Brasil

Senado vai ouvir representantes de institutos sobre erros em pesquisas eleitorais

A Comissão de Transparência, Fiscalização e Controle (CTFC) pode aprovar nesta terça-feira (8) pedido do senador Carlos Portinho (PL-RJ) para ouvir os CEOs dos principais institutos de pesquisas eleitorais para uma audiência pública. Portinho alega que a grande maioria desses institutos, até às vésperas do processo eleitoral de 1º turno, apresentaram cenários políticos muito díspares em relação à votação efetiva do eleitorado.

“As eleições no 1º turno mais uma vez mostraram erros nas pesquisas de intenção de voto para além das margens de erro esperadas, com divergências severas entre o que as pesquisas apontavam e o que as urnas demonstraram. E isso não apenas para a presidência da República, mas também para diversos governos estaduais e o Senado. O 1º turno mostrou, como já havia ocorrido em 2018, a dificuldade dos institutos captarem o voto de direita. É preciso saber se tudo não passa de erros graves de metodologia ou se existe algo pior, como a intenção deliberada dos institutos ou seus contratantes, de manipular a opinião dos eleitores”, alega o senador, que é o líder do governo Bolsonaro no Senado.

Para Portinho, o quadro mais grave teria ocorrido com o instituto Ipec, que nas eleições para governador errou, para além da margem de erro, em 26 dos 27 estados. Em alguns casos, disse o senador, a diferença chegou a mais de 10 pontos percentuais. O senador considera isto um quadro grave, pois o Datafolha, por exemplo, teria detectado que 11% dos eleitores admitiram que poderiam votar num candidato apenas por ele liderar as pesquisas.

Para a audiência, Portinho sugere a presença de Marcia Cavallari, CEO do Ipec; Mauro Paulino, diretor do Datafolha; Felipe Nunes, diretor da Quaest; Andrei Roman, CEO da AtlasIntel; Marcelo Tokarski, diretor do FSB; Murilo Hidalgo, diretor da Paraná Pesquisas; Marcelo Souza, diretor da MDA; Erinaldo Patrício, diretor do Instituto Brasmarket; e Antonio Lavareda, diretor do Ipespe. Ele também quer a presença de Dulio Novaes, presidente da Associação Brasileira das Empresas de Pesquisa (ABEP) e do cientista político Paulo Kramer.

Agência Senado

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Brasil

PGR pede arquivamento de apuração da CPI da Covid contra Bolsonaro

A PGR (Procuradoria Geral da República) pediu ao STF (Supremo Tribunal Federal) o arquivamento de uma apuração preliminar contra o presidente Jair Bolsonaro (PL), seus filhos e aliados por suposta incitação ao crime durante a pandemia de covid-19.

No documento assinado nesta segunda-feira (7), a vice-procuradora-geral da República, Lindôra Maria Araujo, disse que não há “elementos mínimos capazes de amparar a instauração de uma apuração criminal ou a propositura de uma ação penal” sobre o caso.

A apuração preliminar havia sido aberta pela PGR em novembro de 2021 com base no relatório final da CPI da Covid no Senado.

Além de Bolsonaro, a apuração de suposta incitação ao crime tem como alvos o ex-ministro Onyx Lorenzoni (Cidadania), o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), o líder do governo na Câmara, deputado Ricardo Barros (PP-PR) e os deputados Eduardo Bolsonaro (PL-SP), Osmar Terra (MDB-RS), Bia Kicis (PL-DF), Carla Zambelli (PL-SP) e Carlos Jordy (PL-RJ).

Para a vice-procuradora-geral, a narrativa e as informações apresentadas “denotam a ausência das elementares típicas do crime previsto no art. 286 do CP nas publicações em mídias sociais realizadas pelo Presidente da República, Jair Messias Bolsonaro, e pelos demais indiciados”.

As condutas apontadas pela CPI da Covid incluíam o desincentivo ao isolamento social e ao uso de máscaras de proteção. O colegiado também disse que os indiciados fizeram publicações ou compartilharam conteúdos nas redes sociais com desinformação sobre o lockdown, a eficácia da vacina, a defesa do tratamento precoce contra a covid e a defesa da imunidade de rebanho pela contaminação pelo vírus.

“A Comissão Parlamentar não indica minimamente de que forma as condutas de Jair Messias Bolsonaro, Onyx Dornelles Lorenzoni, Flávio Nantes Bolsonaro, Ricardo José Magalhães Barros, Osmar Gasparini Terra, Beatriz Kicis Torrents de Sordi, Carla Zambelli Salgado de Oliveira, Carlos Roberto Coelho de Mattos Júnior enquadram-se no núcleo do tipo de incitar, no sentido de estimular, incentivar publicamente a prática de crime”, afirmou Lindôra.

Lindôra cita relatório da PF (Polícia Federal) sobre o caso que conclui não ser possível “extrair da narrativa apresentada pela CPI da Pandemia qualquer elemento que permita concluir que as manifestações realizadas, pelos indiciados, em mídias sociais sobre o uso de máscaras e o isolamento social sejam aptos a caracterizar condutas penalmente relevantes”.

“Não é possível extrair das publicações mencionadas qualquer ato de instigação ou de incitação à prática de delitos específicos”, declarou.

“Os conteúdos das publicações, embora polêmicos e passíveis de críticas e questionamentos, não extrapolaram os limites estabelecidos para o exercício da liberdade de opinião e política inerente aos mandatários, não sendo hipótese de cerceamento, quer por violação a outros direitos e garantias fundamentais, quer por esbarrar nos limites ao exercício da liberdade de expressão.”

Lindôra também afirmou que “em nenhum momento”, de acordo com análise da PF, foi possível verificar que os indiciados incitaram a população a não usar a máscara e a realizar aglomerações. “Houve, em verdade, publicações em que os indiciados manifestaram suas opiniões e ideias sobre as medidas de combate à pandemia, compartilharam reportagens e estudos científicos e questionaram as medidas impostas pelas autoridades sanitárias”.

No final de julho, a vice-procuradora-geral da República havia pedido ao STF mais 90 dias para o cumprimento de “diligências” pela PF. No começo de agosto, o ministro do STF Roberto Barroso havia prorrogado por mais 60 dias a apuração.

A PGR já pediu que o STF arquive outras 7 das 10 apurações preliminares envolvendo o presidente Bolsonaro, ministros, ex-ministros e congressistas que foram abertas com base no relatório final da CPI da Covid no Senado.

Poder 360

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Alckmin anunciará parte da equipe de transição de governo nesta terça

O coordenador da equipe de transição de Lula e vice-presidente eleito, Geraldo Alckmin, dá entrevista diante de púlpito no Senado cercado de outros políticos e imprensa - Metrópoles
Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Geraldo Alckmin (PSB) passaram a segunda-feira (7/11) participando de reuniões com aliados, em um hotel na zona sul de São Paulo.

Como resultado das negociações, o vice-presidente eleito anunciará, nesta terça-feira (8/11), em Brasília, parte dos nomes confirmados para a equipe de transição. Guilherme Boulos (Psol) já divulgou nas redes sociais que participará desse processo.

“Participarei da equipe de transição de governo para ajudar o presidente Lula no debate sobre a área de Cidades e Habitação”, escreveu o deputado federal eleito por São Paulo. O presidente nacional do Psol também fará parte do grupo.

Metrópoles

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Brasil

Defesa encaminhará relatório das urnas ao TSE nesta quarta-feira

General do Ministério da Defesa protesta contra eleição de Lula | Metrópoles

O Ministério da Defesa informou em nota agora há pouco que encaminhará ao TSE o relatório sobre as urnas na próxima quarta-feira (9). O anúncio foi feito pelo Telegram e compartilhado no perfil oficial da pasta no Twitter. A previsão era de que o envio ocorresse ainda nesta segunda.

Em 18 de agosto, o presidente do TSE, Alexandre de Moraes, intimou a Defesa a apresentar o resultado de sua auditoria no primeiro turna. A pasta informou no dia seguinte que o faria apenas após o segundo turno, porque “a emissão de um relatório parcial, baseado em fragmentos de informação”, poderia “resultar-se inconsistente com as conclusões finais”.

Como mostramos, manifestantes reunidos em frente ao Quartel General do Exército em Brasília esperam que o documento elaborado pelos militares traga algum tipo de prova de fraude na eleição. Jair Bolsonaro e seu entorno também apostam no uso do relatório para questionar oficialmente a vitória de Lula.

O Antagonista

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Brasil

Hamilton, após receber título de cidadão honorário: “Agora sou um de vocês”

Hamilton, após receber título de cidadão honorário: “Agora sou um de vocês”
Após ser ovacionado na Câmara, onde recebeu o título de cidadão honorário brasileiro, Lewis Hamilton (foto) disse estar “impressionado pelo amor e afeição dos brasileiros” com ele.

“Muito obrigado por essa recepção maravilhosa. Eu estou realmente impressionado pelo amor e afeição que vocês têm me mostrado ao longo desses anos. Não sabia o que esperar hoje, mas realmente vendo todos vocês me deu uma energia que é maravilhosa. Muito obrigado, do fundo do meu coração”, afirmou o piloto britânico de Fórmula 1.

“Realmente uma grande honra receber esse título aqui. Hoje, eu posso finalmente dizer que sou um de vocês. Eu amo o Brasil e sempre o amei. […] Tenho grandes memórias sobre o Brasil antes mesmo de ter a oportunidade de vir para cá. Dedico a homenagem a Senna e seus familiares. Quando eu o vi correr aos cinco anos de idade tive a certeza de que queria ser um campeão mundial”, acrescentou.

Como mostramos, durante a sessão, o presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL) afirmou que é o piloto de Fórmula 1 é “britânico por nascimento, mas brasileiro de coração”.

O antagonista

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Brasil

Mirando 2026, PL quer ampliar base de Bolsonaro nos municípios

Bolsonaro: “Querem me tirar daqui, fazem parte do sistema” - InfoMoney
Amparado pelo Partido Liberal (PL), o presidente Jair Bolsonaro deverá deixar o cargo em janeiro de 2023 e permanecer na política visando o pleito de 2026. A sigla de Bolsonaro planeja colocá-lo para atuar como cabo eleitoral para as eleições municipais de 2024.

A ideia é fazer com que o partido ganhe capilaridade país afora, fazendo o máximo possível de vereadores e prefeitos. Com isso, o plano é manter tanto a legenda como o nome de Bolsonaro em evidência. O grupo bolsonarista não quer dar espaço para que perca força o movimento que levou Jair para a presidência e que praticamente dividiu os votos com Lula nas eleições 2022 (o atual presidente teve 49,1% dos votos válidos).

Além de ampliar a base nos estados, o atual chefe do Executivo deverá coordenar uma oposição à gestão de Lula. No Congresso, o PL pretende fazer “oposição ferrenha” ao novo governo eleito.

Metrópoles

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Alerta: Bolsonaro diz que “teremos as consequências do que está acontecendo”

Após discurso, Bolsonaro é recebido por ministros no STF

O Blog do Noblat publicou no Twitter, neste domingo (6), um vídeo em que o presidente Jair Bolsonaro diz que fará tudo que estiver dentro da lei e que “brevemente teremos as consequências do que está acontecendo”.

O deputado federal eleito Guilherme Boulos reproduziu a gravação, dizendo que “Bolsonaro segue em seu tom de ameaças”, mas a mensagem foi gravada em março de 2021. Bolsonaro se referia a medidas restritivas de isolamento social para conter a Covid-19.

Fora de contexto, o vídeo pode confundir, sugerindo que Bolsonaro se refere a questões de momento, como as manifestações que questionam o resultado das eleições.

O antagonista

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Prefeita diz que vai renunciar por causa de Lula: ‘Não aceito’

Prefeita vai renunciar por não aceitar vitória de Lula - De Frente Com A  Notícia
A prefeita Carmen Martines (União-MT), do município de Carlinda, no interior do Mato Grosso, afirmou que vai renunciar ao cargo a partir do momento em que o presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tomar posse. Martines foi eleita prefeita de Carlinda em 2016 e assumiu em 2017. Ela foi reeleita em 2020.

Em entrevista ao UOL, a pecuarista e apoiadora de Jair Bolsonaro (PL) diz não aceitar a vitória de Lula por “não compactuar com a ideologia” e pelas condenações em ações da Lava Jato — condenações anuladas pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

Em entrevista ao Gazeta Digital, Carmen chegou a afirmar que não cumpriria leis federais caso elas fossem contrárias à sua forma de pensar, que difere do presidente. Por causa disso, ela teme ser penalizada e que sua família sofra com o processo.

Carmen Martines já pediu aos secretários para iniciarem a organização das pastas para entregar a prefeitura ao vice, Fernando de Oliveira (PSC-MT).

“Tenho vergonha de estar na política com um representante maior da forma como ele é, não concordo”, declarou. Segundo ela, o vice não quer que ela deixe o cargo.

“[Meu] vice é muito companheiro. [Ele] não quer que eu saia. Ele não quer assumir, quer contribuir, [mas] se esse presidente assumir, estou entregando”, afirmou. “Enquanto Lula estiver no poder, não faço política. Não colocarei meu nome à disposição do partido. Foi uma tragédia moral o que aconteceu”, completou.

Uol

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SEM MATHEUS CUNHA: Tite faz convocação para a copa e deixa paraibano de fora do Mundial; Confira a lista completa

Enfim, o mistério acabou. Faltando 13 dias para o início da Copa do Mundo, o técnico Tite convocou os 26 jogadores que irão representar a Seleção Brasileira na tentativa de conquistar o hexacampeonato mundial no Catar, entre 20 de novembro e 18 de dezembro. A lista foi oficializada em evento realizado na sede da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) no início da tarde desta segunda-feira (7/11).

O treinador do escrete canarinho seguiu a tendência de escolha amadurecida nas convocação ao longo do ciclo de quatro anos de preparação do Brasil.

Os nomes incontestáveis, como Neymar, Casemiro, Thiago Silva, Alisson, Marquinhos e Richarlison estão com vaga garantida no Catar. Entre os nomes que ainda brigavam por uma vaga, foram chamados Daniel Alves e Gabriel Martinelli. O paraibano Matheus Cunha ficou de fora.

Além da Seleção, apenas Costa Rica e Japão divulgaram suas listas oficiais.

Confira a lista completa

Blog do BG 

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Brasil

VÍDEO: Padre tira batina e abandona missa após discussão política

Um padre de Goiás tirou a batina e abandonou uma missa após uma discussão sobre as eleições para presidente do país. A situação aconteceu dentro da Igreja Matriz Imaculado Coração de Maria, em Nerópolis (GO), região metropolitana de Goiânia, no domingo (6).

Nas redes sociais, circula o vídeo do momento em que o padre Danillo Neto discutiu com uma fiel e deixou a igreja. Antes de sair, ele tirou a batina e a jogou sobre o púlpito. Veja vídeo em destaque.

“É? Então, beleza. Vocês não precisam de padre? Então, estou deixando a paróquia”, disse ele, antes de sair da paróquia e deixar os fiéis sem missa.

Segundo testemunhas que estavam na celebração religiosa, o padre Danillo Neto começou a pregação dizendo que havia pessoas usando drogas em frente a casa paroquial e fazendo o “L”, em referência ao presidente eleito Lula (PT).

Em seguida, o padre teria criticado os fiéis que votaram no candidato petista, que ganhou a eleição.

Uma mulher que estava na missa teria ficado revoltada com a afirmação do padre e começou a discutir com ele. No vídeo, é possível ouvir a voz da mulher, mas não é possível entender o que ela fala.

Ainda no vídeo, é possível ouvir que o líder religioso chegou a fazer “psiu” para a mulher não falar mais e, em seguida, jogou a batina e deixou a igreja.

Em sua página no Instagram, o padre Danillo Neto publicou um texto sobre a situação. Ele disse que alertava sobre o mal do comunismo havia tempo, mas a maioria nunca gostava.

“Quando fui celebrar a última missa havia um grupo de jovens em frente à igreja, marginais que estavam vendendo droga. Eu os questionei e eles disseram: ‘Faz o L, padre’. Eu fiquei com muita raiva. Já cheguei na igreja dizendo: ‘Gente, tá errado, será que vocês não veem isso?’”, escreveu o religioso.

 Metrópoles

 

 

 

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