Covid-19

Ômicron causa menos danos ao pulmão comparada a outras variantes, diz estudo

Foto: Alexandre Schneider/Getty Images

Um novo estudo analisou a variante do coronavírus Ômicron em camundongos e hamsters sírios e descobriu que as infecções pulmonares, doença clínica e patologia com a B.1.1.529 foram mais leves em comparação com outras variantes do SARS-CoV-2. Os resultados foram publicados na revista Research Square.

Uma equipe de pesquisadores estadunidenses e japoneses avaliou a Ômicron e outras variantes — com diferentes combinações de mutações — em 129 camundongos, em três laboratórios no consórcio da Avaliação de Evolução Viral (SAVE) do Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas.

A pesquisa usou tomografia microcomputada para verificar as anormalidades pulmonares nos animais infectados pela cepa Delta (B.1.617.2), identificada inicialmente na Índia e que deixou o mundo em alerta devido a sua alta taxa de transmissibilidade, e compararam com os camundongos infectados pela Ômicron.

Foto: Research Square

As imagens revelaram que os hamsters sírios infectados com a Delta tiveram um quadro de doença mais grave (com sequelas pulmonares e doença grave), enquanto aqueles infectados com a Ômicron tiveram uma classificação de doença substancialmente mais baixa.

Os resultados também mostraram que as cepas que possuíam a mutação N501Y, como a cepa D614G — primeira variante da Covid-19 — ou a Beta (B.1.351), fizeram cerca de 10 a 15% dos camundongos perderem peso.Em contrapartida, com a infecção pela Ômicron, nenhum dos 129 animais perdeu peso.

Os cientistas também avaliaram a carga viral dos hamsters sírios infectados pela Ômicron e por outras variantes. Eles escreveram que “os camundongos infectados com a WA1 / 2020 N501Y / D614G ou a Beta sustentaram altos níveis de infecção na lavagem nasal, conchas nasais e pulmões. E isso significa que, esse nível de infecção estava previamente associado a evidências de pneumonia leve.

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Covid-19

VACINAÇÃO INFANTIL: Se encerra neste domingo consulta pública

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Termina às 23h59 deste domingo (2) a consulta pública sobre vacinação contra covid-19 de crianças de 5 a 11 anos. Segundo o Ministério da Saúde, o objetivo é “informar e conhecer as dúvidas e contribuições da sociedade científica e da população” sobre a vacinação das crianças nessa faixa etária.

No dia 16, Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o uso do imunizante Pfizer para o público infantil. Já o Ministério da Saúde disse que a vacinação não deve ser obrigatória e, para a aplicação do imunizante nesta faixa etária, deve ser exigida prescrição médica e autorização dos pais ou responsáveis, mediante assinatura de termo de assentimento.

O ministério acrescenta que a inclusão da referida faixa etária no Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação deverá priorizar crianças com deficiência permanente ou comorbidades, bem como aquelas que vivam “em lar com pessoas com alto risco para evolução grave de covid-19”. No caso de crianças sem comorbidade, a ordem de prioridade vai das mais velhas para mais novas, iniciando com o grupo com idade de 10 a 11 anos.

Resultado
Segundo o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, a decisão do governo sobre a vacinação de crianças de 5 a 11 anos será tomada no dia 5 de janeiro. Um dia antes (4) especialistas em imunização vão participar de uma audiência pública sobre a vacinação de crianças.

Apesar da consulta, governadores de vários estados brasileiros disseram que, independentemente do resultado obtido, irão vacinar crianças sem necessidade de prescrição médica, conforme preconiza as orientações da Anvisa.

Na sexta-feira (31), a ministra do Supremo Tribunal Federal (STF), Cármen Lúcia, determinou que o presidente Jair Bolsonaro e Marcelo Queiroga prestem esclarecimentos sobre ato que determinou a realização de consulta pública a respeito da vacinação contra a covid-19 em crianças de cinco a 11 anos de idade.

Agência Brasil

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Covid-19

ÔMICRON: Mais de 3,6 mil voos são cancelados no mundo neste domingo

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Mais de 3.600 voos foram cancelados no mundo neste domingo (2). Mais da metade deles, cerca de 2.100, somente nos Estados Unidos . Além disso, mais de 6.400 voos foram atrasados. As informações são do site especializado em aviação FlightAware. Os principais motivos para os cancelamentos e atrasos são o rápido avanço da variante ômicron do coronavírus e, em alguns casos, o mau tempo.

Apesar de as festas de fim de ano serem tradicionalmente um momento de pico de movimento para todas as companhias aéreas, a rápida disseminação da variante Ômicron atrapalhou os planos de muitos viajantes. O principal motivo para os cancelamentos foi o alto número de comissários de bordo, pilotos e funcionários em geral das companhias aéreas que não puderam trabalhar por estarem infectados com Covid-19.

G1

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Covid-19

PREOCUPANTE: 36 mil militares da FAB e do Exército não se vacinaram

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Enquanto a imunização avança em todo o país, quase metade dos integrantes do Exército e da Aeronáutica ainda não está devidamente vacinada contra o novo coronavírus. O número de militares que se negaram a receber o imunizante é 32,2 mil (15%) e 4,3 mil (6,6%) nas respectivas Forças (12,96% nas duas juntas).

Dados obtidos com exclusividade pelo Metrópoles, por meio da Lei de Acesso à Informação (LAI), revelam que cerca de 121,2 mil integrantes do Exército e 36,5 mil da Força Aérea Brasileira (FAB) foram completamente imunizados contra a Covid. Na prática, isso representa 56,3% e 54,9%, respectivamente, do total de militares das duas Forças.

A Marinha se recusou a divulgar a informação ao alegar não possuir os dados sobre vacinação. Os números foram pedidos pelo Metrópoles em novembro.

Em comparação, mais de 142 milhões de brasileiros, o equivalente a 78,3% da população com mais de 12 anos, foram devidamente imunizados contra a Covid-19. Esses números foram atualizados na quinta-feira (26/12) pelo consórcio de veículos de imprensa.

As Forças Armadas exigem que seus servidores se vacinem contra febre amarela, tétano e hepatite B – mas não contra a Covid-19.

Metrópoles

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Covid-19

PASSAGEIRO INDESEJADO: Navio chega ao Rio com 20 infectados por Covid

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A Secretaria Municipal de Saúde do Rio informou que há cerca de 20 casos confirmados de Covid no navio MSC Preziosa, que atracou na manhã deste domingo (2) no Píer Mauá. A embarcação veio de Búzios, na Região dos Lagos.

Todas as pessoas e quem teve contato com elas estão em isolamento a bordo, segundo a nota da secretaria.

O Centro de Informação Estratégica em Vigilância em Saúde do Rio e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) farão uma investigação epidemiológica no navio.

Na noite de réveillon, o navio ficou ancorado na Praia de Copacabana. Depois da virada do ano, ele seguiu direto para a cidade de Búzios, onde foram identificados os casos de Covid.

A empresa responsável pelo navio divulgou uma nota confirmando casos da doença a bordo.

G1

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Covid-19

EM JAMPA: Novo decreto retira limite de horário para bares e restaurantes e aumenta público

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A Prefeitura de João Pessoa publicou, nesta quinta-feira (30), em seu Semanário Municipal, o decreto 9.935/2021, com o conjunto de medidas de enfrentamento e prevenção à pandemia da Covid-19. As principais mudanças em relação ao anterior são o fim do horário específico para o funcionamento de bares, restaurantes e similares, que a partir de agora poderão funcionar sem limite de horário, além de permitir a ocupação de 80% da capacidade nos estabelecimentos, assim como cerimônias religiosas, teatros, cinemas, academias e eventos esportivos. O novo decreto terá validade entre os dias 1º e 31 de janeiro de 2022.

Bares e restaurantes

Durante o período de vigência do decreto, os bares, restaurantes, lanchonetes, lojas de conveniência e estabelecimentos similares poderão funcionar, em seu horário habitual, com ocupação de 80% da capacidade do local, mantendo-se entre as mesas distanciamento de, no mínimo, 1 metro, sendo obrigatória a colocação de álcool em gel em cada uma delas, devendo esses estabelecimentos, sempre que possível, prestigiar as áreas livres e abertas.

Fica autorizado ainda a realização de apresentação musical com a presença de até seis músicos no palco, que deverão obedecer aos protocolos específicos do setor.

Shoppings centers e centros comerciais

Os bares, restaurantes, lanchonetes, estabelecimentos similares e praças de alimentação, que estejam instalados no interior de shoppings centers e centros comerciais, deverão obedecer ao limite de ocupação de 80% da capacidade do local, cabendo à administração do estabelecimento assegurar o cumprimento do protocolo estabelecido para o setor.

Shows

Fica permitida a realização de shows no município de João Pessoa, com o uso obrigatório de máscaras faciais, disponibilização de álcool 70%, exigência de apresentação de cartão de vacinação com, no mínimo, a comprovação da primeira dose da vacina, há pelo menos 14 dias, e apresentação de teste de antígeno negativo para Covid-19 realizado em até 72 horas antes do evento, sendo dispensada a apresentação do exame para as pessoas que já se encontrarem com o esquema vacinal completo (duas doses).

Será obrigatória a comunicação prévia de cada show à Gerência de Vigilância Sanitária do Município, no prazo de até 72 horas antes da sua realização, para que sejam expedidos os protocolos a serem observados e que seja programada a fiscalização do evento.

É obrigatória a colocação de dispensers de álcool 70% nos estabelecimentos autorizados a funcionar, nos termos deste decreto, para que os frequentadores possam realizar a higienização constante.

Praias e parques

Fica proibida a aglomeração de pessoas nas praças, parques, praias e nas calçadas situadas em toda orla, sendo permitida a prática de atividades físicas. É permitida a utilização de barracas, cadeiras, mesas, guarda-sóis e serviços de praia, desde que observado o distanciamento mínimo de 2 metros e o limite de quatro pessoas por mesa, guarda-sol ou barraca, além de outros protocolos da Gerência de Vigilância Sanitária.

Na madrugada do dia 1º de janeiro, noite de Réveillon, será proibida a instalação de tendas e/ou outros objetos na praia que estimulem a aglomeração de pessoas, além de também ser vedada as atividades de ambulantes na faixa de areia das praias de João Pessoa.

Eventos

Está autorizado a realização de eventos sociais ou corporativos, de forma presencial, tais como congressos, seminários, encontros científicos, casamentos, formaturas ou assemelhados, além do funcionamento de circos, cinemas e teatros, com o limite de até 80% da capacidade, bem como uso obrigatório de máscaras e disponibilização de álcool 70%, além de outros protocolos emanados da Vigilância Sanitária.

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Covid-19

SEGURO: Vacina da Pfizer raramente provoca evento adverso em crianças

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O Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), órgão de saúde dos Estados Unidos, divulgou nesta quinta-feira (30) um relatório sobre os eventos adversos da vacina da Pfizer contra Covid-19 em crianças de 5 a 11 anos.

O CDC analisou dados de 42.504 crianças.

Segundo o órgão, os eventos adversos mais comuns foram: dor no local da injeção, fadiga ou dor de cabeça, especialmente após a segunda dose. Cerca de 13% das crianças tiveram febre depois da segunda injeção.

“Até o momento, a miocardite em crianças de 5 a 11 anos parece rara. 11 casos foram relatados. Destas, sete se recuperaram e quatro estavam se recuperando no momento do relatório”, disse o CDC.

Dois óbitos foram relatados após a vacinação. O CDC explicou que as duas crianças tinham condições médicas crônicas e que não foram encontrados dados que sugerissem associação causal entre morte e vacinação.

O centro americano reforça que os pais e responsáveis ​​por crianças de 5 a 11 anos devem ser informados de que reações locais e sistêmicas são esperadas após a vacinação e são mais comuns após a segunda dose.

G1

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Covid-19

Anvisa lista 17 recomendações para vacinação de crianças contra Covid

Foto: Divulgação

Ainda em fase de consulta pública, a vacinação de crianças com idades entre 5 e 11 anos contra a Covid está prevista para começar em janeiro de 2022, com uma série de recomendações a serem seguidas. Por enquanto, apenas o composto da Pfizer poderá ser utilizado para esse público. Mas há outras regras que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) pede que sejam observadas.

Em comunicado publicado no dia 16 de dezembro, a Anvisa definiu 17 orientações para que a imunização ocorra com o mínimo de intercorrências. Especialistas ressaltam a importância dos protocolos, mas salientam que parte das medidas são de execução complexa e podem dificultar a vacinação, devido à falta de estrutura em algumas localidades.

O documento de oito páginas traz alertas, comparações acerca da imunização em outros países, normas e estatísticas. Entre as recomendações, consta o pedido para que a vacinação das crianças de 5 a 11 anos seja iniciada somente após treinamento completo das equipes de saúde que farão a aplicação.

Caso as orientações da Anvisa sejam acatadas pelo Ministério da Saúde, as secretarias estaduais e municipais deverão repassar as diretrizes às equipes locais. Assim, crianças com 5 anos ou mais poderão ser imunizadas contra o novo coronavírus de acordo com as instruções do governo federal.

Um dos maiores temores do Ministério da Saúde é sobre a dosagem adequada para essa faixa etária. A vacina da Pfizer, aprovada para crianças, deve ser administrada em duas frações de 10 microgramas, com três semanas de intervalo. Trata-se de um terço da dose administrada em adolescentes e adultos. Qualquer manipulação equivocada traz risco à saúde.

Por esse motivo, os profissionais que farão a aplicação precisam ser bem treinados, uma vez que a grande maioria dos eventos adversos pós-vacinação é decorrente “da administração do produto errado à faixa etária, da dose inadequada e da preparação errônea do produto”, segundo consta no documento da Anvisa.

É sugerido que toda criança após receber a dose permaneça no local por, pelo menos, 20 minutos para que seja observada. O objetivo é que em caso de reações adversas o atendimento ocorra imediatamente.

Entre as recomendações, a agência diz que a vacinação dos pequenos deve ser feita preferencialmente a pé, evitando a modalidade drive-thru (leia a lista completa no fim da reportagem).

Segundo a epidemiologista e ex-coordenadora do Programa Nacional de Imunizações Carla Domingues, o documento da Anvisa é o que se chama de “boas práticas de vacinação”. A especialista frisa que em todas as novas vacinas introduzidas no calendário é necessário que seja publicado um protocolo operacional padrão.

“O treinamento é o de praxe, tem que ter. Ele ocorre para que não haja erros na administração da vacina. Essa questão de não ser vacinação por drive-thru também é importante. Toda vez que uma mudança ocorre, como é o caso de um novo imunizante no calendário da vacina, é preciso que haja uma publicação com as recomendações”, afirmou.

Veja os 17 pontos elencados pela Anvisa:

  • Que a vacinação das crianças nessa faixa etária seja iniciada após treinamento completo das equipes de saúde que farão a aplicação, uma vez que a grande maioria dos eventos adversos pós-vacinação é decorrente da administração do produto errado à faixa etária, da dose inadequada e da preparação errônea do produto;
  • Que a imunização de crianças seja realizada em ambiente específico e segregado da vacinação de adultos, em ambiente acolhedor e seguro para a população;
  • Quando da vacinação nas comunidades isoladas, por exemplo nas aldeias indígenas, sempre que possível, que a imunização de crianças seja feita em dias separados, não coincidentes com a de adultos;
  • Que a sala em que se dará a aplicação de vacinas contra a Covid-19, em crianças de 5 a 11 anos, seja exclusiva para essa vacina, não sendo aproveitada para a aplicação de outras vacinas, ainda que pediátricas. Não havendo disponibilidade de infraestrutura para essa separação, que sejam adotadas todas as medidas para evitar erros de vacinação;
  • Que a vacina Covid-19 não seja administrada de forma concomitante a outras vacinas do calendário infantil, por precaução, sendo recomendado um intervalo de 15 dias;
  • Que seja evitada a vacinação das crianças de 5 a 11 anos em postos de vacinação na modalidade drive-thru;
  • Que as crianças sejam acolhidas e permaneçam no local em que a vacinação ocorrer por pelo menos 20 minutos após a aplicação, facilitando que sejam observadas durante esse breve período;
  • Que os profissionais de saúde, antes de aplicarem a vacina, informem ao responsável que acompanha a criança sobre os principais sintomas locais esperados (por exemplo, dor, inchaço, vermelhidão no local da injeção) e sistêmico (por exemplo, febre, fadiga, dor de cabeça, calafrios, mialgia, artralgia) outras reações após vacinação, como linfadenopatia axilar localizada no mesmo lado do braço vacinado foi observada após vacinação com vacinas de mRNA Covid-19;
  • Que os pais ou responsáveis sejam orientados a procurar o médico se a criança apresentar dores repentinas no peito, falta de ar ou palpitações após a aplicação da vacina;
  • Que os profissionais de saúde, antes de aplicarem a vacina, mostrem ao responsável que acompanha a criança que se trata da vacina contra a Covid-19, frasco na cor laranja, cuja dose de 0,2 ml, contendo 10 mcg da vacina contra a Covid-19, Comirnaty (Pfizer/Wyeth), específica para crianças entre 5 a 11 anos, bem como sejam mostrados a seringa a ser utilizada (1 mL) e o volume a ser aplicado (0,2 mL);
  • Que um plano de comunicação sobre essas diferenças de cor entre os produtos, incluindo a utilização de redes sociais e estratégias mais visuais que textuais, seja implementado;
  • Que seja considerada a possibilidade de avaliação da existência de frascos de outras vacinas semelhantes no mercado, que sejam administradas dentro do calendário vacinal infantil, e que possam gerar trocas ou erros de administração;
  • Que as crianças que completarem 12 anos entre a primeira e a segunda dose permaneçam com a dose pediátrica da vacina Comirnaty;
  • Que os centros/postos de saúde e hospitais infantis estejam atentos e treinados para atender e captar eventuais reações adversas em crianças de 5 a 11 anos, após tomarem a vacina;
  • Que seja adotado um programa de monitoramento, capaz de captar os sinais de interesse da farmacovigilância;
  • Que sejam mantidos os estudos de efetividade das vacinas para a faixa etária de 5 a 11 anos; e

Adoção de outras ações de proteção e segurança para a vacinação das crianças, a critério do Ministério da Saúde e dos demais gestores da saúde pública.

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Covid-19

BOA NOTÍCIA: Fase mais crítica da pandemia pode chegar ao fim em 2022, avalia OMS

Foto: Reprodução

O ano de 2022 pode marcar “o fim da fase aguda da pandemia” da Covid-19, afirmou o diretor geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom, que ressaltou a importância da continuidade da prevenção diante da “dupla ameaça das variantes delta e ômicron” do coronavírus.

O diretor de Emergências Sanitárias da entidade, Mike Ryan, acrescentou na mesma entrevista coletiva que no futuro próximo “é difícil que o vírus seja completamente eliminado, mas possivelmente mudará para uma transmissão de nível mais baixo, que cause surtos ocasionais em populações não vacinadas”.

“Vamos acreditar que este será o final, mas certamente ainda não chegamos lá e restam obstáculos que esperamos superar alcançando a igualdade na distribuição de vacinas”, disse.

Ao traçar um paralelo entre o atual coronavírus e a pandemia de gripo H1N1 de 2009, Ryan afirmou que “esse vírus (da gripe A) segue entre nós, mas não provoca a morte e a destruição daquele ano porque vacinamos os mais vulneráveis”.

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ESPERANÇA: Infecções pela Ômicrom despencam na África e onda de casos está próxima do fim

Foto: Reprodução

O número de infecções pela Ômicron na África do Sul parece estar caindo quase tão rápido quanto aumentou nesta província e no resto do país africano. Em 14 de novembro, foram registrados 283 novos casos. Apenas um mês depois, no dia 16 de dezembro, as infecções dispararam para 23 mil por dia em todo o país.

Mas desde o dia 16 de dezembro, o número de infecções diárias despencou na África do Sul e, na segunda-feira (27), menos de 15 mil casos foram registrados.

As primeiras descobertas sobre a variante ômicron indicam que ela é menos grave do que as antecessoras. Mas a taxa mais elevada de contágio continua sendo um desafio para hospitais e centros de atenção primária.

Embora a ômicron não parecesse ter o mesmo efeito no número de hospitalizações que outras variantes, os especialistas temiam que o número crescente de casos sobrecarregasse os hospitais.

Mas, desde meados de dezembro, os casos nessa província começaram a diminuir rapidamente, reproduzindo o mesmo padrão no resto do país.

“O rápido aumento de casos foi seguido por um rápido declínio e agora parece que vemos o início do fim dessa onda”, disse Fareed Abdullah, do Hospital Acadêmico Steve Biko em Pretória, em declarações coletadas pela agência Associated Press. E a tendência de queda não parece estar diminuindo, pelo menos até o dia 28 de dezembro.

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