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Advogado pede para incluir em inquérito vídeo em que Moraes chama de “bandido” acusados de agressão em Roma

Foto: André Ribeiro/Futura Press/Estadão Conteúdo

A defesa dos acusados de agressão ao filho do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), pediu que seja incluído no inquérito sobre o caso um vídeo em que o magistrado chama de “bandido” os supostos agressores de seu filho.

Não há comprovação sobre a autenticidade do vídeo. A defesa anexou um laudo pericial sobre a integridade da gravação, elaborado pelo Laboratório de Perícias Prof. Dr. Ricardo Molina de Figueiredo.

O vídeo, de apenas 9 segundos, foi gravado pelos acusados, segundo o advogado Ralph Tórtima, depois da suposta agressão.

Moraes aparece retirando seu filho do local. Ao final, se dirige a quem está filmando e fala: “bandido”.

CNN Brasil

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Ciro Nogueira: “Se o Nordeste fosse a Argentina, choveria dinheiro”

Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado.

O líder da oposição no Senado, Ciro Nogueira (PP-PI), foi ao Twitter criticar o governo Lula por ter atuado na liberação de US$ 1 bilhão para a Argentina nas vésperas das eleições presidenciais.

“Na bolha do PT 5, o 5º governo petista, prioridade é a Argentina: R$ 5 bi para o companheiro candidato de lá. Já no Brasil real grassa a seca e o Poder ignora. Se o nome do Nordeste em seca fosse Argentina, choveria dinheiro. Como não é, recebe é desprezo”, disse o parlamentar.

Nogueira tem se consolidado como o porta-voz de Jair Bolsonaro ao longo deste governo Lula.

O Antagonista

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Irmão da deputada federal Sâmia Bomfim é executado em quiosque no Rio de Janeiro

O atributo alt desta imagem está vazio. O nome do arquivo é 78805a221a988e79ef3f42d7c5bfd418-20.pngFoto: Reproução A Polícia Civil do Rio de Janeiro investiga a morte de três médicos na madrugada desta quinta-feira (5) em um quiosque na Barra da Tijuca, na zona oeste do Rio de Janeiro. Segundo informações da Polícia Civil do Rio de Janeiro, eles foram assassinados a tiros. Uma quarta vítima foi socorrida e levada para uma unidade de saúde da região. Uma quarta vítima foi socorrida e levada para uma unidade de saúde da região. Ainda não há detalhes sobre o estado de saúde dela. A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) foi acionada e investiga a morte de Marcos de Andrade Corsato, Perseu Ribeiro Almeida e Diego Ralf de Souza Bomfim, irmão da deputada federal Sâmia Bomfim (PSOL-RJ). “A perícia foi realizada no local, testemunhas estão sendo ouvidas e imagens de câmeras de segurança estão sendo analisadas”, disse ainda a Polícia Civil. Diligências estão em andamento para apurar a autoria e a motivação do crime. BG com Portal Correio

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Governo realoca mais de R$ 1 bilhão para atender pautas do Centrão

Lula empossa Fufuca e Costa Filho em cerimônia fechada no Planalto |  MetrópolesFoto: Ricardo Stuckert

O Congresso Nacional aprovou, nesta quarta-feira (4/10), uma série de propostas do governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para realocar recursos entre os ministérios com o intuito de fortalecer as emendas parlamentares e ganhar cada vez mais apoio do Centrão no Legislativo.

A relocação de recursos é uma maneira que o governo Lula tem para alavancar a aprovação de propostas de interesse do Executivo no Congresso Nacional. O último movimento do presidente nesse sentido foi a nomeação dos ministros André Fufuca (Progressistas-MA) e Silvio Costa Filho (Republicanos-PE) para Esporte e Portos e Aeroportos, respectivamente.

Uma das propostas, o Projeto de Lei do Congresso Nacional (PLN) nº 22/2023, reforça os caixas dos ministérios da Agricultura e Pecuária, da Educação, de Minas e Energia, da Saúde e da Integração e do Desenvolvimento Regional com R$ 1,296 bilhão.

Metrópoles

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Senado autoriza governo Lula a gastar menos com saúde em 2023

Foto: Roque de Sá/Agência Senado

O plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira (4) o projeto de lei que autoriza o governo Lula (PT) a pagar um piso menor para a saúde em 2023.

Encaminhado como “extrapauta” e adicionado durante a sessão, o texto também abre caminho para um repasse de R$ 13,9 bilhões a estados e municípios.

O relator do projeto na Câmara, Zeca Dirceu (PT-PR), incluiu o artigo que permite pagar um piso da saúde menor. Aprovada no Senado sem nenhuma mudança, a proposta segue agora para a sanção da Presidência.

Mais cedo nesta quarta, Alexandre Padilha (Relações Institucionais) apelou aos senadores para que a matéria fosse apreciada ainda hoje, permitindo ao governo fazer o pagamento a estados e municípios ainda neste mês.

O texto antecipa R$ 10 bilhões da compensação da União aos estados pelos cortes no ICMS patrocinados pela gestão Jair Bolsonaro (PL) durante a campanha de 2022.

Esse valor estava programado para 2024, mas será adiantado para este ano para dar um “alívio” ao caixa de estados e municípios.

O Antagonista

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“Se quiser sair do Brasil, o problema é só da Uber”, diz ministro do Trabalho

 

O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, disse nesta quarta-feira (4), em audiência na Câmara dos Deputados, na Comissão de Fiscalização Financeira e Controle, que se a Uber quiser sair do Brasil, o problema é só deles.

Marinho disse não acreditar que a plataforma deixe o país, porque o Brasil é o principal mercado da empresa.

“Se caso queira sair, o problema é só da Uber, porque outros concorrentes ocuparão esse espaço, como é no mercado normal.”

Segundo o ministro, as partes estão buscando um processo de negociação, mas não estão chegando a um acordo, especialmente com o setor de entregadores.

“As empresas estão muito vorazes nesse processo de enriquecimento, de apropriação da força desse trabalho para se enriquecer cada vez mais, e não estão aceitando as reivindicações dos trabalhadores”, disse.

Propostas do governo

Na audiência, Marinho afirmou aos deputados que o que o governo está propondo é a busca de um processo para regulamentar e dar proteção ao trabalhador.

“Não é justo que nós tenhamos trabalhadores, jovens e particulares, sujeitos ao trabalho de aplicativo nas grandes cidades, trânsito estressante, tendo que trabalhar 14, 16 e 17 horas por dia, para sobrar alguma coisa e sustentar sua família. Isso é trabalho quase análogo à escravidão, é sub-exploração.”

Portanto, segundo o ministro, a regulamentação tem que garantir salário mínimo, controle de excesso de jornada, condições de garantir a previdência e proteção social. “As pessoas se machucam, se acidentam, ou se adoecem e não têm nenhuma proteção”, afirma.

Uma proposta apresentada pelo ministro é um mix de alternativas.

“A empresa e o trabalhador que desejarem CLT, podem ter. Se o trabalhador não deseja e a empresa também não, podem ter outras alternativas que podem, na regulamentação, ter o trabalho autônomo. Mas, desde que tenha garantia do previdenciário, contra excesso de jornada, evitar doença e acidente, até para não colocar em risco também quem está contratando o serviço.”

Para ele, o que precisa se discutir é: “as novas tecnologias devem estar a serviço de quem?”, questionou.

“A serviço de poucos para explorar, para se enriquecer cada vez mais enquanto o trabalhador trabalha na miséria? Esse é o debate que devemos fazer e creio que o parlamento vá fazer esse debate, porque vai chegar aqui.”

A CNN procurou a Uber para se posicionar em relação às declarações do ministro, mas até o momento não teve retorno.

 

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‘PEC do Sangue’ é aprovada na CCJ do Senado; Confira votos da bancada paraibana

Sangue
Texto, que ainda será votado no senado, permite a comercialização de plasma humano (Foto: Dayvidson Damasceno/Agência Brasília)

A proposta de emenda à Constituiçao (PEC) que prevê a comercialização de plasma humano para o desenvolvimento de novas tecnologias e a produção de medicamentos foi aprovada por 15 votos a 11 pela Comissão de Constituição de Justiça (CCJ) do Senado.

A votação da “PEC do Sangue” ocorreu na tarde desta quarta-feira (4). Entre os senadores paraibanos, Efraim Filho (União Brasil) e Daniella Ribeiro (PSD) foram a favor da PEC, enquanto Veneziano Vital do Rêgo votou contra a proposta.

O texto abre a possibilidade de comercialização do plasma humano por hemorredes e laboratórios privados para empresas do Brasil e até do exterior. A proposta ainda incluía a remuneração pela coleta de plasma, permitindo aos doadores receberem pela doação, mas o trecho foi retirado do texto.

A pauta, agora, deve seguir para votação no plenário do Senado. Se aprovada, ainda deve ser apreciada pela Câmara dos Deputados.

Fiocruz é contra

O Conselho Deliberativo da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) se posicionou contra a proposta.

“A aprovação da PEC pode causar sérios riscos à Rede de Serviços Hemoterápicos do Brasil e ao Sistema Nacional de Sangue, Componentes e Hemoderivados. A comercialização de plasma pode trazer impacto negativo nas doações voluntárias de sangue, pois há estudos que sugerem que, quando as doações são remuneradas, as pessoas podem ser menos propensas a doar por motivos altruístas”, disse a instituição.

Além disso, segundo a Fiocruz, esta prática traz riscos para a qualidade e segurança do plasma e pode aumentar as desigualdades sociais.

“Estudos sugerem, por exemplo, que a comercialização pode atrair pessoas em situações financeiras difíceis, dispostas a vender seu plasma, além de facilitar o acesso a pessoas que podem pagar, em detrimento daquelas que não têm condições”, acrescentou a fundação.

Com PortalCorreio

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Banco Central adia Pix automático para outubro de 2024

Banco Central adia Pix automático para outubro de 2024

 

O Banco Central adiou o funcionamento do Pix automático para outubro de 2024. O mecanismo viabilizará pagamentos recorrentes de forma automática, mediante autorização prévia do usuário pagador.

A informação foi confirmada nesta quarta-feira (4) durante reunião plenária do Fórum Pix.

O cronograma preliminar anteriormente divulgado estimava o lançamento em abril de 2024. Entretanto, essa estimativa foi ajustada, segundo o Banco Central, por conta da complexidade do produto, do tempo necessário para o desenvolvimento dos múltiplos atores, do andamento da definição das estratégias comerciais pelas instituições participantes do Pix e de questões organizacionais do BC.

O Pix automático poderá ser utilizado para pagamentos de água, energia, telefone, internet, streaming, clubes, portais de notícias, mensalidades (escola, academia, condomínio e plano de saúde); e parcelamento de seguro, de empréstimo e de consórcio.

“Para que o produto atenda às necessidades da sociedade, estamos desenhando um produto bastante flexível, de forma a atender empresas de todos os setores e portes, negócios físicos ou digitais, com múltiplas jornadas de ativação por parte dos pagadores, conforme a necessidade da empresa”, comentou Carlos Eduardo Brandt, chefe da Gerência de Gestão e Operação do Pix.

O Antagonista

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CCJ do Senado aprova PEC que limita decisões monocráticas nos tribunais superiores

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou, nesta quarta-feira (4), a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que limita decisões monocráticas e pedidos de vista nos tribunais superiores.

A PEC 8/2021, apresentada pelo senador Oriovisto Guimarães (Podemos-PR), recebeu voto favorável do relator, senador Espiridião Amin (PP-SC), e seguirá para deliberação do plenário da Casa.

A PEC veda a concessão de decisão monocrática que suspenda a eficácia de lei ou ato normativo com efeito geral ou que suspenda ato dos presidentes da República, do Senado Federal, da Câmara dos Deputados ou do Congresso Nacional.

No caso de pedido formulado durante o recesso do Judiciário que implique a suspensão de eficácia de lei ou ato normativo, será permitido conceder decisão monocrática em casos de grave urgência ou risco de dano irreparável.

Entretanto, o tribunal deverá julgar esse caso em até trinta dias após a retomada dos trabalhos, sob pena de perda da eficácia da decisão.

Processos no Supremo Tribunal Federal (STF) que peçam a suspensão da tramitação de proposições legislativas ou que possam afetar políticas públicas ou criar despesas para qualquer Poder também ficarão submetidas a essas mesmas regras.

A PEC estabelece que quando forem deferidas decisões cautelares – isto é, decisões tomadas por precaução, para assegurar determinados efeitos de uma decisão final ou para impedir atos que a prejudiquem – em ações que peçam declaração de inconstitucionalidade de lei ou ato, ou questionem descumprimento de preceito fundamental, o mérito da ação deve ser julgado em até seis meses.

Depois desse prazo ele passará a ter prioridade na pauta sobre os demais processos.

CNN

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Senado vota PEC que autoriza o comércio de plasma humano nesta quarta

A venda de plasma humano será debatida no SenadoFoto: Agência Brasil

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado vota nesta quarta-feira (4) a proposta de emenda à Constituição (PEC) que permite a comercialização de plasma humano para o desenvolvimento de novas tecnologias e a produção de medicamentos. A PEC esteve na pauta da reunião do colegiado em outras ocasiões, mas sua apreciação foi adiada devido a divergências.

O texto da PEC altera o artigo 199 da Constituição, que dispõe sobre as condições e os requisitos para a coleta e o processamento de plasma, para permitir que isso seja feito pela iniciativa privada. Atualmente, a Constituição proíbe todo tipo de comercialização de órgãos, tecidos e substâncias humanas, e a coleta e o processamento de materiais sanguíneos estão sob a responsabilidade da Empresa Brasileira de Hemoderivados e Biotecnologia (Hemobrás).

A proposta tem parecer favorável da relatora, senadora Daniella Ribeiro (PSD-PB), que argumenta que a legislação brasileira sobre o assunto está atrasada, principalmente se comparada à de outros países, como Estados Unidos e Alemanha. Ela apresentou um substitutivo com alguns ajustes no texto, descartando a remuneração pela coleta de plasma, “com o objetivo de torná-lo mais claro, evitando que dê margem a interpretações equivocadas”.

No entanto, para críticos ao texto, se aprovada, a proposta vai reduzir os poderes da Hemobrás, que foi criada em 2004 e é a única gestora do plasma excedente do uso em transfusões no Brasil. Atualmente, a empresa mantém estoque do insumo para a fabricação de medicamentos hemoderivados.

Esses medicamentos são produzidos a partir do plasma humano obtido nas doações de sangue realizadas nos hemocentros brasileiros. Com esse plasma, a Hemobrás consegue fabricar produtos como albumina, imunoglobulina e os fatores VIII e IX da coagulação. Os suplementos são usados por pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) para o tratamento de hemofilia, doenças autoimunes, pessoas com Aids e outras deficiências imunológicas ou infecciosas.

Durante o debate, a relatora acatou uma emenda do senador Otto Alencar (PSD-BA) que permite à administração pública e à iniciativa privada negociarem plasma humano para fins de uso laboratorial. O material também poderia ser usado no desenvolvimento de novas tecnologias e na produção de medicamentos hemoderivados destinados ao SUS.

Além disso, a proposta recebeu um voto em separado, do senador Marcelo Castro (MDB-PI), que autoriza a iniciativa privada a processar, estocar, distribuir e garantir a qualidade do plasma humano. No entanto, determina que essas atividades sejam desenvolvidas prioritariamente pelo poder público e que uma atuação particular dependerá de demanda e autorização específica do Ministério da Saúde.
O que diz o Ministério da Saúde

Em nota, o Ministério da Saúde afirmou que é contrário à remuneração ou à comercialização na coleta de sangue e plasma e destacou que alterações na lei exigem cautela e amplo debate, dada a importância ética.

Confira matéria completa no R7

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