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Defesa de Silvinei Vasques pedirá redução de pena após condenação por trama golpista

Silvinei Vasques é preso no Paraguai em tentativa de fuga - 26/12/2025 - Política - Folha

A defesa do ex-diretor da PRF (Polícia Rodoviária Federal) Silvinei Vasques pretende apresentar à Primeira Turma do STF um embargo de declaração com pedido de redução da pena. Vasques recebeu condenação superior a 24 anos de prisão por envolvimento na trama golpista.

O ex-dirigente da PRF iniciou uma rota de fuga para o Paraguai na madrugada de quinta-feira (25), utilizando um carro alugado. Segundo a Polícia Federal, ele rompeu a tornozeleira eletrônica pouco antes de deixar o Brasil em direção ao país vizinho.

Vasques acabou detido provisoriamente no aeroporto paraguaio ao tentar utilizar um documento falso.

As autoridades locais comunicaram a polícia brasileira, que havia emitido um alerta de fuga. Em seguida, o ministro do STF Alexandre de Moraes determinou a prisão preventiva de Vasques. Ainda não há informações sobre a data de retorno ao Brasil.

Apesar do episódio, o advogado Eduardo Simão afirmou que a tentativa de fuga não interfere no pedido de redução da pena. “Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa”.

Os crimes

A condenação ocorreu em 16 de dezembro. Na ocasião, a Primeira Turma do STF condenou Vasques pelos crimes de tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, organização criminosa e dano qualificado.

Vasques havia sido preso em 2023 e solto em agosto do mesmo ano, mediante o cumprimento de medidas cautelares, entre elas o uso de tornozeleira eletrônica.
R7

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Crianças e adolescentes são as principais vítimas de violações de direitos na Paraíba em 2025

Entre janeiro de dezembro de 2025, a Paraíba contabilizou mais de 75 mil denúncias de violações de direitos humanos. Os dados são do Disque 100, o canal nacional de denúncia de violações de direitos humanos, divulgados nesta sexta-feira (26).

As denúncias foram realizadas por meio de atendimento telefônico, WhatsApp, Telegram, chat, videochamada em Língua Brasileira de Sinais (Libras) e e-mail.

No estado, as principais vítimas de violações de direitos humanos registradas pelo Disque 100 são crianças e adolescentes (28.008), pessoas idosas (18.919) e pessoas com deficiência (13.437).

Perfil do agressor

Em relação ao perfil do agressor, os registros apontam forte incidência de pessoas com vínculo próximo à vítima, como familiares ou integrantes do convívio cotidiano. Também aparecem situações em que a própria vítima realiza o registro, além de casos envolvendo pessoas que moravam na mesma residência, ainda que sem laço familiar direto.

Entre as dez espécies de violações de direitos humanos mais recorrentes registradas pelo Disque 100 em 2025, destacam-se a negligência contra a integridade da vítima, com 68.426 registros, seguida de restrições à liberdade (3.746) e direitos sociais (1.810).

Brasil

Ao longo de 2025, até o dia 14 de dezembro, o Disque 100 contabilizou 617.837 denúncias, registradas em todo o território nacional, e 4,4 milhões de violações de direitos humanos, o que evidencia que uma única denúncia pode reunir múltiplas violações associadas.

Em comparação, 2024 registrou mais de 650,4 mil denúncias, com 4,3 milhões de violações de direitos humanos.

Blog do BG PB

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Hugo Motta defende debate sobre fim da escala 6×1 em 2026: “Sem ideologia”

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou que pretende conduzir, em 2026, um debate “equilibrado” e sem viés ideológico sobre o fim da escala de trabalho 6×1. Segundo ele, a discussão deve envolver tanto trabalhadores quanto empresários.

“Nós queremos conduzir isso com muito equilíbrio, escutando os dois lados. Essa é uma pauta que nós temos que entrar o ano com a perspectiva de discutir melhor essa questão da escala 6×1. Sem ideologia, sem questão política, com equilíbrio, que é o que o Brasil precisa”, disse o deputado em entrevista à TV Câmara.

O fim da escala 6×1 é hoje uma das principais apostas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e de partidos do campo progressista para a disputa eleitoral do próximo ano. O tema ganhou centralidade no debate político a partir do PSOL, impulsionado pela atuação de Rick Azevedo, eleito vereador no Rio de Janeiro com a proposta como eixo central da campanha.

Em 2024, a pauta passou a contar também com o apoio da deputada federal Érika Hilton (PSOL-SP). O governo Lula incorporou o tema mais adiante, mas refuta a avaliação de que tenha chegado atrasado à discussão.

No início deste mês, o Senado Federal deu aval a uma PEC (Proposta de Emenda à Constituição) que trata da mudança. O texto prevê a redução da jornada semanal de 44 para 36 horas, fixa o limite de oito horas diárias e permite a organização do trabalho em até cinco dias por semana, sem corte de salários.

R7

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Ex-diretor da PRF é preso no Paraguai após tentativa de fuga

Foto: Valter Campanato

O ex-diretor-geral da PRF (Polícia Rodoviária Federal) Silvinei Vasques foi preso na madrugada desta sexta-feira (26) no Aeroporto Internacional Silvio Pettirossi, em Assunção, no Paraguai.

A CNN apurou que Silvinei rompeu sua tornozeleira eletrônica e viajou de Santa Catarina, onde mora, ao Paraguai de carro. No país vizinho, tentava embarcar em um voo com destino a El Salvador, país da América Central.

Na semana passada, Silvinei foi condenado a 24 anos e seis meses de prisão pela Primeira Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) por participação em tentativa de golpe de Estado. Ainda cabe recurso, por isso o ex-diretor aguardava em liberdade. 

De acordo com o STF, Silvinei teria coordenado o emprego das forças policiais para dificultar que eleitores considerados desfavoráveis a Jair Bolsonaro (PL) chegassem a seus locais de votação no dia do segundo turno das eleições de 2022. Depoimentos de testemunhas relatam que Silvinei teria dito que “era hora de a PRF tomar um lado”.

Os ministros do Supremo também citaram a “inércia criminosa” do então diretor-geral da PRF durante os bloqueios de rodovias por caminhoneiros após as eleições.

“A PRF cruzou os braços para a paralisação de inúmeras rodovias federais, usadas para transporte de alimentos, de medicamentos… mas ele simplesmente não desobstruía. Foi necessário uma determinação minha”, afirmou o ministro Alexandre de Moraes, relator da ação, em voto.

CNN

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DECEPCIONOU: MST diz não esperar grande reforma agrária sob Lula

MST em marcha por Lula Livre

 

A integrante da Direção Nacional do MST (Movimento dos Trabalhadores Sem Terra) Ceres Hadich disse que o movimento não tem expectativa para uma grande reforma agrária nesse terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Segundo ela, o período político vivido pelo Brasil e questões orçamentárias são alguns dos entraves.

O MST, que apoiou a eleição de Lula em 2022, tem manifestado insatisfação com a condução da política agrária desde o início da atual gestão federal. Em julho deste ano, por exemplo, lançou uma campanha nacional com o questionamento “Lula, cadê a reforma agrária?”.

“O que a gente está vendo o governo fazer dentro das suas possibilidades, não orçamentárias, é regularização fundiária, assentamento de famílias dentro de projetos de assentamento que já existem, regularização e reconhecimento de áreas quilombolas”, disse Ceres em entrevista à jornalista Danielle Brant, da Folha de S.Paulo.

Segundo ela, essas ações “são muito importantes”, mas “fogem a esse enfrentamento direto à demanda pela luta pela terra no Brasil”.

A integrante do MST disse que o MDA (Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar) não tem “um orçamento condizente com as necessidades” atuais do Brasil para a realização da reforma agrária.

Se Lula for reeleito em 2026, ela afirmou que o movimento espera que a discussão ganhe peso. Enquanto isso, o MST vai “seguir pressionando o governo federal para que ele faça o assentamento das famílias e que ajude a desenvolver os assentamentos que já existem no Brasil”.

Ela declarou: “Mais do que isso, que a gente também aponte no horizonte de um novo governo a possibilidade de ter, de fato, um projeto claro para a realização da reforma agrária no país”.

Poder360

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Após cirurgia, Bolsonaro deve passar por bloqueio no nervo frênico

Foto: Wilton Junior/Estadão Conteúdo

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) poderá ser submetido a um novo procedimento médico para tratar crises persistentes de soluços. A equipe que o acompanha avalia a realização de um bloqueio anestésico do nervo frênico, estrutura que se estende da coluna cervical até o diafragma e está relacionada ao controle da respiração.

Na manhã desta quinta-feira (25), Bolsonaro passou por uma cirurgia para correção de uma hérnia inguinal bilateral. Segundo os médicos, o procedimento ocorreu dentro do previsto, sem intercorrências, teve início por volta das 9h30 e durou aproximadamente quatro horas. Agora, uma nova avaliação está marcada para a próxima segunda-feira (29), quando será decidida a necessidade da intervenção adicional.

Até lá, a equipe médica prioriza o ajuste da medicação, a adequação da dieta e a observação da evolução clínica para tentar controlar os soluços. De acordo com o cirurgião geral Claudio Birolini, o bloqueio do nervo frênico é um procedimento invasivo, embora considerado seguro, e busca provocar uma anestesia temporária do nervo.

Birolini alertou que, entre os riscos, está a possibilidade de paralisia temporária do músculo do diafragma, o que pode causar dificuldade respiratória e exigir suporte ventilatório até o fim do efeito anestésico. Caso o procedimento seja realizado, o tempo de internação pode ser ampliado além dos cinco a sete dias inicialmente previstos para o pós-operatório da cirurgia.

A alta hospitalar, segundo os médicos, dependerá da evolução clínica e da capacidade de Bolsonaro retomar atividades básicas de autocuidado. Questionada sobre a possibilidade de retorno do ex-presidente à Superintendência da Polícia Federal após a internação, a equipe afirmou que ainda é cedo para qualquer definição e que a decisão dependerá da recuperação nos próximos dias.

Com informações da CNN

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Câmara dos deputados proíbe condenados de lucrar com obras ligadas ao crime cometido

Foto: Suzane von Richthofen e Elize Matsunaga — Foto: Reprodução

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara aprovou no último dia 17 um projeto que proíbe condenados de receber valores por obras intelectuais relacionadas ao crime cometido.

Como a proposta tem caráter terminativo, o texto segue agora para análise do Senado.

De autoria do deputado Altineu Côrtes (PL-RJ), o projeto previa inicialmente a mudança no Código Penal, mas a relatora Bia Kicis (PL-DF) transferiu a vedação para a Lei de Direitos Autorais.

O texto também permite que vítimas ou herdeiros acionem a Justiça para requerer indenização por danos morais caso o condenado receba qualquer valor ligado à obra.

Segundo Bia Kicis, a proposta busca impedir que crimes se tornem fonte de lucro, citando casos como Suzane von Richthofen, Elize Matsunaga e o goleiro Bruno.

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Cirurgia de Bolsonaro foi um sucesso e sem intercorrências, diz Michelle

Imagem: reprodução/Instagram

A cirurgia para correção de hérnia inguinal do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) foi concluída por volta das 12h50 desta quinta-feira (25) e ocorreu sem intercorrências, segundo a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro.

O procedimento durou cerca de quatro horas, conforme previsão médica, e havia sido autorizado na última segunda-feira (23) pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

Durante a internação, Bolsonaro terá como principal acompanhante Michelle Bolsonaro e poderá receber visitas dos filhos, também autorizadas pelo STF.

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Moraes e Galípolo omitiram encontros das agendas oficiais

Fotos: Lula Marques/ Agência Brasil | Wilton Junior/Estadão

O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, e o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), não registraram em suas agendas oficiais encontros realizados recentemente entre ambos. A informação é da coluna da jornalista Andreza Matais, do Metrópoles.

Em nota divulgada na terça-feira (23), Moraes informou ter se reunido com Galípolo em duas ocasiões: em 14 de agosto, após o ministro ser alvo de sanções dos Estados Unidos com base na Lei Magnitsky, e em 30 de setembro, depois de a mesma medida atingir sua esposa, a advogada Viviane Barci de Moraes.

Apesar da confirmação, nenhum dos encontros consta nas agendas públicas. Moraes não divulga seus compromissos oficiais.

Já Galípolo costuma registrar reuniões no sistema e-Agendas, da Controladoria-Geral da União (CGU), mas não há registros no dia 14 de agosto. Em 30 de setembro, duas audiências previstas foram listadas, mas ambas acabaram canceladas. Procurado pela coluna da jornalista Andreza Matais, do Metrópoles, o chefe de gabinete de Galípolo não respondeu.

 

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Jair Bolsonaro oficializa pré-candidatura de Flávio em carta antes de cirurgia; leia a íntegra

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) leu nesta quinta-feira (25), na porta do hospital onde Jair Bolsonaro está internado, uma carta manuscrita pelo ex-presidente antes de passar por uma cirurgia.

No texto, Bolsonaro afirma que decidiu indicar Flávio Bolsonaro como pré-candidato à Presidência da República em 2026. Embora a carta traga a data de 25 de dezembro, Flávio disse que recebeu o documento no dia 23, por meio de um advogado, e que ele teria sido escrito na Superintendência da Polícia Federal.

Segundo o senador, a carta serve para eliminar dúvidas sobre a posição do pai e reforçou a necessidade de unidade da direita para enfrentar o PT. “Para mim, não muda nada, mas pode mudar para quem duvidava”, afirmou.

Bolsonaro passa por uma cirurgia de hérnia inguinal na manhã do Natal, com duração estimada de três horas. De acordo com Flávio, o ex-presidente está sem soluços, e os médicos ainda avaliarão se será necessário outro procedimento.

Leia a íntegra da carta:

“Ao longo da minha vida, tenho enfrentado duras batalhas, pagando um preço alto, com a minha saúde e família, para defender aquilo que acredito ser o melhor para o nosso Brasil.”

Diante desse cenário de injustiça, e com o compromisso de não permitir que a vontade popular seja silenciada, tomo a decisão de indicar Flávio Bolsonaro como pré-candidato à presidência da república em 2026.”

Entrego o que há de mais importante na vida de um pai: o próprio para a missão de resgatar o nosso Brasil. Trata-se de uma decisão consciente, legítima e amparada no desejo de preservar a representação daqueles que confiaram em mim.”

Ele é a continuidade do caminho da prosperidade que iniciei bem antes de ser presidente, pois acredito que precisamos retomar a responsabilidade de conduzir o Brasil com justiça, firmeza e lealdade dos anseios do povo brasileiro.”

Que Deus abençoe e o capacite na liderança dessa corrente de milhões de brasileiros que honram a Deus, a pátria, a família e a liberdade.”

Brasília, 25 de dezembro de 2025.

Jair Messias Bolsonaro.”

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