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Caso Master: CNJ deve engavetar pedido para investigar Moraes

Foto: Reprodução

O CNJ (Conselho Nacional de Justiça) tende a arquivar o pedido feito pelo deputado Sanderson para apurar a conduta do ministro Alexandre de Moraes, do STF. A avaliação interna é de que o engavetamento será quase automático, sem análise do mérito, porque ministros do STF não estão sujeitos à atuação do Conselho.

Sanderson pediu a “instauração de procedimento apuratório”, alegando que Moraes teria atuado junto ao Banco Central em defesa do Banco Master. O parlamentar aponta que a esposa do ministro, a advogada Viviane Barci, teria contrato de prestação de serviços com a instituição financeira.

Moraes nega a acusação e afirma que as reuniões ocorreram para tratar das consequências da aplicação da Lei Magnitsky. Essa lei é um instrumento de sanções internacionais dos Estados Unidos e, segundo o ministro, o tema foi discutido após sanção imposta a ele pelo então presidente norte-americano Donald Trump.

O próprio CNJ informa que fiscaliza deveres funcionais de magistrados do Judiciário, “exceto o STF”. Assim, eventuais apurações contra ministros da Corte caberiam ao plenário do próprio tribunal.

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Jair Bolsonaro faz nova endoscopia e tem previsão de alta para esta quinta-feira (1º)

Foto: Adriano Machado/Reuters

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) passou por um novo exame de endoscopia na manhã desta quarta-feira (31) e apresentou quadro estável, sem intercorrências, segundo sua equipe médica.

Internado desde o dia 24 no hospital DF Star, em Brasília, Bolsonaro foi submetido a uma cirurgia de hérnia e, nos últimos dias, enfrentou picos de hipertensão e crises persistentes de soluço. Por causa do problema, passou por três procedimentos cirúrgicos entre sábado (27) e terça-feira (30), todos para bloqueio do nervo frênico.

De acordo com os médicos, trata-se de um quadro raro de soluços persistentes. Bolsonaro também apresenta apneia do sono severa, com até 50 episódios por hora, o que tem contribuído para a elevação da pressão arterial. Para auxiliar na respiração durante o sono, ele passou a utilizar aparelho CPAP.

A endoscopia realizada nesta quarta-feira teve como objetivo avaliar um possível refluxo gastroesofágico. A expectativa da equipe médica é de alta nesta quinta-feira (1º), caso não haja novas intercorrências.

A ida ao hospital foi autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF, já que Bolsonaro cumpre pena por tentativa de golpe de Estado e está detido na Superintendência da Polícia Federal no Distrito Federal.

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Revista britânica “Economist” desaconselha reeleição de Lula

Foto: Reprodução

A revista britânica Economist publicou um editorial (para assinantes) em que recomenda que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não concorra à reeleição em 2026. A publicação aponta a idade do chefe do Executivo como o principal entrave para um eventual 4º mandato.

O texto, divulgado nesta 3ª feira (30.dez.2025), também descreve o senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) como “impopular e ineficaz” e sugere o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), como uma alternativa para a direita.

Lula completou 80 anos em outubro. Caso vença as eleições de 2026, encerraria um eventual 4º mandato aos 85 anos.

“Apesar de todo o seu talento político, é simplesmente arriscado demais para o Brasil ter alguém tão idoso no poder por mais quatro anos. Carisma não é escudo contra o declínio cognitivo”, afirma o editorial.

O editorial também traça um paralelo com os Estados Unidos ao citar o caso de Joe Biden. A revista afirma que candidatos com mais de 80 anos carregam riscos elevados, lembrando que Biden tinha 81 anos no mesmo ponto do ciclo eleitoral de 2024 e que sua tentativa de reeleição terminou de forma desastrosa.

A revista avalia que o presidente “não tem adversários sérios no centro ou na esquerda” capazes de substituí-lo na disputa presidencial. Para a publicação, o Brasil “merece escolhas melhores” em 2026, ainda que reconheça a “robustez” das instituições democráticas do país em 2025.

Sobre Flávio Bolsonaro, cuja pré-candidatura tem apoio do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), o texto afirma: “Flávio é impopular, ineficaz e quase certamente perderia uma disputa contra Lula”. A revista acrescenta que “outros possíveis candidatos estão sendo cogitados, incluindo alguns governadores competentes”.

Nesse contexto, a Economist sugere que Tarcísio de Freitas “deveria ter a coragem de se lançar na disputa” e afirma que, “ao contrário dos Bolsonaros, ele é ponderado e democrata”.

O governador, porém, já declarou que não concorrerá ao Planalto. Em 18 de dezembro, manifestou apoio à pré-candidatura de Flávio Bolsonaro.

A revista considera improvável que Lula desista da candidatura e defende que partidos de oposição se unam em torno de um nome capaz de superar a “polarização dos anos Lula-Bolsonaro”.

Para a Economist, o perfil ideal seria o de um político de centro-direita que “reduza a burocracia, mas não as florestas tropicais; seja rigoroso com o crime, sem desrespeitar as liberdades civis; e respeite o Estado de Direito”.

Poder360

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Trabalhadores dos Correios encerram greve na Paraíba após acordo no TST

Os trabalhadores dos Correios na Paraíba aprovaram o fim da greve da categoria, que havia sido iniciada no último dia 17 de dezembro. A decisão foi tomada por unanimidade durante assembleia realizada na noite da terça-feira (30) pelo Sindicato dos Trabalhadores em Correios e Telégrafos na Paraíba (Sintect-PB).

O encerramento do movimento grevista ocorre após deliberação do Tribunal Superior do Trabalho (TST), que definiu um reajuste salarial de 5,1% para os empregados da estatal, uma das principais reivindicações da categoria. Na decisão, o TST também reconheceu que a greve não teve caráter abusivo, mas determinou o retorno imediato dos trabalhadores às atividades.

Em nota, o Sintect-PB avaliou o resultado como positivo para os trabalhadores. Segundo o sindicato, “a decisão representa uma vitória da mobilização e da luta coletiva, que barrou a tentativa da empresa de retirar direitos históricos da categoria”.

Ainda de acordo com o sindicato, os serviços dos Correios na Paraíba que estavam paralisados foram retomados a partir da 0h desta quarta-feira (31), com a normalização gradual das atividades nas agências e nos centros de distribuição.

Com informações de Portal Correio

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Bolsonaro deve passar por novo procedimento médico nesta quarta (31)

Foto: Hugo Barreto/Metrópoles

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) deve ser submetido a mais um procedimento médico nesta quarta-feira (31), véspera de Ano-Novo. De acordo com boletim divulgado por sua equipe médica na terça-feira (30), está prevista a realização de uma endoscopia para avaliar um quadro de refluxo gastroesofágico, após novas intervenções para controlar crises persistentes de soluço.

Caso o exame seja realizado, esta será a quinta intervenção médica desde a internação de Bolsonaro no hospital DF Star, em Brasília, na véspera de Natal. Na segunda-feira (29), ele passou por um reforço no bloqueio do nervo frênico, procedimento de radiointervenção com anestesia utilizado para interromper temporariamente a função do diafragma e conter os soluços.

Segundo os médicos, o efeito do anestésico aplicado dura entre 12 e 18 horas, período em que o ex-presidente permanece internado para observação. Após a intervenção mais recente, Bolsonaro apresentou uma crise de hipertensão, mas o quadro foi considerado estável pela equipe médica.

Os profissionais de saúde informaram ainda que, antes do novo procedimento, Bolsonaro chegou a registrar cerca de 50 episódios de apneia do sono por hora, fator que contribuiu para a indicação da endoscopia. A previsão é de que ele passe o Réveillon hospitalizado, com possível alta em 1º de janeiro, caso não haja intercorrências.

Apesar do boletim médico, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro informou nas redes sociais que o ex-presidente foi submetido a um novo reforço no bloqueio do nervo frênico na terça-feira, reforçando que o tratamento segue em andamento para controle do quadro clínico.

Com informações do Metrópoles

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Correios recebem R$ 10 bilhões em empréstimos com aval da União para evitar colapso financeiro

Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

Os Correios receberam nesta terça-feira (30) um repasse de R$ 10 bilhões em empréstimos após a publicação do contrato de garantia entre a União e um consórcio de bancos, firmado para socorrer a situação financeira da estatal. O acordo total prevê R$ 12 bilhões, sendo que os R$ 2 bilhões restantes devem ser liberados em janeiro.

A confirmação foi obtida com exclusividade pelo g1.

O contrato, publicado no Diário Oficial da União, envolve Itaú, Bradesco, Santander, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal, com validade até 2040 e garantia do governo federal. Na prática, o Tesouro Nacional atua como avalista da operação, assumindo o risco caso a empresa não consiga honrar os pagamentos, o que reduz a exposição dos bancos.

Com a liberação do crédito, os Correios conseguiram pagar os salários de dezembro, estimados em R$ 300 milhões. Segundo o presidente da estatal, Emmanoel Rondon, Banco do Brasil, Caixa e Bradesco aportarão R$ 3 bilhões cada, enquanto Itaú e Santander contribuirão com R$ 1,5 bilhão cada. A taxa de juros foi fixada em 115% do CDI, com carência de três anos e início dos pagamentos em 2029.

Apesar do alívio momentâneo, a situação financeira da empresa segue crítica. O plano de reestruturação prevê corte de R$ 2 bilhões em gastos com pessoal, venda de imóveis, fechamento de mil agências e um programa de demissão voluntária que pode reduzir em até 15 mil o quadro de funcionários. A estatal acumula 12 trimestres consecutivos de prejuízo.

No primeiro semestre de 2025, os Correios registraram prejuízo de R$ 4,3 bilhões, mais que o triplo do resultado negativo do mesmo período de 2024. A direção admite que o modelo econômico da empresa deixou de ser viável e alerta que, sem ajustes rápidos, o rombo pode chegar a R$ 23 bilhões em 2026, mesmo com novos empréstimos e aportes em análise.

Com informações do G1

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Mortes por álcool ao volante sobem 14,6% nas rodovias federais em 2025

Foto: PRF/divulgação

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) registrou 204 mortes em acidentes envolvendo motoristas alcoolizados entre janeiro e novembro de 2025. O número representa aumento de 14,6% em relação ao mesmo período de 2024, quando foram contabilizados 178 óbitos.

No período, a PRF também contabilizou mais de 3.350 acidentes relacionados ao consumo de álcool. Foram registradas mais de 7 mil infrações por embriaguez ao volante e cerca de 40 mil autos de infração por recusa ao teste do bafômetro. Ao todo, 3.070 motoristas foram detidos, número 16% menor que em 2024.

Diante do cenário, a PRF iniciou nesta terça-feira (30) a Operação Ano Novo, com reforço da fiscalização nas rodovias federais de todo o país até o próximo domingo (4), com foco na prevenção de acidentes e na segurança viária.

Saiba as recomendações da PRF para viagens no final do ano

  • Faça a revisão do veículo;

  • Acompanhe as condições meteorológicas;

  • Veja as condições da rodovia;

  • Descanse antes da viagem;

  • Use o cinto de segurança e os equipamentos obrigatórios;

  • Ultrapasse apenas em locais permitidos;

  • Não consuma bebidas alcoólicas antes de dirigir;

  • Respeite os limites de velocidade;

  • Não use o celular ao volante.

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Brasil

Soluços de Bolsonaro voltam apesar de duas cirurgias, diz Carlos

Procedimento contra soluço: Bolsonaro tem alta prevista para o Ano Novo

Carlos Bolsonaro postou nas redes sociais, na manhã desta terça-feira (30), que o ex-presidente Jair Bolsonaro voltou a ter crises de soluço, apesar de dois procedimentos para correção. Carlos passou a noite com o pai e disse que ele iniciou um “tratamento para apneia do sono com aparelho próprio e está em fase de adaptação. Sua flora digestiva apresenta boa evolução após as novas cirurgias de hérnias realizadas no último dia 25, e sua pressão segue sendo monitorada após novos picos.”

“Os níveis de ferro no sangue continuam sendo controlados devido à sua ineficiência.”

Réveillon no hospital

Segundo o cirurgião Cláudio Birolini, a expectativa é de que Bolsonaro passe o Reveillón no hospital DF Star, na capital federal. “A gente precisa de pelo menos 48 horas para avaliação de resultados e complicações. Ainda está prevista a realização de uma nova endoscopia digestiva alta. Estamos trabalhando com a hipótese de que, se não houverem novas intercorrências, novos problemas, que ele fique aqui até quinta-feira (1º)”, afirmou em coletiva.

Já o médico cardiologista Brasil Caiado aponta que o quadro de soluços do político é classificado como “persistente ou intratável”. “Eles [soluços] são decorrentes de outras doenças, mas comumente de pós cirurgia do abdômen, que é um problema que o presidente tem, e também de doenças do trato gastrointestinal, que também ele tem. Por causa disso, e de ter este quadro com essa severidade, demandou um pouco mais de cuidado da nossa parte.”

O procedimento, de acordo com o radiologista intervencionista Mateus Saldanha, durou cerca de uma hora, mas não eliminou de vez as crises de soluços. “É uma prova terapêutica, para amenizar. Se ele melhorar, vamos pensar em outros procedimentos futuros, mas nada agora.”

Banho de sol e críticas

Carlos afirmou que nesta terça, Bolsonaro irá tomar um banho de sol.

“Algo que lhe foi praticamente impossibilitado durante sua estada na Superintendência da Polícia Federal, onde sobrevive em um cubículo de 4 metros quadrados, com ar-condicionado central ligado e colado à parede de seu quarto o perturbando o dia inteiro. Parece tudo proposital, mas é só coincidência democrática”, disse o filho do ex-presidente.

“O acompanhamento integral faz-se permanente e necessário para manutenção de sua vida, e os médicos continuam trabalhando para melhoria de sua saúde. Tudo muito cansativo, mas vale cada segundo ao seu lado”, finalizou.

SBT News

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Dívida pública ultrapassa R$ 10 trilhões e escancara descontrole fiscal no governo Lula

Foto: Ricardo Stuckert / Presidência da República

Pela primeira vez na história, a dívida pública brasileira vai encerrar o ano acima da marca de R$ 10 trilhões. Sob o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o endividamento do setor público atingiu um patamar considerado histórico, representando quase 80% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional em 2025, segundo dados do Banco Central. O montante supera o PIB de cerca de 180 países.

Projeções do Instituto Fiscal Independente (IFI), ligado ao Senado, indicam que a situação tende a se agravar. A expectativa é que a dívida chegue a mais de 82% do PIB em 2026, ampliando a pressão sobre as contas públicas e reduzindo a margem de investimento do país. Embora a Dívida Bruta do Governo Geral inclua estados e municípios, cerca de 80% do total é de responsabilidade direta do governo federal.

O diretor do IFI, Marcus Pestana, avalia que o desequilíbrio fiscal se tornou um problema estrutural. Para ele, o nível de gastos do Executivo funciona como uma “doença crônica”, que compromete a capacidade de crescimento e limita o horizonte econômico do Brasil a médio e longo prazo.

A oposição também destaca o volume de despesas realizadas fora das regras fiscais. Em apenas três anos, o governo Lula autorizou R$ 324,3 bilhões em gastos extraordinários, à margem do teto e do novo arcabouço fiscal, inclusive regras criadas pela própria gestão, o que reforça as críticas sobre falta de controle e previsibilidade nas contas públicas.

Com informações do Diário do Poder

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Brasil

Após empréstimo de R$ 12 bilhões, Correios admite precisar de mais R$ 8 bilhões em 2026

Foto: Correios/Divulgação

Mesmo após contratar um empréstimo de R$ 12 bilhões para aliviar o caixa, os Correios já admitem que a injeção de recursos não será suficiente para reverter a crise financeira. Nesta segunda-feira (29), o presidente da estatal, Emmanoel Rondon, afirmou que a empresa precisará de pelo menos mais R$ 8 bilhões em 2026, seja por meio de novos empréstimos ou de aportes diretos do Tesouro Nacional.

Segundo Rondon, o plano original previa a captação de R$ 20 bilhões, mas a proposta inicial foi barrada pelo Tesouro devido às taxas de juros consideradas elevadas. Com isso, a empresa optou por uma primeira rodada de crédito de R$ 12 bilhões, contratada junto a um consórcio de bancos públicos e privados, com garantia da União e pagamento previsto até 2040. Mesmo assim, o comando dos Correios reconhece que o modelo econômico da estatal deixou de ser viável.

Para tentar estancar a sangria, a empresa anunciou um plano de reestruturação agressivo, que inclui corte de até R$ 2,1 bilhões em gastos com pessoal, fechamento de mil agências, venda de imóveis e um Programa de Demissão Voluntária (PDV) que pode reduzir o quadro em cerca de 15 mil funcionários — quase 18% da força de trabalho. A meta é interromper uma sequência de 12 trimestres consecutivos de prejuízo e evitar um rombo estimado em até R$ 23 bilhões em 2026.

Além da redução de custos, os Correios tentam recuperar receitas após perder espaço no mercado de encomendas e serem impactados pelo programa Remessa Conforme, que abriu a logística de compras internacionais para concorrentes privados. A expectativa da direção é só voltar ao lucro em 2027, enquanto admite que 2026 ainda deve ser marcado por piora no desempenho financeiro — cenário que mantém a estatal dependente de crédito público e sob forte pressão política e fiscal.

Com informações do G1

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