Brasil

Governo vai taxar lucro de sites de aposta em 15%; ganhador deve pagar 30%


Foto: Divulgação

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva decidiu taxar as empresas e os apostadores que operam no mercado de apostas esportivas no Brasil. A taxação das empresas, que têm uma maior presença na internet, vai fazer parte de uma medida provisória elaborada pelo Ministério da Fazenda.

Os apostadores serão taxados em 30% sobre os valores dos prêmios recebidos durante um evento esportivo. Haverá isenção para ganhos que fiquem dentro do valor da primeira faixa livre de Imposto de Renda, atualmente em R$ 1.903,98.

A informação foi divulgada pelo assessor especial do Ministério da Fazenda, José Francisco Manssur, durante audiência pública na Câmara, na semana passada. A medida provisória ainda não foi publicada e, de acordo com a pasta, será assinada ainda neste mês.

As empresas, por sua vez, terão de pagar R$ 30 milhões para o governo federal por uma licença de cinco anos e 15% de imposto sobre o lucro – receita obtida após a distribuição de prêmios. Ter registro no Brasil, funcionários brasileiros e possuir capital social de no mínimo R$ 100 mil são outras exigências que vão ser previstas na medida provisória.

As companhias que vendem as apostas e aquelas que oferecem os meios de pagamentos vão ter de ser credenciadas pelo governo.

Estadão Conteúdo

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Brasil

Casa Branca critica Lula e diz que Brasil está ‘papagueando’ propaganda russa e chinesa sobre a Ucrânia


Foto: RICARDO STUCKERT/PR

A Casa Branca criticou duramente o Brasil, nesta segunda-feira (17), depois de comentários do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), sobre a guerra na Ucrânia. Segundo o porta-voz do Conselho de Segurança Nacional dos Estados Unidos, John Kirby, “o Brasil está papagueando a propaganda russa e chinesa sem observar os fatos em absoluto”.

No domingo (16), Lula voltou a colocar o governo ucraniano como um dos responsáveis pela guerra. O presidente afirmou, ainda, que os Estados Unidos e países europeus contribuem para a continuidade do conflito, uma vez que fornecem armas à Ucrânia.

“O presidente [da Rússia Vladimir] Putin não toma iniciativa de paz, o [presidente da Ucrânia Volodymyr] Zelenskiy não toma iniciativa de paz. A Europa e os Estados Unidos terminam dando uma contribuição para a continuidade dessa guerra. Eu acho que a gente precisa sentar numa mesa e dizer ‘chega!’”, disse.

“Eu penso que a construção da guerra foi mais fácil do que será a saída da guerra, porque a decisão da guerra foi tomada por dois países e agora o que nós estamos tentando construir? Nós estamos tentando construir um grupo de países que não têm nenhum envolvimento com a guerra, que não querem a guerra, que defendem construir paz no mundo para conversarmos tanto com a Rússia quanto com a Ucrânia”, completou.

O presidente também propôs a criação de um “G20 da paz” para negociar o fim da guerra, iniciada com a invasão russa ao país vizinho em fevereiro de 2022.

R7

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Brasil

Em nota, Moro diz que não quis ofender Gilmar Mendes

Em nota, Moro diz que não quis ofender Gilmar Mendes
Após a denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República, o senador Sergio Moro (União-PR, foto) negou que tenha feira qualquer acusação ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes. Nesta segunda-feira,  a vice-procuradora-geral da República, Lindôra Maria Araujo, pediu a prisão do ex-juiz da Lava Jato por supostamente atribuir falsamente a prática do crime de corrupção passiva ao ministro.

“Os fragmentos do vídeo editado e divulgado por terceiros não revelam qualquer acusação contra o Ministro Gilmar Mendes. O Senador Sergio Moro sempre se pronunciou de forma respeitosa em relação ao Supremo Tribunal Federal e seus Ministros, mesmo quando provocado ou contrariado. Jamais agiu com intenção de ofender ninguém e repudia a denúncia apresentada de forma açodada pela PGR, sem base e sem sequer ouvir previamente o Senador”, escreveu a assessoria de Sergio Moro em nota à imprensa.

O Antagonista

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Brasil

IMPOSTOS: Aguinaldo Ribeiro diz que não haverá aumento de carga tributária

Lira anuncia Aguinaldo Ribeiro na relatoria da reforma tributária - JOTA
O deputado federal paraibano Aguinaldo Ribeiro (PP), afirmou, nesta segunda-feira, (17), que a proposta de modernização do sistema de impostos brasileiro não vai gerar aumento de carga tributária. O político falou sobre o tema em uma palestra no Rio Grande do Sul. Na ocasião, esteve em reuniões com o governador do estado, Eduardo Leite (PSDB), deputados gaúchos e outros representantes.

“Algumas pessoas ficam preocupadas, dizem que a alíquota vai ser absurda, que vai aumentar a carga… Então o primeiro desafio que precisamos vencer é o da desinformação. Para sair desse campo é importante explicar que a alíquota que teremos no IVA (Imposto sobre Valor Agregado), que vamos adotar, será a necessária para manter a carga tributária atual. Portanto, não haverá aumento”, disse o relator na Federação de Entidades Empresariais do Rio Grande Sul – FEDERASUL.

Para debater sobre a reforma, Aguinaldo tem visitado diferentes estados. Recentemente, esteve em São Paulo, na Fiesp, e na última sexta-feira, (14), na Zona Franca de Manaus.

T5

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Arcabouço fiscal é adiado de novo e fica para esta terça

Arcabouço fiscal é adiado de novo e fica para amanhã

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad adiou novamente a apresentação da proposta de novo arcabouço fiscal para substituir o teto de gastos. Agora, a expectativa é de que o texto seja apresentado nesta terça-feira (18).

A proposta será encaminhada ao Congresso Nacional, que deve viabilizar a proposta do governo. Ao detalhar mais cedo a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2024, a ministra do Planejamento, Simone Tebet, garantiu que os planos do governo de gastar R$ 172 bilhões em programas como o Minha Casa Minha Vida e outras ações sociais não serão possíveis sem a aprovação da proposta elaborada pela equipe de Haddad.

O governo ainda não apontou de onde é que virá esse dinheiro.

O Antagonista

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Brasil

LDO 2024: sem arcabouço, pouco espaço para ‘despesas livres’ pode paralisar políticas públicas

O Ministério do Planejamento e Orçamento informou nesta segunda-feira (17) que, sem a aprovação da nova regra fiscal para disciplinar as contas públicas, haveria um espaço de somente R$ 24,4 bilhões para os gastos livres dos ministérios no próximo ano.

Esse valor considera a manutenção do teto de gastos, que segue em vigor até que a nova âncora fiscal seja aprovada no Congresso.

Segundo a ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, esses R$ 24,4 bilhões seriam totalmente utilizados somente com o chamado “custeio da máquina”, ou seja, contas de luz, água, telefone e serviços terceirizados.

Com isso, explicou ela, não sobrariam recursos para políticas públicas. Nesse cenário, mesmo programas sociais como o Bolsa Família e o Minha Casa, Minha Vida, por exemplo, correriam risco.

“Todos os programas sociais ficariam comprometidos daquilo que se aprovou do ano passado para cá. Isso é o que nos anima que o Congresso terá sensibilidade de avaliar o arcabouço fiscal, que seria a saída que temos pra cumprir aquilo que prometemos de responsabilidade fiscal com social”, declarou a ministra Simone Tebet.

Como essas novas regras ainda não foram sequer enviadas ao parlamento até esta segunda (17), o governo teve de montar um projeto para a Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) de 2024 com dois cenários: um com a regra atual, e outro com as mudanças desejadas pelo Executivo.

Os gastos livres são aqueles que podem ser alocados pelos ministérios em políticas públicas e também no seu funcionamento, englobando gastos com água, luz e terceirizados.
Já as despesas obrigatórias, como previdenciárias, salários de servidores ou o abono salarial, entre outros, têm de ser pagos pelo governo – não há escolha, e o calote pode até ser enquadrado como crime de responsabilidade.

De acordo com a área econômica do governo, a aprovação do novo arcabouço fiscal autorizaria despesas da ordem de R$ 172 bilhões em 2024 – valor semelhante ao incluído na PEC da Transição, aprovada em 2022 e que vale só para 2023.

“Caso os R$ 172 bilhões condicionados [à aprovação do arcabouço fiscal] incidissem sobre despesas discricionárias [livres], a condicionante alcançaria praticamente a totalidade dessas despesas. Tal situação afetaria não apenas a manutenção e funcionamento dos órgãos, como também políticas públicas prioritárias para o País”, informou o Ministério do Planejamento.

Governo quer gastar R$ 196,4 bilhões livres

O governo indica na LDO de 2024 que, no próximo ano, tem a intenção de gastar R$ 196,4 bilhões em despesas “livres” – ou seja, que não estão carimbadas por força de lei.

Esse valor, no entanto, considera justamente os R$ 172 bilhões que só estarão disponíveis caso o arcabouço fiscal seja aprovado e sancionado ainda em 2023.

Se a nova regra fiscal não for aprovada, restam apenas R$ 24,4 bilhões para os gastos livres, o que seria o menor patamar da série histórica.

Em 2022, as Consultorias das consultorias de Orçamento da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, assim como a Instituição Fiscal Independente (IFI), já haviam alertado que a manutenção do teto de gastos comprimiria demais os gastos livres e que haveria um “risco alto” de os gastos livres do governo ficarem abaixo do nível mínimo necessário para funcionamento da máquina pública a partir do ano que vem.

O que pode ser impactado?

Entre as ações que podem ser impactadas negativamente por essa forte restrição de recursos, estão:

  • programas sociais como o Bolsa Família e o Minha Casa, Minha Vida;
  • defesa agropecuária;
  • concessão e custeio de bolsas de pesquisa do CNPq;
  • concessão e custeio de bolsas de estudo da Capes;
  • Pronatec;
  • emissão de passaportes;
  • programa Farmácia Popular;
  • fiscalização ambiental;
  • bolsas para atletas;
  • funcionamento das instituições de ensino superior;
  • pavimentação de rodovias;
  • aquisição e distribuição de alimentos para agricultura familiar.

Na semana passada, a ministra do Planejamento, Simone Tebet, informou que o projeto da LDO, baseado no teto de gastos, comprimindo os gastos obrigatórios, iria “assustar”.

“A LDO vai mostrar o Brasil real, o Brasil que nós temos em relação às contas públicas e, sim, vai assustar. Vai mostrar que não tem espaço fiscal para absolutamente nada de novo e, ao contrário, nós teríamos que tirar de despesas discricionárias”, disse Tebet, na ocasião.

G1

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Deputado lança nome de João Azevedo na disputa ao Senado em 2026

O deputado estadual Tião Gomes não quer perder tempo. Ele se antecipou e lançou, nesta segunda-feira (17), o nome do governador João Azevêdo (PSB) como candidato a senador nas eleições de 2026.

“Não pode escapar do chamamento do povo. Vossa excelência será nosso senador, porque a Paraíba precisa continuar crescendo e se fortalecendo”, discursou Tião.

O discurso de Tião foi feito durante evento do partido para dar posse ao novo diretório estadual e diretórios municipais de João Pessoa e Campina Grande. Dezenas de prefeitos e lideranças de todas as regiões do Estado também estiveram no evento para se filiar.

Fonte 83

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Brasil

Mercado projeta inflação mais alta e menor crescimento até 2025

Analistas de mercado projetaram nova alta da inflação para 2023, conforme o Boletim Focus divulgado nesta segunda-feira (17).

A expectativa é que o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) feche o ano em 6,01%, ante a projeção de 5,98% na semana passada.

Para 2024, também teve alta, com projeção de 4,18%, ante 4,14%, na semana passada. Para 2025, os analistas mantiveram a projeção de 4%.

Além da inflação mais alta, os analistas também projetam queda do crescimento econômico. Para 2023, espera-se que o Produto Interno Bruto (PIB) cresça 0,9%, ante 0,91% na semana passada.

A desaceleração também foi projetada para 2024 e 2025. No próximo ano, a projeção é de crescimento do PIB de 1,4%, ante 1,44% na semana passada. Para 2025, a projeção é de crescimento de 1,72%, ante 1,76% na semana anterior.

Já em relação à taxa básica de juros, pela primeira vez em oito semanas, os analistas projetam queda, devendo fechar 2023 em 12,5%, ante 12,75% nas semanas anteriores. Atualmente, a Selic está em 13,75%. Para 2024 e 2025, os analistas mantiveram a projeção de taxa de juros de 10% e 9%, respectivamente.

A projeção da cotação do dólar também teve alteração, depois de várias semanas de estabilidade. Agora, os analistas estimam que a moeda norte-americana fechará o ano valendo R$ 5,24, e não R$ 5,25, como nas semanas anteriores.

Divulgado toda segunda-feira, o Boletim Focus resume as estatísticas calculadas considerando as expectativas de mercado coletadas até a sexta-feira anterior à sua divulgação. Ele é divulgado toda segunda-feira. O relatório traz a evolução gráfica e o comportamento semanal das projeções para índices de preços (inflação), atividade econômica, câmbio, taxa Selic, entre outros indicadores. As projeções são do mercado, não do BC.

Revista Oeste

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Brasil

Petrobras reduz preço do gás natural em 8,1% a partir de 1º de maio


Foto: Marcos Serra Lima/g1

A Petrobras anunciou nesta segunda-feira uma redução média de 8,1% do preço do gás natural vendido a distribuidoras a partir de 1º de maio.

O ajuste faz parte da atualização trimestral prevista nos contratos com as distribuidoras e reflete variações no preço do combustível, vinculado às oscilações do petróleo Brent e da taxa de câmbio, e do transporte por dutos.

Segundo a Petrobras, no trimestre de referência, o petróleo teve queda de cerca de 8,7% e o câmbio teve apreciação de aproximadamente 1,1%.

A parcela do preço relacionada ao transporte do gás é atualizada anualmente no mês de maio, vinculada à variação do IGP-M, e sofrerá atualização de aproximadamente 0,2% a partir de maio de 2023.

Com essa atualização, o preço do gás natural vendido pela Petrobras para as distribuidoras acumulará redução de aproximadamente 19% no ano, disse a estatal.

Veja a nota da Petrobras

A Petrobras informa que, a partir de 01/05/23, conforme os contratos acordados pela Companhia com as distribuidoras, os preços atualizados de venda de gás natural terão redução média de 8,1% em R$/m³, com relação ao trimestre fevereiro-março-abril, considerando a variação do preço da molécula e do seu transporte por dutos.

Os contratos com as distribuidoras preveem atualizações trimestrais da parcela do preço relacionada à molécula do gás e vinculam esta variação às oscilações do petróleo Brent e da taxa de câmbio. Durante o trimestre em referência, o petróleo teve queda de cerca de 8,7% e o câmbio teve apreciação de aproximadamente 1,1%. A parcela do preço relacionada ao transporte do gás é atualizada anualmente no mês de maio, vinculada à variação do IGP-M, e sofrerá atualização de aproximadamente 0,2% a partir de maio de 2023.

Com essa atualização, o preço do gás natural vendido pela Petrobras para as distribuidoras acumulará redução de aproximadamente 19% no ano.

A Petrobras ressalta que o preço final do gás natural ao consumidor não é determinado apenas pelo preço de venda da Companhia, mas também pelo portfólio de suprimento de cada distribuidora, assim como por suas margens (e, no caso do GNV- Gás Natural Veicular, dos postos de revenda) e pelos tributos federais e estaduais.

Além disso, as tarifas ao consumidor são aprovadas pelas agências reguladoras estaduais, conforme legislação e regulação específicas. A Companhia ressalta que a atualização anunciada para 01/05/23 não se refere ao preço do GLP (gás de cozinha), envasado em botijões ou vendido a granel.

Por G1

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Brasil

Brasil terá da Rússia de Putin 53% do diesel que importa


Foto: Reprodução

Sob o governo Lula, o Brasil multiplicou importações de diesel da Rússia de Vladimir Putin, que o americano Joe Biden considera “criminoso de guerra”.

Em abril de 2022, sob Jair Bolsonaro (PL), o diesel russo representava 0,2% das importações do Brasil. Em abril de 2023, sob o atual governo, que supostamente quer “promover paz na Ucrânia”, o diesel da Rússia representará mais de 53% de todo o diesel importado pelo Brasil, o que contraria os EUA e provoca mal-estar na Casa Branca. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

O Brasil importa mais de um terço do diesel utilizado no país. No total, o diesel russo representa cerca de 14% desse combustível no Brasil.

Há um ano, Canadá e EUA baniram as importações de petróleo e gás da Rússia, e a União Europeia, muito dependente, reduziu em dois terços.

Após Bolsonaro ir à Rússia, a Casa Branca de Biden disse que o Brasil “está do outro lado de onde está a maioria da comunidade global”.

Por Diário do Poder

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