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Resultado do marco fiscal não reflete base do governo, diz Lira

Foto: Sérgio Lima/Poder360

O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), afirmou nesta quarta-feira (24) que o resultado da votação do novo marco fiscal não reflete a base de apoio ao governo na Casa, mas representa um “avanço” na consolidação da sustentação política do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no Congresso. O texto foi aprovado com 372 votos favoráveis e 108 contrários.

“Penso que não [dá para medir a base do governo], mas é uma evolução. Nós estamos trabalhando para que isso se concretize. Eu sempre disse a todos que nós seremos facilitadores do que é bom para o país”, declarou em entrevista a jornalistas.

Para Lira, o texto aprovado foi amplamente discutido e teve a participação de todas as bancadas por meio das conversas do relator, deputado Cláudio Cajado (PP-BA), que é companheiro de partido e aliado do presidente da Casa.

“A demonstração do painel, tanto na urgência quanto no mérito, mostra que o texto tinha discussão, tinha maturidade. É um texto equilibrado. Posições mais a esquerda e mais a direita convergiram em votar determinadas matérias”, afirmou.

Lira participou diretamente da articulação do texto. A aprovação da proposta é uma demonstração de sua força e influência política. Traz alívio para o Ministério da Fazenda e para a gestão petista, que terá mais liberdade para determinados gastos.

Poder360

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Magno Malta é denunciado ao Conselho de Ética e STF por fala sobre Vini Jr.

Foto: Cristiano Mariz/ Agência O Globo

O senador Magno Malta (PL-ES) será investigado pelas falas que proferiu sobre o caso de racismo sofrido pelo jogador Vini Jr., do Real Madrid. Malta disse que a imprensa “revitimizou” o jogador ao dar destaque para o caso. Além disso, ele convocou associações de animais para defender os macacos e disse que se fosse Vini Jr. entraria em campo com uma leitoa branca para mostrar que “não tem nada contra branco”.

Diante do episódio, Fabiano Contarato, líder do PT no Senado, solicitou ao Supremo Tribunal Federal (STF) a abertura de um inquérito policial por injúria racial contra Magno Malta diante das falas sobre o jogador brasileiro.

O Psol também informou que entrará com uma representação contra o senador Magno Malta (PL-ES) no Conselho de Ética do Senado e com uma notícia-crime junto ao Supremo Tribunal Federal (STF).

“Cadê os defensores da causa animal que não defendem o macaco?”. O ataque racista sofrido por Vini Jr., durante a partida entre Real Madrid e Valencia, no último domingo (22), mobilizou redes sociais, entidades e figuras emblemáticas do futebol e da política.

Estado de Minas

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Veja como cada partido votou na aprovação do novo marco fiscal

Foto: REUTERS/Adriano Machado

O texto-base do novo marco fiscal foi aprovado na noite desta terça-feira (23) na Câmara dos Deputados, com 372 votos a favor, 108 contra e uma abstenção. Outros 28 parlamentares não compareceram à sessão para votar. Confira abaixo como votou cada partido.

O PL, de Waldemar Costa Neto e do ex-presidente Jair Bolsonaro, liberou os parlamentares para votarem como quisessem. Dentre eles, 30 deputados votaram junto com o governo Lula, pela aprovação do novo marco fiscal. Outros 60 deputados da sigla votaram contra o projeto e mais sete não compareceram à votação.

A federação partidária PSOL-Rede, com 13 deputados, e o partido Novo, com três, votaram contra a aprovação.

A federação PT-PCdoB-PV teve recomendação das lideranças para votar a favor do marco fiscal. Contudo, o PT teve dois deputados que não apareceram na votação, Jilmar Tatto (PT-SP) e Waldenor Pereira (PT-BA); e o PV somou um voto negativo, com Prof. Reginaldo V. (PV-DF).

O bloco formado por União Brasil, Progressistas (PP) e a federação PSDB-Cidadania recebeu orientação de votar a favor. Ainda assim, o União teve sete votos contrários e duas faltas; o PP também teve sete votos contra e três faltosos; a federação teve três contrários, todos do PSDB.

Já o bloco formado por MDB, PSD, Republicanos, Podemos e PSC também foi orientado a votar a favor. No entanto, o MDB teve três votos contrários e a única abstenção oficial, do deputado Newton Cardoso JR. (MDB-MG). Outros seis parlamentares da legenda não compareceram ao plenário da Casa Baixa para votar.

O PSD teve cinco votos contrários; o Republicanos também teve cinco votos contra e três faltas; o Podemos teve apenas dois votos contrários, incluindo o de Deltan Dallagnol, que ainda votou mesmo tendo tido o mandato cassado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na semana passada; o PSC teve apenas um voto contra.

O texto do novo marco fiscal precisava de, ao menos, 257 votos a favor para ser aprovado no plenário da Câmara.

CNN Brasil

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Relator no TSE entregou minha cabeça por vaga no STF e decisão foi combinada, diz Deltan

Foto: Pedro Ladeira/Folhapress

O deputado federal Deltan Dallagnol (Podemos-PR) afirma que os sete ministros do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) combinaram nos bastidores a decisão de retirar seu mandato antes mesmo de o tema ser julgado pelo plenário da corte.

Deltan, ex-coordenador da força-tarefa da Lava Jato, direciona as críticas mais duras ao relator do processo, ministro Benedito Gonçalves. “O ministro condutor do voto trouxe um voto que objetiva entregar a minha cabeça em troca da perspectiva de fortalecer a sua candidatura ao Supremo”, diz Deltan em entrevista à Folha.

A decisão, por unanimidade, ocorreu no último dia 16. Segundo o parlamentar, os outros seis integrantes da corte eleitoral foram influenciados pelo governo Lula. Deltan diz que mantém esperança de os integrantes da Mesa Diretora da Câmara decidirem ignorar a decisão do TSE para mantê-lo no cargo.

Folha de S. Paulo

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Por 372 votos a 108, Câmara aprova texto-base do arcabouço fiscal

Placar da votação nesta terça-feira (23) do texto-base do novo arcabouço fiscal na Câmara dos Deputados. — Foto: Reprodução/TV Câmara

A Câmara dos Deputados aprovou na noite desta terça-feira (23) o texto-base do projeto de lei que institui o novo arcabouço fiscal. O placar foi de 372 votos a favor, 108 contra e 1 abstenção.

Para concluir a votação, os deputados têm ainda que analisar os destaques, que são sugestões pontuais de alteração no texto.

Um dos destaques, proposto pelo PSOL, foi votado e rejeitado. Previa retirar do texto os gatilhos para controle das despesas (entenda mais abaixo). A votação dos demais destaques ficou para esta quarta-feira (25).

O arcabouço foi elaborado pelo governo para substituir o teto de gastos. No teto, o crescimento das despesas do governo fica limitado à inflação do ano anterior. O arcabouço é mais flexível. Em linhas gerais, atrela o crescimento das despesas ao crescimento das receitas. Com isso, o governo tenta aumentar o poder de investimento sem comprometer as contas públicas.

O mecanismo central do arcabouço é:

  • o crescimento dos gastos públicos fica limitado a 70% do crescimento da arrecadação do governo (exemplo: se a arrecadação subir 2%, a despesa poderá aumentar até 1,4%);
  • mesmo que arrecadação do governo cresça muito, será necessário respeitar um intervalo fixo no crescimento real dos gastos, variando entre 0,6% e 2,5%, desconsiderando a inflação do período.

A aprovação acontece após uma série de reuniões ao longo do dia. Na construção de um acordo, o relator, deputado Cláudio Cajado (PP-BA), decidiu alterar um dos pontos do parecer que receberam mais críticas, em especial da oposição — o que fixa em 2,5% o crescimento real da despesa em 2024.

No novo parecer, o relator retirou essa redação, prevendo apenas que o crescimento real das despesas em 2024 deveria seguir o intervalo entre 0,6% e 2,5%. Porém, o texto abre uma possibilidade para que o governo amplie as despesas, por meio de crédito suplementar.

Isso poderá ocorrer após a segunda avaliação bimestral de receitas e despesas de 2024, que ocorre em maio, considerando o crescimento da receita do exercício completo de 2023 (ou seja, de janeiro a dezembro) e comparando com a projeção para 2024.

Se ao fim de 2024, a despesa for superior ao crescimento real da receita primária efetivamente realizada, a diferença deve ser reduzida da base de cálculo e subtraída do limite de gastos para 2025.

O deputado Pedro Paulo (PSD-RJ) avalia que esse trecho impede, por exemplo, que haja uma projeção exagerada para 2024 apenas para aumentar as despesas.

A mudança é um meio termo encontrado por Cajado: os gastos terão um teto vinculado à arrecadação e, ao mesmo tempo, não serão totalmente impactados pela correção que ainda considera o 2º semestre do ano passado, com a receita ainda sob o governo de Jair Bolsonaro.

Fundeb

O relator também tentou explicitar um ponto sobre o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb), a principal fonte de financiamento do setor, que foi inserida nas limitações de gastos nas alterações realizadas pelo relator. Atualmente, esses recursos estão fora do atual teto de gastos.

No novo texto, fica claro que o crescimento da complementação da União ao Fundeb, prevista na Constituição e vinculada à receita dos estados, é acrescido aos limites previstos no arcabouço. Segundo Cajado, as novas regras não vão prejudicar os recursos do fundo.

“O Fundeb sempre esteve fora do teto de gastos por um motivo: a experiência nos mostra que na hora que as contas apertam, a educação é sempre alvo de cortes. O Congresso tem que dizer claramente: gastar com educação é investir no nosso futuro. E isso tem que ser prioridade sempre. Por isso, tanto o Fundeb quanto a complementação têm que ficar fora do teto”, disse a coordenadora da Frente da Educação, deputada Tábata Amaral (PSB-SP).

Fundo Constitucional do DF

Deputados do Distrito Federal protestaram contra o texto de Cajado, que incluiu o Fundo Constitucional do Distrito Federal (FCDF) nas regras do arcabouço.

Na avaliação da bancada, os recursos do fundo – que são usados para custear a segurança pública do DF, além da saúde e da educação – serão reduzidos com a regra. O tema é alvo de um destaque do PL, que pede a retirada do fundo dos limites do novo marco fiscal.

De acordo com os parlamentares, em 2023, 40% do orçamento do DF (cerca de R$ 23 bilhões) vem do FCDF.

Apesar dos apelos, Cajado decidiu submeter o fundo ao arcabouço.

Limitação de empenho

O relator incluiu, ainda, a previsão de que a limitação de empenho e pagamento de despesas de investimentos devem seguir a proporção das demais despesas discricionárias. É a regra que já é seguida hoje para as emendas parlamentares impositivas – individuais e de bancada.

Quando há necessidade de contingenciamento, o governo precisa bloquear gastos não obrigatórios, que envolvem recursos para investimentos e custeio da máquina pública. O objetivo do novo trecho, então, é evitar que os bloqueios recaiam totalmente sobre investimentos

Na primeira versão do parecer, Cajado voltou com a necessidade de avaliação bimestral das receitas e despesas – hoje já funciona desta forma, mas o projeto enviado pelo governo ao Congresso previa que essa avaliação seria feita apenas três vezes ao ano.

Gatilhos

Já na primeira versão do parecer, o relator incluiu a previsão de “gatilhos”, mecanismos que pretendem obrigar a contenção de despesas sempre que os gastos do governo ultrapassam certos limites.

  • Se as receitas não avançarem como projetado, governo será obrigado a contingenciar despesas;
  • Se mesmo contingenciando despesas o governo não conseguir cumprir as metas ficais (zerar déficit em 2024 e ter superávit em 2025 e 2026), gatilhos graduais serão acionados. Confira, a seguir, quais são eles.

1º ano de descumprimento da meta

Caso o governo descumpra as metas fiscais estabelecidas, no primeiro ano ficarão proibidos:

  • criação de cargos;
  • alteração de estrutura de carreira;
  • criação ou majoração de auxílios;
  • criação de despesa obrigatória;
  • reajuste de despesa obrigatória acima da inflação;
  • ampliação de subsídios e subvenções;
  • concessão ou ampliação de benefício tributário.

2º ano de descumprimento da meta:

Se o governo descumprir a meta pelo segundo ano seguido, novas proibições serão acrescentadas às existentes, como:

  • aumento e reajustes na despesa com pessoal, como aumento de salários;
  • admissão ou contratação de pessoal, exceto para reposição de cargos vagos;
  • realização de concurso público, exceto para reposição de cargos vagos.

Penalidades

O descumprimento das metas fiscais não será crime. Por outro lado, o descumprimento dos contingenciamentos e dos gatilhos, atualmente, já é uma infração à Lei de Responsabilidade Fiscal – passível de punição.

g1

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Arcabouço fiscal será votado na noite desta terça (23), diz relator; texto será alterado, mas Fundeb fica dentro do limite de gastos


Foto: Brenno Carvalho / Agência O Globo

O projeto do novo arcabouço fiscal será votado na noite desta terça-feira, disse o relator da proposta, o deputado Cláudio Cajado (PP-BA). O projeto é prioridade para o governo Lula e foi enviado ao Congresso em abril. Desde então, foram semanas de reuniões para acertar o texto final.

Como se trata de um projeto de lei complementar, é necessário o voto de pelo menos 257 dos 513 deputados. O governo espera uma ampla maioria favorável ao texto. Depois, o projeto vai para o Senado.

O projeto vai ser votado depois de o ponto que mais gerou tensão no relatório de Cajado ser alterado. O maior foco de pressão — especialmente de parlamentares do chamado Centrão — estava em um dispositivo inserido por Cajado, que fixou uma alta real de 2,5% nas despesas em 2024. Esse é o limite máximo para o aumento de despesas acima da inflação previsto na regra fiscal. Cajado disse que vai alterar esse ponto.

— O ponto que demandou mais discussão foi em relação à despesa em 2,5%. Vamos fazer um novo texto. Um mix entre o texto original e uma possibilidade. O texto original previa um crescimento de 1,12%. Vamos pegar a diferença em cima do que tiver de crescimento e vamos colocar até 2,5% — disse Cajado.

Pela regra do arcabouço fiscal, as despesas podem subir o equivalente a 70% da alta real das receitas, respeitando o intervalo de 0,6% a 2,5% (acima da inflação). O relatório estabelecia porém que, em 2024, essa alta será de 2,5%, independentemente da arrecadação. Como a previsão de diversos especialistas é que as despesas subiriam abaixo desse teto, a diferença configura um gasto extra para o governo. O que Cajado diz que fará é limitar esse gasto extra.

Fundeb e DF

Havia pressão de parlamentares para excluir o Fundeb (fundo de financiamento da educação básica) do limite de gastos do arcabouço. O Fundeb, porém, continuará no limite de gastos.

— Vai ter um artigo que deixa claro que o crescimento (do Fundeb) de 2% a cada ano vai ser acrescentado na base, vai ser cumulativo. Isso garante que o Fundeb não terá competição com a base.

Também será mantido dentro do limite o Fundo para financiar os gastos do governo do Distrito Federal, o que vinha sendo criticado por parlamentares da região.

— Vou ter uma reunião com a bancada do GDF para mostrar que não vai haver prejuízo. O GDF vai ter sempre crescimento acima da inflação, com ganho real — disse Cajado.

O que diz o projeto

A nova regra fiscal irá substituir o teto de gastos, que impede o crescimento das despesas acima da inflação do ano anterior. Também haverá um limite de gastos, mas mais flexível. A nova regra permitirá o crescimento dos gastos acima do índice de preços, mas isso dependerá do comportamento das receitas. O aumento real das despesas será equivalente a 70% do incremento das receitas acima da inflação. Essa variação terá de 0,6% a 2,5% ao ano.

O regime de urgência foi aprovado na semana passada. Foram 367 votos a favor e 102 contra. A aprovação da urgência permite que o texto seja votado diretamente no plenário e dispensa trâmites regimentais, como a votação do texto pelas comissões temáticas da Casa.

O relator do arcabouço incluiu no seu parecer “gatilhos” extras para a contenção de despesas caso a meta fiscal de um ano seja descumprida. A meta será definida no começo de cada governo e o resultado da diferença entre as despesas e as receitas.

O Globo

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Netflix anuncia cobrança extra por compartilhamento de senhas no Brasil

Netflix planeja expandir programa de prévias antecipadas de filmes e séries  para mais assinantes - TudoCelular.com
A Netflix anunciou, nesta terça-feira (23), que começará a cobrar usuários que compartilham a conta com pessoas fora de sua residência. O valor cobrado será de R$ 12,90 por mês, adicionados ao preço da assinatura. Segundo a plataforma de streaming, “a conta Netflix deve ser usada por uma única residência” e, com isso, acessos registrados fora do endereço principal serão considerados indevidos.

A medida, testada pela plataforma desde agosto de 2022, já estava sendo aplicada em países como Honduras, Costa Rica, Chile e Peru. Recentemente, foi a vez de Canadá, Espanha, Portugal e Nova Zelândia caírem na cobrança adicional. De acordo com a plataforma, a partir desta terça-feira os usuários começaram a receber um e-mail com o aviso sobre a regra.

Ainda segundo a Netflix, a nova exigência não vai impedir que os usuários utilizem o serviço na rua ou enquanto viajam. Essa era uma preocupação quando um vazamento sobre a cobrança pelo compartilhamento de senhas vazou em janeiro de 2023.

TechTudo

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Mudança no ICMS deve aumentar gasolina em R$ 0,16 por litro na bomba

Posto de combustível gasolina diesel
A mudança na forma de cobrança do ICMS deve aumentar o preço da gasolina nos postos de combustíveis do país em uma média de R$ 0,16 por litro a partir de 1º de junho. O cálculo é do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE), feito a pedido do site Poder360.

Isso representará uma uma alta de 22%, de acordo com a empresa de consultoria. O centro considerou o repasse integral, na bomba, da nova alíquota da gasolina, de até R$ 1,22 por litro, conforme definido pelo Confaz em 31 de março.

O novo valor entrará em vigência a partir de 1º de junho em todo o Brasil.

Hoje, a alíquota é um percentual por litro, que varia de 17% a 23%, a depender do Estado.

De acordo com a Fecombustíveis, a parcela do ICMS na bomba variou de R$ 0,9 a R$ 1,3 por litro na 2ª quinzena de maio.

Poder360

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BC diz que bancos deverão compartilhar entre si dados sobre fraudes

BC diz que bancos deverão compartilhar entre si dados sobre fraudes

O Banco Central afirmou nesta terça-feira (23) que as instituições financeiras do país deverão compartilhar entre si dados e informações sobre fraudes no Sistema Financeiro Nacional e no Sistema de Pagamentos Brasileiro.

Aprovada pelo Conselho Monetário Nacional e pelo BC, a norma permitirá “o aprimoramento da capacidade das instituições supervisionadas de prevenção de fraudes, bem como melhorar seus controles internos”.

A nova regra deverá ser implementada a partir de 1º de novembro de 2023.

O Antagonista

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Governo Lula é visto como péssimo, ruim ou regular por 57,6% da população, aponta pesquisa

Foto: PAULO BOMTEMPO/ENQUADRAR/ESTADÃO CONTEÚDO.

Um levantamento feito pelo Instituto Paraná Pesquisas mostra que a gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é vista como péssima, ruim ou regular por 57,6% da população do Brasil. A pesquisa foi divulgada nesta terça-feira, 23, contando com 2.023 eleitores dos 26 Estados da federação e do Distrito Federal entre os dias 16 e 21 de maio. Segundo o levantamento, 25,7% da população classifica o governo de Lula como “péssimo”, com outros 7% analisando-o como “ruim” e outros 24,9% como “regular”. Do outro lado, 15,8% dos eleitores avalia a atual gestão como “ótima” e outros 23,9% como “boa”. Questionados se aprovavam ou desaprovavam a atual gestão, 54,1% dos entrevistados disse aprovar a condução de Lula, com outros 39,4% dizendo reprovar o governo do petista. Outros 6,5% disseram não saber ou preferiram não responder. Ainda de acordo com o levantamento, a maior aprovação de Lula está entre a população com idade entre 16 e 24 anos (59,8%), enquanto a maior desaprovação fica com os eleitores entre 25 e 34 anos (43,4%).

A pesquisa também avaliou as expectativas da população em relação ao governo Lula, sendo que 27,6% disseram que o governo está pior do que o esperado. Do outro lado, 29% disseram considerar que a gestão está melhor do que o esperado, enquanto 38% consideraram que está igual às expectativas. Os entrevistados também foram questionados sobre a situação financeira de suas famílias durante o governo do petista, com 25,8% dizendo que o cenário piorou desde janeiro. Para 26,8%, a situação melhorou, enquanto 45,4% consideram que o panorama está igual ao do governo anterior. De acordo com o Instituto, a margem de erro para os resultados é de 2,2 pontos percentuais.

Jovem Pan

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