Brasil

Líder do governo no Senado critica falta de diálogo da equipe de transição

O líder do governo no Senado, Carlos Portinho (PL), reclamou de falta de diálogo da equipe de transição com líderes partidários do Congresso. De acordo com ele, não houve convite para conversas “de nenhum tipo”.

“A conversa que eu acompanho é na imprensa e o que vejo é uma confraria. Ela [equipe de transição] não está aberta não só ao PL, mas a outros partidos que também têm composição e legitimidade na Casa. Acho que neste aspecto começa muito mal”, disse.

Ele também criticou a postura do presidente da Casa, Rodrigo Pacheco (PSD-MG). De acordo com Portinho, esse é um movimento deveria ter sido iniciado por Pacheco, mas não houve espaço para isso na reunião de líderes que ocorreu esta semana.

Em coletiva na tarde desta quarta, o presidente do PL será oposição ao governo e que pretende lançar Jair Bolsonaro à Presidência em 2026. A sigla elegeu 99 deputados e 14 senadores e quer disputar o comando do Senado.

O Antagonista

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Brasil

CBF divulga numeração da Seleção Brasileira na Copa do Mundo; Veja

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) divulgou, nesta terça-feira (8), a numeração oficial dos jogadores que irão à Copa do Mundo do Catar. A convocação dos 26 nomes foi realizada na última segunda-feira (7) pelo técnico Tite.

Algumas camisas se mantiveram iguais, como o atacante Neymar, com a 10; o goleiro Alisson, com a 1; os zagueiros Thiago Silva e Marquinhos com a 3 e 4, receptivamente; e o meio-campo Casemiro, com a 5.

Veja a seguir a lista:

Goleiros

  • Alisson: 1
  • Weverton: 12
  • Éderson: 23

Laterais

  • Danilo: 2
  • Alex Sandro: 6
  • Daniel Alves: 13
  • Alex Telles: 16

Zagueiros

  • Thiago Silva: 3
  • Marquinhos: 4
  • Éder Militão: 14
  • Bremer: 24

Meio-campistas

  • Casemiro: 5
  • Lucas Paquetá: 7
  • Fred: 8
  • Fabinho: 15
  • Bruno Guimarães: 17
  • Everton Ribeiro: 22

Atacantes

  • Richarlison: 9
  • Neymar: 10
  • Raphinha: 11
  • Gabriel Jesus: 18
  • Antony: 19
  • Vinícius Jr.: 20
  • Rodrygo: 21
  • Pedro: 25
  • Gabriel Martinelli: 26

 

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Brasil

Lula se reúne com Pacheco e Lira pela primeira vez para discutir PEC da Transição

O presidente da República eleito, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), vai se reunir nesta quarta-feira (9) com os presidentes da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), do Senado Federal, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), e do Supremo Tribunal Federal (STF), Rosa Weber. A PEC da transição, que permite ampliar o Orçamento de 2023, deve ser o principal assunto tema a ser discutido nos encontros.

Inicialmente, a equipe do petista havia se comprometido a apresentar o texto da proposta nesta terça-feira (8), durante a reunião da Comissão Mista de Orçamento (CMO) no Senado. No entanto, a reunião foi adiada. A minuta deve ficar pronta ainda hoje, mas só deve ser apresentada na quarta-feira.

O texto ainda precisa passar pelo crivo de Lula e só deve ter os últimos detalhes ajustados após a conversa do presidente eleito com Lira e Pacheco. A reunião com Lira está marcada para ocorrer às 10h na residência oficial do presidente da Câmara, e o encontro com Pacheco ocorre às 13h, na residência oficial do presidente do Senado.

R7

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Brasil

Bolsonaro vive “momento de reflexão”, diz Fábio Faria

Bolsonaro está 'assimilando' derrota, diz Fábio Faria

O ministro das Comunicações, Fábio Faria, um dos principais integrantes da cúpula do presidente Jair Bolsonaro (PL), disse que o chefe do Executivo está “assimilando, tentando entender o que aconteceu, e o que ele vai fazer nos próximos dias”. Faria considera que Bolsonaro foi um “guerreiro durante a eleição” e “merece um descanso” para refletir.

Para o ministro, o chefe do Executivo, que reagiu com um silêncio de mais de 40 horas depois do resultado do 2º turno, deve assumir um papel de líder da oposição do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT). As declarações foram dadas em entrevista ao jornal Valor Econômico publicada nesta terça-feira (8).

“O bolsonarismo está muito forte, está vivo“, declarou Faria. Hoje, o PL, partido de Bolsonaro, anunciou que vai compor a oposição e ofereceu a Bolsonaro o cargo de presidente de honra da sigla.

Poder360

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Brasil

Urgente: Alckmin nomeia gabinete de transição

Alckmin é nomeado e transição para governo Lula é oficializada

Geraldo Alckmin nomeou, nesta terça-feira (8), os coordenadores do gabinete de transição. A equipe terá uma coordenação Executiva com Floriano Pesaro, uma coordenação de Articulação Política, com Gleisi Hoffmann, uma coordenação de Grupos Técnicos, sob comando de Aloizio Mercadante e uma coordenação de Organização da Posse, para a qual foi designada a esposa do presidente eleito Lula, Janja da Silva.

No grupo da Economia, foram anunciados: André Lara Resende; Guilherme Mello; Nelson Barbosa e Pérsio Arida.

No núcleo da Assistência Social, estarão: Simone Tebet; Marcia Lopes; Tereza Campelo e André Quintão.

No conselho político, entram: Antonio Brito (PSD); Carlos Siqueira (PSB); Daniel Tourinho (Agir); Felipe Espírito Santo (Pros); Gleisi Hoffmann (PT); Guilherme ítalo (Avante); Jefferson Coriatec (Solidariedade); José Luiz Pena (PV); Juliano Medeiros (Psol); Luciana Santos (PCdoB); Wesley Diógenes (Rede) e Wolney Queiroz (PDT).

As nomeações serão publicadas no Diario oficial de amanhã.

O Antagonista

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Brasil

Enem começa domingo com prova de redação, linguagens e ciências humanas


O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2022 começa a ser aplicado no próximo domingo (13). Além das provas de linguagens e ciências humanas, os estudantes farão a única prova subjetiva do exame, a de redação. Os cerca de 3,4 milhões de estudantes terão cinco horas e meia para responder a todas as questões.

Ir bem na redação pode ser um diferencial para o candidato. As notas dessa prova variam de 0 a mil. Os candidatos que zeram a prova não podem participar de programas como o Sistema de Seleção Unificada (Sisu), que oferece vagas em instituições públicas de ensino superior, ou o Programa Universidade para Todos (ProUni), que concede bolsas de estudo em instituições privadas de ensino superior.

Na reta final de preparação, a dica é que os estudantes revisem as próprias redações escritas ao longo do ano e que vejam exemplos de redações que obtiveram nota máxima. “Recomendo que leiam o maior número de redações possível porque agora é muito ruim pressionar o estudante para que faça maratona [de escrita]. Ler as redações nota mil é um estudo ativo e mais confortável”, diz o professor de língua portuguesa e redação Vinícius Oliveira, conhecido como Profinho.

Oliveira foi um dos 77 participantes do Enem 2016 que tiraram a nota máxima na redação. Naquele ano, mais de 6 milhões fizeram a prova. A redação que escreveu apareceu na cartilha divulgada anualmente pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) como exemplo de texto nota mil, em 2017.

A cartilha do Enem 2022 está disponível na internet . Ela explica os critérios de correção e traz exemplos de redações que receberam a nota máxima para ajudar os estudantes na preparação para o exame.

A professora de língua portuguesa e produção textual do Colégio Mopi, no Rio de Janeiro, Tatiana Nunes Camara recomenda que, nessa reta final, os estudantes releiam também os próprios textos e revejam as anotações e as correções feitas por professores. “O mais importante de tudo é ter confiança do que sabe e ter capacidade de produzir de forma autoral. Isso vai dar mais segurança para o aluno fazer uma boa prova”, diz.

A professora sugere ainda que, no dia do exame, os estudantes comecem pela prova de redação. “Por ser a única prova discursiva, ela exige mais clareza, uma cabeça limpa. Deixar essa prova por último pode prejudicar o estudante”.

Já Oliveira recomenda que os estudantes leiam a prova de redação e intercalem a escrita com a resolução de questões objetivas da prova de linguagens. “Isso é legal por dois motivos, primeiro porque refresca um pouco a mente para ter mais ideias e, segundo, porque algum texto da prova pode colaborar com a argumentação do aluno. Não pode copiar o texto, mas pode abrir a mente para alguma ideia”.

Correção da redação

As redações do Enem são avaliadas em cinco competências, cada uma valendo 200 pontos: demonstrar domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa; compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo em prosa; selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista; demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação; e elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

Cada prova passa por dois corretores. Caso haja diferença de mais de 100 pontos em relação à nota total da prova ou de mais de 80 pontos em relação a alguma das competências, o texto passa, então, por um terceiro corretor. Se a diferença persistir, a prova é avaliada por uma banca composta por três professores, que atribuirá a nota final do participante.

Cuidado com a nota zero. Segundo o edital do Enem, são motivos para zerar a redação:

• fuga total ao tema;

• não obediência ao tipo dissertativo-argumentativo;

• texto com até sete linhas manuscritas, qualquer que seja o conteúdo, ou extensão de até dez linhas escritas no sistema Braille;

• cópia de texto(s) da prova de redação e/ou do Caderno de Questões sem que haja pelo menos oito linhas de produção própria do participante;

• impropérios, desenhos e outras formas propositais de anulação, em qualquer parte da folha de redação;

• números ou sinais gráficos sem função clara em qualquer parte do texto ou da folha de redação;

• parte deliberadamente desconectada do tema proposto;

• assinatura, nome, iniciais, apelido, codinome ou rubrica fora do local devidamente designado para a assinatura do participante;

• texto predominante ou integralmente escrito em língua estrangeira;

• folha de redação em branco, mesmo que haja texto escrito na folha de rascunho; e

• texto ilegível, que impossibilite sua leitura por dois avaliadores independentes.

Agência Brasil

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Brasil

PREPARE-SE PARA O SUSTO: Saiba quanto custa passar o réveillon na casa de praia onde Lula descansou

A mansão no sul da Bahia onde Luiz Inácio Lula da Silva descansou logo após derrotar Jair Bolsonaro no segundo turno das eleições presidenciais é um luxo para poucos — pouquíssimos, na verdade. A propriedade à beira-mar pertence à família Carletto, que tem entre seus integrantes um deputado federal do Centrão — Ronaldo Carletto, do PP baiano –, e não costuma ser alugada ao longo do ano.

Para o próximo réveillon, porém, o clã autorizou corretores da região acostumados a lidar com clientes endinheirados a negociar o aluguel por temporada, e a pedida é de assustar: nada menos que R$ 600 mil por apenas dez dias de hospedagem. Sim, você não leu errado: R$ 600 mil.

A casa fica na paradisíaca Praia do Satu, na região de Caraíva, a pouco mais de 60 quilômetros ao sul da cidade de Porto Seguro, pelo caminho mais curto. O imóvel, encravado no alto de uma encosta, passou por uma boa reforma recentemente, pouco antes de hospedar o presidente eleito e sua esposa, a socióloga Rosângela da Silva, a Janja.

A propriedade conta com dez bangalôs privativos, sauna e ofurô. Como parte da área de lazer, há ainda um deck imenso, com piscina, espaço gourmet e vista privilegiada do mar.

Veja fotos:

Área de lazer da casa em que Lula se hospedou, no sul da Bahia

Área de lazer conta com sauna e ofurôReprodução

Área de lazer da casa em que Lula se hospedou, no sul da Bahia

A casa tem um espaço gourmet com visão panorâmica

Área de lazer da casa em que Lula se hospedou, no sul da Bahia

O deck da área de lazer foi ampliado recentemente

Área de lazer da casa em que Lula se hospedou, no sul da Bahia

Vista privilegiada do mar

Área de lazer da casa em que Lula se hospedou, no sul da Bahia

Casa tem dez bangalôs

Área de lazer da casa em que Lula se hospedou, no sul da Bahia

Área de lazer conta com sauna e ofurô

Área de lazer da casa em que Lula se hospedou, no sul da Bahia

A casa tem um espaço gourmet com visão panorâmica

Segundo os corretores, é possível regatear o preço. A pedida é de R$ 600 mil, mas eles dizem que com algum esforço dá para convencer os proprietários a fechar a temporada de dez dias no Ano Novo por R$ 550 mil.

Lula viajou para o sul da Bahia na terça-feira seguinte ao segundo turno. Ele retornou para São Paulo no sábado (5).

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Brasil

Lula insinua que horário de verão vai voltar

O presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) abriu uma enquete em seu perfil no Twitter para questionar o que as pessoas acham sobre o horário de verão. “Governo que consulta a população. O que vocês acham da volta do horário de verão?”, escreveu o petista.

A mulher de Lula, a socióloga Rosângela da Silva, conhecida como Janja, respondeu positivamente ao post:

Anteriormente, o vice-presidente eleito, Geraldo Alckmin (PSB), já havia sugerido que o novo governo debaterá o tema ao responder a um apelo do ator Bruno Gagliasso.

FIM DO HORÁRIO DE VERÃO

O presidente Jair Bolsonaro (PL) pôs fim ao horário de verão por meio de um decreto assinado em 25 de abril de 2019. A medida passou a valer a partir da temporada 2019/2020 e está vigente até hoje.

De acordo com o presidente, a decisão foi tomada com base em estudos técnicos, “que apontam para a eliminação dos benefícios por conta de fatores como iluminação mais eficiente, evolução das posses, aumento do consumo de energia e mudança de hábitos da população”, além de ter sido debatida com o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque.

Poder360

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Brasil

Lula manda adiar PEC da Transição para Alckmin dialogar antes com Congresso

O presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva decidiu atrasar a apresentação da PEC da Transição junto à Comissão Mista do Orçamento. A entrega da minuta com os itens e os valores da PEC estava prevista para esta terça-feira (8), mas agora foi adiada para quarta (9).

Lula determinou o adiamento para que o vice Geraldo Alckmin, que é coordenador-geral da transição, e o senador eleito Wellington Dias (PT-PI), emissário da equipe na Comissão do Orçamento, tenham tempo de consultar os presidentes da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), além dos líderes das bancadas no Congresso, antes de submeter o texto aos integrantes da comissão.

No domingo (6), o senador eleito apresentou a proposta a Alckmin. Nesta segunda-feira (7), foi a vez de submetê-la a Lula. Os encontros ocorreram em um hotel na Zona Sul de São Paulo.

Segundo interlocutores, o recado de Lula na reunião foi para envolver mais o Congresso na discussão, apostar na política, passar a mensagem, já na primeira matéria de interesse dele, de que futuro governo substituirá o modelo do confronto pelo modelo do diálogo. Uma espécie de cartão de visitas do que será seu mandato.

Alckmin e Dias terão conversas com os presidentes das Casas e líderes no Congresso ao longo desta terça e devem fechar a proposta no final do dia.

Aliados de Lula estimam que serão necessários R$ 175 bilhões para que Lula consiga cumprir com os compromissos de campanha. O valor extrapolaria o teto de gastos e, por esta razão, precisa ser aprovado em uma PEC.

g1

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Brasil

Invasor de terras, João Pedro Stédile deve assumir Desenvolvimento Agrário no governo Lula

O principal líder do Movimento dos Trabalhadores Sem-Terra (MST), João Pedro Stedile é um dos cotados para assumir o Ministério do Desenvolvimento Agrário, responsável pela implementação das políticas públicas voltadas a reforma agrária e a promoção do desenvolvimento sustentável e o fortalecimento do segmento rural constituído pelos agricultores familiares.

Em entrevistas recentes, Stedile chegou a afirmar que, com a eleição de Lula, as chamadas “mobilizações de massa” retornariam, como ocupações irregulares e as invasões de propriedade privada, que são criminosas.  “É quando a classe trabalhadora recupera a iniciativa na luta de classes, então ela passa a atuar na defesa de seus direitos da mínima forma, fazendo greves, fazendo ocupações de terra, ocupações de terreno, mobilizações, como foi naquele grande período de 78 a 89”, disse.

Essa retomada das invasões de fazendas representaria uma interrupção na série histórica de queda de ocupações ilegais de imóveis rurais. Nos dois mandatos de Lula (2003-2010), a média foi de 246 ocupações ao ano, ou 1.968 no período. No governo do presidente Jair Bolsonaro, o Incra informa que foram nove invasões por ano.

A chegada de Stedile ao Desenvolvimento Agrário pode apresentar um retrocesso com relação às invasões de propriedade privadas, já que o atual presidente entregou quase 500 mil títulos de terra para famílias assentadas, o que desmobilizou as ocupações do MST.

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