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Após ataques a Israel, governo brasileiro convocará reunião do Conselho de Segurança da ONU

Imagem de Miguel Á. Padriñán por Pixabay

O governo brasileiro anunciou neste sábado (7) que convocará reunião de emergência do Conselho de Segurança das Nações Unidas, para tomar decisões sobre os ataques realizados a Israel a partir da Faixa de Gaza. O Brasil está na presidência do conselho.

Em nota, o governo brasileiro condenou a série de bombardeios e ataques terrestres a Israel a partir da Faixa de Gaza. “Não há justificativa para o recurso à violência, sobretudo contra civis. O governo brasileiro exorta todas as partes a exercerem máxima contenção a fim de evitar a escalada da situação”.

Segundo a nota do Ministério das Relações Exteriores, o Brasil reforçou ainda seu compromisso com a solução de dois Estados, com Palestina e Israel convivendo em paz e segurança, dentro de fronteiras mutuamente acordadas e internacionalmente reconhecidas.

Os ataques mataram pelo menos 20 cidadãos israelenses, além de deixar mais de 500 feridos. “O Brasil expressa condolências aos familiares das vítimas e manifesta sua solidariedade ao povo de Israel”. Não há, até o momento, notícia de vítimas entre a comunidade brasileira em Israel e na Palestina.

“Reafirmamos que a mera gestão do conflito não constitui alternativa viável para o encaminhamento da questão Israel-Palestina, sendo urgente a retomada das negociações de paz. Lamentamos que em 2023, ano do 30º aniversário dos Acordos de Paz de Oslo, se observe deterioração grave e crescente da situação securitária entre Israel e Palestina”, diz a nota.

Alerta de Guerra

Após ter sido alvo do bombardeio de cinco mil foguetes, conforme a declaração do líder do braço armado do Hamas, Israel decretou Estado de Alerta de Guerra, ordenando a mobilização dos reservistas. Depois do ataque, Israel respondeu com a operação Espadas de ferro e dezenas de aviões de combate bombardearam pontos da Faixa de Gaza.

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Brasil

Suspeitos de matar médicos tinham sinais de tortura, facadas e tiros

Suspeitos de morte de médicos foram executados menos de 12 horas após o crime, aponta investigaçãoFoto: Arthur Guimarães/Metrópoles

Os corpos dos suspeitos de terem assassinado três médicos na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, tinham sinais de espancamento, facadas e tiros. As informações constam em laudos da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro (PCERJ) obtidos em primeira mão pelo jornal O Globo e a que o Metrópoles teve acesso.

A polícia encontrou dois carros com quatro cadáveres no fim da noite de quinta-feira (5/10). A localização ocorreu horas após o assassinato dos médicos Marcos de Andrade Corsato, Perseu Ribeiro Almeida e Diego Ralf Bomfim, em um quiosque na Barra da Tijuca.

Três corpos estavam dentro de um carro na Rua Abrahão Jabour, nas proximidades do Riocentro; e outro, em um segundo veículo, na Rua da Gardênia, no bairro Gardênia Azul.

Dois dos quatro mortos foram identificados. Os corpos seriam de Philip Motta, conhecido por Lesk, e Ryan Nunes de Almeida, que seria membro do grupo liderado por Motta, chamado de “Equipe Sombra”.

Metrópoles

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Brasil

Lula fala para passarinhos, eu falo para multidões, diz Bolsonaro

Vídeos enganam para dizer que adesão a ato pró-Bolsonaro foi baixa -  06/07/2022 - Poder - FolhaFoto: Reprodução

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) voltou a fazer críticas ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta sexta-feira (6.out.2023). Durante visita a Minas Gerais, Bolsonaro falou com jornalistas dos veículos mineiros O Tempo e Rádio Itatiaia, no Aeroporto de Belo Horizonte, capital do Estado.

Questionado sobre o julgamento do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) que diz respeito às eleições de 2022 e o uso da estrutura e de bens públicos para a promoção de atos de campanha, o ex-presidente disse que Lula também faz transmissões no local –em referência ao programa semanal “Conversa com o presidente”. No entanto, segundo Bolsonaro, há uma diferença entre os 2 casos: “Ele fala para os passarinhos, eu falo para multidões”.

Poder360

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Brasil

Padre pede dispensa da Igreja Católica ao saber que vai ser pai

A Diocese de Franca (SP) informou nesta quinta-feira (5) que dispensou um padre das obrigações sacerdotais e do celibato depois que o religioso informou que vai ser pai.

De acordo com a entidade, o pedido de dispensa partiu do próprio padre Ferdinando Henrique Pavan Rubio. O g1 falou com o religioso, mas ele preferiu não comentar o assunto.

“A causa foi o envolvimento com uma pessoa, que resultou numa gravidez. A Igreja orienta que o sacerdote assuma a sua obrigação de paternidade”, comunicou a Diocese, em nota.

No início de setembro, a Cúria Diocesana De Franca publicou comunicado informando que o bispo Dom Paulo Roberto Beloto havia acolhido o pedido de dispensa do padre Ferdinando das obrigações clericais e de celibato, mas não informou o motivo.

“Mediante isso, acima de quaisquer especulações, unamo-nos em oração por este nosso irmão, a fim de que ele seja feliz nesta nova etapa de sua vida”, publicou a Diocese em seu perfil oficial no Instagram.

Com a dispensa, padre Ferdinando já deixou todas as funções que exercia à frente da Paróquia Santa Luzia em Franca.

Agora, ele deve recorrer ao Vaticano para validar a dispensa. Segundo o Direito Canônico, que rege a Igreja Católica, padres não podem ter relacionamentos amorosos nem se casar.

“Ele deixou de exercer o ministério sacerdotal e as suas funções pastorais. Está suspenso de Ordens, até que obtenha o rescrito [nome dado a um ato administrativo baixado por escrito pelo Papa] proveniente da Santa Sé.”

Ferdinando é natural de São José da Bela Vista (SP) e foi ordenado padre há oito anos. Ele era um dos líderes espirituais da Paróquia Santa Luzia, no bairro São Joaquim, desde janeiro de 2023. Antes, ele havia passado pelas paróquias São Pedro, no bairro Vila Europa, e Santa Gianna, em Franca. Ele também foi reitor do Seminário Propedêutico.

G1

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Bolsonaro diz ser responsável por diesel sem imposto com Lula


O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) disse ser responsável, de maneira indireta, pela manutenção do preço do diesel sem impostos até o final de 2023 no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

A alíquota havia sido zerada em 2021, durante o governo Bolsonaro, mas Lula retomou a cobrança por meio da MP (Medida Provisória) 1.175/2023, para bancar o programa que deu descontos na compra de veículos novos.

A medida, porém, perdeu o prazo de validade na 3ª feira (3.out). Com isso, os tributos federais que incidiam sobre o óleo diesel voltam a ficar zerados.

Poder 360

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Brasil

Saiba quem é o bilionário que fechou forte em Noronha para se casar

O aluguel do espaço por um dia custa R$ 100 mil, segundo a empresa que administra a fortaleza. (Foto: Acervo do Iphan.)

 

Henrique Dubugras, de 27 anos, que se casa no próximo sábado (7) com a engenheira de software Laura Fiuza em Fernando de Noronha, numa cerimônia no Forte dos Remédios para 400 convidados, é sócio da empresa de cartões de crédito corporativos Brex.

Criada em março de 2017, em sociedade com Pedro Franceschi, de 26 anos, a fintech lançou os primeiros produtos voltados para startups um ano depois; entre eles, um modelo de cartão corporativo e um programa de pontos.

Desde então, a Brex se dedica a criar um sistema de gestão financeira voltado a empresas de crescimento acelerado.

Entre os produtos oferecidos, estão contas para gerenciamento de caixa, controle de despesas, automatização de pagamentos e outras soluções. Hoje, a companhia tem mais de mil funcionários.

Os dois sócios foram listados como novos bilionários pela revista Forbes em 2022, quando a empresa foi avaliada por investidores em US$ 12,3 bilhões, valor estimado em R$ 63,5 bilhões na cotação atual do dólar. Cada um dos sócios detém US$ 1,5 bilhão.

Henrique Dubugras e Pedro Franceschi se conheceram nas redes sociais quando ainda moravam no Brasil e são formados em Ciência da Computação pela Universidade Stanford, na Califórnia (EUA).

A primeira empresa dos dois foi fundada em 2013: a startup de pagamentos on-line Pagar.Me, que foi vendida para o grupo Stone em setembro de 2016, poucos meses antes de abrirem a Brex.

O casamento do bilionário Henrique Dubugras com a engenheira de software Laura Fiuza tem chamado atenção em Fernando de Noronha. Em quatro dias de festas, o matrimônio, que começou na quarta-feira (4), conta com avião carregado de flores e 400 convidados de vários países, fechando o Forte dos Remédios – um dos principais pontos turísticos da ilha – por mais de uma semana.

Casamento no paraíso

Dubugras se casa no sábado (7) com a engenheira de software Laura Fiuza, no Forte dos Remédios, em Fernando de Noronha. A cerimônia e as festas que antecedem o matrimônio estão mexendo com a rotina dos moradores da ilha e dos turistas.

Laura Fiúza é engenheira de software, formada pela Universidade da Califórnia, em 2018, e concluiu o mestrado em Ciências da Computação, em 2020, na Universidade Stanford. Desde janeiro de 2022, trabalha na empresa Open Sea como engenheira de software.

O Forte dos Remédios fechou a visitação por dez dias e informou que a medida tem relação com serviços de manutenção programados e um evento privado. O aluguel do espaço por um dia custa R$ 100 mil, segundo a empresa que administra a fortaleza.

Os preparativos para o casamento incluíram o transporte de cerca de 20 toneladas de insumos, incluindo alimentos, louças, pratos, equipamentos de som, Iluminação e decoração chegaram de navio em Fernando de Noronha. Os profissionais que estão trabalhando nos eventos também vieram do continente.

São quatro dias de festa, que começaram na quarta (4) e seguem até o dia 7. As principais pousadas da ilha estão com 100% de ocupação, com os convidados da festa, formado em sua maioria por empresários do ramo de Tecnologia da Informação mundial.

G1 PE

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VÍDEO: Evento do Ministério da Saúde tem dancinha erótica em Brasília

Um evento promovido pelo Ministério da Saúde teve na 5ª feira (5.out.2023) uma apresentação com dança erótica. O vídeo foi captado durante o 1º Encontro de Mobilização da Promoção da Saúde no Brasil, realizado em Brasília de 4 a 6 de outubro de 2023.

Nas imagens, uma mulher aparece rebolando no palco do evento, enquanto uma pessoa ao microfone canta uma versão de “Batcu”, música de Aretuza Lovi com participação de Valesca Popozuda. Outras pessoas no palco e na plateia aplaudem a apresentação.

O evento é organizado pelo Departamento de Prevenção e Promoção da Saúde da Secretaria de Atenção Primária à Saúde do Ministério da Saúde. O objetivo é apoiar a implementação da Política Nacional de Promoção da Saúde, compartilhando ideias e experiências, ampliação do diálogo, estímulo à gestão participativa e construção da agenda de territorialização da promoção da saúde no país.

O Poder360 entrou em contato com o Ministério da Saúde para saber o custo do evento e o objetivo da apresentação no palco do encontro, mas não obteve retorno até a publicação deste post. O espaço segue aberto para manifestação.

Confira mais detalhes na matéria do Poder 360

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Dino negou reforço policial ao Rio na véspera da chacina dos médicos

Foto: Tom Costa / MJSP.

O ministro da Justiça, Flávio Dino, terá de conviver com sua inacreditável decisão, na véspera da chacina que vitimou os médicos na orla da Tijuca, de suspender o envio de 300 policiais da Força Nacional de Segurança para ajudar a proteger o Rio. Em post no X, ex-Twitter, ele “lamentou” o triplo assassinato e mencionou “solidariedade” etc. Mas não dedicou uma só linha de sua lacração para pedir desculpas às famílias e aos cariocas, tampouco a turistas assustados, que correram em fuga para o aeroporto.

Debandada no Rio

O congresso médico foi esvaziado pela decisão dos participantes de abandonarem o Rio, neste País dominado pelo crime. Que vergonha.

Chocante incapacidade

A incapacidade das autoridades é chocante. Ainda pela manhã, a Band registrou assalto a uma hóspede na porta do mesmo hotel dos médicos.

É preciso ter lado

No blábláblá das redes sociais, presidente, ministros e demais políticos não são capazes de mostrar de que lado estão, na guerra contra o crime.

Reino da hipocrisia

Foi o Psol, “solidário” às famílias, que obteve no STF a ordem lacradora para melhorar presídios que “hospedam” suas excelências os bandidos.

Coluna do Cláudio Humberto – Diário do Poder.

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Polícia encontra corpos de traficantes que são suspeitos de assassinar médicos no Rio

Foto colorida do local onde corpos de assassinados dos médicos foram encontrados - MetrópolesFoto: Arthur Guimarães/Metrópoles

A Polícia Civil do Rio de Janeiro (PCRJ) localizou, no fim da noite dessa quinta-feira (5/10), quatro corpos. Segundo informações do setor de inteligência do órgão, dois seriam de suspeitos de executar três médicos assassinados em um quiosque na Barra da Tijuca, na zona oeste da capital.

Três corpos estavam dentro de um carro na Rua Abrahão Jabour, nas proximidades do Riocentro; e outro em um segundo veículo, na Rua da Gardênia, no bairro Gardênia Azul.

Os médicos Marcos de Andrade Corsato, Perseu Ribeiro Almeida e Diego Ralf Bomfim foram assassinados a tiros em um quiosque na orla do Rio de Janeiro na madrugada dessa quinta. O médico Daniel Sonnewend Proença também estava com o grupo, mas sobreviveu aos ferimentos e está internado na capital carioca.

O Metrópoles apurou que líderes do Comando Vermelho (CV) ficaram indignados com o erro dos comparsas e temerosos de que o crime provocasse um revide brutal das autoridades. Eles teriam sido submetidos a um “tribunal do crime” e foram mortos.

A facção teria feito questão de não sumir com os corpos para evitar especulações e para que o caso não ficasse sem um desfecho.

A suspeita da Polícia Civil é de que Philip Motta, o Lesk, ex-integrante da milícia Gardênia Azul e membro do Comando Vermelho, seria o responsável pelo assassinato dos três médicos. Segundo fontes, o corpo de Lesk teria sido encontrado na Gardênia.

O outro corpo é de Ryan Nunes de Almeida, que integrava o grupo liderado por Lesk. Os outros dois corpos não haviam sido identificados até a última atualização desta reportagem e não se sabe se estão relacionados ao assassinato dos médicos.

Metrópoles

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Senado cogita votar PEC do fim da reeleição ainda este ano

urna
Urna eletrônica. Foto: Reprodução/Divulgação

Em reunião de líderes nesta quinta-feira, senadores entraram em um consenso para colocar em votação até o fim deste ano a proposta de emenda constitucional que estipula o fim da reeleição e o mandato de cinco anos para presidente, governadores, prefeitos. Nos próximos dias, Rodrigo Pacheco deve escolher um senador para relatar essa PEC na casa.

Na semana passada, Pacheco já havia sinalizado a intenção de discutir esse assunto durante um evento no Rio de Janeiro. Lá, ele se posicionou contrário à reeleição, defendeu o aumento do tempo de mandato e concomitância de eleições estaduais e nacionais com as municipais e afirmou que o Senado estava “muito ávido” para debater esse tema.

Lauro Jardim, O Globo

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