Brasil

Crivella tem mandato de deputado federal cassado pela Justiça Eleitoral, é multado e fica inelegível

Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

A Justiça Eleitoral determinou a cassação de mandato do deputado federal Marcelo Crivella e o tornou inelegível por oito anos, a contar das eleições municipais de 2020.

Ele é acusado de falsidade ideológica eleitoral e abuso de poder de autoridade no caso do ‘QG da Propina’ na prefeitura do Rio de Janeiro. O parlamentar também foi condenado a pagar uma multa de R$ 433 mil.

A decisão é da juíza Márcia Capanema, da 23ª Zona Eleitoral.

Crivella chegou a ser preso em dezembro de 2020, na reta final de seu mandato como prefeito, acusado de chefiar uma organização criminosa que tinha o empresário Rafael Alves — que seria seu “homem de confiança” — como principal negociador de contratos públicos.

De acordo com o Ministério Público, mesmo sem cargo na gestão municipal, Rafael Alves tinha uma sala na sede da Riotur e fazia negociações no local. O MP afirma que a repartição pública foi transformada em um QG da Propina pelo grupo, que teria arrecadado mais de R$ 50 milhões. A investigação aponta que a organização criminosa começou a se movimentar antes mesmo da eleição de 2016 à prefeitura do Rio, quando Crivella foi eleito.

O Antagonista

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Brasil

PL das Fake News perde força e deixa centro de debates na Câmara

Após semanas de intensos debates entre governo e oposição sobre o PL das Fake News no Congresso Nacional, com repercussões em big techs e na sociedade, a discussão sobre a matéria perdeu força no Parlamento.

No início de maio, a votação do Projeto de Lei (PL) nº 2.630/2020 foi frustrada e gerou a primeira grande derrota de Arthur Lira (PP-AL), presidente da Câmara dos Deputados, e do governo federal.

Sob relatoria de Orlando Silva (PCdoB-SP), o texto não conseguiu adesão suficiente para ser aprovado na Casa Baixa — eram necessários 257 votos favoráveis.

A proposta foi retirada de pauta e, desde a primeira semana de maio, não voltou à lista de matérias apreciadas pelo plenário.

O PL das Fake News cria a Lei Brasileira de Liberdade, Responsabilidade e Transparência na Internet. Em linhas gerais, o texto determina que empresas do ramo da tecnologia sejam obrigadas a seguir normas para evitar o compartilhamento de discursos de ódio e informações falsas na internet.

Ajustes

O deputado Orlando Silva, que relata a matéria, afirmou que tem feito ajustes no texto. “As negociações seguem bem. Estou me reunindo com parlamentares e bancadas”, pontuou.

Metrópoles

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Brasil

Augusto de Franco: “Não adianta Lula dizer que condena a invasão se não exige a retirada dos invasores”

“Não adianta Lula dizer que condena a invasão se não exige a retirada dos invasores”

Em sua coluna na Crusoé, o escritor levanta oito pontos básicos para refutar as infâmias ditas pelo presidente em relação à guerra na Ucrânia.

“Zelensky não é responsável pela morte de pessoas, e sim Putin, que invadiu o país, está matando os seus habitantes civis e destruindo toda a infraestrutura do país. A Ucrânia está apenas se defendendo. 

Não adianta Lula dizer que condena a invasão se não exige a retirada das tropas invasoras. 

Não adianta Lula condenar a ocupação territorial da Ucrânia da boca para fora, sem aprovar as sanções impostas ao invasor. Se não sofrer sanções, Putin não vai parar. Para parar Putin as sanções têm que aumentar, não diminuir.”

O Antagonista

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Brasil

Brasil foi o país com mais casos suspeitos de fraudes em apostas esportivas online em 2022

Foto: Getty Images

O Brasil se tornou um dos países com mais suspeitas de fraudes de acerto de resultados de competições esportivas no mundo, de acordo com a Sportradar, uma empresa estrangeira que acompanha as possibilidades de fraude em 400 casas de apostas pelo mundo.

A empresa compila dados sobre esportes para que os apostadores tenham informações para poderem tomar decisões, também diz que os jogos têm sinais de fraudes em apostas.

O ranking de possíveis casos de fraudes da companhia no ano passado foi o seguinte:

  • Brasil: 152
  • Rússia: 92
  • República Checa: 56
  • Cazaquistão: 43
  • China: 41
  • Grécia: 40
  • Argentina: 39

Esses números são referentes a todos os esportes, não apenas a futebol.

A empresa afirma que dados de mais de 400 casas de apostas no mundo constam nos sistemas dela. Quando surgem valores elevados de apostas em comparação com a média, entende-se que há um problema em potencial que precisa ser investigado.

As próprias empresas de apostas também fazem alertas à Sportradar quando identificam que há um volume de dinheiro fora do normal.

Tom Mace, diretor de operações da Sportradar, diz ao g1 que a empresa analisa a movimentação nas apostas para detectar os possíveis alertas de manipulação. “Mudanças drásticas nas probabilidades (de resultados) e picos nos volumes de apostas são uma bandeira vermelha”, ou seja, uma indicação de que os apostadores conseguiram manipular um jogo.

Esses picos de apostas muitas vezes só existem porque alguns apostadores têm conhecimento prévio de um determinado resultado de jogo, ele afirma. “A mesma lógica se aplica a apostas em cartões amarelos e número de escanteios, e vimos várias partidas suspeitas com esse tipo de manipulação aumentarem nos últimos anos”, afirma Mace.

A empresa dele já presta serviços para a própria CBF e para algumas entidades estaduais de futebol no Brasil.

O problema é que o grosso das fraudes em apostas não acontece nos principais campeonatos de um país. “No futebol global, 52% dos jogos suspeitos aconteceram na terceira divisão ou ainda mais baixa, inclusive os torneios regionais e juvenis”, afirma Mace.

Nessas competições, segundo ele, há um outro fator que contribui para um incentivo a fraudes: os salários já são muito mais baixos do que nos torneios importantes –muitas vezes, há até mesmo falta de pagamento.

O Ministério Público de Goiás já investiga desde fevereiro um grupo especializado em fraudar resultados de jogos da série B do Campeonato Brasileiro.

Casos de fraudes em outros países

O histórico de fraudes e combinação de resultados em torneios é longo. No entanto, no passado recente, alguns desses casos tiveram implicações como a suspensão de times inteiros ou banimento de juízes que tinham sido cooptados por máfias de apostadores.

Relembre abaixo alguns desses casos:

  • Em 2004, Robert Hoyzer, um árbitro alemão, deu dois pênaltis inexistentes em um jogo entre os times do Hamburg e Paderborn. Meses depois, em janeiro de 2005, quatro outros árbitros denunciaram Hoyzer, que havia procurado colegas para interferir em resultados de jogos. Durante o processo, ele confessou que estava a serviço de mafiosos da Croácia.
  • Na temporada de 2014 – 2015, o time romeno Gloria Buzau, da segunda divisão do país, entregou diversos jogos para que apostadores ganhassem dinheiro. Três técnicos e 14 jogadores foram punidos com suspensões de mais de dois anos do esporte.
  • Em 2016, o juiz de uma partida entre África do Sul e Senegal que era jogada pelas Eliminatórias da Copa do Mundo deu um pênalti não existente para os sul-africanos. O juiz depois foi condenado por tentar fraudar o resultado do jogo e expulso do esporte. Os dois times jogaram novamente.
  • Em 2018, um dos principais times da Albânia, o Skenderbeu e todos os jogadores foram expulsos de uma competição por dez anos por terem entregado um jogo.

g1

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Brasil

Denúncias de racismo dentro do governo federal cresceram 94% em 2023


Foto: Igo Estrela/Metrópoles

Nos cinco primeiros meses de gestão Lula, houve um considerável aumento no número de denúncias de racismo dentro do governo federal. De janeiro a maio deste ano, foram 394 ocorrências. Trata-se de um aumento de 94% em relação ao mesmo período do ano passado.

Os dados foram enviados pela Controladoria-Geral da União (CGU) ao Metrópoles. A atual média é de três denúncias por dia; até fevereiro, havia, em média, duas notificações por dia.

Segundo o levantamento da CGU, os órgãos de onde mais partiram denúncias de assédio foram o Departamento de Polícia Federal (DPF), o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH) e o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

Ápice de denúncias
Nos últimos quatro anos e cinco meses, foram registradas 2.646 denúncias de racismo no governo. Desse total, 1.922 foram concluídas e 658 foram arquivadas.

O ápice de casos desse tipo foi em 2020, no governo Bolsonaro; entre janeiro e maio daquele ano, foram registradas 675 denúncias. A maioria delas partiu da Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU), com destaque especial para a então Superintendência de Trens Urbanos de Belo Horizonte, privatizada para o Grupo Comporte em dezembro do ano passado.

Na época, havia uma onda de relatos de casos de racismo nas estações de metrô da capital de Minas Gerais.

“Em geral, essas denúncias partiram de abordagem dos seguranças do metrô contra usuários. Nós temos também outros casos de usuário contra usuário, de usuários contra seguranças negros; em 2020, porém, houve abordagens dos seguranças contra usuários, de maneira violenta, e todas as pessoas abordadas eram negras”, relatou a metroviária e vereadora de BH Iza Lourença (PSol), que acompanhou de perto essa situação, à época.

Direcionamento das denúncias
Um dos motivos para órgãos como a Polícia Federal e o Ministério dos Direitos Humanos estarem no topo do ranking é que, muitas vezes, denunciantes procuram por instituições que têm políticas relacionadas ao tema, segundo a CGU.

“O fato de determinado órgão ou entidade receber denúncia de assédio não necessariamente significa que o ato relatado tenha ocorrido naquele ambiente ou que tenha sido realizado por servidor daquele local”, explicou a CGU em e-mail.

Além disso, a CGU esclareceu que o arquivamento acontece quando há falta de elementos ou em caso de denúncias repetidas.

A reportagem questionou quais foram as conclusões das denúncias, mas a CGU explicou que o registro das providências adotadas pelas áreas de apuração não consta na plataforma Fala.BR.

Metrópoles

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Brasil

Presidência gastou R$ 310 mil em redes de futebol, persianas, taças, sofás e cama sem licitação

Foto: Cristiano Mariz/O Globo

Desde o início do ano, a Presidência da República fez ao menos 25 compras sem licitação de móveis e outros produtos para os palácios da Alvorada e do Planalto, a residência e o local de trabalho oficiais do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Nos processos já concluídos, o órgão gastou quase R$ 310 mil. Entre os itens adquiridos (veja o detalhamento abaixo), estão taças de cristal, cama e sofás revestidos em couro, um par de redes para trave de gol de futebol, entre outros.

Segundo uma regra prevista na lei de licitações e contratos administrativos, a licitação não é exigida para compras com valor inferior a R$ 50 mil. O mesmo vale para contratações de serviços, desde que eles não sejam relacionados à engenharia ou à manutenção de veículos.

Apesar disso, a Presidência se amparou nesse artigo da lei para comprar oito móveis por R$ 55.484. O processo incluiu a aquisição dos seguintes itens:

  • 1 mesa para almoço e jantar com acabamento em madeira (R$ 25.960)
  • 1 buffet para sala de jantar com acabamento em lâmina de nogueira e base em aço carbono (R$ 13.516).
  • 6 cadeiras com barra madeira nogueira (R$ 16.008, sendo R$ 2.668 cada).

A compra foi concluída em fevereiro. Apesar do valor dos móveis, a Presidência considerou que os itens não se enquadravam como bens de luxo. Segundo o órgão, a aquisição foi necessária para reestabelecer “as condições mínimas de habitabilidade” do Palácio da Alvorada.

Confira abaixo outros produtos comprados pela Presidência da República:

  • 9 persianas do tipo rolo, com acionamento motorizado (R$ 18.900, sendo R$ 2.100 cada);
  • 1 par de redes de futebol (R$ 769,40);
  • 2 mochilas executivas com rodízio com repartição acolchoada para notebook (R$ 2.254,46, sendo R$ 1.127,23 cada);
  • 96 taças de cristal para água (R$ 4.429,44, sendo R$ 46,14 cada);
  • serviço de manutenção e afinação de piano de cauda (R$ 5.990).

R7

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Brasil

Em busca de ampliar a base na Câmara, PT e partidos do Centrão são os que mais recebem emendas do governo Lula

Foto: NAYARA ARAÚJO/CÂMARA DOS DEPUTADOS

Na busca do governo por ampliar a base na Câmara, o PT, partido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e partidos do Centrão foram os que mais receberam emendas parlamentares até aqui neste ano.

As emendas são verbas previstas no Orçamento da União que o governo tem que liberar para os parlamentares. São usadas por deputados e senadores para obras e projetos em suas cidades e estados.

O ritmo da liberação depende do Executivo. Nas últimas semanas, deputados vinham reclamando de que o governo Lula não liberou as emendas que havia prometida.

Esse foi um dos motivos pelos quais o governo sofreu algumas derrotas na Câmara nas últimas semanas. Os deputados barraram, por exemplo, um decreto de Lula que modificava o marco do saneamento.

Só nesta semana, o governo liberou R$ 1,3 bilhão em emendas.

Veja os partidos que mais receberam emendas, de acordo com o Painel do Orçamento Federal:

  • PT: R$ 346,1 milhões
  • PSD: R$ 234,8 milhões
  • União: R$ 212 milhões
  • PP: R$ 199,2 milhões
  • MDB: R$ 176,5 milhões

g1

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Brasil

Chance de uma nova pandemia é muito alta, diz diretor do Butantan

Foto: Divulgação

A probabilidade de que o mundo venha a enfrentar novas pandemias no curto ou médio prazo é muito alta, e precisamos estar preparados para isso. O alerta foi feito pelo médico infectologista Esper Kallás, diretor do Instituto Butantan, na 2ª Conferência FAPESP 2023, que tratou do tema “Vírus, pandemia e vacinas”.

Estar preparado é combater a “pandemia da desinformação”, fabricada pelos negacionistas da ciência, e, de forma rápida e eficiente, estabelecer iniciativas como a chamada Missão 100 Dias, que consiste em detectar o agente infeccioso, criar uma forma de tratamento e desenvolver a respectiva vacina em pouco mais de 3 meses. Kallás detalhou o quanto o Butantan já avançou nesse sentido.

“O 1º passo, fundamental para qualquer país, é ter um sistema de vigilância capaz de detectar qualquer anomalia. Para isso, ele deve definir as síndromes clínicas; rastrear os eventuais patógenos; pesquisar novos agentes; e estabelecer tendências epidemiológicas”, explicou. Acrescentou que o Butantan já possui uma estrutura, o CeVIVAS (Centro de Vigilância Viral e Avaliação Sorológica), capaz de fazer diagnóstico molecular e classificação genômica de SARS-CoV-2, influenza e dengue.

O 2º passo, segundo o epidemiologista, é criar uma forma de tratamento. A maneira mais rápida, além de rastrear os produtos já disponíveis na prateleira, é por meio de anticorpos monoclonais ou pool de anticorpos com ação anti-infecciosa.

Poder360

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Brasil

Senadores pressionam por projeto que prorroga desoneração da folha aos 17 setores que mais empregam

Após a bancada do governo no Senado pedir adiamento da discussão do projeto que prorroga a desoneração da folha de pagamento, defensores da proposta intensificaram as articulações para garantir a aprovação em benefício aos 17 setores que mais empregam e que atualmente são contemplados com a concessão.

O projeto é discutido em caráter terminativo na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE). Isso significa que, caso seja aprovado pelo colegiado, o texto vai direto para a Câmara, sem passar pelo plenário do Senado. No entanto, ainda não há uma data para o retorno das discussões à CAE e, enquanto isso, os acordos internos são construídos.

“Ainda estamos em um momento de retomada da economia por conta dos efeitos catastróficos da pandemia e com perspectiva de um cenário mundial que ainda trará desafios à geração de emprego. Prorrogar a desoneração da folha tem esse impacto direto: evitar a criação de uma nova dificuldade para os setores que mais geram emprego no país, justificando, portanto, a renovação do esforço do governo”, defendeu o relator da proposta, senador Angelo Coronel (PSD/BA).

O governo fala em “arredondar” a proposta antes de retomar a discussão. Mas o movimento da equipe econômica do governo é uma tentativa de tratar esse tema apenas na reforma tributária. O líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), também indicou a intenção da base em manter o foco na aprovação do novo marco fiscal.

“A desoneração da folha é uma medida em si boa, porque favorece as empresas que empregam muito. Porém, a validade da atual lei é em 31 de dezembro, e estamos na iminência de votar o arcabouço fiscal. Então, eu não acho conveniente, neste momento, fazer uma sinalização de mais renúncia, mesmo que seja uma continuidade”, ponderou Jaques.

O autor da proposta, senador Efraim Filho (União-PB), advertiu que a não prorrogação pode acarretar demissões em massa. “Se estima 600 mil demissões no Brasil desses setores se, a partir de janeiro de 2024, não tivermos essa prorrogação”.

Na avaliação do senador Eduardo Gomes (PL-TO), é natural que o governo apresente uma proposta com novas regras fiscais e a possibilidade de reforma tributária, desde que “não se omita de entender que a política de desoneração obedece a uma lógica de manutenção de empregos”. Gomes acredita que é do posicionamento do atual governo a defesa da manutenção de empregos. “Então, o Congresso dará uma resposta, e é impossível que o governo não dê o olhar adequado para a desoneração desses 17 setores de emprego intensivo”.

“Entendo que cabe ao Estado fazer mais com menos, bem como iniciar as reformas que estão paralisadas em razão de discussões contraproducentes”, afirmou, também, o senador Luis Carlos Heinze (PP/RS).

Mesmo com o adiamento proposto por parte da base governista, a expectativa é positiva para a aprovação da proposta. “Diminuir impostos pagos pelas empresas significa manter empregos e gerar novos postos de trabalho, fazendo a economia girar e desenvolver o país”, defendeu o senador Carlos Viana (Podemos/MG).

R7

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Brasil

Presidente do PSB critica condução de Haddad: “Não sei se é tão boa para o país”

Siqueira critica condução de Haddad: “Não sei se é tão boa para o país”

O presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira, disse ter dúvidas sobre a condução do ministro da Fazenda, Fernando Haddad.

Em entrevista à Folha, Siqueira também afirmou ver como preocupante o arcabouço fiscal, aprovado nesta semana, por avaliar que as regras limitam investimentos.

Ele [Haddad] é mais aberto ao mercado e isso tem suas consequências. Para o mercado, ótimas, mas para o país, não sei se [é] tão bom assim”, disse.

E acrescentou:

“Eu até gosto muito do Haddad, mas acho que as políticas que foram feitas nas últimas décadas no país estão muito sintonizadas. O poder do sistema financeiro nacional e internacional é muito grande e ele se reflete no mundo da política de uma maneira que as pessoas nem sequer percebem. Há uma predominância hoje disso aí, inclusive a própria composição do Congresso e as dificuldades do governo são reflexo dessa influência.”

O antagonista

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