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VÍDEO: Mulher de ginecologista sente ciúmes e agride paciente em consultório médico

 

Uma mulher, de 20 anos, identificada como Amanda Bezerra de Oliveira, foi agredida durante uma consulta ginecológica em uma clínica, situada em Jaboatão dos Guararapes, em Pernambuco, na manhã de segunda-feira (30/10). O caso está sendo investigado pela Polícia Civil.

De acordo com uma publicação no Instagram da jovem, ela foi agredida pela esposa do médico que iria atendê-la. A vítima relatou, na postagem, que a esposa do profissional não teria aprovado o fato da jovem ter ido de calça para a consulta.

“Ela não gostou porque fui de calça e começou a me constranger com palavras de baixo calão, puxou o transdutor de dentro de mim com muita força sem consentimento médico, e continuou a me ofender de todas as formas possíveis”, relata.

Amanda Oliveira publicou no Instagram o momento da agressão. Em um vídeo postado nas redes sociais, é possível ver a agressora pedindo para a vítima se retirar da sala.

A jovem disse que sairia da clínica direto para a delegacia. Logo em seguida, a esposa do médico agride a paciente e é separada pelo médico da clínica. “Isso é apenas a metade do vídeo mas o principal”, completou a paciente.

Também pelas redes sociais, a jovem disse que foi “até a delegacia para preencher um boletim de ocorrência e logo em seguida fui encaminhada para o IML, para fazer o corpo de delito para os procedimentos cabíveis”.

Por meio de uma nota, a Polícia Civil de Pernambuco informou que está investigando o caso de lesão corporal. Um inquérito policial foi instaurado para apurar todos os fatos. Segundo a PCPE, o caso está sob o comando da Delegacia de Prazeres.

Na mesma postagem nas redes sociais, a esposa do médico, acusada de praticar a agressão, disse que a paciente “estava nua e se insinuando” para o marido dela. Também disse que a paciente deve usar bata e não se “oferecer para o marido dos outros”.

Metrópoles

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Brasil

BC decide hoje nova taxa Selic; mercado aposta em queda de 0,5 ponto

Bacen: O que é e como funciona o Banco Central do Brasil?

Foto: Bruno Rocha/Fotoarena/Estadão Conteúdo

A inflação do Brasil sob controle não mudará a previsibilidade do Banco Central do Brasil (BC) para um novo corte na taxa Selic de 0,50 ponto percentual, afirmam analistas do mercado financeiro.

Economistas consultados pela CNN dizem que o atual cenário econômico não deve mudar a posição Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) e a decisão desta quarta-feira (1º) deve ser a mesma das duas reuniões anteriores, um corte de 0,5 ponto percentual na taxa básica de juros, que passaria, então, para 12,25%, — em linha com o comunicado da última reunião realizada em 20 de setembro.

“Tudo leva a crer que a Selic encerrará 2023 em 11,75% ao ano, pois a autoridade monetária tem sido rígida e assertiva no trato dos juros brasileiros para controle da inflação”, diz Volnei Eyng, economista e CEO da Multiplike.

A inflação citada por Eyng é a medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), índice oficial para medir a variação de preços no país.

CNN Brasil

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Brasil

Sem regra fiscal, ex-diretor do Banco Central diz que Brasil ficará ‘mais medíocre’

Foto: Reprodução

Ex-diretor do Banco Central, Alexandre Schwartsman avalia que as últimas sinalizações do governo na área fiscal vão deixar o Brasil “mais medíocre” do que já é. “Vamos trabalhar com inflação mais alta, juros mais altos e crescimento mais baixo”, diz.

A preocupação com o rumo das contas públicas ganhou corpo na sexta-feira, 27, quando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que o governo não atingirá o resultado primário zero no ano que vem. Na segunda-feira, 30, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, se negou a responder se a gestão atual está comprometida com a meta de acabar com o déficit.

“Foi uma mensagem muito ruim. Eu acho que colabora no sentido de mostrar que o fundamento fiscal do País é ruim”, afirma.

A seguir trechos da entrevista concedida ao Estadão.

Qual é o impacto da fala sobre o não cumprimento da meta de resultado primário zero no ano que vem?

É um reconhecimento de um fato que a gente já vem falando há algum tempo, de que as contas não fecham. Agora, uma coisa é a gente, do lado de fora, dizer que tem problema. No melhor cenário, a gente imagina que, se tem problema, (o governo) vai adotar medidas para corrigir. Mas o que vemos é: ‘tem problema, mas a gente não vai fazer.’ E, no caso, desautorizando diretamente o ministro da Fazenda. Não é à toa que Fernando (Haddad) teve uma reação tão ruim como a que ele teve hoje (segunda) de manhã. Eu estava vendo o vídeo (da entrevista coletiva), e ele estava profundamente irritado. Não respondeu. Porque ele não tem uma resposta para isso. Foi uma mensagem muito ruim. Eu acho que colabora no sentido de mostrar que o fundamento fiscal do País é ruim e o impacto foi imediato no mercado de juro.

Poderia detalhar esse impacto?

Não vai alterar o resultado do Copom desta semana, mas a gente já começa a discutir qual mensagem que vai sair dessa história. Corremos o risco de ver o Banco Central colocar no balanço de riscos alguma coisa acerca de que a firmeza quanto ao compromisso fiscal já não é a mesma e isso acaba tendo algum impacto na política monetária lá na frente.

E já num cenário que estava mais difícil por causa do ambiente internacional…

Eu até acho que um mundo em que o juro lá fora é mais alto traz uma dificuldade adicional. Mas, concretamente, não tem uma relação tão direta entre o juro lá fora e o juro aqui dentro. Se pegar as taxas longas de juros, o (juro de) 10 anos real norte-americano e o de 10 anos real brasileiro, não tem uma relação de um para um. Você pode contornar essa restrição, desde que se tome medidas para reduzir o risco percebido. A diferença do juro real brasileiro relativamente ao juro real norte-americano pode ser pensada também como uma medida de risco fiscal. Se você tomar medidas nessa linha, não chega a virar um imperativo de que não pode baixar (a Selic) porque lá fora está subindo. Desse ponto de vista, mais sério do que os juros lá fora subindo, é que não estamos tomando os passos concretos para a redução do risco aqui dentro.

Podemos ver juros mais altos por um período maior, então?

Se você vem com uma política fiscal mais frouxa, a monetária tem de ser mais apertada. Não tem muito segredo. Não é por outro motivo que a gente viu a mudança no Focus. Estava trabalhando com 9% e puxou para 9,25%. O Banco Central já vai usar 9,25% nas suas simulações. Também é uma questão de governança. Ele pega a trajetória da Selic da sexta-feira anterior ao Copom. Já vai incorporar isso. Obviamente, não é esta semana que eles vão mudar o ritmo, provavelmente não é na próxima reunião que eles vão mudar o ritmo, mas eu acho que a gente pode ver alguma sinalização a este respeito.
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E como fica a percepção entre os congressistas? O governo depende da aprovação de medidas arrecadatórias para alcançar o déficit zero no ano que vem.

Como de hábito, os governos do PT querem que alguém tire a castanha do fogo, mas jamais eles. O Congresso, que só tem raposa, pensa: ‘se o presidente da República não quer, por que eu vou tirar a castanha do fogo para ele?’ Então, o que a gente vai ver é que isso vai dificultar a capacidade do governo de obter do Congresso medidas que reduzam (o déficit). Se você (o governo) não está interessado, já declarou que não é o seu problema, por que eu (Congresso) vou me queimar fazendo isso?

Já havia uma série de incertezas em relação ao arcabouço. Muitas economistas apontavam que teria de ser revisto antes do fim do governo. Como fica a política fiscal do País agora?

Tem um prazo de validade nessas tentativas de segurar o gasto de cima para baixo, mas esse prazo está encolhendo. As metas fiscais aguentaram até 2007, 2008. O teto de gastos foi criado em 2016, implementado em 2017, e aguentou alguns anos. O novo arcabouço fiscal bateu recorde: está desfeito antes de começar a operar. O prazo de validade dele foi negativo. É um novo recorde para o País. Pode hastear a bandeira e cantar o hino. É um motivo para sentir orgulho de ser brasileiro.

E o País sobrevive sem uma regra fiscal, então? Como chega até 2026?

Até a Argentina sobrevive. A questão é como. Não vai ser muito legal. A gente vai trabalhar com inflação mais alta, juros mais altos e crescimento mais baixo. Vamos ficar mais medíocres do que já somos. Agora, vai acabar o País? Não. Precisa fazer muito mais força. Olha a Argentina tentando há gerações e ainda não conseguiram acabar com o país de vez.

Estadão

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Operadora de Starbucks e Subway no Brasil pede recuperação judicial

Operadora de Starbucks e Subway no Brasil pede recuperação judicial -  InfoMoneyFoto: Divulgação

A SouthRock Capital, operadora dos restaurantes das marcas Starbucks e Subway no Brasil, anunciou na noite desta terça-feira (31) que entrou com um pedido de recuperação judicial. A dívida está estimada em R$ 1,8 bilhão, conforme documento protocolado junto à 1ª Vara de Falências da Justiça de São Paulo na noite desta terça.

A SouthRock, que havia contratado a consultoria Galeazzi & Associados em meados deste mês para organizar sua reestruturação, afirma que a medida visa “proteger financeiramente suas operações no Brasil atrelado a decisões estratégicas para ajustar seu modelo de negócio à atual realidade econômica”.

“Os ajustes incluem a revisão do número de lojas operantes, do calendário de aberturas, de alinhamentos com fornecedores e stakeholders, bem como de sua força de trabalho tal como está organizada atualmente”, disse a SouthRock, em comunicado enviado ao IM Business.

A companhia cita que, ao longo dos últimos três anos, desde o início da pandemia, as varejistas têm lutado para manter suas operações. “Os desafios econômicos no Brasil resultantes da pandemia, a inflação e a permanência de taxas de juros elevadas agravaram os desafios para todos os varejistas, incluindo a SouthRock”, acrescenta.

InfoMoney

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Haddad volta a fugir do assunto meta fiscal de 2024

Haddad volta a fugir do assunto meta fiscal de 2024

 

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, voltou a fugir de questionamentos sobre a meta fiscal de 2024.

Ao conversar com jornalistas, na sede da Fazenda, em Brasília, não respondeu se estuda mudar a meta.

Haddad ainda tentou justificar a reação que teve na segunda-feira (30) ao abandonar uma entrevista coletiva bastante irritado.

“Eu não fiquei bravo. É que a jornalista me fez uma pergunta muito dura, de uma maneira que eu não esperava. Vocês me perguntam com educação, eu respondo com educação”, comentou.

Lula também preferiu ignorar o assunto hoje. Após colocar a meta fiscal em xeque na semana passada, ele não tocou na questão  durante a live Conversa com o Presidente. No programa, o petista preferiu manter viva a memória do adversário que derrotou na eleição do ano passado, como tem feito em praticamente todas suas manifestações públicas.

O Antagonista

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Governo sanciona lei que impede a guarda compartilhada em casos de risco de violência doméstica

Lei foi publicada no Diário Oficial desta terça
Foto: Agência Brasil

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sancionou uma lei que altera o Código Civil para incluir o risco de violência doméstica ou familiar como um empecilho ao exercício da guarda compartilhada dos filhos.

A nova legislação estabelece que, antes de decidir sobre o assunto, o juiz deve indagar previamente o Ministério Público e as partes interessadas sobre eventuais situações de violência doméstica ou familiar que envolvam o casal ou os filhos. A lei foi publicada nesta terça-feira (31) no Diário Oficial da União e já está em vigor.

Com nova redação, o texto destaca que, quando não houver acordo quanto à guarda do filho e pai e mãe estiverem aptos a cuidar da criança ou adolescente, será aplicada a guarda compartilhada, exceto nos casos em que um dos genitores declarar que não deseja a guarda ou “quando houver elementos que evidenciem a probabilidade de risco de violência doméstica ou familiar”.

R7

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Brasil

Brasil deixa a presidência do Conselho de Segurança da ONU

Brasil volta ao Conselho de Segurança da ONU após 10 anos - Jornal O GloboFoto: Reprodução

Terminou nesta terça-feira (31) o mandato brasileiro na presidência do Conselho de Segurança da ONU (Organização das Nações Unidas). Presidido pelo ministro Mauro Vieira (Relações Exteriores), o Brasil assumiu o órgão em 1º de outubro. A China presidirá o Conselho de Segurança em novembro e o Equador, em dezembro.

O Conselho de Segurança da ONU é o responsável por zelar pela paz internacional. Ele tem 5 integrantes permanentes: China, França, Rússia, Reino Unido e Estados Unidos. Fazem parte do conselho rotativo Albânia, Brasil, Equador, Gabão, Gana, Japão, Malta, Moçambique, Suíça e Emirados Árabes.

A agenda brasileira na liderança do Conselho de Segurança foi dominada pelo conflito entre Israel e o Hamas, iniciado em 7 de outubro. Vieira presidiu, na segunda-feira (30.out), uma sessão de emergência e criticou a demora em aprovar uma resolução sobre o tema. O ministro afirmou que a entidade vem “falhando vergonhosamente” para colocar um fim à guerra.

Poder360

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Brasil

Senado começa a discutir PEC que criminaliza porte de qualquer quantidade de drogas

Senado pede mais 90 dias para cumprir decisão do STF sobre orçamento  secreto - Jornal O GloboFoto: Reprodução

O Senado Federal começa a discutir, nesta terça-feira (31), uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que criminaliza a posse e o porte de drogas em qualquer quantidade.

Este será o primeiro debate sobre o tema na Casa, na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), em audiência pública. Se for aprovado pelo colegiado, o texto também passará por sessões de discussão no plenário.

A PEC foi apresentada pelo presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), em 14 de setembro, como resposta à votação do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a descriminalização do porte de drogas para consumo próprio.

O relator da proposta na CCJ, senador Efraim Filho (União-PB), afirmou que a discussão do tema no Senado é uma forma de “reafirmar” a função do Congresso Nacional de legislar, uma vez que parte dos parlamentares entendem que o STF estaria ultrapassando esse limite.

“Tem uma enorme importância institucional, no sentido de reafirmar a atribuição constitucional de legislar sobre o tema para o Congresso Nacional”, afirmou o relator.

g1

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Brasil

CUT apaga nota em que criticava demissão da presidente da Caixa

Foto: Ricardo Stuckert/PR

A CUT, central sindical fiel ao PT e a Lula, apagou de seu site oficial uma nota em que criticava a demissão da presidente da Caixa Econômica Federal, Rita Serrano, na semana passada, informa o Painel da Folha.

Serrano foi exonerada para dar lugar a Carlos Antônio Vieira Fernandes, indicado para o comando do banco estatal pelo presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL). Ligada à esquerda, a agora ex-presidente da Caixa foi mais uma das mulheres a perder seu cargo na gestão petista.

A postagem havia sido feita na última quinta, 26, e dizia “a Central Única dos Trabalhadores (CUT) vem a público manifestar a sua insatisfação com a substituição de Rita Serrano da presidência da Caixa”. Na mesma URL onde estava a nota, agora aparece uma mensagem de “página não encontrada”.

Procurada pelo jornal paulistano, a central não quis comentar.

O Antagonista

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Brasil

Lula sanciona ‘Marco Legal das Garantias’, mas veta trecho que autorizava tomada de veículos sem autorização judicial

Lula diz que fará indicações para STF e PGR sozinho e que não tem  'compromisso oficial com ninguém' | Política | G1

Foto: Sérgio Lima/Poder360

O presidente Lula (PT) sancionou o chamado “Marco Legal das Garantias”, que estabelece novas regras para o uso de bens como garantia de empréstimos. Entretanto, Lula vetou um trecho que autorizava a tomada de veículos sem autorização da Justiça.

A nova lei foi aprovada pelo Senado no dia 3 de outubro. A sanção presidencial foi publicada na edição do “Diário Oficial da União” desta terça-feira (31).

As novas regras estabelecem condições para a realização de penhora, hipoteca ou transferência de imóveis para pagamentos de dívidas. A equipe econômica do governo acredita que as medidas podem estimular o mercado de crédito.

De acordo com o texto aprovado, um mesmo bem pode ser usado como garantia em mais de um pedido de empréstimo.

  • Como era: um imóvel de R$ 200 mil, por exemplo, só poderia ser usado como garantia para uma única operação de crédito até a quitação do valor — ainda que a dívida seja de valor menor, como de R$ 50 mil.
  • Como fica: agora, os R$ 150 mil restantes do bem também poderão servir como garantia em outros empréstimos.

Em relação ao trecho que foi vetado, o texto previa que seria possível a tomada de veículos sem autorização da Justiça, por meio de mandados extrajudiciais.

g1

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