Uma menina de 11 anos perdeu uma das pernas após um acidente com um carro alegórico da Em Cima da Hora na saída do Sambódromo, na Rua Frei Caneca, Centro do Rio. A outra perna está em estado crítico.
Médicos também afirmaram que a menina sofreu um traumatismo no tórax e sofreu uma parada cardíaca. Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, o estado dela é grave.
A criança chegou a ser levada para o posto médico da Sapucaí, mas em seguida foi transferida para o Hospital Municipal Souza Aguiar, no Centro do Rio.
Segundo testemunhas, a mãe e a menina estavam numa praça no Estácio, perto da Sapucaí, lanchando. A menina se afastou, junto com dois amigos, para olhar os carros alegóricos que estavam passando.
De repente, a mãe foi avisada de que a menina tinha sido atropelada por um carro alegórico e prensada contra um poste. No Souza Aguiar, ela foi levada para o centro cirúrgico, onde permanecia até pelo menos por volta de 7h30.
Mãe está grávida e desmaiou
No hospital, a mãe da menina contou que a filha subiu no carro alegórico da Em Cima da Hora quando o veículo estava parado. As pernas dela ficaram presas em um poste quando o carro estava em movimento e passava por um trecho estreito da via. As duas pernas da criança ficaram dilaceradas, segundo a mãe.
Abalada com a cena do acidente, a mãe da vítima, que está grávida, chegou a desmaiar no local.
Em nota, a escola Em cima da hora disse que estava “apurando com a Liga o que aconteceu”. “No momento, não iremos dar nenhuma declaração”, disse a assessoria de imprensa.
O Tribunal de Contas da União (TCU) adiou nesta quarta-feira por pelo menos 20 dias a decisão final sobre a privatização da Eletrobras, num ato que mexe nos planos do governo de desestatizar a empresa no primeiro semestre deste ano. Para integrantes do Excutivo, o adiamento dificulta a privatização em 2022, mas ainda não a inviabiliza.
O ministro do TCU (Tribunal de Contas da União) Vital do Rêgo pediu vista do processo de capitalização da Eletrobras por 60 dias, posteriormente reduzido para 20 dias.
O Tribunal iniciou nesta quarta-feira (20) o julgamento do processo sobre a estatal. Durante seu voto, Vital do Rêgo alegou que precisa de mais tempo para conversar com autoridades.
“Eu tive duas horas para avaliar esse trabalho e trouxe quatro situações que precisam ser aprofundadas. Eu preciso ter um tempo para conversar com o presidente da Eletrobras. Preciso de um tempo para conversar com o presidente do BNDES e entender porque ele não tratou o serviço B nas mesmas condições do serviço A. Preciso ter um tempo para conversar com o ministro de Minas e Energia. Eu preciso de um tempo para conversar com o ministro da Economia. Então, esse é o trabalho que estamos buscando luzes. O relator já fez o máximo possível, com muito trabalho”, disse Vital do Rêgo.
O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, voltou a defender o fim do estado de emergência sanitária pela Covid-19 nesta quarta-feira (20). Segundo ele, a portaria do Ministério da Saúde, que deve revogar a Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional (Espin), apenas confirma uma realidade já existente no Brasil.
“O fim da Espin não acaba com a doença, com o vírus, apenas reconhece o fim da emergência sanitária e isso é caracterizado pelas condições epidemiológicas, uma queda importante no número de casos e óbitos e a capacidade do sistema de saúde de atender situações de agravamento da Covid-19 e doenças prevalentes negligenciadas”, afirmou o ministro, durante entrevista concedida a Jovem Pan News.
“O governo federal investiu fortemente no SUS, ampliamos a atenção primaria, ampliamos a atenção especializada à saúde. Há mais de 20 anos que não se habilitava um leitos de terapia intensiva. Nós deixamos mais de sete mil leitos habilitados de terapia intensiva no Brasil”, completou, reforçando que o sistema de saúde “está preparado” para a mudança.
Queiroga reconheceu, no entanto, que embora as condições de saúde estejam favoráveis, haverá um período de transição de 30 dias entre o decreto e o fim do período emergencial. “Foi construído todo um ordenamento jurídico e não podemos simplesmente, com um normativo, acabar com um ordenamento jurídico. Já disse que nenhuma política pública importante para o enfrentamento à Covid-19 será encerrada. Pelo contrário, o que o governo tem feito é fortalecer [as políticas públicas] e a sociedade reconhece esse esforço”, completou.
O diretor de conteúdo do Esporte da Globo, Renato Ribeiro Soares deu uma bronca por e-mail em toda a equipe da emissora na noite da última segunda-feira (18).
Em texto extenso, Renato Ribeiro Soares ressaltou inicialmente que o Esporte era um lugar de jornalistas que representam a imagem da Globo. Caso eles ultrapassem algum limite, a Globo será acusada de ser permissiva com práticas que ela não endossa.
Ribeiro Soares comentou que tem suas opiniões políticas claras, mas não as expressa publicamente porque sabe da responsabilidade do cargo que ocupa. E que isso precisa ser usado como exemplo para todos. Para ele, “existem limites que não podemos ultrapassar. Principalmente nas redes sociais”.
“Isso não é admissível, uma vez que a isenção é o principal pilar do jornalismo. Perder a reputação de que é isento inabilita o jornalista que se dedica a reportagens a desempenhar o seu trabalho. Isso se aplica a todas as redes –Twitter, Instagram, Facebook, WhatsApp ou qualquer outra que exista ou venha a existir”, conclui o texto sobre o assunto.
Nas últimas semanas a Globo observou que alguns nomes passaram do ponto nas duas políticas. Foram observadas críticas políticas ácidas demais em relação à situação atual do país. A Globo cuidou desses casos pontualmente e não precisou tomar uma medida mais enérgica.
Em 2020, a apresentadora Janaína Xavier, do SporTV, foi suspensa por postar uma foto com a deputada federal e então candidata à prefeitura de São Paulo Joice Hasselmann um dia antes do pleito municipal. A Globo considerou aquela uma falha bastante grave.
42% do Jornalista da.Globo. São da direita, mas. Se tirar uma foto ao lado da Bandeira do Brasil vai ficar de férias…Isso lembra Cuba. Que tiver uma foto do Tio , não pode deixar o País kkkkk….O bom da história é que na Venezuela as novelas da Globo quase ninguém assiste más..e é grátis, em Cuba. Nem. Se fala da Globo…
42% dos Jornalistas da.Globo. São da direita, mas. Se tirar uma foto ao lado da Bandeira do Brasil vai ficar de férias…Isso lembra Cuba. Quem tiver uma foto do Tio Sam, não pode deixar o País kkkkk….O bom da história é que na Venezuela as novelas da Globo quase ninguém assiste más..e é grátis, em Cuba. Nem. Se fala da Globo…
A 5ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) confirmou, nessa terça-feira (19), a decisão monocrática do desembargador convocado Leopoldo de Arruda Raposo e manteve a condenação do ex-ministro da Casa Civil José Dirceu, no governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em processo que apurou condutas ilícitas na Petrobras no âmbito da Operação Lava Jato.
Em decisão do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), Dirceu havia sido condenado a 27 anos e quatro meses de prisão, em regime inicial fechado pelos crimes de associação criminosa, corrupção ativa e lavagem de dinheiro.
No atual parecer, Raposo reduziu a pena para 27 anos e um mês de reclusão, também em regime inicial fechado, entendendo ser indevida a valoração negativa das circunstâncias do crime de lavagem de dinheiro.
Segundo o Ministério Público, o ex-ministro utilizou de sua influência política para indicar e manter pessoas na Petrobras, e em troca receberia valores de contratos firmados entre a petrolífera e a Engevix Engenharia.
O homem que atirou na própria esposa fez uma transmissão ao vivo nas redes sociais para explicar o que motivou o crime. Segundo ele, a “mulher é folgada”. O caso aconteceu no Guarujá, litoral paulista, na segunda-feira (18).
“Valeu pessoal, obrigado por tudo. Tentei ser o melhor, mas a mulher é folgada, entendeu? Mulher é folgada. Aí Wellington, a sua estava guardada, hein? Tu
De acordo com policiais que estavam no local, o recado de Diegliton foi gravado logo após o disparo contra a mulher. Ela foi atingida no braço, mas conseguiu fugir em seguida e passa bem.
Testemunhas informaram que o homem citado no vídeo, Wellington, seria uma pessoa com quem a vítima teria flertado há alguns anos, mas que não houve relacionamento amoroso entre os dois. “Deu sorte, hein?”, disse no vídeo.
O projeto de LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) de 2023 traz um espaço fiscal para reajuste e reestrutução das carreiras do funcionalismo público da União.
As informações foram divulgadas pelo Ministério da Economia na manhã desta segunda-feira (18), depois de a pasta ter enviado, na última semana, o projeto ao Congresso Nacional. A reserva prevista pela equipe econômica é de R$ 11,7 bilhões, R$ 10 bilhões a mais que o previsto no Orçamento de 2022.
O secretário Especial do Tesouro e Orçamento, Esteves Colnago, afirmou que não é possível dizer se o aumento será linear ou focado em determinadas carreiras, por ser uma decisão que ainda será tomada.
“A ideia é criar uma reserva semelhante ao que temos neste ano, e a decisão fica a cargo do presidente. Por questão prudencial, incluímos uma previsão para o próximo ano. Reserva para que o próximo presidente tenha um pouco mais de tranquilidade nessa decisão”, afirmou.
Se neste ano houver reajuste salarial do funcionalismo, o valor concedido deverá ser descontado do valor previsto para 2023.
Neste momento, o governo prevê um reajuste de 5% para funcionários públicos da União, de forma linear – ou seja, para todos os servidores. Colnago afirmou que o aumento de 5% não é ainda oficial e que a questão está sendo discutida.
A previsão desse reajuste geraria um impacto de R$ 6,3 bilhões no ano, o que significa que em 2023 o valor direcionado aos servidores chegaria a R$ 12,6 bilhões. Se assim for, a previsão de R$ 11,7 bilhões será insuficiente.
Apesar disso, Colnago afirma que um aumento de 5% já configura um “esforço fiscal considerável”. “O teto de gastos existe para você olhar as contas do governo. Projetamos 11 meses de déficit. Não estamos em superávit. Não estamos em uma situação em que o país está tranquilo”, disse.
O impacto de R$ 6,3 bilhões já é muito superior ao que o governo previa na peça orçamentária. A informação sobre o aumento de 5% para todos os servidores gerou reação de categorias da segurança pública, tendo em vista que o presidente Jair Bolsonaro (PL) havia prometido um reajuste maior para essas categorias, mas depois voltou atrás diante de manifestação de servidores de outras áreas.
O presidente havia prometido um reajuste salarial a servidores da PRF (Polícia Rodoviária Federal), da PF (Polícia Federal) e do Depen (Departamento Penitenciário Nacional). No ano passado, o governo articulou a aprovação no Congresso de R$ 1,7 bilhão no Orçamento para reajuste de servidores e prometeu conceder um aumento a categorias de policiais, importante base para a sua eleição.
A postura do governo gerou questionamentos e movimentos de outras categorias, que passaram a protestar pedindo isonomia por parte da gestão pública — ou seja, reajuste para todos.
Ao sancionar o orçamento, Bolsonaro manteve R$ 1,7 bilhão para o reajuste de servidores, mas sem especificar quais. No início do ano, o presidente suspendeu o aumento aos policiais e disse que poderia dar um aumento de 1% para todos, pois não havia recursos.
A ADPF (Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal) divulgou na última quinta-feira (14) uma nota em que manifesta indignação com a notícia de que o governo federal vai conceder reajuste de 5% a todos os servidores federais, e não um benefício maior direcionado às forças de segurança da União.
A entidade afirmou que, se a notícia se confirmar, o governo “não cumprirá com o compromisso firmado pelo presidente da República [Jair Bolsonaro] de promover a reestruturação das forças policiais da União”.
O projeto de LDO também prevê a possibilidade de aumentar o valor dos benefícios pagos aos servidores públicos, como auxílio-alimentação e auxílio pré-escolar.
A covid-19 deixou a ser a principal causa de morte no Brasil em março de 2022. A doença tinha voltado a liderar o ranking em janeiro e fevereiro. Subiu em janeiro impulsionada pela ômicron, variante mais transmissível do coronavírus. Com o arrefecimento da nova onda, ficou na 7ª posição entre os males que mais mataram os brasileiros em março.
O Poder360 comparou a data real das mortes por covid-19 em março de 2022 com a média de mortalidade no mesmo mês de 2016 a 2020 de todas as causas de morte no Brasil. Desde que a pandemia começou o coronavírus só não foi a principal causa de morte em 5 meses.
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Os dados de mortes por data real estão no último boletim epidemiológico (íntegra – 9 MB). Os dados de causas de morte foram obtidos de 2016 a 2020 do SIM (Sistema de Informações sobre Mortalidade). Em março de 2021, quando o país passava pela pior fase da pandemia, as mortes por covid dispararam e se descolaram das outras causas. No 3º mês do ano passado, a covid matou mais de 80.000 pessoas, 8 vezes o que mataram as isquemias do coração (como infarto), tipicamente as maiores causa de mortalidade nos últimos anos.
Em janeiro de 2022, doenças isquêmicas do coração, cerebrovasculares (como o AVC) e outras doenças circulatórias apareceram depois da covid-19 no ranking. Foram as principais causas de morte em janeiro nos últimos 5 anos.
O mesmo aconteceu em fevereiro, mês que também teve quantidade muito grande de casos e mortalidades por conta de cepa ômicron. Em março de 2022, no entanto, a pandemia voltou a arrefecer. Agora, a covid passou a aparecer no 7º lugar das maiores causas de morte no Brasil.
São cada vez mais frequentes os rumores em Brasília de que o ex-presidente Lula desistirá da sua candidatura presidencial.
Sua intenção, na qual acreditam inclusive próceres do PT, é passar o bastão para Fernando Haddad “na hora certa”, quando avaliar que sua campanha necessitar de uma jogada como esta para empolgar o eleitorado de classe média que resiste a votar nele, em razão dos processos e das múltiplas acusações de corrupção, tráfico de influência, quadrilha etc.
Na cúpula do PT atribui-se a provável desistência de Lula a sua mulher, Janja, a quem ele teria prometido, ao ser solto, que não seria candidato.
Alegando que foi presidente duas vezes e já tem lugar na História, ele pretenderia “curtir” o resto da vida com Janja, viajando, divertindo-se.
A eventual desistência resolveria o problema da aliança PT-PSB em São Paulo, liberando Lula para apoiar Márcio França ao governo estadual.
Victor Godoy Veiga foi confirmado, nesta segunda-feira (18), como o novo ministro da Educação. Ele havia assumido o posto inteirinamente em 30 de março após a saída conturbada de Milton Ribeiro do cargo. A nomeação definitiva de Godoy está publicada no Diário Oficial da União.
Godoy estava como secretário-executivo da pasta desde julho de 2020, posto assumido durante a gestão de Ribeiro. O ex-ministro deixou o governo após denúncias de que dois pastores estariam pedindo propina para facilitar a liberação de verbas da pasta.
Antes de ser o braço direito de Ribeiro no MEC, Godoy atuou na CGU (Controladoria-Geral da União) por 16 anos nos cargos de auditor federal de finanças e controle; chefe de divisão; coordenador-geral e diretor-substituto de auditoria; e diretor de auditoria da área social e de acordos de leniência.
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