Jornalista com 65 anos de profissão, Boris Casoy começou a cursar outra faculdade. Aos 80 anos, ele entreou para o curso de medicina veterinária na Universidade Cruzeiro do Sul.
De acordo com a assessoria de Casoy, ele já iniciou as aulas no período noturno. Por causa da pandemia do novo coronavírus, o curso ainda não é presencial. “Vou manter todos os meus compromissos jornalísticos, inclusive o Jornal do Boris”, comentou o jornalista.
Atualmente, o jornalista apresenta o “Jornal do Boris” na TV Gazeta. No programa, ele faz comentários e análises sobre tudo que acontece no universo da política, economia e esporte. Ele estreou na emissora no final do ano passado, apenas dois meses após a RedeTV! encerrar seu contrato.
O Ministério Público Federal (MPF) denunciou o blogueiro Allan dos Santos, “apoiador do presidente Jair Bolsonaro”, assim noticia o G1, por ameaçar o ministro do Supremo Tribunal Federal e presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Luís Roberto Barroso.
Allan dos Santos é alvo de dois inquéritos em andamento no STF, um deles apura a disseminação de fake news e o outro o financiamento de atos antidemocráticos. O blogueiro também já foi alvo de operações da Polícia Federal.
Segundo a denúncia, as ameaças foram feitas durante a gravação de um vídeo intitulado “Barroso é um miliciano digital” em que Allan diz que o ministro deve “virar homem” e que “está na hora de falar grosso”. O arquivo foi publicado no dia 24 de novembro de 2020 redes sociais.
“As ameaças e a incitação ao crime foram proferidas durante a gravação do vídeo intitulado “Barroso é um miliciano digital”,[…], na qual Allan dos Santos fez as seguintes declarações: ‘Tira o digital, se você tem c…! Tira a p… do digital, e cresce! Dá nome aos bois! De uma vez por todas Barroso, vira homem! Tira a p… do digital! E bota só terrorista! Para você ver o que a gente faz com você. Tá na hora de falar grosso nessa p…!’”, diz o documento.
Após a divulgação do vídeo, Barroso representou ao MPF, na condição de vítima, e solicitou a adoção de medidas cabíveis.
O Ministério Público Federal ofereceu denúncia contra Allan dos Santos pelos crimes de ameaça (pena prevista de 1 a 6 meses de detenção) e incitação ao crime de ameaça (pena prevista de 3 a 6 meses de detenção).
O MPF sustenta no documento que a declaração de Allan extrapola o direito de liberdade de expressão, pois apresenta “designíos claros de ódio e repúdio contra instituições constitucionais e seu representante”.
“Todavia, observa-se nas presentes declarações postadas pelo denunciado que suas palavras vão além do mero exercício de crítica e opinião, com designíos claros de ódio e repúdio contra instituições constitucionais e seu representante, e com tom claramente ameaçador, a fim de prejudicar a ordem pública e com a intenção de incutir medo ou pavor na vítima diante de palavras que prometem ‘mal injusto ou grave’”, diz o documento.
A denúncia foi assinada pelos procuradores João Gabriel Morais e Melina Casto Montoya Flores. Além disso, também foi pedido que seja colhido o depoimento do ministro Luís Roberto Barroso.
Mulheres levadas ao exterior para servir a um esquema de exploração sexual eram obrigadas a tatuar o sobrenome de pai e filho que foram indiciados pela suposta liderança no esquema, segundo informações da Polícia Federal no inquérito da chamada “Operação Sedução”, concluído hoje.
A investigação foi aberta depois que uma jovem de 18 anos, natural do Rio Grande do Sul e vítima do tráfico internacional de pessoas, buscou refúgio na Embaixada do Brasil em Minsk, capital da Bielorússia. Na mesma época, em setembro de 2020, a PF começou a operação.
No inquérito policial, há relatos de que as vítimas eram obrigadas a tatuar o sobrenome dos homens nas costas, para ajudar a promover a “marca” deles em sites pornográficos, além de impedir que as mulheres conseguissem deixá-los.
A Polícia Federal destaca, em nota publicada hoje, que essa prática é comum entre produtores internacionais deste tipo de conteúdo. A mulher que conseguiu se refugiar na embaixada afirmou que vinha sofrendo abusos psicológicos e sexuais do investigado, além de ser obrigada a participar de vídeos pornográficos, transmitidos ao vivo pela internet.
Após diligências e representação judicial sobre o caso, os agentes cumpriram um mandado de busca e apreensão em Porto Alegre, em que foram apreendidos equipamentos eletrônicos, notebooks, mídias, anabolizantes e petrechos para práticas e abusos sexuais.
O “principal investigado”, que não é identificado, foi preso em Minsk após sua inclusão na lista de procurados da Interpol. Ele foi extraditado em fevereiro de 2021 e desde então está preso preventivamente na capital gaúcha. Ao final dos trabalhos, pai e filho foram indiciados pelos crimes de tráfico de pessoas, cárcere privado, estupro, tortura, lesão corporal e redução a condição análoga à de escravo.
O senador Romário (PL-RJ) e o ministro da Educação Milton Ribeiro trocaram farpas no Twitter nesta semana. A discussão começou na segunda-feira, após Romário criticar o ministro por declaração feita durante uma entrevista à TV Brasil no dia 9 de agosto. Na ocasião, Ribeiro afirmou que crianças com deficiência “atrapalham, entre aspas” o aprendizado de outros alunos sem a mesma condição, já que “a professora não tinha equipe, não tinha conhecimento para dar a ela atenção especial”.
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O senador, cuja filha tem Síndrome de Down, rebateu a fala apontando que “somente uma pessoa privada de inteligência, aqueles que chamamos de imbecil, podem soltar uma frase como essa. Eles existem aos montes, mas não esperamos que estes ocupem o lugar de ministro da Educação de um país”.
O político defendeu que “a diversidade em sala de aula não atrapalha, porque ninguém que busque o conhecimento atrapalha. Pessoas com deficiência em sala de aula estão, com a sua presença, também contribuindo para uma importante lição, a de que somos diversos e que não podemos deixar ninguém pra trás”.
O ministro Ricardo Lewandowski, do STF (Supremo Tribunal Federal), determinou nesta terça-feira (17) que o governo federal assegure ao Estado de São Paulo a remessas das vacinas necessárias à vacinação das pessoas que já tomaram a primeira dose do imunizante contra a covid-19.
“Diante de todo o exposto, e presentes os requisitos legais, por ora, defiro em parte a cautelar, ad referendum do Plenário do Supremo Tribunal Federal, para determinar à União que assegure ao Estado de São Paulo a remessa das vacinas necessárias à imunização complementar das pessoas que já tomaram a primeira dose da vacina, dentro do prazo estipulado nas bulas dos fabricantes e na autorização da Anvisa”, diz a decisão.
A Procuradoria Geral de São Paulo entrou com a ação no STF na última sexta-feira (13) contra o Ministério da Saúde alegando redução no número de doses da vacina da Pfizer contra covid-19 distribuídas para o Estado.
O governo alega que no dia 3 de agosto, o estado recebeu um lote com 228 mil doses a menos do que tem direito. Com cerca de 46,3 milhões de habitantes, segundo dado de 2020 do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), São Paulo vinha recebendo 22% das vacinas distribuídas pelo PNI (Plano Nacional de Imunizações), quantitativo equivalente à proporção de sua população em relação ao país.
Segundo a SES (Secretaria Estadual de Saúde), a ação pede para que seja estabelecida uma regra de transição para a adoção dos novos critérios de distribuição. Além disso, pede a compensação das doses que deixaram de ser entregues, pois há risco de o cronograma de vacinação deixar de ser cumprido.
Andressa Urach usou os stories do Instagram ontem para atacar Anitta. Ela respostou uma mensagem que recebeu de um seguidor dizendo que era para a vice miss bumbum olhar para o passado dela antes de falar da “maior artista do país”. “Esquece a Anitta, amor. Ela nem lembra da sua existência”, exclamou o seguidor.
Andressa respondeu a resposta do fã da cantora, dizendo qual era a diferença entre ela e a Girl From Rio. “A diferença minha e da Anitta é que: eu era macumbeira, ela ainda é. Eu cobrava caro para dormir com alguém. Já ela dá de graça mesmo. Anitta não é melhor que ninguém porque tem fama e dinheiro, meu amor. Isso eu já tive muito. E você só sabe do meu passado porque eu fui mulher suficiente para assumir as porcarias que eu fiz e me arrependo, sim. Se você conhecesse Jesus, saberia que ele já me perdoou. Torço muito para que Anitta se converta a Jesus, assim ela pararia de atacar o presidente…”
Essa não é a primeira vez que Andressa critica a artista em seu Instagram. Em seu Instagram, a Miss Bumbum alfinetou a cantora com o seguinte post em seus stories: “Vamos dar um biscoito para a Anitta que precisa falar mal do presidente para voltar para a mídia. Não sabe nem o que é voto auditável!”, disse Andressa. Ela ainda completou: “Vai rebolar o bumbum que disso você entende. Para que está feio.”
Se as eleições presidenciais fossem hoje, o atual presidente da república, Jair Bolsonaro, sairia na frente do ex-presidente Lula no primeiro turno do pleito, de acordo com pesquisa divulgada pelo grupo de consultoria 6Sigma, sediado em Campina Grande, na Paraíba. O levantamento foi divulgado na noite desta segunda-feira (16) e mostra os dois políticos polarizando a disputa, mas com um empate dentro da margem de erro.
De acordo com os números, em um cenário de primeiro turno, o presidente Jair Bolsonaro teria 35,7% das intenções de voto, enquanto Lula (PT) aparece com 29,4%. Eles seriam seguidos por Ciro Gomes (PDT), com 8,1%, João Dória (PSDB) com 5,3%, Mandetta (DEM), 3,3% e Datena (PSL), 2,5%.
Ainda de acordo o levantamento, outros candidatos somam 1,3%, enquanto brancos e nulos são 9,4%. Não sabem, 4,7% e não informaram, 0,5%.
Segundo Turno – No segundo turno, de acordo com a 6Sigma, o ex-presidente Lula teria 41,6% das intenções de voto, enquanto o presidente Jair Bolsonaro ficaria com 40,5%, portanto empatados dentro da margem de erro. Confira os gráficos abaixo:
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A pesquisa foi realizada com 1 mil pessoas em 169 municípios brasileiros entre os dias 05 e 13 de agosto. O levantamento ocorreu de forma presencial e por telefone. A margem de erro é de 3,1%. A empresa também mostra a avaliação do Governo Federal e a rejeição dos prováveis candidatos à Presidência da República. Para conferir a pesquisa na íntegra clique aqui.
Sediado em Campina Grande, o grupo 6Sigma é uma agência de consultoria especializada em pesquisa de mercado, eleitoral, avaliação, recall, imagem, e audiência. Em 2008, a empresa se destacou no cenário paraibano ao realizar a pesquisa boca de urna com bastante precisão e apenas 0,16% de erro.
A XP Investimentos divulgou, nesta terça-feira (17/8), a avaliação do governo Bolsonaro. De acordo com o levantamento, 54% dos eleitores dizem considerar a gestão bolsonarista “ruim” ou “péssima”, contra 52% em julho. A taxa de rejeição ao governo está em alta desde outubro de 2020, quando 31% avaliavam negativamente a administração federal.
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Por outro lado, entrevistados que veem o governo como “bom” ou “ótimo” somam 23%, dois pontos percentuais a menos que na pesquisa de julho. Os números são os piores desde o início da série. A insatisfação ocorre junto à piora na percepção da direção da economia. O grupo dos que avaliam que a gestão federal está no caminho errado cresceu 4 pontos percentuais e chegou a 63%.
A visão contrasta com outros indicadores sobre a situação econômica. A percepção sobre as chances de manutenção de emprego, por exemplo, segue em tendência de alta desde maio. O grupo que vê possibilidade grande ou muito grande de continuar empregado atingiu 56%.
Foram realizadas mil entrevistas, em todo o país, de 11 a 14 de agosto. A margem de erro é de 3,2 pontos percentuais, para mais ou para menos. A pesquisa registrou também estabilidade sobre o sentimento da população em relação à pandemia: o grupo dos que dizem estar com muito medo do surto de Covid-19 oscilou de 38% para 39%.
A soma das pessoas que já se vacinaram com as que dizem que receberão o imunizante com certeza atingiu seu maior patamar, chegando a 96%.
XP. É do Banco Itaú. Eu vejo que o Itaú tá sempre querendo tirar algo do capital de uma renda. Percapta de pessoas que Herario no Bolso. O período de maior lucro do Itaú foi quando o BNDES fazia doações à alguns membros de ONG no Brasil. Pobre dos que acreditam em uma pesquisa com apenas. 1000 pessoas em SP
O corregedor-geral da Justiça Eleitoral, ministro Luis Felipe Salomão, determinou nessa segunda-feira (16) que as plataformas digitais YouTube, Twitch.TV, Twitter, Instagram e Facebook suspendam o repasse de valores originários de monetização às pessoas e às páginas indicadas no chamado “inquérito das fake news” que, comprovadamente, se dediquem a propagar desinformação.
A informação foi divulgada pelo site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). De acordo com o texto do site, os valores arrecadados deverão ser direcionados a uma conta judicial vinculada à corte eleitoral. O “inquérito das fake News” foi aberto em março de 2019, por decisão do então presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli, para investigar notícias fraudulentas, ofensas e ameaças a ministros da Corte. No dia 4 de agosto, o ministro Alexandre de Moraes determinou a inclusão do presidente Jair Bolsonaro como investigado no inquérito.
A decisão dessa segunda-feira foi dada na análise de pedido da delegada da Polícia Federal Denise Dias Rosas para a aplicação de medidas cautelares referentes ao inquérito, instaurado por determinação do plenário do TSE. A delegada auxilia as investigações do processo.
O ministro Salomão também determinou a suspensão do repasse de monetização originárias de lives, inclusive as realizadas por meio de fornecimento de chaves de transmissão aos canais indicados no inquérito.
Determinou ainda que as plataformas vedem o uso de algoritmos que venham a sugerir ou indicar outros canais e vídeos de conteúdo político, com exceção da pesquisa ativa pelos internautas por meio de palavras-chave. Segundo o ministro Salomão, o objetivo é evitar que os canais, perfis e páginas continuem a se alimentar de modo recíproco, interrompendo a propagação de desinformação.
Salomão também decidiu que as plataformas de redes sociais promovam o caminho inverso das postagens, visando identificar a origem das publicações para se saber a autoria dos conteúdos. A decisão diz que todas as medidas devem ter o cumprimento imediato por parte das plataformas e que os seus representantes legais serão convocados a participar de reunião com as equipes técnicas do TSE e da Polícia Federal, em data a ser definida.
A secretária de Enfrentamento à Covid-19 do Ministério da Saúde, Rosana Leite Melo, admitiu nesta segunda-feira, 16, a necessidade de que parte da população brasileira receba uma terceira dose da vacina contra a covid-19. A declaração foi feita na Comissão Temporária da Covid-19 no Senado Federal. Governos locais já planejam a aplicação da dose de reforço, paralelamente à vacinação de adolescentes, e pedem aval do Ministério da Saúde.
Nas últimas semanas, os casos de internação e morte de idosos vacinados com as duas doses levantaram o debate sobre a necessidade de aplicação de uma dose de reforço nesta faixa etária, como já ocorre em países como Israel e Chile. As ocorrências de infecções não indicam que as vacinas não funcionam, mas podem significar que há redução da proteção provocada pelos imunizantes ao longo do tempo em idosos.
“Em determinadas faixas etárias, para determinados imunizantes, realmente está diminuindo essa proteção (das vacinas)”, disse Rosana. “Temos estudos preliminares, porém esses estudos ainda não foram publicados, são discussões internas, nem podemos publicizar tanto, em respeito aos pesquisadores. Já estamos tomando decisões a nível de gestão, o que fazer, planejar, quantificar esses grupos que por ventura precisam (da terceira dose)”.
O Ministério da Saúde analisa com qual imunizante será dada a terceira dose e a possibilidade de fazer intercambialidade entre vacinas, utilizando, por exemplo, marcas diferentes para o reforço em relação às duas doses tomadas no primeiro semestre. Um estudo do Ministério, que teve início nesta segunda, vai testar a resposta imune de pessoas vacinadas com a Coronavac que receberam dose de reforço. Confira a matéria completa clicando aqui.
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