; entenda calendários após a greve

Campi do IFPB em Patos, no Sertão da Paraíba — Foto: Divulgação/IFPB

Campi do IFPB em Patos, no Sertão da Paraíba — Foto: Divulgação/IFPB

Após a decisão nacional de término da greve nas universidades e institutos federais, as instituições da Paraíba já têm calendário para retorno das aulas. As atividades da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) e do Instituto Federal da Paraíba (IFPB) vão ser retomadas nesta segunda-feira (1º).

Veja como fica o calendário de cada instituição abaixo.

A decisão de retorno veio após deliberação do Sindicato dos Professores da UFPB (Adufpb), o Sindicato dos Professores da UFCG (Adufcg) e o Sindicato dos Trabalhadores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica da Paraíba (Sintefpb) conforme a decisão nacional de encerrar paralisação.

UFPB

 

Centro de Ciências Jurídicas (CCJ) da UFPB, em João Pessoa — Foto: Divulgação/UFPB

Centro de Ciências Jurídicas (CCJ) da UFPB, em João Pessoa — Foto: Divulgação/UFPB

A Pró-reitoria de Graduação (PRG) da UFPB anunciou o retorno nesta segunda-feira (1º) das atividades acadêmicas do calendário letivo 2024.1 que haviam sido paralisadas pelos docentes que aderiram à greve da categoria.

A PRG informou que recebeu ofício da Diretoria Executiva da ADUFPB sobre o final da greve da categoria docente e retorno das atividades acadêmicas dos professores que haviam realizado paralisação.

Segundo a PRG, uma proposta de reposição das aulas dos componentes curriculares afetados pelo movimento paredista será enviada para apreciação do Consepe. A reunião em que os conselheiros debaterão o assunto está prevista para a quinta-feira (4).

Na UFPB, o movimento grevista começou no último dia 11 de março.

UFCG

 

Campus da UFCG em Cajazeiras — Foto: Google Street View/Reprodução

Campus da UFCG em Cajazeiras — Foto: Google Street View/Reprodução

A Reitoria da UFCG informou que nesta segunda-feira (1º) o período letivo 2024.1 será iniciado nos campi Campina Grande, Cuité, Patos, Pombal, Sousa e Sumé, e serão retomadas as atividades do período 2023.2, no campus Cajazeiras.

Além disso, serão publicados os calendários acadêmicos retificados, para o melhor planejamento pelas coordenações administrativas e de cursos.

Na UFCG, os técnico-administrativos também suspenderam as atividades no dia 11 de março.

IFPB

 

Campus do IFPB de Itabaiana — Foto: Google Street View/Reprodução

Campus do IFPB de Itabaiana — Foto: Google Street View/Reprodução

Já o IFPB informa que em seu maior campus, o de João Pessoa, as atividades acadêmicas e administrativas voltam a normalidade na próxima segunda-feira. O mesmo acontece no Campus Mangabeira e na Reitoria.

Apesar disso, o Pró-Reitor de Ensino, Neilor César, explicou que cada campus tem a prerrogativa de decidir quando retorna as atividades e como se dará o calendário acadêmico. O IFPB tem um total de 21 unidades.

No IFPB, a greve teve início no dia 3 de abril.

O que ficou acordado

 

Os servidores tinham as seguintes reivindicações:

  • Reestruturação de carreiras de técnicos e professores;
  • Recomposição salarial, sendo de 34,32% para técnicos e 22,71% para professores;
  • Revogação de algumas normas;
  • Recomposição do orçamento;
  • Reajuste imediato dos auxílios e bolsas dos estudantes;
  • Código de vagas e concurso imediato para técnicos e professores.

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Blog do BG PB com G1

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Educação

Professores de universidades federais decidem pelo fim da greve

ImagemFoto: Nathália Cardim/Metrópoles

Os professores das universidades federais deliberaram, neste domingo (23), pelo fim da greve. O Comando Nacional de Greve da Greve Docente Federal divulgou um comunicado à imprensa no qual afirma que o termo de acordo apresentado pelo governo deve ser assinado na quarta-feira (26).

As reuniões para avaliar a proposta apresentada pelo governo federal aos docentes foram realizadas do dia 17 ao dia 21 deste mês. Os professores do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico (EBTT) e parte dos técnicos-administrativos educacionais já haviam aceitado os termos propostos pelo governo do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva.

Uma plenária nacional sobre o tema teve placar de 89 votos a favor, 15 votos contrários e 6 abstenções, conforme o Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica (Sinasefe).

Metrópoles

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