Economia

MERCADO IMOBILIÁRIO: Região Metropolitana de João Pessoa puxa alta na construção civil

Fórum Norte Nordeste da Indústria da Construção Civil começa nesta quinta em João Pessoa - Agência NE9

 

A pesquisa Indicadores Imobiliários Nacionais, realizada pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), aponta crescimento de 15,7% nos lançamentos imobiliários no Brasil, no segundo trimestre do ano, em relação ao trimestre anterior.

Na Paraíba, o Sindicato da Indústria da Construção e do Mobiliário do Estado atesta o “aquecimento” da atividade, puxada pelo desempenho da Região Metropolitana de João Pessoa. O presidente do Sinduscon-PB, Helder Pereira, avalia que a Paraíba apresenta uma situação favorável em vários segmentos.

“Temos observado lançamentos de empreendimentos de médio e alto padrão, bem como para a habitação social e de interesse social, com o Minha Casa, Minha Vida, que acende uma perspectiva de impulso. No governo passado, esse segmento estava bem retraído”.

Conforme o estudo, a região Norte registrou crescimento de 1.002,5%, no lançamento de unidades residenciais, no segundo trimestre deste ano, em relação ao período imediatamente anterior. Os demais desempenhos foram: Centro-Oeste (80,9%)e Sudeste (19,9%).

O Nordeste apresentou queda de 20,5% e o Sul, de 10,9%. Segundo o presidente do Sinduscon-PB, na Região Metropolitana de João Pessoa, há uma série de fatores que colocam as cidades na preferência de investidores, em relação a outros estados do Nordeste.

“Em comparação com cidades como Recife, Salvador e Fortaleza, João Pessoa apresenta preços mais atrativos, calmaria e agradabilidade na dinâmica social, mais segurança pública e uma população com alto nível educacional”.

Se em João Pessoa, há demanda para condomínios verticais, em Campina Grande, o segmento está com um desempenho lento, mas há investimentos em condomínios horizontais. “Na capital, as vendas são para pessoas do Brasil inteiro e até estrangeiros, por conta do turismo. Já em Campina, o contexto é diferente. São outros negócios. O mercado cresce quando a economia vai bem, quando há geração de empregos”.

Blog do BG PB com União

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Brasil

Preço médio da gasolina cai R$ 0,01 nos postos

Foto: Sérgio Lima/Poder360

Os preços médios do litro da gasolina e do etanol regristraram leve queda de 27.ago a 2.set.2023, segundo levantamento semanal da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis), divulgado na sexta-feira (1º.set).

Já o preço médio do litro do óleo diesel voltou a subir. São previstas novas altas do valor do combustível nas bombas para as próximas semanas. Isso porque o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) decidiu retomar a cobrança de impostos federais sobre o diesel, zeradas em março de 2021 pelo governo de Jair Bolsonaro (PL).

Leia os valores:

GASOLINA

  • preço médio: R$ 5,87 o litro;
  • variação: queda de 0,17% em comparação com a semana anterior;
  • a mais cara: Acre – R$ 6,67;
  • a mais barata: Mato Grosso do Sul – R$ 5,63.

ETANOL

  • preço médio: a R$ 3,65 o litro;
  • variação: queda de 0,27% em comparação com a semana anterior;
  • o mais caro: Amapá – R$ 5,59;
  • o mais barato: Mato Grosso – R$ 3,36.

DIESEL

  • preço médio: R$ 6,03 o litro;
  • variação: alta de 1,69% em comparação com a semana anterior;
  • o mais caro: Acre – R$ 7,34;
  • o mais barato: Amazonas e Sergipe – R$ 5,79.

Poder360

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Economia

Paraíba tem 3ª maior alta no preço da gasolina no país

Em Conde, Procon-PB encontra gasolina por R$ 5,59; saiba onde - PB AGORA

O preço do litro da gasolina na Paraíba teve o terceiro maior aumento entre as demais unidades federativas, após o reajuste da Petrobras, no último dia 16. Levantamento do Panorama Veloe de Indicadores de Mobilidade, lançado em parceria com a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) indica alta de 7,8%, mesmo índice do estado do Maranhão.

Lideram a lista Espírito Santo (8,7%) e Distrito Federal (8,3%). O estudo utilizou como parâmetro o período de 8 a 15 de agosto, antes do reajuste, e comparou com o de 16 a 23 de agosto, já com os valores aumentados.

Na Paraíba, o preço médio da gasolina passou de R$ 5,61 para R$ 6,05, o que representa um aumento de R$ 0,44, acima dos R$ 0,41 estipulados pela Petrobras às distribuidoras.

No outro extremo, os menores incrementos no valor médio da gasolina comum foram registrados em postos instalados na Bahia (0,6%), Roraima (0,6%) e Sergipe (0,5%).

O Panorama Veloe de Indicadores de Mobilidade também aponta que João Pessoa teve o terceiro maior aumento entre as capitais. O preço médio teve acréscimo 8,6%, variando de R$ 5,57 a R$ 6,05, uma diferença de R$ 0,48.

O período analisado é o mesmo do âmbito estadual. As capitais com os maiores aumentos foram Vitória (11,4%) e Natal (8,9%). Conforme o estudo, as diferenças de reajustes podem ser consequências dos valores praticados por refinarias da Petrobras e refinarias privadas no abastecimento do
mercado doméstico.

Nesse cenário, é possível que estados e capitais abastecidas por refinarias da Petrobras tenham sido proporcionalmente mais afetadas pelos reajustes da estatal quando comparadas a regiões e localidades atendidas por refinarias privadas (a exemplo da Amazonas, Bahia e Roraima), que já contavam com preços médios mais elevados e, portanto, menos defasados em relação aos preços
internacionais.

Pesquisa semanal
A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) realiza o levantamento semanal
dos preços de combustíveis no país, considerando o período de segunda a sábado de cada semana. No período de 6 a 12 de agosto, o valor médio da gasolina na Paraíba era de R$ 5,46.

Na semana de 13 a 19 de agosto, quando houve o reajuste da Petrobras, a média subiu 2,75%, para R$ 5,61. Já na semana seguinte, com toda a pesquisa realizada após o reajuste, o valor médio constatado foi de R$ 5,90. Na comparação entre a primeira e a terceira semana, houve um aumento de 8,06%.

Blog do BG PB com União

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Brasil

Após tuíte do presidente da Petrobras, ações fecham em queda

Jean Paul Prates assume presidência da PetrobrasFoto: Waldemir Barreto/Agência Senado

Em uma série de publicações no Twitter, o presidente da Petrobras (PETR3; PETR4), Jean Paul Prates, informou que os acordos assinados com empresas chinesas, anunciados na noite da última quarta-feira (30), visam buscar possíveis parcerias com uma série de países.

Brasil, China, Bolívia e Suriname foram os países citados: “Nossa missão na China continua trazendo excelentes frutos para a Petrobras e para o Brasil! Assinamos quatro memorandos de entendimento (MOUs) com a China Energy, Sinopec, CNOOC e Citic Construction, principais grupos de petróleo e energia da China. Os acordos foram firmados em Pequim, entre os dias 28 e 30 de agosto, durante a missão estratégica da companhia ao País”, informou o executivo.

Ainda de acordo com as publicações, os acordos são direcionados à prospecção de novas oportunidades de negócios conjuntos.

Prates está em missão na China desde o último final de semana, onde fechou acordos visando os segmentos de exploração e produção, transição energética, refino, petroquímica, energia renovável, hidrogênio, fertilizantes, amônia e captura de carbono.

As ações da Petrobras estão em baixa nesta quinta-feira (31). Às 18h, os papéis da PETR3 fecharam avaliados em R$34,54 e da PETR4 R$31,94. A queda era de 2,70% e 2,08%, respectivamente.

E-Investidor – Estadão

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Brasil

Reajustes do Bolsa Família, IR e funcionalismo ficam fora do Orçamento de 2024

Semasc divulga relação dos contemplados no Programa Bolsa Família em  setembro de 2023 - Prefeitura de Presidente FigueiredoFoto: Jefferson Rudy/Agência Senado

O reajuste do Bolsa Família, do salário de funcionários públicos e do Imposto de Renda não estão inclusos no Orçamento de 2024. Segundo o secretário de Orçamento Federal, Paulo Bijos, isso não significa que as mudanças deixarão de ser implementadas.

“Em relação à tabela do Imposto de Renda, foi incorporado o efeito, mas a previsão para o reajuste fica para depois, em um momento adequado”, declarou em entrevista a jornalistas nesta quinta-feira (31.ago.2023).

O governo federal enviou ao Congresso o PLOA (Projeto de Lei Orçamentária Anual) pouco antes da fala de Bijos. O documento detalha como devem ser feitos os gastos da União em 2024.

Ele não deu detalhes sobre quando ou qual seria o “momento adequado” para incluir o reajuste do IR.

Sobre o Bolsa Família, limitou-se a dizer que algumas medidas vão compensar o reajuste, como a regularização de cadastros indevidos. O secretário afirmou que quem está no programa social de forma irregular vai ceder espaço para quem se enquadra nos critérios da iniciativa.

“Isso não significa que o Bolsa deixa de ser prioridade”, falou. Disse que cabe ao Ministério da Gestão e Inovação em Serviços Públicos deve discutir o reajuste de salários do funcionalismo.

Bijos afirmou que o orçamento conta com espaço, entretanto, para os gastos com concursos públicos.

Poder360

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Economia

Orçamento prevê salário mínimo de R$ 1.421; aumento será de R$ 32,00 no próximo ano

Reajuste do salário mínimo e correção da tabela do IR serão sancionados por  Lula nesta segunda (28)
A nova regra de correção fez o governo elevar a previsão para o salário mínimo no próximo ano. O projeto da Lei Orçamentária de 2024, que será enviado até o fim da tarde desta quinta-feira (31) ao Congresso, prevê o mínimo de R$ 1.421, R$ 32 mais alto que o valor de R$ 1.389 proposto na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO).

O valor, confirmado pela ministra do Planejamento, Simone Tebet, representa aumento real (acima da inflação) de 7,7% em relação a 2023. A alta obedece ao retorno da regra de correção automática do salário mínimo, sancionada nesta semana pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que havia sido extinta em 2019.

Essa regra estabelece que o salário mínimo subirá o equivalente ao Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) acumulado em 12 meses até novembro do ano anterior mais o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB, soma das riquezas produzidas no país) de dois anos antes. Para 2024, a correção considera o PIB de 2022, que cresceu 2,9%.

O valor final do salário mínimo em 2024 pode ficar ainda maior, caso o INPC até novembro suba mais que o esperado até novembro. Com base na inflação acumulada entre dezembro de 2022 e novembro de 2023, o governo enviará uma mensagem modificativa ao Congresso no início de dezembro.

A previsão oficial para o INPC em 2023 está 4,48%. O valor consta no último Relatório de Avaliação de Receitas e Despesas, divulgado no fim de julho. A próxima estimativa será divulgada no fim de setembro, na nova edição do Boletim Macrofiscal pela Secretaria de Política Econômica do Ministério da Fazenda.

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Brasil

Lula reverte superavit de Bolsonaro no período de janeiro a julho

O governo federal registrou deficit primário de R$ 35,9 bilhões em julho. No mesmo período do ano anterior, o superavit foi de R$ 19,7 bilhões (ajustado pelo IPCA).

O resultado é o 2º pior da série histórica do mês. Só perde para julho de 2020, quando o deficit foi de R$ 109,6 bilhões (ajustado pelo IPCA).

O Tesouro Nacional divulgou o relatório nesta 4ª feira (30.ago.2023).


O saldo primário é formado pelas receitas (na forma de arrecadação de tributos) contra as despesas. Não contabiliza o pagamento com os juros da dívida.

No acumulado de janeiro a julho de 2023, o deficit foi de R$ 77 bilhões (ajustado pelo IPCA), o que corresponde a 1,3% do PIB (Produto Interno Bruto). Em 12 meses, as contas tiveram saldo negativo de R$ 97 bilhões, 0,95% do PIB do período.

No acumulado de janeiro a julho de 2022, havia sido registrado superavit de R$ 78,8 bilhões.

O resultado das contas públicas em julho foi pior que a mediana da pesquisa Prisma Fiscal com o mercado, feita pelo Ministério da Fazenda. O levantamento estimava deficit de R$ 6 bilhões.

David Athayde, subsecretário de Planejamento Estratégico da Política Fiscal, disse a jornalistas que a queda forte na receita do ano se deve a “fator pontual” gerado por receitas com petróleo em 2022.

Para o próximo semestre, Athayde diz esperar efeito positivo com reoneração de combustíveis. O Tesouro estima que o país termine 2023 com deficit em torno de 1% do PIB.

Poder 360

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Economia

Paraíba registra abertura de quase 3.500 vagas com carteira assinada no mês de julho

O setor da indústria registrou 2.223 vagas de emprego com carteira assinada no mês de julho (Foto: Divulgação)

 

A Paraíba registrou a abertura de quase 3.500 vagas de emprego com carteira assinada no mês de julho. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados nesta quarta-feira (30). No total foram 17.447 admissões contra 13.970 desligamentos.

O estado registrou um saldo de 3.477 vagas de emprego com carteira assinada em julho. Todos os setores tiveram saldo positivo, com destaque maior para a indústria, com 2.223 vagas; construção, 644 vagas; e serviços, com 424 vagas. Os outros dois setores tiveram saldos mais modestos foram agropecuária, com 142, e comércio, com 142.

A região Nordeste apresentou o segundo saldo positivo de novembro, com 32.055 postos, ficando atrás apenas da Região Sudeste, que liderou o saldo em julho entre as cinco regiões, com 70.205 postos. As outras três regiões vieram depois: Centro-Oeste, com 18.310; Norte, com 14.756; e Sul, com 7.275.  Em julho, o Brasil registrou um saldo de 142.702 postos de trabalho com carteira assinada.

Blog do BG PB

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Economia

Conta mais cara: Aumento de tarifa de energia afeta 1,6 milhão de paraibanos

Conta de energia fica mais cara a partir da próxima semana na Paraíba

O aumento do preço da energia começa a valer a partir desta segunda-feira (28) na Paraíba e atingirá 1,6 milhão de clientes que perceberão um efeito médio negativo (redução) de 1,46% na tarifa de energia. O reajuste foi homologado pela Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL com o Reajuste Tarifário Anual (RTA) da Energisa na Paraíba.

Para os consumidores residenciais que faziam parte da Energisa Borborema, o efeito médio será de 11,96%. Estes consumidores estavam com suas tarifas congeladas há 18 meses e perceberão este aumento também a partir do próximo dia 28.

Os índices são diferentes porque, até este ano, as tarifas-base eram distintas entre as duas empresas. Com a unificação da Energisa Paraíba e da Energisa Borborema, o processo de Reajuste Tarifário Anual, a partir do próximo ano, será único para os clientes que, agora, são todos atendidos pela Energisa Paraíba.

De acordo com Bernardo Athayde, Gerente Corporativo de Regulação Econômica da Energisa, os impactos na tarifa vão ocorrer da seguinte forma:

Energisa Paraíba

Alta e Média Tensão: redução de 10,63%

Baixa Tensão: amento de 1,09%

Residencial: 0,68%

Efeito médio ao consumidor: 1,46%

Energisa Borborema

Alta e Média Tensão: aumento de 14,44%

Baixa Tensão: amento de 12,32%

Residencial: 11,96%

Efeito médio ao consumidor: 12,83%

O reajuste tarifário é um processo regulado pela Aneel, previsto no contrato de concessão da empresa, que apresenta regras bem definidas a respeito das contas de luz e a metodologia de cálculo dos reajustes. Pela norma, o valor da tarifa poderá ser reajustado anualmente – Reajuste Tarifário Anual – e a cada cinco anos, no processo de Revisão Tarifária Periódica.

Com PolíticaETC

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Brasil

Mais de R$ 400 milhões do abono do PIS/Pasep continuam esquecidos por trabalhadores; resgate vai até dezembro

Foto: LUIS LIMA JR/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO

Após um mês do fim do calendário de pagamento, o abono salarial PIS/Pasep, ano-base 2021, ainda tem R$ 421,5 milhões esquecidos nas contas. O valor não foi sacado por 445.514 trabalhadores que têm direito ao benefício.

O último lote de pagamento foi liberado em 17 de julho, mas quem ainda não resgatou o dinheiro poderá fazê-lo até 28 de dezembro. Depois disso, será necessário aguardar o próximo calendário.

O Banco do Brasil, responsável pelo pagamento do Pasep (Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público), pago a servidores públicos, afirmou que o total ainda não retirado é de R$ 340,5 milhões, referentes a 351.514 beneficiários.

Já a Caixa, responsável pelo PIS (Programa de Integração Social), para trabalhadores da iniciativa privada, informou que, de fevereiro a julho, foram 22 milhões de parcelas pagas, totalizando o montante de R$ 21,8 bilhões.

“Do total das parcelas disponibilizadas para pagamento, pouco mais de 94 mil ainda não foram recebidas pelos beneficiários, totalizando cerca de R$ 81 milhões”, afirmou o banco em nota.

De acordo com a Caixa, o recebimento do benefício pode ser realizado até o dia 28 de dezembro deste ano. Após esse período, as parcelas não pagas serão devolvidas ao FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador), conforme regras do programa.

O valor a pago aos trabalhadores varia de R$ 110 a R$ 1.320, conforme a quantidade de meses trabalhados pelo beneficiado durante o ano-base de 2021.

Quem tem direito

Tem direito ao abono salarial o trabalhador que atende aos seguintes critérios:

• estar cadastrado no PIS/Pasep há pelo menos cinco anos, contados da data do primeiro vínculo;

• ter recebido de empregadores que contribuem para o PIS ou para o Pasep até dois salários mínimos (R$ 2.640) de remuneração mensal no período trabalhado;

• ter exercido atividade remunerada durante pelo menos 30 dias consecutivos ou não no ano-base de 2021, considerado para apuração; e

• ter seus dados do ano-base de 2021 informados pelo empregador corretamente na Rais (Relação Anual de Informações Sociais) ou no eSocial.

Como consultar

É possível fazer a consulta por meio da Carteira de Trabalho Digital, que pode ser acessada em gov.br. Para consultar a Carteira de Trabalho Digital, será necessário que o trabalhador atualize o aplicativo, depois acesse a aba “Benefícios” e “Abono salarial”, para verificar valor, dia e banco de recebimento.

Informações adicionais poderão ser solicitadas nos canais de atendimento do Ministério do Trabalho e Emprego e nas unidades das Superintendências Regionais do Trabalho, pelo telefone 158 ou pelo email [email protected] (substituindo os dígitos UF pela sigla do estado de domicílio do trabalhador).

R7

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