Brasil

Governo reduz previsão de rombo nas contas em 2023, mas bloqueio sobe a R$ 3,8 bilhões

A prioridade número um de Haddad e Tebet | VEJAFoto: Adriano Machado/Reuters

O governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) reduziu a projeção de rombo fiscal em 2023, mas ainda assim precisou travar R$ 600 milhões adicionais nos gastos, o que eleva o bloqueio no Orçamento a R$ 3,8 bilhões.

O déficit deve ficar em R$ 141,4 bilhões neste ano, o equivalente a 1,3% do PIB (Produto Interno Bruto). O valor é menor que o resultado negativo de R$ 145,4 bilhões indicado em julho, mas ainda fora da meta traçada pelo ministro Fernando Haddad (Fazenda) de um déficit de até 1% do PIB em 2023.

Se de um lado a melhora nas estimativas de arrecadação para o ano contribuem para minimizar o rombo nas contas, de outro o aumento nas despesas obrigatórias gera pressão, obrigando a equipe econômica a segurar gastos discricionários —o que inclui custeio e investimentos.

Folha de S. Paulo

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Economia

Governo do Estado sanciona lei para empresas concessionárias na Paraíba permitirem pagamento via PIX

Os usuários de serviços públicos na Paraíba terão mais uma opção para pagar suas contas. As empresas concessionárias e permissionárias no estado serão obrigadas a disponibilizar o pagamento através de PIX ou equivalente. A Lei 12.780/23 , de autoria do deputado Adriano Galdino, foi sancionada pelo governador do Estado, João Azevêdo, nesta quinta-feira (21).

O PIX é um sistema de transferência instantânea de recursos entre contas bancárias, que funciona 24 horas por dia, todos os dias da semana.

O objetivo da lei é facilitar a vida dos consumidores, que poderão quitar suas dívidas com mais rapidez e praticidade, sem precisar enfrentar filas ou depender de boletos impressos. Além disso, a lei também visa estimular a inclusão financeira e a competitividade no mercado de pagamentos.

A lei entra em vigor 90 dias após a data de sua publicação. As empresas que descumprirem a norma estarão sujeitas às sanções previstas no Código de Defesa do Consumidor.

Blog do BG PB

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Brasil

Saraiva fecha todas as livrarias, demite toda a equipe e funcionará apenas como site

Saraiva anuncia fechamento de sete lojas | PublishNewsFoto: Reprodução

A Saraiva demitiu, nesta quarta-feira (20), todos os funcionários de suas lojas físicas e passará a operar apenas como site de e-commerce, disseram fontes à coluna. O corte parece ser o desfecho melancólico daquela que já foi a maior rede de livrarias do Brasil, mas sucumbiu à crise de um modelo que apostava em megastores e na venda de eletrônicos.

A informação sobre os cortes foi inicialmente publicada pelo site especializado PublishNews e confirmada pela coluna junto a fontes próximas à companhia.

A Saraiva vinha fechando lojas em ritmo acelerado nos últimos meses — desde meados de junho, foram pelo menos 30 — e mantinha apenas cinco livrarias abertas. Essas unidades ficam em São Paulo (4) e em Campo Grande.

De acordo com denúncias feitas pela ex-conselheira fiscal Francine Bruscato, que renunciou ao cargo esta semana, a companhia não vinha pagando verbas rescisórias de trabalhadores demitidos com o fechamento de lojas.

A demissão em massa ocorre às vésperas de uma assembléia em que será votada uma mudança societária no negócio, convertendo ações preferenciais (sem voto) em ações ordinárias (com voto).

A coluna entrou em contato com a Saraiva pedindo um posicionamento sobre a notícia, mas a companhia ainda não se pronunciou.

O Globo

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Economia

Empresa de revestimentos sintéticos vai gerar 200 empregos e investirá R$ 50 milhões na Paraíba

Foto: Reprodução

A Vexa Acabamentos, empresa especializada na produção de pisos e painéis vinílicos, irá gerar cerca de 200 empregos diretos e terá um investimento de R$ 50 milhões em sua instalação.  O empreendimento será implantado em uma área de 242 mil m², em Mata Redonda, em Alhandra, na Região Metropolitana de João Pessoa.

A formalização da viabilização da instalação da empresa que em sua etapa já contará com uma unidade fabril de 27 mil m² foi feita hoje com a presença do governador João Azevêdo e do diretor presidente da empresa, José Nilson Crispim Junior.

Para o governador João Azevêdo, a atração da empresa é fruto do resultado dos investimentos em infraestrutura e equilíbrio da gestão fiscal que tem garantido segurança jurídica aos investidores, que encontram um ambiente favorável de negócios.

“A atração de mais uma empresa representa mais geração de emprego, renda e desenvolvimento e tenho certeza de que esse novo empreendimento contribuirá com o fortalecimento da economia do nosso estado, que está situado no centro do Nordeste, em uma localização estratégica para o escoamento da produção”, frisou.

O piso vinílico, é um produto de fácil instalação e dentre os seus benefícios estão à praticidade, versatilidade de aplicações e melhor custo-benefício. Dentre as suas produções estão os pisos vinílicos de diversas dimensões e especificações para usos residenciais, comerciais e industriais com produção total de 3,5MMm²/ano.

Já na primeira etapa de implantação, a fábrica demandará anualmente 3.600 toneladas de resina de PVC, 10.285 toneladas de carbonato de cálcio e 1.200 toneladas de plastificantes, estabilizantes e agentes de fluxo.

O objetivo da empresa é atender o mercado nacional e internacional e, para isso, já pretende iniciar a sua operação no primeiro semestre de 2024.

“Iniciamos com a pesquisa de mercado nacional, posteriormente, o mercado internacional, como Espanha, Alemanha e China, conhecendo o universo do processo produtivo, indústria de equipamentos. Após isso decidimos continuar investindo na Paraíba e implantar a fábrica aqui na Grande João Pessoa, em Mata Redonda, distrito de Alhandra. Agora em outubro já iniciaremos a construção da fábrica, em dezembro, os equipamentos já estarão aqui e as operações começam em abril do próximo ano”, afirmou José Nilson Crispim.

MaisPB

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Economia

Carne mais cara: Pesquisa registra diferença de R$ 44,99 no preço do filé bovino em JP

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O filé bovino com cordão está com uma diferença nos preços de até R$ 44,99, registra pesquisa realizada pela Secretaria Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor em supermercados e açougues de feiras livres da Capital, com o produto oscilando entre R$ 35,00 (Açougue do Vando – Mercado Central) e R$ 79,99 (supermercado Bemais – Bancários), mostrando variação de 128,54%.

A maior variação de todo levantamento do Procon-JP ficou com o fígado bovino, 199%, com preços entre R$ 7,99 (supermercado DoDia – Bessa) e R$ 23,89 (Carrefour – Bancários), diferença de R$ 15,90.

A pesquisa do Procon-JP, que foi realizada no dia 19 de setembro, visitou 37 estabelecimentos e traz preços de 98 tipos de carnes, a exemplo da bovina (em cortes e moída, além de fígado), frango, miúdos de frango, bacon, linguiça e ovos (brancos e vermelhos).

Outras grandes diferenças foram encontradas no quilo da maminha, R$ 36,99, com preços entre R$ 28,00 (Frigorífico Bom Corte e Açougue do Vando – Mercado Central) e R$ 64,99 (supermercado Menor Preço – Bairro dos Estados), variação de 132,11%; e no quilo da picanha nacional, R$ 35,99, com preços entre R$ 30,00 (Açougue do Vando – Mercado Central) e R$ 65,99 (Bemais – Bancários), variação de 119,97%.

Frango – A maior variação para os preços do frango ficou com a Coxa, 111,27%, com preços entre R$ 7,10 (supermercado Atacado Bom Todo – Tambaú) e R$ 15,00 (açougues Super Galeto Bonzão e Flavio Aves – Mercado Central e Rô Aves (Bairro dos Estados), diferença de R$ 7,90. A maior diferença, no entanto, ficou com o quilo do coração, R$ 13,00, com preços entre R$ 14,00 (Atacado Bom Todo – Tambaú) e R$ 27,00 (Flávio Aves – Mercado Central), variação de 92,86%.

Ovos – Para preços dos ovos, a maior variação ficou em 75% na bandeja com 12 unidades do vermelho, com preços entre R$ 8,00 (Carlos do Ovo – Mercado Central e JS Aves – Mercado de Mangabeira) e R$ 14,00 (Box do Gordo – Mercado da Torre), também a maior diferença, R$ 6,00; seguida da bandeja com 30 unidades do branco, R$ 4,00, com preços entre R$ 16,00 (Carlos do Ovo – Mercado Central) e R$ 20,00 (Box do Gordo – Mercado da Torre), variação de 25%.

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Brasil

Contas de luz, água, gás e telefone representam mais de 24% das dívidas dos brasileiros, diz Serasa

Foto: Freepik

Os juros elevados e aumento das despesas básicas estão levando as famílias brasileiras a atrasarem o pagamento das contas de serviços essenciais, como luz, água, gás e telefone. O grupo representou em agosto 24,47% das dívidas dos brasileiros.

É o maior patamar para esse tipo de dívida desde o início da série histórica, em janeiro de 2019. Os dados fazem parte do Mapa da Inadimplência e Renegociação de Dívidas da Serasa.

Segundo a entidade, as contas básicas de água, luz e gás representaram o crescimento mais significativo entre os segmentos das dívidas – aumento de 0,53 ponto percentual em agosto, em relação ao mês anterior. O setor de utilities, ou seja, contas básicas apresentaram crescimento de 2,97 ponto percentual desde o início deste ano.

Na esteira da primeira fase do programa Desenrola, o setor de bancos e cartões contabilizou nova queda, historicamente principal responsável pela inadimplência entre os brasileiros. Com diminuição de 0,24 ponto percentual em relação ao valor anotado em julho, este é o percentual mais baixo deste ano para o segmento, representando 29,29% das pendências entre os inadimplentes no mês de agosto.

Nova alta na inadimplência

Com a nova alta da inadimplência, o número de brasileiros que não consegue pagar suas contas volta a subir em agosto, depois de dois meses de quedas consecutivas. Somente no mês passado 320 mil novas pessoas estão sem conseguir pagar as dívidas, em relação ao número registrado em julho. O valor médio de dívida por pessoa subiu 0,5% chegando a R$ 4.948.

Com informações de O Globo 

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Brasil

Onda de calor faz vendas de ar-condicionado e ventiladores dispararem no Brasil

Melhor opção de ar-condicionado para o comércio | Blog da FrigelarFoto: Reprodução

As previsões do Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia) sobre a nova onda de calor que se espalha pelo Brasile vai deixar os dias bem quentes na última semana de inverno estão levando muita gente às lojas em busca de um ar-condicionado. De janeiro a junho, as vendas desses equipamentos tiveram um aumento de 16%, na comparação com o mesmo período do ano passado, e devem disparar neste mês.

Segundo a Eletros (Associação Nacional de Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos), no primeiro semestre de 2022 foram vendidas 1.279.074 unidades de ar-condicionado split, que é um dos modelos mais comuns para instalação residencial, e nos mesmos meses deste ano, 1.483.492 equipamentos saíram das lojas. Todos esses produtos são fabricados no país.

O aumento registrado nas vendas de ventiladores nesse mesmo período foi ainda maior. Os modelos de mesa tiveram alta de 34%, já que, em 2022, até junho, foram vendidos 2.011.355 unidades e, neste ano, foram 2.692.983. A saída de ventiladores de coluna cresceu 18%, com 757.780 aparelhos vendidos no ano passado, contra 895.206 em 2023.

R7

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Economia

Paraíba vai excluir do Simples Nacional 2,4 mil empresas devedoras

O que é desenquadramento do MEI - foto de microempreendedora feliz por mudar de MEI para ME

O governo da Paraíba iniciou o processo de exclusão de optantes do Simples Nacional que estão com débito inscrito na Dívida Ativa do Estado da Paraíba. O trabalho está sendo feito pela Secretaria de Estado da Fazenda (SEFAZ-PB). Neste ano, 2.461 empresas receberam a notificação de exclusão no Portal do Simples Nacional http://www8.receita.fazenda.gov.br/SimplesNacional/, por meio do Domicílio Tributário Eletrônico (DTE-SN e SIMEI).

 

O prazo para consultar a notificação será de 45 dias, a partir da disponibilização no DTE-SN, sendo a ciência por esta plataforma considerada válida para todos os efeitos legais. A Coordenação do Simples Nacional informa que desde o dia 15 de setembro, a notificação está disponível no DTE-SN. Após tomar ciência do Termo de Exclusão, o contribuinte terá um prazo de 30 dias para impugnar, caso queira contestar os débitos indicados na notificação. A impugnação deve ser protocolada na repartição do domicílio fiscal do contribuinte (CAC ou UAC) e será encaminhada para o Conselho de Recursos Fiscais.

 

O contribuinte também poderá regularizar os débitos para evitar a exclusão através de pagamento à vista ou de parcelamento, obedecendo ao prazo de 30 dias, contados após a ciência do Termo de Exclusão.

 

Os débitos podem ser consultados na CAC ou UAC mais próxima do domicílio da empresa ou na SEFAZ VIRTUAL no link – https://www.sefaz.pb.gov.br/servirtual/tributos/debitos/debitos-lancados-em-divida-ativa

Caso a empresa regularize a totalidade dos débitos no prazo, terá a sua exclusão do Simples Nacional automaticamente tornada sem efeito, continuando no regime simplificado. A empresa que impugnar, tempestivamente, o Termo de Exclusão terá o ato excludente suspenso até o julgamento pelo CRF/PB. Já a empresa que não efetuar a regularização dos débitos nem apresentar impugnação, será excluída do Simples Nacional com efeitos a partir do dia 1º de janeiro de 2024. (Com informações da Secom-PB).

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Economia

Vendas do varejo paraibano registram 2ª maior alta do País

Imagem meramente ilustrativa – (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

As vendas no varejo paraibano registraram em julho a segunda maior taxa de crescimento do País, conforme a Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), divulgada nesta sexta-feira (15), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).  Na passagem de junho para julho de 2023, o volume de vendas do comércio varejista do Estado cresceu 2,4%, ficando atrás apenas do Espírito Santo (3,3%), enquanto o País registrou alta de 0,7%.

Ainda de julho sobre junho, houve resultados positivos em 14 das 27 unidades das federações, com destaque para: Espírito Santo (3,3%), Paraíba (2,4%) e Rio Grande do Sul (2,1%). Pressionando negativamente, figuram 11 unidades das federações, com destaque para Acre (-2,1%), Alagoas (-1,6%) e Rio Grande do Sul (-1,3%).

Frente a julho do ano passado, a Paraíba registrou também alta de 1,1%, enquanto no acumulado de janeiro a julho deste ano, o crescimento do setor ficou em 1,9%.

COMÉRCIO AMPLIADO

No indicador do comércio varejista ampliado –, que inclui as atividades de veículos, motos, partes e peças e as de material de construção –, a Paraíba foi destaque nacional do indicador ao alcançar o maior crescimento entre 26 unidades da federação e do Distrito Federal (4,9%). Já o país amargou queda de 0,3% no comércio varejista ampliado.

No comércio varejista ampliado, houve quedas em 17 das 27 unidades das federações, com destaque para: Pará (-6,7%), Tocantins (-4,8%) e Rondônia (-4,5%). Já no campo positivo figuram 10 unidades das federações, com destaque para Paraíba (4,9%), Espírito Santo (4,0%) e Rio Grande do Sul (3,9%).

ATIVIDADES QUE MAIS CRESCERAM 

As atividades que mais se destacaram no crescimento foram equipamentos e material para escritório informática e comunicação; outros artigos de uso pessoal e doméstico; Hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo; além de artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria. Já em tecidos, vestuário e calçados; Livros, jornais, revistas e papelaria; móveis e eletrodomésticos; e combustíveis e lubrificantes houve variações negativas.

MAIS SOBRE A PESQUISA 

A Pesquisa Mensal do Comércio (PMC) produz indicadores que permitem acompanhar o comportamento conjuntural do comércio varejista no país, investigando a receita bruta de revenda nas empresas formalmente constituídas, com 20 ou mais pessoas ocupadas, e cuja atividade principal é o comércio varejista.

Iniciada em 1995, a PMC traz resultados mensais da variação do volume e receita nominal de vendas para o comércio varejista e comércio varejista ampliado (automóveis e materiais de construção) para o Brasil e Unidades da Federação. Os resultados podem ser consultados no Sidra.

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Brasil

Associação de Supermercados da Paraíba defende preço único para cesta básica em todo o País

(Foto: Reprodução)

 

O presidente da Associação de Supermercados da Paraíba (ASPB), Cícero Bernardo, defendeu um preço único tabelado para cesta básica em todo o território nacional.

A declaração foi feita nesta sexta-feira (15), durante entrevista em programa de rádio em João Pessoa.

A equiparação de um preço único no valor da cesta básica em todo Brasil, deve acontecer com base nas mudanças dos impostos em virtude da reforma tributária que vai beneficiar a cadeia produtiva.

“Com as mudanças devidas à reforma tributária que tramita no Senado, esperamos mudanças, principalmente nos alimentos de primeira necessidade que é o da cesta básica, especialmente da classe dos menos favorecidos”, explicou.

Blog do BG PB com Clickpb

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