Brasil

Sob Lula, gastos com diárias e passagens em 2025 atingiram R$ 3,88 bilhões; maior valor em 11 anos

Foto colorida de Lula e da primeira-dama Janja - MetrópolesFoto: Ricardo Stuckert/PR

Os gastos da União com diárias, passagens e locomoção somaram R$ 3,88 bilhões em 2025, registrando alta real de 3,7% em relação a 2024. É o maior valor, descontada a inflação, desde 2014, segundo dados do Tesouro Nacional.

Do total, R$ 1,63 bilhão foi destinado a passagens e locomoção — aumento real de 9% ante o ano anterior. Já as despesas com diárias alcançaram R$ 2,25 bilhões, com avanço de 0,2% no período.

A série histórica começou em 2011. O pico anterior ocorreu em 2014, quando os gastos chegaram a R$ 4,52 bilhões, durante o governo Dilma Rousseff (PT).

Parte do crescimento é atribuída à decisão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de ampliar o número de ministérios de 23 para 38 no início do terceiro mandato, em 2023, o que elevou a demanda por deslocamentos oficiais.

Trajetória de alta nos gastos federais

Em 2025, as despesas totais da administração pública federal somaram R$ 72,7 bilhões, alta real de 11,6% frente a 2024. Foi o maior valor desde 2016, quando os gastos atingiram R$ 77,7 bilhões — recorde da série.

As despesas com viagens estão incluídas nesse montante.

Comparação entre governos Lula e Bolsonaro

Entre 2023 e 2025, o custo com diárias e passagens chegou a R$ 11,24 bilhões, superando os R$ 8,32 bilhões registrados ao longo dos quatro anos do governo Jair Bolsonaro (PL).

Os menores valores da série ocorreram em 2020 (R$ 1,26 bilhão) e 2021 (R$ 1,43 bilhão), impactados pelas restrições de deslocamento durante a pandemia de covid-19. Em 2022, os gastos voltaram a subir e totalizaram R$ 2,81 bilhões, quase o dobro do ano anterior.

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Brasil

Presidente da CPMI do INSS diz que pautará novamente convocações de Frei Chico e Lulinha ‘na primeira oportunidade’

Foto: reprodução

Mesmo após a rejeição do pedido, o presidente da CPMI do INSS, senador Carlos Viana (Podemos-MG), afirmou que pretende retomar a convocação de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, na comissão que investiga desvios bilionários de recursos de aposentados.

Em dezembro, o requerimento foi barrado por 19 votos a 12, mas Viana disse que o tema voltará à pauta “na primeira oportunidade”. Segundo ele, cada parlamentar deverá votar “de acordo com a própria consciência”.

A Polícia Federal apura menções a Lulinha nas investigações sobre fraudes no INSS. O presidente Lula já declarou que conversou com o filho e afirmou que, se houver irregularidades, ele deverá responder por isso.

Frei Chico e outros nomes

Além de Lulinha, Viana também pretende recolocar em votação a convocação de Frei Chico, irmão de Lula e vice-presidente do Sindnapi, e de Danielle Miranda Fonteles, publicitária ligada ao PT citada em transações com Antônio Carlos Camilo Antunes, o “Careca do INSS”.

A base governista, que tem maioria na CPMI, tem conseguido barrar esses pedidos. Em outubro, requerimentos contra Frei Chico e Danielle Fonteles foram rejeitados por 19 votos a 11.

Para a próxima segunda-feira, estão previstas as oitivas do deputado estadual Edson Araújo (MA) e de Paulo Camisotti, filho e sócio do empresário Maurício Camisotti. As reuniões deliberativas da CPMI, no entanto, costumam ocorrer às quintas-feiras.

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Brasil

Damares denuncia Freixo por patrocínio da Embratur à escola de samba que homenageará Lula

Fotos: Agência Senado e Câmara dos Deputados

A senadora Damares Alves (Republicanos-DF) apresentou denúncia à Comissão de Ética da Presidência da República contra o presidente da Embratur, Marcelo Freixo, por patrocinar o desfile da escola Acadêmicos de Niterói, que homenageará o presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Carnaval deste ano.

Na representação, Damares acusa Freixo de uso político de recursos públicos, ao autorizar o repasse de R$ 12 milhões da Embratur à Liga das Escolas de Samba (Liesa) — R$ 1 milhão para cada uma das 12 escolas do Grupo Especial. A senadora também cita a participação de Freixo em ensaio técnico vestindo camisa com o rosto de Lula, o que, segundo ela, configuraria favorecimento político e quebra de deveres éticos.

Em resposta, Freixo defendeu o patrocínio em vídeo nas redes sociais, afirmando que o investimento visa promover o Carnaval brasileiro no exterior, atrair turistas e movimentar a economia. Ele destacou ainda que o valor é o mesmo destinado em 2024 e que o evento também recebe recursos do governo estadual e da prefeitura do Rio.

O patrocínio tem gerado críticas e ações da oposição. Além da denúncia de Damares, o partido Novo acionou o Tribunal de Contas da União (TCU) pedindo a suspensão do repasse, pedido que foi negado pelo ministro Aroldo Cedraz. Para ele, os recursos fazem parte de um acordo de cooperação para ampliar a visibilidade internacional do Brasil por meio do Carnaval.

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Pix e aplicativos de bancos são afetados por falha na Amazon Web Services neste sábado (7)

Foto: SOPA Images / Colaborador/Getty Images

Uma falha generalizada afeta alguns bancos brasileiros e o Pix neste sábado, 7. Segundo o site DownDetector, o problema pode ter começado na Amazon Web Services (AWS), que teve mais de 134 reclamações nas últimas 24 horas.

Relatos de usuários nas redes sociais indicam dificuldades para realizar transferências via Pix, acessar aplicativos bancários e concluir pagamentos em diferentes instituições. As queixas envolvem bancos tradicionais e fintechs, como Itaú, Nubank, Santander e outros.

O que é a AWS?

A AWS é a principal provedora de computação em nuvem usada por bancos e instituições de pagamento no Brasil. Parte relevante dos sistemas que sustentam o Pix — como processamento de transações, autenticação, segurança e escalabilidade — opera em ambientes hospedados na plataforma da Amazon.

Assim, falhas pontuais na nuvem podem gerar efeitos em cascata sobre diversos serviços ao mesmo tempo.

Até o momento, nem a Amazon, nem o Banco Central se pronunciaram oficialmente sobre a origem exata da instabilidade. Bancos afetados também não detalharam se houve indisponibilidade total ou apenas degradação de desempenho.

Exame

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Adolescente agredido pelo piloto Pedro Turra morre em hospital do DF

Pedro Turra: piloto que deixou adolescente em coma é transferido para a Papuda


O adolescente Rodrigo Helbingen Fleury Castanheira, de 16 anos, morreu na UTI do Hospital Brasília, em Águas Claras, neste sábado (7). O estudante que estava internado a cerca de duas semanas não resistiu às graves lesões sofridas após uma briga ocorrida em Vicente Pires.

O principal envolvido no caso, o ex-piloto da Fórmula Delta Pedro Arthur Turra Basso, foi preso preventivamente em 30/1. O óbito do rapaz foi confirmado pelo advogado da família, Albert Halex.

Segundo a Polícia Civil, a agressão ocorreu em 22 de janeiro, após uma discussão iniciada por provocações. Imagens mostram o momento em que Turra desfere um soco que faz Rodrigo bater a cabeça contra um carro e cair desacordado. O adolescente chegou a vomitar sangue e não resistiu às complicações.

Turra já havia sido preso e solto mediante fiança de R$ 24 mil, mas voltou a ser detido por decisão da Justiça após pedido do Ministério Público. A defesa contesta declarações do delegado do caso e afirma que houve excesso.

Com a confirmação da morte, o crime pode ser reclassificado para lesão corporal seguida de morte, cuja pena varia de 4 a 12 anos de prisão. O inquérito segue em andamento.

Com informações da coluna Na Mira – Metrópoles

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Após visita, Cabo Gilberto detalha situação de Bolsonaro: “Sem condições nenhuma de continuar preso”

O líder da oposição na Câmara dos Deputados, Cabo Gilberto (PL) visitou o ex-presidente Jair Bolsonaro, que está preso na Papudinha, em Brasília.

Momentos após o encontro, O paraibano defendeu a soltura imediata de Bolsonaro.

“Situação muito difícil. Soluçando bastante, não tem as mínimas condições físicas de continuar preso.”

Nas redes sociais, o parlamentar disse que temas como o cenário eleitoral esse ano, tanto nacional como estadual, foram discutidos.

Blog do BG PB 

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Brasil tem seis mortes suspeitas por pancreatite associadas a canetas emagrecedoras


Seis mortes suspeitas e 225 casos suspeitos de pancreatite foram notificados à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em associação ao uso de canetas emagrecedoras no Brasil desde 2018.

As informações constam no VigiMed, sistema oficial da Anvisa, e em relatos de pesquisa clínica com esses medicamentos no Brasil. As notificações de casos e mortes envolvem diferentes medicamentos agonistas do GLP-1, como semaglutida, liraglutida, lixisenatida, tirzepatida e dulaglutida.

A pancreatite associada ao uso das canetas emagrecedoras ganhou atenção internacional no início do mês, após um alerta divulgado no Reino Unido sobre caso em usuários de medicamentos da classe dos agonistas do GLP-1. No país, há 19 mortes.

Autoridades sanitárias e especialistas reforçam que os dados não apontam que é preciso suspender o uso das canetas emagrecedoras, mas destacam a importância da prescrição responsável e do acompanhamento médico.

G1

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VÍDEO: Moraes é alvo de protesto em frente ao Banco Master: ‘Explica os milhões da tua mulher’


Vídeo: Reprodução/Instagram

Um grupo de manifestantes realizou nesta quinta-feira (5) um novo protesto em frente à sede do Banco Master, na zona sul de São Paulo, com críticas direcionadas ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes. O ato repetiu o tom de mobilizações anteriores, mas teve público menor em comparação ao registrado em janeiro.

A manifestação contou com a presença do líder do Movimento Brasil Livre (MBL), Renan Santos, do deputado federal Kim Kataguiri (União Brasil-SP) e do ex-deputado estadual Arthur do Val, conhecido como Mamãe Falei. O movimento organizou o ato e utilizou faixas e palavras de ordem contra decisões do Judiciário.

Durante o protesto, participantes também mencionaram o ministro Dias Toffoli, relator do inquérito relacionado ao caso Master no Supremo. Em um dos momentos, uma manifestante ateou fogo a uma fotografia do magistrado, ação que chamou atenção nas redes sociais.

O episódio ocorre em meio ao aumento da tensão política envolvendo investigações e decisões do STF, que têm provocado reações de grupos de oposição. Até o momento, não houve registro de confronto com a polícia, e as autoridades não divulgaram balanço oficial sobre ocorrências relacionadas ao ato.

Com informações de Conexão Política Brasil

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Defesa apela ao STF e pede prisão domiciliar para Bolsonaro após alegada piora de saúde

 

Foto: Reprodução

A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) entrou, nesta quarta-feira (4), com um novo pedido no Supremo Tribunal Federal (STF) solicitando a concessão de prisão domiciliar. O pedido foi encaminhado ao ministro Alexandre de Moraes e se baseia na alegação de piora do quadro clínico do ex-presidente enquanto está preso.

Segundo os advogados, Bolsonaro apresentou nos últimos dias episódios eméticos — termo médico usado para vômitos — e uma crise de soluços considerada acentuada. A defesa afirma que a situação exige avaliação técnica imediata para analisar a necessidade de uma prisão domiciliar de caráter humanitário.

No pedido, os representantes solicitam que a Superintendência da Polícia Federal seja intimada, com urgência, a juntar aos autos um laudo pericial. O objetivo é permitir que o assistente técnico da defesa apresente um parecer e, a partir disso, o STF avalie a possibilidade de mudança no regime de prisão.

Bolsonaro está detido desde o dia 15 de janeiro no 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, conhecido como Papudinha. A transferência do ex-presidente da sede da Polícia Federal para a unidade da PM foi determinada pelo próprio ministro Alexandre de Moraes.

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Escritório de Lewandowski recebeu contrato milionário do Master sem atuação em processos

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Apesar de ter mantido um contrato de consultoria jurídica no valor de R$ 250 mil mensais com o banco Master, o escritório ligado ao ex-ministro da Justiça Ricardo Lewandowski não aparece como representante da instituição financeira em nenhum processo judicial. O acordo foi firmado em agosto de 2023 e seguiu em vigor até setembro de 2025, período que inclui parte da passagem de Lewandowski pelo governo Lula.

A informação é da colunista Andreza Matais, do Metrópoles. O contrato estava em nome da Lewandowski Advocacia, escritório registrado em nome da esposa do ex-ministro, Yara de Abreu Lewandowski, e do filho, Enrique de Abreu Lewandowski. Nenhum dos dois, no entanto, atuou formalmente em ações relacionadas ao banqueiro Daniel Vorcaro ou às empresas do grupo Master, segundo registros nos tribunais.

Em nota, Ricardo Lewandowski confirmou que o escritório foi contratado para prestar serviços de consultoria jurídica, mas sem atuação direta em processos ou representação do banco junto a órgãos do Poder Executivo. Durante o período do contrato, há registro de apenas uma reunião de Enrique Lewandowski com autoridades públicas, em maio de 2024, na Advocacia-Geral da União, para tratar de um tema relacionado a seguros habitacionais — sem qualquer menção ao Master.

A revelação do vínculo entre Lewandowski e o banco reacendeu pressões políticas sobre o governo federal, especialmente em torno da possível instalação de uma CPI para investigar o Master. Parlamentares da base aliada passaram a recolher assinaturas para tentar controlar a comissão, caso ela seja criada, após virem à tona as conexões envolvendo o banqueiro e lideranças do governo.

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