O presidente Jair Bolsonaro (PL) anunciou nesta quarta-feira (16/4) que o país adotará a “bandeira verde” na cobrança de luz a partir do próximo dia 16 de abril.
Segundo ele, todos os consumidores serão beneficiados. Com isso, a conta de luz terá uma redução média de cerca de 20%. Atualmente, o país adota a bandeira de “escassez hídrica”, em vigência desde agosto do ano passado.
Quando anunciada, a previsão era de que a atual bandeira permanecesse em vigor até 30 de abril deste ano, mas o governo decidiu antecipar a mudança da tarifa.
No ano passado, o Brasil viveu a pior crise hídrica em 91 anos. As principais bacias hidrográficas que abastecem o país estavam secando em razão do baixo volume de chuvas na região dos reservatórios do Sudeste e Centro-Oeste, que respondem por 70% da geração de energia no Brasil.
Com a bandeira de “escassez hídrica”, o governo conseguiu cobrir custos de geração, transmissão e distribuição de energia durante o período de seca, quando é preciso acionar as termelétricas, que custam mais caras.
“Em 2021 o Brasil enfrentou a pior seca dos últimos 91 anos. Para garantir a segurança no fornecimento de energia elétrica, o governo federal teve que tomar medidas excepcionais”, escreveu Bolsonaro nas redes sociais.
“Com o esforço de todos os órgãos do setor elétrico, conseguimos superar mais esse desafio e o risco de falta de energia foi totalmente afastado. Os reservatórios estão muito mais cheios do que no ano passado. Os usos múltiplos da água foram preservados”, reforçou.
O sistema de bandeiras tarifárias existe no Brasil desde 2015 e foi criado com o objetivo de sinalizar os consumidores sobre a geração mais cara de energia nos momentos de escassez hídrica — inibindo o consumo –, e para gerar recursos extras para bancar a compra de energia oriunda de termelétricas.
Em entrevista, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva defende empréstimo do BNDES para construção de metrô em Caracas. “É a coisa mais normal do planeta Terra”.
Em entrevista, @LulaOficial defende empréstimo do BNDES para construção de metrô em Caracas. “É a coisa mais normal do planeta Terra”.
Para a execução da obra, governo brasileiro liberou mais de R$ 2 bilhões em empréstimos. Serviço foi executado pela Odebrecht. pic.twitter.com/PvdY2qoglJ
O helicóptero que levava o governador Cláudio Castro, na manhã deste sábado precisou fazer um pouso de emergência após colidir com uma ave. A assessoria dele informou que a aeronave foi substituída por outra. O governador seguiu, então, para uma agenda na Baixada Fluminense.
Na Baixada, o governador foi acompanhar a situação da região afetada pelas fortes chuvas que castigam o estado desde sexta-feira. Segundo fontes, o helicóptero que voava baixo, por conta do mau tempo, colidiu com um urubu, obrigando o pouso forçado. Claudio Castro nada sofreu.
De acordo com fontes do Palácio Guanabara, o governador e a primeira-dama, Analine Castro, seguiam para Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense, onde participariam da festa de aniversário do ex-secretário de Governo, Rodrigo Barcellar, que acontece neste sábado. Quando a aeronave sobrevoava nas imediações de Macaé, houve a colisão.
Segundo assessores de Castro, o helicóptero era pilotado por Adonis Lopes de Oliveira, que foi piloto da Polícia Civil, e sobrevoava baixo, por conta das condições climáticas. Após se chocar com um urubu, a aeronave teve que fazer um pouso forçado e os passageiros não se feriram.
Após o problema, uma segunda aeronave seguiu para a região para buscar Castro. O governador então decidiu seguir para a Baixada Fluminense onde fez uma visita, após as fortes chuvas que caem na região. Já a primeira-dama seguiu para Campos.
No começo da noite, o governador fez uma postagem numa rede social de sua visita a Nova Iguaçu e disse que o estado está movendo todos os esforços “para evitar uma tragédia ainda maior”. Disse ainda que prestaria toda assistência às vítimas da chuva. Cláudio Castro informou que desde a noite de sexta-feira, a Defesa Civil e o Corpo de Bombeiros estão mobilizados e já resgataram mais de cem pessoas com vida.
“Me solidarizo com todos que estão sofrendo e me comprometo a trabalhar incansavelmente para atender aos desabrigados”, postou.
O governo federal publicou na sexta-feira (1º) uma portaria que atualiza regras para a entrada no país por viajantes. De acordo com o documento, deixa de valer a exigência de quarentena obrigatória para aqueles que chegarem ao país por via aérea e que não tiverem sido vacinados contra a Covid-19.
A portaria define que os passageiros que não completaram o esquema vacinal terão que apresentar teste de Covid-19 negativo, por exame de antígeno ou diagnóstico molecular (PCR), com prazo de 24 horas. O texto retira a obrigatoriedade de apresentação de teste para pessoas vacinadas.
A portaria publicada no Diário Oficial da União (DOU) segue as orientações da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
O governo manteve a exigência do certificado de vacinação na entrada por aeroportos, terra e mar, com exceções em casos específicos, como brasileiros e estrangeiros que moram no país e não estejam completamente vacinados. O documento também reabre a fronteira internacional aquaviária.
O ex-BBB Rodrigo Mussi, vítima de um acidente de carro em São Paulo na madrugada dessa quinta-feira (30), sofreu traumatismo craniano e fraturas pelo corpo. Seu estado de saúde é considerado delicado, porém estável, informou sua assessoria.
Rodrigo foi submetido a uma cirurgia múltipla, na perna e na cabeça. A informação também foi confirmada por um dos melhores amigos do ex-BBB pelo Instagram.
De acordo com a assessoria de Rodrigo, ele está internado no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, na capital paulista. Procurado, o HC disse que não tem autorização para passar informações sobre o estado de saúde do paciente.
Rodrigo estava como passageiro em um carro de aplicativo que se envolveu em um caminhão carregado com soja na Marginal Pinheiros, na capital paulista. O ex-brother foi arremessado para fora do veículo e levado ao hospital em estado grave. Ele estaria sem cinto. O motorista passa bem.
A paraibana Silvana Pilipenko, de 53 anos, que estava desaparecida a quase um mês, postou um vídeo no Instagram contando como foram seus últimos dias enquanto tentava sair de Mariupol, cidade que vivia com o marido e com a sogra e que agora está totalmente destruída por causa da invasão russa que já dura mais de um mês.
“Saímos do território ucraniano faz dois dias. Estamos em um pequeno vilarejo na Crimeia”, disse. Silvana informou que sentiu necessidade de realizar a postagem nas redes sociais devido às mensagens de carinho que recebeu durante esses dias. “Eu, minha sogra e meu esposo estamos fisicamente bem, mas emocionalmente abalados. Precisamos de um tempo para nos reconstruir”, disse e agradeceu a todos que se preocuparam, mandaram mensagens de apoio e fizeram orações.
O caso da interferência de Jair Bolsonaro na Polícia Federal é um escândalo à parte da política nacional. O presidente era praticamente réu confesso após a desastrosa reunião ministerial e todas suas declarações públicas no antigo “cercadinho” sobre trocar superintendentes – especialmente a do Rio de Janeiro onde sua família era investigada – mas Bolsonaro virou o jogo de forma surpreendente, venceu e jogou Sergio Moro no limbo.
O ex-juiz da Lava Jato e ex-ministro da Justiça, agora, perdeu seu timing político, mesmo tendo saído do governo atual achando que derrubaria o presidente, assim como tirou Lula da disputa em 2018. Acabou, de novo, derrotado.
“Nenhuma prova consistente para a subsunção penal foi encontrada. Muito pelo contrário, todas testemunhas ouvidas foram assertivas em dizer que não receberam orientação ou qualquer pedido, mesmo que velado, para interferir ou influenciar investigações conduzidas na Polícia Federal”, afirmou o relatório da própria PF que inocentou Bolsonaro.
Não dá nem para dizer que Moro também saiu ganhando porque a acusação de denunciação caluniosa contra ele – após ter acusado o presidente de interferir na polícia – também foi arquivada. Isso será esquecido rapidamente.
O que ficará para a história é como Moro perde em sequência. Perde para Lula, que virou o jogo em todos os processos abertos pelo ex-juiz contra o petista. Perde para Bolsonaro, que agora pode tripudiar dizendo que venceu seu ex-ministro, como havia dito que faria.
Aliás, de quem Moro não perde?
Está pronto para perder dos dois de novo na disputa presidencial, como mostram as pesquisas. Não se viabiliza politicamente nem mesmo “roubando” votos de Bolsonaro, que faz um péssimo governo e ainda vai mal na economia, entre os eleitores de direita.
Há quem repita em Brasília que se Moro tivesse saído da magistratura em 2018… ganharia a eleição e seria o atual presidente da República.
Mas a história correta é: Moro prendeu o líder das pesquisas (sabe-se, agora, que violando regras do estado democrático de direito), foi trabalhar para o segundo colocado na disputa, que venceu as eleições por causa dele, e hoje patina nas pesquisas por sua própria incompetência.
Pior: vê agora sua principal acusação contra o presidente cair por terra e ele mesmo, Moro, ficar ainda mais sem credibilidade.
O governador de São Paulo, João Dória vai anunciar nesta quinta-feira, às 16h a permanência no governo de São Paulo e a consequente desistência na disputa para a presidência da república.
Há rumores de que Dória vai sair do PSDB, como informa a plataforma The Investor, após ele se sentir isolado dentro do partido e tomou a atitude para criar uma crise dentro da legenda, começando por São Paulo.
Doria, que sempre foi visto com um estranho no ninho tucano, venceu as prévias para disputar a presidência da República pelo PSDB numa eleição conturbada.
Caso não consigam convencer Dória até o fim da tarde, a saída do partido eria lançar Eduardo Leite, que renunciou o cargo de governador do Rio Grande do Sul.
A mãe da artesã Silvana Pilipenko, paraibana que estava desaparecida na Ucrânia, falou nesta quarta-feira (30) sobre a conversa que teve com a filha quando conseguiu estabelecer o primeiro contato depois de 26 dias. Silvana chegou na Crimeia, região anexada à Rússia em 2014, com o marido e a sogra, carregou o celular e entrou em contato com a família por volta de meia noite desta quarta. “Ela disse que escondeu muito o celular [durante a viagem] para poder chegar com o celular e dar notícia”, conta Antônia Vicente, mãe de Silvana.
Silvana relatou para a mãe que durante a viagem de Mariupol para a Crimeia ficou bastante cansada. Além disso, a sogra estava doente e no percurso havia muitas barreiras. Portanto, o carro fez várias paradas, inclusive, para ser revistado. “Tiravam até os tapetes e abriam as mochilas”, conta Antônia Vicente sobre relato da filha.
Silvana foi localizada pelo filho dela, Gabriel Pilipenko, no apartamento onde ela mora, na cidade de Mariupol, na terça-feira (29). Ele ligou rapidamente para a família, no Brasil, e informou que todos estavam indo para a casa de familiares do pai dele, Vasyl Pilipenko, na Crimeia.
Na Crimeia, fez a primeira ligação. “Eu fiquei muito feliz e, ao mesmo tempo, fiquei um pouco nervosa porque ela falou comigo chorando, dizendo que estava pedindo a Deus para não morrer, porque eu já tinha perdido um filho e não sabia se eu ia aguentar suportar mais essa dor de ela morrer também”, revela Antônia.
Para Mere, Silvana relatou que para sobreviver, pegava água em um rio próximo a casa dela, mas contou que a comida já estava ficando bem escassa e que estavam racionando os alimentos. Também sentiu muito frio durante esse tempo, porque o prédio em que estava foi bombardeado e, por isso, as janelas estavam quebradas e abertas.
“A gente ficou bem preocupado, mas não tínhamos certeza qual o andar dela. O prédio tem cinco andares, mas é bem extenso. Tentamos ver por satélite, mas a imagem era muito ruim. Então estávamos preocupados, porque não tínhamos certeza se ela estava”, conta Mere.
Para a mãe, não havia dúvidas de que a filha estava bem. “Meu coração sempre dizia que não tinha acontecido nada de mau com ela, que ela estava sã, perfeita, do jeito que ela saiu daqui”, desabafa Antônia Vicente.
Durante uma entrevista ao programa “Conversa com Bial” da Rede Globo, o Ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira rebateu o apresentador Pedro Bial, após o global afirmar que Lula não precisa dar entrevistas.
Nogueira afirmou que há estados em que o petista não pode sequer sair na rua. Veja vídeo:
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