Brasil

Consumo de carne bovina é o menor em 12 anos; brasileiro agora opta por ovos

Foto: Sérgio Lima/Poder 360 06.dez.2019

Os brasileiros estão trocando a carne bovina por proteínas mais baratas. O consumo de carne caiu 5% no ano passado, para 36 kg por pessoa. É o menor nível desde 2008. Trata-se também do 4º ano seguido de queda, segundo dados compilados pela Abiec (Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes), a pedido do Poder360.

Atualmente, o Brasil é o maior vendedor individual de carne bovina do mundo.

NA MESA, FRANGO E OVO

O consumo de ovos (251 unidades per capita) saltou 9% em 2020. O de frango subiu 7%, para 45 kg por pessoa. Os números são da ABPA (Associação Brasileira da Proteína Animal).

Imagem: reprodução / Poder 360

Poder 360

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Brasil

Novo Bolsa Família terá valor médio de “no mínimo R$ 300”, diz Bolsonaro

Foto: Agência Reuters

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta segunda-feira (19) que o novo Bolsa Família –ainda sendo formulado pela equipe econômica– terá valor médio mínimo de R$ 300 e deverá ficar pronto em novembro, depois do fim das parcelas do auxílio emergencial.

“Pretendemos em novembro já ter o novo Bolsa Família. O valor será no mínimo de R$ 300. Hoje em dia, a média do Bolsa Família equivale a R$ 192. Vamos passar isso para R$ 300. É um pouco mais de 50% de reajuste”, afirmou em entrevista à TV Brasil.

O presidente já havia afirmado no meio de junho que o programa social seria reformulado, estipulando o valor em R$ 300. À época, a declaração de Bolsonaro agitou a equipe econômica do governo, que previa a possibilidade de aumentar o programa para, em média, R$ 250. Segundo o jornal o Estado de S. Paulo, o valor poderia estourar o teto de gastos previsto para 2022.

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Brasil

Vice-presidente da Câmara se declara oposição a Bolsonaro

Foto: Adriano Machado/Reuters

A aprovação da LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) na última quinta-feira (15), que turbina os recursos do fundo eleitoral para R$ 5,7 bilhões em 2022, colocou de lados opostos o presidente Jair Bolsonaro e o vice-presidente da Câmara dos Deputados, Marcelo Ramos (PL-AM). A troca de farpas fez o número dois da Câmara deixar a base de apoio a Bolsonaro e adotar uma postura de oposição, como fica claro em sua última declaração nas redes sociais.

Ao R7 Planalto, Ramos confirmou que suas últimas declarações não são apenas uma postura crítica: ele disse que está se declarando oficialmente oposição ao governo Bolsonaro. “Temos um presidente que não se dá respeito. Não respeita grandeza do cargo. O Brasil precisa de uma mensagem de esperança, de combate à roubo em vacina, de retomada da economia e do emprego, de ajuda para os que têm fome. Mas ele prefere o ódio e a baixaria. É uma vergonha”, disse Ramos em sua conta do Twitter.

Antes de terminar a sessão da votação da LDO, Ramos já se mostrava contrariado com o que julgou ser uma tentativa de deputados bolsonaristas de colocarem nele a culpa pela aprovação do aumento do fundo: “Quero dizer ao deputado Eduardo Bolsonaro que ele deve ter coragem de assumir seus votos, as suas atitudes e as suas posturas, porque tenho que assumir as minhas. Não exponho os colegas, não tergiverso sobre minhas posições mesmo quando são impopulares”, disse no comando do plenário.

Blog do BG com R7

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Covid-19

Projeto prevê criação de memorial em homenagem às vítimas da covid-19

Foto: Bruno Kelly/Reuters

Começou a tramitar no Senado um projeto de lei, o PL 2.317/2021, que prevê a criação do Memorial em Homenagem às Vítimas Brasileiras da Covid-19. Os autores da proposta são três senadores do PT: Humberto Costa (PE), Paulo Paim (RS) e Rogério Carvalho (SE).

O Memorial em Homenagem às Vítimas Brasileiras de Covid-19 visa preservar a memória dos brasileiros que perderam a vida por causa da pandemia causada pelo novo coronavírus. A intenção é registrar historicamente as mortes, incluindo as de profissionais de saúde, e oferecer aos familiares e amigos um local de luto e de homenagem. Será registrado o nome completo, a foto, as datas de nascimento e falecimento e uma breve biografia da pessoa. No caso dos profissionais de saúde, constará ainda o nome da instituição onde atuou durante a pandemia.

Para o senador Paulo Paim, os brasileiros mortos pela covid-19 não podem ser esquecidos. (Paulo Paim): “Para que o país nunca mais se esqueça das milhares de pessoas que perderam a vida nesta pandemia. Preservar a memória dessas pessoas, registrar suas histórias, é o mínimo que podemos fazer. O memorial é um símbolo para que essa tragédia não seja jamais esquecida por todos nós brasileiros”.

Segundo o projeto, o Memorial em Homenagem às Vítimas Brasileiras de Covid-19 será construído em Brasília, e terá a administração do Ministério da Saúde e da Secretaria Especial de Cultura do Ministério do Turismo. Para a gestão local, poderá ser feito convênio entre os governos federal e do Distrito Federal, bem como com a iniciativa privada. Da Rádio Senado, Iara Farias Borges.

Blog do BG com Agência Senado

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Brasil

“Ainda estamos distantes de pôr fim à pandemia”, afirma Queiroga

Foto: Ueslei Marcelino / Reuters

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, admitiu que o país ainda está “distante de pôr fim à pandemia”. A declaração foi dada na manhã desta segunda-feira (19/7), durante conversa com jornalistas na sede da pasta, em Brasília (DF).

O cardiologista exaltou a campanha de vacinação contra a Covid-19, que tem mostrado resultados positivos, como redução no número de óbitos, casos e internações; no entanto, afirmou que ainda existem ameaças no caminho, como a circulação de novas mutações do coronavírus.

“Ainda estamos distantes de pôr fim à pandemia. Existem desafios, como por exemplo o enfrentamento de possíveis variantes desse vírus, a exemplo da Delta, que tem tido casos no Brasil. Ainda não são tantos [casos], mas não quer dizer que só têm esses que foram diagnosticados”, ressaltou.

Segundo o Ministério da Saúde, ao menos 97 casos de infecção pela variante Delta, cepa mais transmissível do coronavírus, foram notificados no país. Do total, cinco resultaram em mortes. Os números foram identificados em sete estados.

Blog do BG com Metrópoles

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Covid-19

1 MILHÃO POR DIA: Pfizer vai fazer a maior entrega de vacinas ao Brasil

Foto: Reuters

A Pfizer está preparando a maior operação de entregas de vacinas contra a covid-19 ao Brasil, dentro do contrato que tem com o Ministério da Saúde. A partir desta terça-feira, 20, até o dia 1⁰ de agosto, o laboratório vai entregar uma média de 1 milhão de doses por dia, totalizando um lote de 13.265.460 de doses do imunizante, desenvolvido em parceria com a BioNTech. Até esta segunda-feira, 19, o laboratório já entregou 17 milhões de doses.

A megaentrega será feita via aeroporto de Viracopos, em Campinas, e as vacinas virão da fábrica da Pfizer em Kalamazoo, no estado do Michigan, nos Estados Unidos. Elas então serão transportadas até Miami, e depois em um voo direto ao Brasil. Em território nacional, o imunizante será transportado ao centro de distribuição do Ministério da Saúde, em Guarulhos, para ser enviado aos estados.

De acordo com o laboratório, o plano logístico envolveu várias áreas para garantir o transporte, manter as condições de armazenamento, e celeridade no processo. Cada lote é descarregado em um tempo que varia entre 30 minutos e uma hora, dependendo da quantidade.

A vacina necessita ficar em uma temperatura entre -75⁰ C e -85⁰ C. Para manter a baixa temperatura, a Pfizer desenvolveu uma embalagem especial capaz de armazenar a vacina congelada, com o uso de gelo seco, que mantém as condições seguras por até 30 dias, desde que haja a troca do gelo seco a cada 5 dias.

O Brasil tem dois contratos de compra de vacinas da Pfizer. O primeiro tem a previsão de entregar 100 milhões de doses até o fim de setembro. O segundo contrato, também de 100 milhões de doses, prevê que as entregas ocorram até dezembro. Considerando que a vacina é de duas doses, este acordo vai imunizar 100 milhões de brasileiros.

Blog do BG com Exame

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Economia

Projeto que combate supersalários volta para o Senado

Foto: Geraldo Magela/Agência Senado

No segundo semestre, o Senado tem entre suas tarefas analisar o projeto que combate supersalários de agentes públicos. O PLS 449/2016 — PL 6.726/2016 na Câmara — foi aprovado por unanimidade pelo Senado em 2016. Na última terça-feira (13), os deputados o aprovaram com várias mudanças. Agora, o substitutivo terá que ser analisado novamente pelos senadores.

Atualmente, o teto para os servidores federais é de R$ 39.293,32, existindo subtetos para estados e municípios, conforme determina a Constituição. Apesar disso, muitos servidores recebem acima desse valor porque algumas parcelas, como auxílio-moradia, auxílio-educação e auxílio-creche, podem ficar fora desse limite. A intenção do projeto, elaborado pela Comissão Especial do Extrateto,  é disciplinar o que pode e o que não pode ser contato no teto.

Mudanças – Uma das principais novidades no texto aprovado pela Câmara é a punição para agentes públicos que excluírem do teto parcelas que não estejam expressamente relacionadas na lei. O objetivo é evitar que os órgãos criem normas administrativas para “furar” o limite salarial.

De acordo com o texto, essa exclusão configura crime de improbidade administrativa, com punição tanto para o agente que autoriza o pagamento quanto para aquele que o efetua. A pena é de detenção de 2 a 6 anos para quem excluir ou autorizar a exclusão do teto salarial.

Blog do BG com Agência Senado

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Brasil

Bolsonaro cogita desistir da eleição de 2022 se não tiver voto impresso

Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

O presidente Jair Bolsonaro insinuou nesta segunda-feira (19) que pode desistir da candidatura à reeleição em 2022 caso não seja aprovada no Congresso a impressão dos votos das urnas eletrônicas. Em um discurso, o presidente afirmou aos apoiadores, em frente ao Palácio da Alvorada, que “eleição sem voto auditável não é eleição, é fraude”.

Bolsonaro disse ainda que os votos das urnas eletrônicas serão auditados dentro do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), “de forma secreta”e “pelas mesmas pessoas que liberaram o Lula [ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva] e o tornaram elegível”.

Na realidade, todos as fases da votação, segundo o TSE, são auditáveis e podem ser acompanhadas por integrantes dos partidos políticos do país. O retorno do voto impresso foi testado em 2002 e descartado por várias falhas no processo.

“Olha, eu entrego a faixa para qualquer um, se eu disputar eleição…”, deixou no ar Bolsonaro. “Agora, participar dessa eleição com essa urna eletrônica…”, completou, dando a entender que pode não concorrer à reeleição se não houver a mudança.

Blog do BG com R7

Opinião dos leitores

  1. Nome disso é medo de perder no primeiro turno. Aonde ja se viu um cara que passou 30 anos se elegendo com urna eletronica agora vir cm umas maluquices dessas sem prova nenhuma. o nome disso é medo!

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Brasil

MAIS UM PRA CONTA: Eike Batista dá calote e advogados abandonam sua defesa

Foto: Jorge William / Agência O Globo

Escritórios de advocacia que trabalhavam nos casos de Eike Batista abandonaram a defesa do empresário nas últimas semanas. O motivo é que, há meses, Eike não paga as três bancas que o atendiam.

O calote despertou nos advogados o receio de que o empresário não honre, inclusive, os pagamentos do acordo de delação que firmou ano passado com a Procuradoria-Geral da República (PGR). Na negociação, foi acertado o pagamento de R$ 800 milhões pelo empresário. Eike chegou a ser preso e, hoje, seu caso corre no Supremo Tribunal Federal, porque a delação firmada por ele envolve pessoas com foro privilegiado.

Procurado pela coluna, Eike Batista disse por meio de sua nova defesa, conduzida pelo advogado Bruno Fernandes, que mudou de escritório “por entender que, estrategicamente, era o melhor para a representação de seus interesses”. Ele não comentou as dívidas com sua antiga defesa. Em relação a eventuais obrigações com qualquer órgão público, o empresário afirma que “as quitará oportunamente, como sempre fez até hoje”.

O Globo

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Brasil

Omar Aziz diz que é contra impeachment de Jair Bolsonaro

Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado

O presidente da CPI da Covid, Omar Aziz, disse nesta segunda-feira (19) que é contra o impeachment de Jair Bolsonaro.

Em entrevista ao UOL, o senador fez duras críticas à gestão do governo na pandemia e aos escândalos envolvendo denúncias de corrupção na compra de vacinas. Apesar disso, Aziz afirmou que “não é o momento” para a abertura de um processo de impedimento.

“Isso é outra coisa. Veja bem, isso não depende só da CPI. É uma outra situação. Eu acho que nós temos que aprofundar, fazer um relatório e encaminhar para o presidente da Câmara. Você não pode passar por cima de tudo o que aconteceu no Brasil. São 540 mil mortes, fora o número de sequelados. Neste momento não defendo impeachment de ninguém.”

O Antagonista

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