O economista Eduardo Guardia, ex-ministro da Fazenda e CEO da BTG Pactual Asset, morreu aos 56 anos, em São Paulo nesta segunda-feira (11). A causa da morte não foi divulgada.
Guardia estava no BTG desde 19 de janeiro de 2019, e ocupou o cargo de ministro da Fazenda durante os últimos nove meses do governo Temer. Assumiu a função, até então ocupada por Henrique Meirelles, após ter atuado como secretário-executivo do Ministério da Fazenda entre 2016 e 2018.
Doutor em economia pela Universidade de São Paulo (USP), foi diretor de produtos e relações com investidores da BM&F Bovespa, diretor executivo da B3 e diretor financeiro e de relações com investidores da gestora GP Investments.
Guardia era lembrado nos setores público e privado como um profissional sério, respeitoso, centrado, organizado e extremamente qualificado tecnicamente
Quase seis em cada dez brasileiros (57,25%) estavam com sobrepeso em 2021. O índice representou uma oscilação negativa pequena em relação ao ano anterior, quando ficou em 57,5%. Antes da pandemia, em 2019, a taxa era menor, de 55,4%.
A condição era maior entre homens (59,9%) do que entre mulheres (55%). Já na distribuição por faixas etárias, o problema era mais incidente nas faixas de 45 a 54 (64,4%), 55 a 64 (64%) e 35 a 44 (62,4%).
Quando comparadas as capitais, as com maiores índices de sobrepeso eram Porto Velho (64,4%), Manaus (63,4%), Porto Alegre (62%), Belém (61,2%) e Rio Branco (60,3%).
Os dados estão na pesquisa “Vigitel 2021”, realizada pelo Ministério da Saúde. O levantamento mapeia informações de saúde a partir do contato telefônico com pessoas de capitais de todos os estados do país.
Obesidade
Ainda conforme o estudo, o índice de obesidade em 2021 ficou em 22,35% no Brasil. O desempenho foi superior ao do ano anterior, que marcou 21,55%. Assim como no caso do sobrepeso, os dados indicam um crescimento durante a pandemia. Em 2019, o índice de pessoas obesas entre os ouvidos no levantamento estava em 20,27%.
Ao longo de 2021, quase 271 mil cédulas falsas foram apreendidas em todo o Brasil. Somados os valores das notas, a quantia alcança R$ 24.932.667. Os dados fazem parte da Estatística de Falsificação, relatório elaborado pelo Banco Central. As cédulas preferidas pelos criminosos, de acordo com o documento, são as três de mais alto valor em circulação – R$ 200, R$ 100 e R$ 50.
São Paulo foi o estado com o maior número de cédulas falsas apreendidas: 98.827. Em seguida aparecem Minas Gerais (34.989), Rio de Janeiro (26.266), Paraná (25.934), Rio Grande do Sul (14.322), Santa Catarina (12.473), Goiás (11.610), Distrito Federal (8.572), Pernambuco (5.073) e Espírito Santo (5.055). O RN é o 14º da lista com 2.296 cédulas apreendidas.
Ao todo, foram 270.971 cédulas falsas identificadas e retidas pelo Banco Central no ano passado. Apesar do número alto, houve uma redução em relação a 2020, quando foram apreendidas 329.492 notas falsas.
Das cédulas falsificadas apreendidas, a de R$ 200 registra crescimento acentuado desde o seu lançamento, em setembro de 2020 – de 4.644 naquele ano (média de 1.161 notas falsas apreendidas por mês) para 104.260 no ano passado (média de 8.688 por mês).
No quadro geral de 2021, no entanto, a nota de R$ 100 aparece no topo da lista de falsificações, com 110.580 apreensões de cédulas das versões antigas e das atuais, chamadas de segunda família. As de R$ 50 aparecem em segundo lugar, com 56.672 apreensões.
Foto: Rafael Henrique/SOPA Images/LightRocket via Getty Imagens
O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, anunciou, nesta sexta-feira (8/4), que o Brasil vai doar US$ 86,7 milhões para a iniciativa Covax Facility. A quantia corresponde a cerca de R$ 407 milhões.
“Essa doação reitera nosso compromisso com o acesso justo e equitativo a vacinas contra a Covid-19 para todos os países”, afirmou o ministro, pelo Twitter.
As doações serão direcionadas para a Gavi, uma aliança de vacinas que atua internacionalmente pela imunização de populações vulneráveis. “Ajudamos a vacinar quase metade das crianças do mundo contra doenças infecciosas mortais e debilitantes”, explica o site da iniciativa.
Today, Brazil announced a US$ 86,7 million pledge for @Gavi COVAX AMC. This donation reiterates our commitment to fair and equitable access to COVID-19 vaccines for all countries #breakCOVIDnow@WHO
A nova contribuição pode ser utilizada para compra de qualquer imunizante, aprovado pela Organização Mundial de Saúde (OMS), de combate à doença. As quantidades recebidas e os países que se beneficiarão com os donativos serão definidos pela OMS.
Em dezembro, o Brasil anunciou a doação de 30 milhões de vacinas contra a Covid para o consórcio internacional. As doses seriam destinadas a países de baixa e média renda.
Uma influenciadora digital de Praia Grande, no litoral de São Paulo, compartilhou com seus seguidores o momento em que enganava um entregador e pagava um lanche com dinheiro falso. A jovem pediu um combo e utilizou uma nota de R$ 100 que, na verdade, era de mentira. Ela usou o próprio perfil para “se gabar” do feito, a história viralizou, e gerou revolta entre colegas do profissional e outros internautas.
No vídeo postado pela jovem, que soma mais de 10 mil seguidores em seu perfil em uma rede social, ela apresenta o combo de lanches que comprou, mostrando que estava com outras pessoas no momento da gravação, e diz:
“Gente, nós somos muito olho gordo, né. Aí gente, vocês não sabem o que a gente fez. Nós tínhamos uma nota falsa, né, de R$ 100, aí, a gente estava com a maior fome. Aí, falamos: ‘vamos tentar passar essa nota falsa, e falamos vamos. Aí, tá bom, pedimos o lanche, que deu R$ 94, sobrou R$ 5, e deu certo, a nota falsa e tudo isso de lanche, nem aguentamos comer tudo”, relata rindo.
Em seguida, ela ainda acrescenta que não sabia se iria dar certo, e que, por isso, não colocou o endereço de sua casa na entrega, mas o da esquina, para que o motoboy não a localizasse, caso notasse que a nota não era verdadeira. “Nossa, já pensou, o motoboy me segue?”, finaliza rindo.
Após o episódio, um outro entregador, que não foi a vítima do caso, recebeu as imagens postadas pela blogueira e fez uma postagem em seu perfil, dizendo que estava indignado com a atitude dela. “Essa história começou porque tenho um grupo de motoboys, porque também sou, e um parceiro nosso postou. Aí, assisti o vídeo e fiquei indignado, porque a gente que é motoboy está na luta todo dia aí, tentando ganhar o pão de cada dia, aí vem uma pilantra dessa e passa nota falsa”, lamenta.
A postagem do entregador que se solidarizou com o colega teve mais de 4,5 mil compartilhamentos nas redes sociais, e gerou muitas críticas à blogueira, que chegou a tirar sua foto da conta pessoal e a desativar um de seus perfis após a repercussão.
Em 1985, Fernando Henrique Cardoso se sentou na cadeira de prefeito de São Paulo antes da eleição, na qual acabou derrotado por Jânio Quadros. Desde então, reza a sabedoria política que não se ganha, e nem se perde, uma votação de véspera.
Com candidatos em todas as corridas presidenciais desde a redemocratização, o PT conhece bem essa lição, até porque perdeu páreos em que começou como franco favorito. Mesmo assim, na virada do último ano, alguns quadros do partido passaram a apostar na possibilidade de vitória do ex-presidente Lula no primeiro turno, como se Jair Bolsonaro (PL) não tivesse chances de recuperação.
O tempo passou, o mandatário está reconquistando popularidade e, agora, são os aliados dele que cantam vitória. Ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira diz que logo as pessoas farão cálculos sobre a chance de Bolsonaro liquidar a fatura no primeiro turno. Presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira segue a mesma linha e afirma que só o imponderável pode impedir o ex-capitão de conquistar um novo mandato. Impulsionado pela polarização, o pêndulo balança ao sabor da conjuntura e esta, neste momento, traz sinais positivos para Bolsonaro e derrapadas perigosas de Lula.
Duas pesquisas recentes ilustram bem a situação ao mostrar o encurtamento da distância entre os favoritos. De janeiro a abril, a vantagem de Lula sobre Bolsonaro nas simulações de primeiro turno caiu 6 pontos porcentuais, segundo o levantamento do Ipespe.
Na sondagem da Quaest, a redução foi de 8 pontos no mesmo período. Em ambos os casos, o ex-capitão ganhou terreno, e Lula se manteve estável. Uma combinação de fatores explica esse movimento. Um deles foi a saída de Sergio Moro da disputa, numa decisão que não é definitiva, conforme a versão do ex-juiz da Lava-Jato, mas que setores de seu novo partido, o União Brasil, consideram irreversível.
Foto: Reprodução
“A saída de Moro foi o maior presente, até o momento, à pré-campanha de Bolsonaro. Há muito não se via nas intenções de voto do primeiro turno um movimento tão vigoroso em intervalo tão curto”, disse o cientista político Antonio Lavareda, diretor do Ipespe. Nas duas últimas semanas, o presidente ganhou 2 pontos na pesquisa espontânea e 4 na estimulada. Nelas, ele marca agora 27% e 30%, respectivamente, ante 36% e 44% de Lula.
Políticos e especialistas alegam que, com essa nova estratégia mais propositiva, Bolsonaro está conseguindo reconquistar parte daqueles que, em determinado momento de seu mandato, deixaram de apoiá-lo. A rejeição ao PT e os escorregões de Lula ajudam a completar o serviço.
Quando petistas subiram no salto alto e começaram a falar em vitória no primeiro turno, Lula estava jogando parado. Ele atuava basicamente nos bastidores e deixava Bolsonaro se desgastar sozinho, em razão das múltiplas dificuldades que o governo enfrenta, como a pandemia de Covid-19, a inflação e a carestia dos alimentos. Com a recuperação do adversário nas pesquisas, petistas têm exortado o ex-presidente a colocar a campanha nas ruas e participar de atos que reúnam não apenas seus apoiadores tradicionais, como tem acontecido até aqui.
A ideia é que ele dialogue com eleitores de centro numa tentativa de atenuar a rejeição ao PT e de afastar as suspeitas — devidamente alimentadas pelos rivais — de que fará uma gestão radical, e não moderada. Por enquanto, Lula se recusa a abandonar o seu cercadinho, mas, mesmo ao falar a plateias domesticadas, ele tem dado munição aos oponentes. Na terça-feira (5), o ex-presidente criticou a classe média brasileira durante um evento promovido pela Fundação Perseu Abramo, ligada ao PT. “Nós temos uma classe média que ostenta um padrão de vida que nenhum lugar do mundo a classe média ostenta”, declarou.
Segundo as pesquisas, o petista tem ampla vantagem sobre Bolsonaro entre quem tem renda mensal de até dois salários mínimos: 56% a 24%, de acordo com a Quaest. Na faixa de dois a cinco salários mínimos, a diferença é bem menor, de 43% a 33%, e no topo da pirâmide há empate entre os dois candidatos. Diante de tais números, seria mais recomendável a Lula usar as mãos para afagar, e não para manusear a palmatória contra a classe média. O ex-presidente deu outras duas declarações que, de acordo com seus próprios aliados, representaram um erro do ponto de vista eleitoral. Num evento da Central Única dos Trabalhadores (CUT), ele sugeriu à militância sindical que procure parlamentares e seus familiares, inclusive em suas casas, para pressioná-los a apoiar projetos de interesse da classe trabalhadora. “Se a gente mapeasse o endereço de cada deputado e fossem cinquenta pessoas na casa, não é para xingar não, é para conversar com ele, com a mulher dele, com o filho dele, incomodar a tranquilidade dele, surte muito mais efeito do que fazer a manifestação em Brasília”, afirmou. Lula, que vive acusando Bolsonaro de ameaçar a democracia e intimidar os outros poderes, pareceu estimular uma ação orquestrada para coagir o Congresso.
A fala foi logo compartilhada pelas milícias bolsonaristas nas redes sociais, assim como outra do ex-presidente, ainda mais explosiva, sobre o aborto. O PT considera o aborto uma questão de saúde pública e, por isso, simpatiza com a ampliação das previsões legais que permitem a prática. “No Brasil, as mulheres pobres morrem tentando fazer um aborto porque é proibido, é ilegal, quando na verdade deveria ser transformado numa questão de saúde pública, e todo mundo ter direito e não ter vergonha”, disse o ex-presidente. Neste caso, o diagnóstico está correto, mas embute um risco de desgaste desnecessário em época de pré-campanha. Petistas admitem que essa pregação na defesa do aborto até poderia ser feita, mas não agora, enquanto os evangélicos, por exemplo, parecem mais próximos de Bolsonaro do que do ex-presidente.
Enquanto o rival avança, o ex-presidente está estável e vê sua vantagem diminuir. Numa tentativa de reação, o partido divulgou nos últimos dias encontros de seus quadros com representantes do empresariado e dos bancos, segmentos que apoiaram Bolsonaro em 2018. Como em 2002, Lula quer vender a imagem de paz e amor. A dificuldade, como ocorre com seu principal adversário, é resistir à tentação de falar publicamente o que está em sua cabeça.
A Caixa disponibiliza, a partir desta sexta-feira (8), em seu site uma área para consulta sobre o saque extraordinário de até R$ 1 mil do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Os primeiros a serem beneficiados pela medida são os nascidos em janeiro, que terão o recurso liberado no dia 20 de abril.
O calendário do saque extraordinário do FGTS foi estabelecido de acordo com o mês de nascimento do trabalhador. Os saques começam em 20 de abril, para nascidos em janeiro, e vão até 15 de junho, para nascidos em dezembro.
Segundo a Caixa, cerca de R$ 30 bilhões serão liberados para aproximadamente 42 milhões de trabalhadores com direito ao saque. O dinheiro ficará disponível até 15 de dezembro, quando voltará para a conta vinculada do FGTS.
“O valor do saque é de até R$ 1 mil por trabalhador, considerando a soma dos saldos disponíveis de todas as suas contas do FGTS. O crédito do saque extraordinário será feito em Conta Poupança Social Digital, aberta automaticamente pela Caixa em nome dos trabalhadores”, informa o banco.
O pagamento ocorrerá por meio do aplicativo Caixa Tem, usado para o pagamento de benefícios sociais e trabalhistas nos últimos anos.
O dinheiro será depositado numa conta poupança digital, podendo ser transferido posteriormente para uma conta corrente por meio do celular. O limite é o mesmo para cada trabalhador, independentemente do número de contas que ele tenha.
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse nesta quinta-feira (7) ser contra o aborto, mas defendeu que a prática seja tratada como uma questão de saúde pública. A declaração é uma reação às críticas sobre uma fala sua sobre o assunto na última terça.
“A única coisa que eu deixei de dizer na fala que eu fiz é que eu sou contra o aborto. Tenho 5 filhos, 8 netos e 1 bisneta. Sou contra o aborto. O que eu disse é que é preciso transformar essa questão do aborto em uma questão de saúde pública. […]. Qual é o crime? Mesmo eu sendo contra o aborto, ele existe”, disse Lula em entrevista nesta manhã para a rádio Jangadeiro, de Fortaleza (CE).
DQuestionado hoje, o ex-presidente reiterou que o aborto existe no Brasil de “forma diferenciada” para pobres e ricos. “Quando ele se dá com uma pessoa que tem poder aquisitivo bom, ela procura uma clínica boa, viaja até para o exterior e vai cuidar de se tratar. Uma pessoa pobre, que não tem como se tratar, como ela faz?”, disse.
Políticos evangélicos, bolsonaristas e até de esquerda criticaram a declaração do ex-presidente. Aliados de Lula disseram que esse tipo de declaração leva o debate político para o campo dos costumes, mais confortável para o bolsonarismo, enquanto a tática mais acertada seria focar o discurso em problemas econômicos e sociais.
Lula, porém, criticou a má repercussão de sua fala. “Não sei qual é o mal entendimento que as pessoas têm disso. É apenas uma questão de bom senso. Por mais que a lei proíba, por mais que a religião não goste, ele existe. E muitas mulheres são vítimas disso no Ceará, Pernambuco, São Paulo. Então, na medida em que a pessoa esteja no processo de aborto, ela tem que receber do Estado, com muita dignidade, um atendimento”, disse.
O vereador Gabriel Monteiro (PL) é alvo de uma operação da Polícia Civil do RJ nesta quinta-feira (7), dentro do inquérito sobre o vazamento de um vídeo íntimo de Gabriel fazendo sexo com uma adolescente de 15 anos. Há mandados de busca e apreensão, mas não de prisão contra o parlamentar e outras seis pessoas, entre assessores e ex-funcionários dele.
Entre os endereços visados estão a casa do vereador, em um condomínio de luxo na Barra da Tijuca, e o gabinete dele na Câmara de Vereadores, no Centro do Rio.
Foto: Reprodução
Os mandados foram expedidos pelo Plantão Judiciário. Gabriel pode responder por distribuir material pornográfico envolvendo menores. A pena chega a seis anos de prisão mais multa.
Gabriel também enfrenta uma representação na Câmara Municipal do Rio por conta desse vazamento e de acusações, feitas por assessores e ex-funcionários, de assédios moral e sexual, agressões e uso indevido de servidores. Ele pode até perder o mandato.
A selfie foi compartilhada no Twitter e no WhatsApp, e Gabriel acusa ex-funcionários de vazá-la. A Justiça já tinha determinado que o Twitter retirasse o vídeo do ar, a pedido da polícia e do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ).
Um dado da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação em parceria com o Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância) indica que 78% das escolas municipais fazem busca ativa para encontrar alunos que não voltaram às aulas após a pandemia.
Na avaliação de Priscila Cruz, presidente executiva do Todos Pela Educação, em entrevista à CNN, “o Brasil cometeu um erro muito grave durante a pandemia que foi de manter essas escolas fechadas por muitas semanas, por muito tempo. Tempo superior a outros países”.
Durante a pandemia, especialistas divergiam sobre o momento correto de permitir a volta do ensino presencial, diante dos números da Covid-19 e da campanha de vacinação.
Como reflexo da crise sanitária, o número de crianças e adolescentes que abandonaram as aulas aumentou 171% em 2021, na comparação com 2019, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Para combater a evasão escolar, “cada município faz a sua busca ativa. Em alguns estados, poucos estados, a gente tem uma coordenação, um apoio, do estado aos municípios”, explicou a especialista.
Segundo ela, diversos pontos dificultam a volta dos estudantes: analfabetismo, perda de vínculo com a escola e com professores, problemas com sociabilidade, violências domésticas, entre outros.
“É fundamental que neste momento todo mundo fique alerta, fique atento a crianças fora da escola. Que esses casos sejam levados à Secretaria Municipal de Educação”, afirmou Priscila.
Comente aqui