Brasil

Lula estuda retorno do imposto sindical que poderá pesar R$ 4 bilhões no bolso dos trabalhadores

 

 

Se há uma coisa que ninguém pode reclamar é de ter sido ludibriado por Lula e seu partido nestas eleições. Desde que começou a proferir o que realmente pensa, ele deixou bem claras as suas intenções de torrar dinheiro do contribuinte como se não houvesse amanhã. Porém, estatisticamente, haverá vários amanhãs e todos os brasileiros – os que deram o cheque em branco a Lula e os que não deram – terão de trabalhar ainda mais para pagar os rombos que prometem vir com tudo nos próximos anos.

O partido “progressista” que prega que “o amor venceu” deve estar, na verdade, comemorando outra vitória: a de ter o poder de revogar avanços e ressuscitar atrasos. O partido da “tolerância” tem quase tudo que precisa para obrigar o trabalhador a “contribuir” com mais um imposto. Um, inclusive, do qual o brasileiro já havia se livrado.

É, no mínimo, curioso ver como o Partido dos Trabalhadores não vê o menor problema em arrancar – de forma obrigatória – dinheiro do bolso de quem já deixou claro que não quer pagar. Acredito que se o trabalhador visse valor no serviço que os sindicatos prestam – ou dizem prestar – não deixaria de contribuir, porém, é a falta de motivo e a sensação de dinheiro jogado fora que parecem fazer com que apenas dois de cada 100 concordem com a cobrança.

R7

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Brasil

Marcel van Hattem pede CPI para analisar decisões do Supremo e da Justiça Eleitoral

Aumentar ministros não é caminho para frear STF, diz Van Hattem
O deputado federal Marcel van Hattem (Novo-RS) apresentou requerimento para abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) destinada a apurar decisões e atos praticados por ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

No documento protocolado o parlamentar fala em “investigar a violação de direitos e garantias fundamentais, a prática de condutas arbitrárias sem a observância do devido processo legal, inclusive a adoção de censura e atos de abuso de autoridade”.

O documento lista como exemplo a decisão recente do ministro Alexandre de Moraes de bloquear as contas bancárias de 43 pessoas e empresas suspeitas de financiarem atos supostamente antidemocráticos. Uma das instituições atingidas foi o Banco Rodobens, que teve suas contas bloqueadas porque proprietários de caminhões que participaram das manifestações fizeram financiamento junto à instituição.

O antagonista

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Brasil

PT barra nomes de Bolsonaro para embaixadas na Itália e Argentina

Começou! Veja quem está na primeira foto da transição de governo | VEJA
Um acordo para manter temporariamente vagos alguns cargos considerados estratégicos pelo presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), barrou os nomes indicados por Jair Bolsonaro (PL) para assumir as embaixadas do Brasil na Itália e na Argentina.

A costura passou pelo chanceler Carlos França, pelo presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), por interlocutores de Lula e pelo presidente da CRE (Comissão de Relações Exteriores), Esperidião Amin (PP-SC).

A explicação para o acordo é que faltam menos de 2 meses para a posse do presidente eleito, e não faria sentido aprovar indicados por Bolsonaro para missões diplomáticas estratégicas sob risco de serem substituídos pouco tempo depois.

Em 11 de julho, Bolsonaro indicou o atual embaixador brasileiro na Itália, Helio Vitor Ramos Filho, para chefiar a missão diplomática na Argentina. Em 15 de agosto, propôs que Fernando Simas Magalhães assumisse o cargo em Roma.

Hoje (22), a CRE do Senado analisou 7 indicações para embaixadas e organismos internacionais. Amanhã (23), fará mais 6 sabatinas. Ramos Filho e Magalhães ficaram fora da pauta.

Senadores do PT dizem que embaixadores e diretores de agências reguladoras –estes com mandato de 2 anos– são cargos estratégicos para o governo. Querem que Lula indique nomes de sua confiança.

Eis as indicações aprovadas nesta 3ª pela CRE do Senado, todas por 16 votos favoráveis e nenhum contra:

  • Paula Alves de Souza – delegada permanente junto à Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura);
  • Carla Barroso Carneiro – representante permanente junto à Fao (Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura);
  • Fernando José Marroni de Abreu – embaixador na Tunísia;
  • Márcio Fagundes do Nascimento – embaixador na Jordânia;
  • Evaldo Freire – embaixador na Mauritânia;
  • Leonardo Carvalho Monteiro – embaixador na Guiné Equatorial;
  • Rubem Guimarães Coan Fabro Amaral – embaixador no Sudão.

Poder360

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Brasil

”Necessidade da certeza do resultado da votação”, diz documento do PL para desconsiderar votos de urnas ‘comprometidas’; Confira íntegra

Todas as urnas antes do ano 2020 têm o mesmo número de patrimônio”, diz Valdemar Costa Neto – Goiás 24 horas

O presidente nacional do PL (Partido Liberal), Valdemar da Costa Neto, anunciou nesta terça-feira (22) que entrou com uma ação no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) pedindo para serem desconsiderados votos de urnas eletrônicas consideradas “comprometidas”.

Em trecho do documento, a sigla argumenta que o pedido é devido à ”necessidade da certeza da autenticidade do resultado da votação em um regime democrático”.

Apesar disto, Costa Neto afirmou que não vai propor nova eleição, e que não quer tumultuar a vida do país.

Confira representação na íntegra clicando aqui

Blog do BG PB

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Brasil

LUTO: ‘URGENTE’ Morre o cantor e compositor Erasmo Carlos

Erasmo Carlos morreu nesta terça-feira (22/11). O cantor e compositor havia sido internado hoje de manhã no Hospital Barra Dór, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, às pressas.

No início do mês, o artista comemorou a alta após duas semanas de internação no Barra D’Or para realizar exames e tratar uma síndrome edemigênica. A doença ocorre quando há um desequilíbrio das forças bioquímicas que mantêm os líquidos dentro dos vasos sanguíneos. Geralmente é causada por patologia cardíacas, renais e dos próprios vasos.

Metrópoles

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Brasil

Inadimplência atinge 64,8 mi de brasileiros, diz levantamento

O Real é a moeda brasileira

Quatro em cada 10 brasileiros adultos (40,05%) estavam inadimplentes em outubro de 2022, segundo pesquisa da CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas) e do SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito). A percentagem representa 64,87 milhões de pessoas e é um novo recorde da série histórica do levantamento, realizado há 8 anos.

“O brasileiro ainda sente no bolso os efeitos dos últimos aumentos das taxas de juros e dos preços dos alimentos. Apesar de a inflação ter diminuído, no dia a dia isso ainda não é sentido nos produtos de consumo básico, que seguem aumentando. Esse cenário impacta diretamente no orçamento familiar”, disse em nota o presidente da CNDL, José César da Costa.

Com relação a outubro de 2021, o volume de consumidores com contas atrasadas no último mês cresceu 9,24%. Na comparação com setembro de 2022, o número de devedores cresceu 1,06%.

O valor médio da dívida de cada consumidor inadimplente foi, em outubro, de R$ 3.694,06. Cada um devia para 1,98 empresas credoras em média.

Segundo o levantamento, a inadimplência é bem distribuída entre os sexos: 50,85% de mulheres e 49,15% de homens. O maior número de devedores está na faixa etária de 30 a 39 anos (23,92%): 16,07 milhões de pessoas.

“Até agora, o consumo foi garantido pelo ímpeto do pós-pandemia e por estímulos fiscais, mas esse ritmo deve enfraquecer”, falou o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro Junior. Segundo ele, a expectativa é que o cenário de alta na inadimplência se mantenha nos próximos meses.

“Por isso, o consumidor deve se manter atento aos gastos e utilizar o 13º salário com muita responsabilidade, priorizando o pagamento de dívidas”, declarou Pellizzaro Junior.

Em outubro, o destaque foi para a evolução das dívidas com o setor de bancos, que registrou crescimento de 31,82%, seguido de água e luz (14,39%). Os setores de comunicação (-12,63%) e comércio (-0,39%) apresentaram queda no total de dívidas em atraso.

Poder360

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Brasil

Amigo de Lula escalado para transição está com direitos suspensos

O presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva com o ex-ministro Anderson Adauto

Dos nomeados para a equipe de transição do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva, o ex-ministro Guido Mantega, que renunciou ao posto na semana passada, não era o único com os direitos políticos suspensos.

O grupo tem pelo menos mais um integrante na mesma condição. Trata-se do também ex-ministro Anderson Adauto, escolhido para ajudar a equipe técnica da área de minas e energia.

Mineiro, Anderson Adauto se gaba de ser amigo de Lula e, em conversas reservadas, atribui ao próprio presidente eleito o convite para participar da transição.

Ex-filiado ao PL de Valdemar Costa Neto, ele foi ministro dos Transportes no primeiro governo do petista. Deixou o cargo para disputar a prefeitura de Uberaba, em 2004. Foi eleito e, quatro anos depois, ganhou mais um mandato.

Metrópoles

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Brasil

Governo de transição quer finalizar texto da PEC do estouro nesta semana

O presidente da República eleito, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), volta a Brasília nesta semana e tem como principal desafio consolidar apoio à proposta de emenda à Constituição (PEC) do estouro, que sugere deixar de fora do teto de gastos os recursos necessários para bancar o Auxílio Brasil, que voltará a ser chamado Bolsa Família, e uma série de medidas nas áreas de saúde, educação e investimentos sociais.

Além disso, Lula também quer avançar nas decisões de ocupação de cargos nos ministérios e em empresas estatais, como a Petrobras. Membros do governo de transição fugiram do assunto nas últimas semanas e frisaram que apenas o presidente eleito vai bater o martelo sobre os nomes.

Apoio à PEC

O grande foco nos próximos dias do grupo de transição de Lula e de articuladores do petista no Congresso Nacional é o de fazer com que partidos que hoje estão na base do presidente Jair Bolsonaro (PL) passem a dar respaldo à PEC do estouro. Até quarta-feira (23), a equipe de Lula quer apresentar o texto final da PEC. Nesses dois dias, o grupo terá reuniões com integrantes de partidos como PP e Republicanos para tentar convencer os parlamentares a aderir à matéria.

R7

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Brasil

Arrecadação federal deve chegar a R$ 2,3 trilhões em 2023, aponta relatório do governo

Arrecadação de impostos soma R$ 125 bilhões em novembro - Seu Dinheiro

Nesta segunda-feira (21), a Comissão Mista de Orçamento (CMO) da Câmara dos Deputados recebeu o relatório do Projeto de Lei Orçamentária Anual de 2023, com a previsão de arrecadação de R$ 2,3 bilhões no próximo ano. O valor condiz com previsões anteriores.

De acordo com o relator Hélio Leite (União Brasil), as projeções foram mantidas por conta das incertezas voltadas a políticas fiscais e orçamentárias que devem ser adotadas pelo governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que assume no próximo ano. No documento, foram acrescentadas emendas que incluem receitas da Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional (Condecine). Estimado em R$ 1,2 milhão, a receita da Condecine voltou ao projeto por não haver prerrogativa legislativa que justificasse sua exclusão.

“Consideramos adequados os parâmetros constantes do PLOA. Embora existam prognósticos mais atualizados de evolução de parâmetros e da arrecadação, abstivemo-nos de incluir alterações no Orçamento de 2023 em virtude de incertezas quanto às decisões que serão tomadas pelo novo governo. Decidimos também por manter inalterados nas projeções os efeitos de medidas tributárias que se encontravam em discussão no Ministério da Economia quando do envio da proposta orçamentária. Alguns dos incentivos já foram formalizados e outros ainda podem ser encaminhados”, declarou Hélio Leite.

A comissão agora irá avaliar o relatório e, caso seja aprovado, abrir votação para o parecer preliminar. O documento ainda deve passar pelo plenário do Congresso. A expectativa dos parlamentares é conseguir a aprovação do orçamento até 16 de dezembro.

Jovem Pan

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Brasil

Incerteza avança em setores da economia desde o início da transição, avalia Economatica

Pessoas observam o telão da Bolsa de Valores, a B3, na Rua XV de Novembro, região central de São Paulo 1

A incerteza avançou sobre diversos setores da economia, desde o fim das eleições presidenciais, em 30 de outubro. É isso o que apontam dados da Economatica, empresa que desenvolve sistemas de análise para investimentos.

Calculados diariamente a partir de dezenas de variáveis, esses indicadores aferem a incerteza em quatro frentes: entre os agentes econômicos, no geral da economia, no varejo e na indústria. Desde o início da transição de governo, todos cresceram. Os avanços foram, respectivamente, de 25,8%, 15,1%, 24,8% e 26,45%.

De acordo com Felipe Pontes, diretor operacional da Economatica, os mesmos números vinham caindo no mês que antecedeu ao pleito. Eles haviam decrescido, ainda seguindo a mesma ordem, 12%, 19%, 12% e 16%.

Logo após a eleição, o Índice Incerteza Geral da Economia, por exemplo, chegou ao menor patamar registrado desde setembro de 2019. Em queda desde julho de 2022, quando fechou em 152,09 pontos, ficou em 98,32 pontos no fim de outubro.

Na avaliação de Pontes, a reversão conjunta dos índices foi provocada por pelo menos duas fontes de ruídos entre o mercado e o governo eleito do PT. Uma delas diz respeito às discussões em torno da PEC da Transição.

A proposta apresentada na última quarta-feira (16) pelo vice-presidente eleito, Geraldo Alckmin, ao Congresso Nacional, prevê um rombo de R$ 195 bilhões no teto de gastos. Valor que, segundo economistas, colocaria a dívida pública brasileira numa trajetória explosiva.

Outra fonte de turbulências, acrescenta Pontes, foram as declarações do presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva, na semana passada, contrapondo o social ao fiscal. Especificamente, nota o especialista, trata-se do momento em que Lula criticou a “tal da estabilidade fiscal”, à medida que ela possa barrar o aumento de despesas com programas sociais.

Metrópoles

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