Economia

Black Friday: 48% dos consumidores pretendem baixar app para compras

Movimentação no comércio do centro de São Paulo (SP), na Black Friday do ano passado

48% dos consumidores pretendem instalar algum aplicativo para fazer compras durante a Black Friday. O comportamento é semelhante ao ano passado, e 86% das pessoas que instalaram apps de lojas o mantiveram após a data promocional.

Os dados foram divulgados no relatório “Estratégias e Expectativas para a Black Friday 2023”, divulgado pela Neotrust, empresa de soluções de inteligência. O estudo foi produzido com base em dados de 2500 varejistas online de todo o país.

 

O frete grátis é o principal motivo para downloads de aplicativos (58,8%), seguido de ofertas exclusivas (41,2%), acesso a cupons de desconto (39,2%), entrega rápida (33,3%) e pagamento facilitado (15,7%).

 

Com o objetivo de se preparar para as promoções e ofertas, 54% dos entrevistados afirmaram que se inscreveram em listas VIP e baixaram os aplicativos das lojas com antecedência.

 

Decisão de compra

O relatório indicou também que 54% dos entrevistados têm a intenção de antecipar suas compras de Natal durante o evento. No ano anterior, esse número representava apenas 27% das intenções. As categorias que mais terão impacto na queda de preços neste ano são as de roupas e calçados, perfume, maquiagem, cosméticos, chocolates e doces.

Para capturar a atenção do consumidor, é necessário estar atento às suas demandas. 67% dos entrevistados citam descontos nos produtos acima de 50%, enquanto 47% mencionam frete grátis como os principais motivadores para fazer compras não planejadas.

Além disso, 72% acreditam que os preços são realmente os mais baixos, tornando a data um momento chave para aproveitar ofertas vantajosas Os dados mostram ainda que 28% esperam até a sexta-feira para fazer suas compras, enquanto 22% realizam compras ao longo do mês de novembro.

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Economia

DÍVIDAS: Cada inadimplente na Paraíba deve, em média, R$ 4,7 mil

Calculadora para renegociação de dívidas do Fies. Foto: Divulgação.

 

Mais de um milhão de moradores da Paraíba estão inadimplentes e somam dívidas que chegam a R$ 5,6 bilhões, com média de R$ 4,7 mil cada um. É o que aponta a mais recente edição do Mapa da Inadimplência e Renegociação de Dívidas da Serasa, divulgado nesta quarta-feira (25), com dados do mês de setembro.

O número de endividados representa 38,31% da população adulta no estado, percentual abaixo do índice nacional, que é de 43,90%. Em comparação com o mês de agosto, o número de inadimplentes aumentou, passando de 37,88% para 38,31%.

O levantamento ainda aponta que as dívidas com cartões e bancos tiveram uma queda de 0,84 ponto percentual entre agosto e setembro na Paraíba, passando de 36,42% das pendências financeiras para 35,58%.

As dívidas com cartões e bancos (35,58%) lideram na Paraíba, seguidas de dívidas financeiras (20,21%) e utilities (17,84%). Entre as faixas etárias, os maiores inadimplentes têm entre 26 e 40 anos (35,1%), seguidos pela população entre 41 e 60 anos (34%) e por maiores de 60 anos (18,2%).

Em João Pessoa, o número de inadimplentes chega a 360.394, somando uma dívida de R$ 2.067.136.977,74. Já em Campina Grande, o número de pessoas endividadas ultrapassa os 151 mil, somando uma dívida total de R$ 836.452.253,44.

Cenário nacional de inadimplentes

O número de brasileiros inadimplentes teve leve alta em setembro. Foram 71,8 milhões contra 71,7 milhões em agosto, uma variação de 0,12%. Desse total, 50,4% são mulheres e 49,6% são homens. As faixas etárias mais afetadas foram de 41 a 60 anos de idade (34,9%) e de 26 a 40 anos de idade (34,5%).

As contas com bancos e cartão de crédito tiveram uma queda de 0,31 pontos percentuais entre agosto e setembro, passando de 29,2% das pendências financeiras no Brasil para 28,9%. Esse é o menor volume do ano, que já chegou a 31,9% em maio. O levantamento também registrou queda de 0,64% no setor das contas básicas de água, luz e gás, que passou de 24,4% para 23,8%.

JornalDaPB

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Economia

Arrecadação despenca pela 4ª vez e chega a R$ 174,31 bi em setembro; entenda redução

Economia, Moeda, Real,Dinheiro, Calculadora

 

A arrecadação total das Receitas Federais fechou o mês de setembro em R$ 174,31 bilhões, informou hoje (24) a Secretaria da Receita Federal. O valor representa queda de 0,34% em relação a setembro de 2022, descontada a inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

No período acumulado de janeiro a setembro, a arrecadação alcançou o valor de pouco mais de R$ 1,6 trilhão. Segundo o Ministério da Fazenda, o valor apresentou acréscimo de 0,64%, descontada a inflação do período.

Em relação às Receitas Administradas pela Receita Federal, o valor arrecadado em setembro foi de R$ 168 bilhões, representando um acréscimo real de 0,19%. No período acumulado de janeiro a dezembro, a arrecadação alcançou R$ 2,09 trilhões, registrando acréscimo real (IPCA) de 6,64%.

Causas da queda

De acordo com o Ministério da Fazenda, o resultado da arrecadação pode ser explicado, principalmente, por alterações na legislação tributária e por pagamentos atípicos, especialmente do Imposto de Renda de Pessoa Jurídica (IRPJ), da Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido (CSLL). A pasta disse ainda que, descontados os fatores, o crescimento real seria de 3,49% na arrecadação do período acumulado e um acréscimo real de 0,31% na arrecadação mês de setembro.

A Fazenda informou que, em relação ao PIS/Pasep e Cofins, a arrecadação conjunta foi de R$ 36,78 bilhões, representando crescimento real de 7,71%.

O desempenho é explicado pela combinação do aumento real de 3,60% no volume de vendas e de 0,90% no volume de serviços, entre agosto de 2023 e agosto de 2022, segundo a Pesquisa Mensal de Comércio do Instituto Brasileiro de Geografia a Estatística (IBGE) e da modificação da tributação incidente sobre o diesel, gasolina e álcool.

Já o Imposto sobre a Renda Retido na Fonte (IRRF) de residentes no exterior apresentou uma arrecadação de R$ 4,93 bilhões, resultando em um crescimento real de 32,96%.

“O resultado deveu-se aos acréscimos nominais de 81,11% na arrecadação do item Juros e Comissões em Geral, de 231,25% na arrecadação do item Juros sobre Capital Próprio, e de 22,48% na arrecadação do item Royalties e Assistência Técnica, informou a Fazenda.

Receita Previdenciária

A Receita Previdenciária apresentou arrecadação de R$ 49 bilhões, com crescimento real de 1,97%. O desempenho pode ser explicado pelo crescimento real de 8,30% da massa salarial. Além disso, houve crescimento de 32% nas compensações tributárias com débitos de receita previdenciária em razão da Lei 13.670/18.

As outras receitas administradas pela Receita Federal apresentaram arrecadação de R$ 3,15 bilhões, com acréscimo real de 14,25%. O resultado decorreu, principalmente, do aumento nominal de 53,64% na arrecadação da Code-Remessas ao Exterior e pela arrecadação do programa de redução de litigiosidade (+321 milhões).

Ainda segundo o ministério, o IRRF sobre rendimentos do trabalho apresentou arrecadação de 142,5 bilhões, representando crescimento real de 5,37%. O resultado está relacionado aos acréscimos reais na arrecadação dos itens Rendimentos do Trabalho Assalariado (+6,56%) e Participação nos Lucros ou Resultados – PLR (+21,12%), combinados com o decréscimo no item Aposentadoria do Regime Geral ou do Servidor Público (-6,27%).

A Fazenda também informou que a Receita Previdenciária totalizou uma arrecadação de R$ 437,23 bilhões, com crescimento real de 5,67%.

“Esse desempenho é explicado pelo crescimento real de 8,76% da massa salarial. Além disso, houve crescimento de 36% nas compensações tributárias com débitos de receita previdenciária em razão da Lei 13.670/18”, disse o ministério.

Agência Brasil

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Economia

Petrobras perde R$ 32 bilhões em valor de mercado com proposta de novo estatuto

Foto: Sergio Lima/Poder 360

A Petrobras perdeu R$ 32,3 bilhões em valor de mercado no pregão desta segunda-feira (23). As ações da estatal da B3 (Bolsa de Valores de São Paulo) caíram mais de 6% depois de a petroleira divulgar, pela manhã, que vai propor aos acionistas mudanças no seu estatuto social. Uma AGE (Assembleia Geral Extraordinária) será convocada para discutir o tema.

A principal proposta é acabar com as proibições para a indicação de administradores previstas na Lei das Estatais que foram consideradas inconstitucionais em decisão monocrática do ex-ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Ricardo Lewandowski.

Com isso, a estatal pretender “considerar hipóteses de conflito de interesses formal nos casos expressamente previstos em lei”.

Também foi proposto criar uma reserva de remuneração de capital, com valor ainda não definido. O objetivo é garantir recursos para o pagamentos de dividendos, recompra de ações, absorção de prejuízos e incorporação ao capital social.

Como reflexo, as ações preferenciais (PETR4) caíram 6,61% nesta 2ª feira, fechando a R$ 35,35. Já os papeis ordinários (PETR3) desvalorizaram 6,03%, indo a R$ 38,35.

O valor de mercado da companhia caiu de R$ 515,7 bilhões, registrados na última 6ª (20.out), para R$ 483,4 bilhões. A perda é o equivalente ao valor da Engie Brasil, companhia do setor energético avaliada em R$ 33 bilhões, aponta o consultor financeiro Einar Rivero.

Na última 4ª (18.out), a Petrobras atingiu seu recorde histórico em valor de mercado, alcançando R$ 525,1 bilhões. O resultado foi puxado pela alta cotação do petróleo no mercado externo.

Desde então, a empresa viu seu valor diminuir em R$ 41,6 bilhões. Essa redução é equivalente ao valor de mercado de empresas como Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo) ou Prio (PetroRio).

Poder 360

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Economia

‘Governo deve tanto que pega o dinheiro do investimento para financiar dívida’, diz presidente do Banco Central

Foto: Lula Marques/Agência Brasil

O presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, reforçou que o Brasil tem um problema fiscal estrutural. “Eu estava conversando com o senador [Wellington Fagundes (PL-MT)] sobre a importância de aprovar os projetos [fiscais] no Congresso”, disse em evento da Fenabrave, em Cuiabá (MT). O parlamentar, que estava no evento, integra a oposição ao governo no Senado.

“O investimento tem que subir. O Brasil tem investimento baixo e parte disso é porque o governo deve tanto que pega o dinheiro do investimento para financiar dívida. O bolo de liquidez é um só”, acrescentou. Segundo ele, o Brasil tem “uma grande oportunidade” na área de investimentos verdes, que “agora está sendo mais explorada”.

“O Brasil tem grande capacidade de produzir energia sustentável. Esse cartão de entrada [sustentabilidade] deveria trazer bastante investimento”, disse. “Outro tema que precisa melhorar é segurança jurídica”, pontuou.

Campos terminou sua fala enfatizando que o Brasil “tem enormes oportunidades”. “Eu venho de uma família que a maioria dos meus irmãos até mora em outro país e eu sempre quis ficar no Brasil”, concluiu.

Valor Econômico

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Brasil

Petrobras reduz preço da gasolina e aumenta o do diesel

Edifício sede da PetrobrasFoto: Fernando Frazão

A Petrobras anunciou nesta quinta-feira (19) um novo reajuste no preço dos combustíveis vendidos para as distribuidoras. As mudanças começam a valer a partir de sábado (21). O preço médio de venda da gasolina vai ser de R$ 2,81 por litro, uma redução de R$ 0,12 por litro. Como existe uma mistura obrigatória de 73% de gasolina A e 27% de etanol anidro na composição da gasolina comercializada aos postos, a parcela da Petrobras vai ser, em média, de R$ 2,05 a cada litro vendido na bomba.

O preço médio de venda do diesel para as distribuidoras vai ser de R$ 4,05 por litro, um aumento de R$ 0,25 por litro. Como é obrigatória a mistura de 88% de diesel A e 12% de biodiesel para a composição do diesel vendido aos postos, a parcela da Petrobras vai ser, em média, de R$ 3,56 a cada litro vendido na bomba.

Na variação acumulada no ano dos preços de venda da gasolina A e do diesel A para as distribuidoras, há uma redução de R$ 0,27 por litro de gasolina e de R$ 0,44 por litro de diesel.

“A estratégia comercial que adotamos na Petrobras nesta gestão tem se mostrado bem-sucedida, sobretudo no sentido de tornar a Petrobras competitiva no mercado e evitar o repasse de volatilidade para o consumidor. Uma prova disto é que ao longo deste ano, mesmo com o valor do brent mais alto que no ano passado, os preços dos nossos produtos acumulam quedas, muito diferente do que aconteceu ao longo de 2022”, disse o presidente da Petrobras, Jean Paul Prates.

A Petrobras afirma que os reajustes na gasolina e no diesel podem ser explicados por movimentos distintos no mercado e na estratégia comercial da estatal. No caso da gasolina, há o fim do período de maior demanda global, com maior disponibilidade e desvalorização do produto frente ao petróleo. No caso do diesel, a demanda global se mantém, com expectativa de alta sazonal, o que faz o produto ter maior valorização frente ao petróleo. A companhia também reforçou que procura evitar o repasse da volatilidade do mercado internacional e da taxa de câmbio para a sociedade brasileira, mas que também preserva um ambiente competitivo nos termos da legislação vigente.

Agência Brasil

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Brasil

Encher o tanque do carro com gasolina está R$ 40 mais caro em 2023, diz ANP

Preço do litro de gasolina subiu de R$ 4,96 para R$ 5,76 em 2023Foto: Edu Garcia

A volta da cobrança de impostos sobre a gasolina resultou em um peso significativo no bolso dos motoristas ao longo de 2023. Mesmo em queda nas últimas sete semanas, o valor médio do litro do combustível subiu R$ 0,80, de R$ 4,09 para R$ 5,76 desde a última semana de dezembro de 2022.

A alta de 16% representa uma variação real (acima da inflação) de 12,2% ao longo deste ano, o que deixa R$ 40 mais caro o ato de encher um tanque de 50 litros, equivalente ao dos modelos Hyundai HB20, Renault Sandero e Volkswagen Fox.

Os dados divulgados pela ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) também evidenciam a necessidade de pesquisar antes de abastecer o veículo, já que os valores encontrados por cada litro de gasolina variam entre R$ 4,75 e R$ 7,59 somente no estado de São Paulo.

Nesta quinta-feira, a Petrobras anunciou redução de R$ 0,12 no preço da gasolina nas distribuidoras a partir deste sábado (21). Mas a diminuição não é imediata nos postos de gasolina. Já o diesel terá aumento de R$ 0,25.

Diante das oscilações, abastecer com o biocombustível é vantajoso em sete estados e no Distrito Federal, localidades nas quais o valor médio cobrado pelo etanol equivale a menos de 70% do preço da gasolina. A análise considera que o veículo com álcool gasta mais litros para percorrer a mesma distância do que com gasolina.

R7

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Economia

ABANDONO: Presidente dos lojistas de João Pessoa chora ao falar de descaso no comércio da Capital

A Câmara Municipal de João Pessoa (CMJP), realizou na manhã desta quarta-feira (18), uma audiência pública para debater sobre as regras, impedimentos e determinações para construções no Centro Histórico da Capital. O presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de João Pessoa, Nivaldo Vilar, participou da audiência e chorou durante sua fala na tribuna da Casa Legislativa.

“O vereador Odon quando falou que o centro está morrendo, eu fiquei até emocionado, por que eu tenho uma loja, eu estou aqui no centro de João Pessoa desde de 1975. Comecei como camelô, construí três prédios aqui no centro e to vendo a desvalorização deles”, disse o dirigente.

Ainda emocionado Nivaldo explicou que tem lutado pela melhoria do Centro da Capital e tem o prazo até dezembro deste ano para que se comecem essas melhorias, caso contrário, se não houver a valorização da área central da Capital, Nilvaldo afirmou que deve fechar suas lojas.

“Nós precisamos de resultados, se nós não tivermos resultados a gente não suporta, para manter os nossos empregos”, finalizou Nivaldo.

Blog do BG PB com PolíticaETC

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Economia

Setor de serviços na Paraíba registra maior alta do Nordeste em agosto

Setor de serviços na Paraíba cresce 12,3% em fevereiro e registra 2ª maior  taxa do país | Paraíba Já

O volume de serviços na Paraíba apresentou, no mês de agosto, a maior taxa de crescimento da Região Nordeste, segundo dados da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), que foram divulgados, nesta terça-feira (17), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A Paraíba registrou expansão de 8,4% em agosto sobre o mesmo mês do ano passado, bem acima da média do País (0,9%).

Na Região, além da Paraíba (8,4%), os maiores crescimentos vieram do Maranhão (6,6%) e de Sergipe (4,7%). O Estado de Pernambuco (-3,2%) foi o único com variação negativa em agosto sobre o mesmo mês do ano passado.

2ª MAIOR ALTA NO ANO – No acumulado de janeiro a agosto deste ano, a taxa da Paraíba no setor de serviços permanece acima de dois dígitos, alcançando 12,5% de crescimento. É a segunda maior taxa nacional, atrás apenas de Mato Grosso (18%). Já no acumulado de janeiro a agosto do País, a expansão é de 4,1% este ano.

COMPORTAMENTO DAS ATIVIDADES – Frente a agosto de 2022, a expansão do volume do setor de serviços ocorreu em apenas duas das cinco atividades de divulgação e contou ainda com crescimento em 49,4% dos 166 tipos de serviços investigados. Entre os setores, os profissionais, administrativos e complementares exerceram o principal impacto positivo, seguidos por informação e comunicação. Estes setores foram impulsionados pelas atividades de limpeza; locação de automóveis; serviços de engenharia; atividades jurídicas; e cobranças e informações cadastrais, no primeiro setor; e telecomunicações; desenvolvimento e licenciamento de softwares; tratamentos de dados, provedores de serviços de aplicação e serviços de hospedagem na Internet; distribuição cinematográfica, de vídeo e de programas de TV; e desenvolvimento de programas de computador sob encomenda, no último.

No índice acumulado no ano, frente a igual período de 2022, o setor de serviços apresentou expansão em quatro das cinco atividades de divulgação apontando taxas positivas e crescimento 58,4% dos 166 tipos de serviços investigados. Entre os setores, a contribuição positiva mais importante ficou com o ramo de transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio. Os demais avanços vieram de informação e comunicação; de serviços profissionais, administrativos e complementares; e de serviços prestados às famílias. Em contrapartida, os outros serviços (-0,4%) exerceram a única influência negativa no acumulado no ano.

A Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) do IBGE passou neste ano de 2023 por atualizações na seleção da amostra de empresas, ajustes nos pesos dos produtos e das atividades, além de alterações metodológicas, para retratar mudanças econômicas na sociedade.

A PESQUISA – A PMS produz indicadores que permitem acompanhar o comportamento conjuntural do setor de serviços do país e dos Estados, investigando a receita bruta de serviços nas empresas formalmente constituídas, com 20 ou mais pessoas ocupadas, que desempenham como principal atividade um serviço não financeiro, mas excluídas as áreas de saúde e educação. Ao lado da administração pública, os setores de serviços e de comércio têm os maiores pesos na composição do PIB do País e dos Estados.

Blog do BG PB

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Economia

Preço de estacionamento em João Pessoa está caro e tem variação de até 200%, aponta pesquisa

 

Pesquisa de preços realizada pela Secretaria Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor para estacionamentos de veículos na Capital encontrou uma variação de até 200%, com preços que oscilam entre R$ 3,00 (Nossa Senhora do Carmo – Centro) e R$ 9,00 (Manaíra Shopping – Manaíra), para aluguel do espaço por meia hora. A diferença é de R$ 6,00.

O levantamento do Procon-JP foi realizado no dia 16 de outubro em 20 estabelecimentos e traz preços para aluguel de meia hora, uma hora, duas horas, quatro horas, cinco horas, hora adicional e tempo de tolerância.

Os preços por uma vaga de uma hora estão oscilando entre R$ 3,00 (Stop Car – Centro) e R$ 6,00 (Santo Elias – Centro), diferença de R$ 3,00 e variação de 100%. Já para guardar o veículo por duas horas, os preços ficam entre R$ 5,00 (Rotativo – Torre) e R$ 6,00 (Espiral Park – Torre e Delta Center – Bancários).

Por quatro horas de estacionamento, o consumidor vai desembolsar entre R$ 5,00 (Medical Dia – Torre e Park Leilões – Treze de Maio) e R$ 8,00 (Mag Shopping – Manaíra e Shopping Tambiá – Centro), diferença de R$ 3,00 e variação de 60%.

Para manter o veículo por cinco horas, o preço é único e só foi encontrado em um estacionamento: R$ 7,00 (Porto Tropicana – Centro). Para pagamento do pernoite, os preços podem variar entre R$ 30,00 (Shopping Sul – Bancários), R$ 29,00 (Delta Center – Bancários), e R$ 20,00 (Rotativo – Torre). O estacionamento do Medical Dia oferece vaga grátis de pernoite apenas para médicos).

Para acessar a pesquisa completa acesse o portal da Prefeitura de João Pessoa – www.joaopessoa.pb.gov.br e www.proconjp.pb.gov.br

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