Covid-19

VEM VACINA: Esquema com três doses da AstraZeneca é eficaz contra a Ômicron

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Um esquema de três doses da vacina contra Covid-19 da AstraZeneca é eficaz contra a variante Ômicron do coronavírus, que se espalha rapidamente, disse a farmacêutica nesta quinta-feira (23), citando dados de um estudo de laboratório da Universidade de Oxford.

Os resultados do estudo, que ainda serão revisados por pares e publicados em um jornal médico, correspondem aos das concorrentes PFizer-BioNTech e Moderna, que também descobriram que uma terceira dose de seus imunizantes funciona contra a Ômicron.

O estudo sobre a vacina da AstraZeneca, Vaxzevria, mostrou que após três doses do imunizante os níveis de neutralização contra a Ômicron foram amplamente semelhantes aos registrados contra a variante Delta do vírus após duas doses.

A empresa disse que os pesquisadores da Universidade de Oxford que realizaram o estudo são independentes daqueles que trabalharam no desenvolvimento da vacina com a AstraZeneca.

Os níveis de anticorpos contra a Ômicron após a dose de reforço foram maiores do que os anticorpos em pessoas que foram infectadas e se recuperaram naturalmente da Covid-19, acrescentou a farmacêutica.

Embora os dados iniciais sejam positivos para a empresa, a AstraZeneca disse na terça-feira que está trabalhando em parceria com a Universidade de Oxford para produzir uma vacina sob medida para a Ômicron, assim como outras fabricantes de vacinas.

G1

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Covid-19

SEM PRESSA: Queiroga diz que não há emergência em vacinar crianças

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O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga disse nesta quinta-feira (23) que não há emergência em vacinar crianças de 5 a 11 anos contra a Covid. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou a vacina para esse público no dia 16, mas o governo ainda aguarda uma consulta pública antes de tomar a decisão. Especialistas afirmam que essa etapa é inédita no processo e que vai atrasar ainda mais a imunização infantil.

Até o início da tarde desta quinta, a consulta não foi aberta pelo Ministério da Saúde. Segundo o ministro, o que irá a consulta pública será a recomendação do ministério sobre a vacina –não a autorização da Anvisa.

Queiroga voltou a defender a necessidade dessa etapa para que o ministério decida se vai incluir as crianças de 5 a 11 anos no programa de imunização contra a Covid. E afirmou que não há situação urgente.

“Os óbitos de crianças estão dentro de uma patamar que não implica em decisões emergenciais. Ou seja, isso aqui favorece que o ministério tomar uma decisão baseada em evidência científica de qualidade, na questão da segurança, na questão da eficácia e da efetividade”, diz Queiroga.

Esses critérios de segurança, eficácia e qualidade foram justamente os analisados pela Anvisa para autorizar a vacina da Pfizer no Brasil. A agência informou que já enviou as informações ao ministério.

G1

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Covid-19

João Pessoa atinge 100% da população adulta vacinada com a primeira dose

Foto: PMJP

João Pessoa atingiu a marca de 100% dos adultos vacinados com pelo menos uma dose de imunizantes contra a Covid-19, conforme o Painel da Vacinação. A contagem se baseia em dados do Ministério da Saúde e indica 619.272 pessoas vacinadas.

A capital paraibana tem 91,85% da população adulta com esquema vacinal completo. O Portal da Transparência ainda aponta o índice de atrasados para a segunda dose. Mais de 63 mil pessoas estão foram do prazo para encerrar o ciclo de imunização.

A campanha de vacinação em João Pessoa começou em 19 de janeiro deste ano. Desde então, mais de 1,3 milhão de doses foram aplicadas.

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Covid-19

Ministério da Saúde inicia consulta pública sobre vacinação de crianças nesta quinta

Foto: Reprodução

O Ministério da Saúde inicia a partir desta quinta-feira (23) uma consulta pública sobre a vacinação de crianças contra a Covid-19. O processo de consulta pública foi publicado na edição desta quarta-feira (22) do Diário Oficial da União.

A consulta é para manifestação da sociedade civil a respeito da vacinação contra a covid-19 em crianças de 5 a 11 anos de idade, autorizada pela Anvisa no último dia 16. A população terá até o dia 2 de janeiro para opinar sobre a imunização. Podem ser apresentadas contribuições, devidamente fundamentadas.

A documentação da consulta pública e o endereço para envio de contribuições estão à disposição dos interessados no endereço eletrônico: https://www.gov.br/saude/pt-br a partir de amanhã.

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Covid-19

REUNIÃO: Cícero discute veto ao projeto que proíbe o passaporte da vacina nesta quarta

Foto: Secom/JP

O prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena (PP), se reúne nesta quarta-feira (22) com o procurador do município, Bruno Nóbrega, para discutir o veto ao Projeto de Lei 739/2021, que proíbe a exigência de passaporte sanitário na capital. A proposta, de autoria do vereador Carlão pelo Bem (Patriota), foi aprovada ontem na Câmara Municipal por 10 votos favoráveis e oito contrários.

Bruno Nóbrega confirmou que a tendência, já manifestada pelo gestor em outras ocasiões, é que o projeto seja realmente vetado. Entre as razões, Bruno alegou que Cícero considera que a apresentação do comprovante é importante como forma de incentivar a população a ter o esquema vacinal completo contra a Covid-19.

Caso seja de fato vetado, o projeto de lei volta para a Câmara, onde os vereadores podem aprovar ou derrubar o veto de Cícero, sendo o trâmite final da matéria. Proposta de teor similar também foi aprovada na Câmara de Campina Grande. No caso, o prefeito Bruno Cunha Lima (PSD) sinalizou que deve se manifestar pela sanção.

O governador João Azevêdo (Cidadania), no entanto, já declarou que vai acionar a Justiça contra qualquer ação que desobrigue o passaporte da vacina na Paraíba.

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Covid-19

NÃO PASSARÁ: Proibição ao passaporte da vacina em João Pessoa será vetado por Cícero

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O prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena (Progressistas), antecipou que vetará qualquer matéria aprovada pela Câmara Municipal para barrar a obrigatoriedade de apresentação do passaporte da vacina.

“O Legislativo sabe qual é a minha posição. É um direito legítimo que eles têm de debater os assuntos e de aprovar pela maioria aquilo que acha que deve ser aprovado. Eu, particularmente, vetarei se vier essa indicação de retirar o passaporte”, afirmou o prefeito.

A Comissão de Constituição, Justiça, Redação e Legislação Participativa (CCJ) e a  a Comissão de Políticas Públicas (CPP) da CMJP aprovaram projeto de Lei Ordinária que proíbe o passaporte de vacinação na Capital.

A matéria é de autoria do vereador Carlão e proíbe a exigência de passaporte sanitário no âmbito do Município de João Pessoa. De acordo com o documento, considera-se passaporte sanitário a comprovação de vacinação como condição para o exercício dos direitos e garantias constitucionais previstos na Constituição Federal (CF), com destaque para os contidos no art. 5º.

Ainda fica determinado que nenhuma outra norma com nomenclatura semelhante ou diversa de passaporte sanitário deverá ser aceita, tal como certificado de imunização, cartão de vacinação ou outro.

“Aqui em nossa cidade, o passaporte de vacinação é quase desnecessário porque já atingimos 97% da população adulta vacinada. Aproveito para parabenizar o prefeito Cícero Lucena por conseguir essa maioria da população vacinada. Além do mais os números mostram a redução das mortes no país. Não poderia deixar de votar a favor dessa proibição”, justificou o relator da matéria, vereador Marcilio do HBE (Patriota), que também é o presidente da CPP.

MaisPB

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Covid-19

NOVA REUNIÃO: PMJP não garante liberação de 100% de público em eventos prevista para esta terça-feira

A prefeitura de João Pessoa ainda vai analisar a liberação de 100% de público nas casas de shows que estava prevista para esta terça-feira (21). O assunto deve ser discutido entre o prefeito Cícero Lucena, a Gerência de Vigilância Sanitária e demais órgãos.

Ao ser questionado sobre a manutenção do calendário previsto, o procurador-geral do município, Bruno Nóbrega, afirmou que o martelo dee ser batido definido ainda nesta terça-feira.

A última alteração ocorreu no dia 11 de dezembro, quando foi permitido o aumento da capacidade de público para 80%.

Para realização de shows, é obrigatório o uso de máscaras faciais, disponibilização de álcool 70%, aferição da temperatura corporal na entrada, exigência de apresentação de cartão de vacinação com, no mínimo, a comprovação da primeira dose da vacina, há pelo menos 14 dias, e apresentação de teste de antígeno negativo para Covid-19, realizado em até 72 horas antes do evento, sendo dispensada a apresentação do exame para as pessoas que já se encontrarem com o esquema vacinal completo (duas doses), além de outros protocolos emanados da Gerência de Vigilância Sanitária do Município.

Sem shows públicos no dia 31 de dezembro, fica proibida a instalação de tendas e/ou objetos na praia que estimulem aglomeração de pessoas, além de ser vedada a atividade de ambulantes nas faixas de areia.

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Covid-19

POLÊMICA: Bruno Cunha Lima questiona obrigatoriedade do cartão de vacina em Campina Grande

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O prefeito de Campina Grande, Bruno Cunha Lima (PSD) afirmou, nesta segunda-feira (20), em entrevista ao programa Arapuan Verdade, ser contrário ao passaporte da vacina contra a Covid-19.

Segundo ele, o debate tem que levar em consideração a situação dos comerciantes e a necessidade sanitária. Ele ainda destacou que permanece seguindo as normas em acordo com o Supremo Tribunal Federal (STF).

A lei que institui o “passaporte da vacina” na Paraíba foi sancionada no dia 14 de outubro, com publicação no Diário Oficial do Estado (DOE) e estabelece a exigência do comprovante de vacinação para entrar em estabelecimentos comerciais, como bares, restaurantes, shows, entre outros ambientes de lazer.

“Esse passaporte será cobrado nos ônibus, nas filas dos postos de saúde também? Ou será exigido só para o comércio. Temos que destacar que 70% dos campinenses trabalham no comércio, se não trabalhar, não come”, destacou.

O gestor ainda questiona se há urgência nessa medida. “Passaram 60 dias para que a medida fosse regulamentada e cobrada na Paraíba. Se é tão urgente, por qual motivo esperaram tanto?”, questionou.

Click PB

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Covid-19

Pfizer afirma não ter previsão para entrega de vacinas pediátricas

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A Pfizer afirmou na manhã desta sexta-feira (17) que ainda não é possível determinar a data de entrega de doses pediátricas do imunizante contra a Covid-19 da farmacêutica ao Brasil, após a aprovação de uso do imunizante para a faixa etária concedido pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) na quinta-feira, 16.

Depois da autorização da agência, o governador de São Paulo, João Doria (PSDB) autorizou a Secretaria Estadual de Saúde a iniciar as negociações com a empresa independentemente do Ministério da Saúde, que alega que a decisão “ainda será analisada pela pasta”.

Em nota enviada à imprensa, a Pfizer enfatiza que está atuando junto ao governo federal. “A companhia está fazendo todos os esforços para que doses cheguem ao país o mais rapidamente possível e atuando junto ao governo para definir as próximas etapas desse processo”, diz comunicado. A vacina usada em crianças de 5 a 11 anos é diferente da administrada atualmente em adultos e adolescentes.

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Covid-19

SEM ATUALIZAÇÃO: Instabilidade nos sistemas do Ministério da Saúde deixa Paraíba sem boletim

Foto: Michael Dantas/AFP

A Paraíba não divulgou o boletim com dados sobre casos, mortes e vacinação contra a Covid-19 nesta quinta-feira (16). Segundo a Secretaria Estadual de Saúde (SES), uma instabilidade nos sistemas e-SUS Notifica e Sivep Gripe impossibilitaram a atualização dessas informações.

O estado teve dificuldade para contabilizar os casos de Covid-19, por conta do ataque hacker ao site do Ministério da Saúde, ocorrido na sexta-feira (10). Além do site do Ministério da Saúde, o ConecteSUS, plataforma que mostra comprovantes de vacinação contra a doença, também foi afetado pelo ataque.

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