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IGP-M registra inflação de 0,59% em novembro, aponta FGV

Marcello Casal Jr / Agência Brasil

O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), registrou inflação de 0,59% em novembro. A taxa é superior ao 0,50% do mês anterior. Em novembro do ano passado, o indicador havia registrado deflação (queda de preços) de 0,56%.

Com o resultado, o IGP-M acumula deflação de 3,89% no ano e de 3,46% em 12 meses.

Apesar das quedas de preços acumuladas no ano e no período de 12 meses, o IGP-M vem mostrando tendência de aumento de sua taxa mensal, desde julho deste ano, quando apresentou uma deflação de 0,72%, depois de uma queda de preços de 1,93% em junho.

O IGP-M ainda apresentou uma taxa de deflação de 0,14% em agosto, mas desde setembro vem mostrando inflação crescente, começando com uma alta de preços de 0,37% em setembro.

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Brasil

VÍDEO: “Caixa-preta, não, senador. Isso é uma forma pejorativa de se dirigir às pessoas pretas”, diz Marina Silva

Depois de a ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, encampar uma batalha contra a expressão “buraco negro”, é a vez de a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, se insurgir contra uma combinação de palavras alegadamente racista.

Foi durante audiência da CPI das ONGs na segunda-feira, 27, na qual Marina repreendeu o presidente da comissão, Plínio Valério (PSDB-AM), após ele dizer que a CPI “conseguiu abrir a caixa-preta”.

“Caixa-preta não, senador. Isso é uma forma pejorativa de se dirigir às pessoas pretas”, diz Marina a Valério, acrescentando: “Preta sou eu, que estou aqui do seu lado”. O senador propõe, então, a expressão caixa de Pandora.

“Nós abrimos a caixa de Pandora. Porque caixa-preta existe nos aviões, né? Só se descobre os acidentes agora…”, segue Valério, que é interrompido mais uma vez pela ministra. “Mudou, porque coisa ruim não pode ser associado a preto”, diz Marina.

“Com laranja pode esculhambar”, diz o senador, em referência à cor atual dos dispositivos. “É que não existe pessoas laranjas”, diz Marina. O senador rebate: “E nem mestiços, acabaram com os mestiços. Eles não existem mais no IBGE e nem nas cotas”.

A expressão caixa-preta se refere ao dispositivo que registra dados de uma viagem de avião. Ela é chamada assim porque os dispositivos originais eram pretos — hoje são laranja, para facilitar sua identificação após um acidente.

Há outras explicações possíveis para a origem no nome — o “preta” pode se referir ao seu interior —, mas nenhuma delas tem relação com raça, como sugere mais uma ministra do governo Lula.

O Antagonista

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Presidente do PT sai em defesa de Janones após áudios de rachadinha

Foto: Reprodução

Presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann decidiu sair em defesa de André Janones após a divulgação de áudios nos quais o deputado arquiteta a prática de rachadinha, em seu gabinete na Câmara dos Deputados, com finalidade de enriquecer e gerar caixa para campanha.

Nas redes sociais, a petista se tornou a principal voz em defesa de Janones, que foi abandonado por boa parte da militância de esquerda após a confirmação da veracidade dos áudios divulgados pela coluna.

A cobrança do salário de assessores para “reconstruir patrimônio” e de R$ 200 mil para financiar campanhas, contudo, não melindrou Gleisi. A presidente do PT, por duas vezes, saiu em defesa de Janones.

Ambas as publicações de Gleisi na rede social X (ex-Twitter) foram repostadas pelo deputado.

“A gente sabe como funciona o mecanismo da extrema-direita. Acusam os outros do que eles mesmos fazem, distorcem fatos e geram fake news. Toda solidariedade, companheiro”, escreveu a presidente do PT em um dos posts.

A postura de Gleisi diverge da de personalidades ligadas à esquerda. Felipe Neto escreveu que, comprovada a rachadinha, Janones deve ser cassado e preso.

Já o ator José de Abreu escreveu: “Todo apoio ao direito de defesa de Janones. Mas vale o alerta para certos setores da esquerda que nâo têm autoestima e idolatram “cristãos novos” por uma postura mais agressiva.

Chegaram a exigi-lo como ministro da Secom. Eu, sinceramente, sempre achei um ego inflado, Candidato a presidente? Lançar um livro chamado Janonismo Cultural! Acho meio estranho, não?”

Metrópoles

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Lula torrou R$16 milhões só no aluguel de carrões em viagens luxuosas ao exterior

Padrão Lula": presidente torra R$ 427,8 mil em hotel de luxo em Bruxelas

A sempre numerosa comitiva de Lula impôs ao pagador de impostos faturas somadas de cerca de R$16 milhões só para alugar carrões em suas 24 viagens internacionais este ano. Esse custo não inclui a atual viagem.

Na primeira aos Estados Unidos, em fevereiro, até ambulância alugada por cerca de R$49 mil fez parte do cortejo de bajulação a Lula e Janja. A comitiva gastou mais de R$1 milhão em três dias de carros alugados nesse primeiro passeio aos EUA. Os dados solicitados pela coluna só foram liberados por meio da Lei de Acesso à Informação.

Documento enviado mostra vultosas quantias de dólares para bancar carrões da comitiva de Lula e Janja.

A paradinha que Lula fez para bajular a ditadura cubana, antes do G7, em setembro, deixou amarga fatura: R$110 mil em carros alugados.

Os carrões de Lula em Nova York, quando foi ofuscado pelo presidente Volodymyr Zelensky (Ucrânia), saíram bem caro, cerca de R$4,3 milhões

Lula, que deve ir menos à Argentina com vitória acachapante do libertário Javier Milei, deixou por lá aproximadamente R$550 mil só com carrões.

A ida de Lula ao Vaticano, que rendeu só 30 minutos de agenda com o Papa, deixou custosa fatura: cerca de R$648 mil bancaram belos carros.

Cláudio Humberto – Diário do Poder

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Governo federal bloqueia Bolsa Família de 8,3 milhões devido a irregularidades no cadastro

Foto: Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar/Divulgação

Entre março e novembro deste ano, mais de 8,32 milhões de cadastros irregulares do PBF (Programa Bolsa Família) foram bloqueados pelo governo federal, a maioria por causa de inconsistência de dados de renda e composição familiar. No mesmo período, o MDS (Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome) incluiu 2,66 milhões de novos beneficiários no programa.

A inclusão de novas famílias foi realizada por meio da busca ativa de pessoas em situação de vulnerabilidade, que tinham direito de receber o benefício, mas ainda estavam fora do programa. Esses ajustes foram possíveis graças ao aumento da fiscalização dos dados do CadÚnico (Cadastro Único) pelo ministério, por meio de um processo de correção e qualificação dos registros das famílias inscritas.

R7

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Contas públicas apresentam rombo de R$ 75 bilhões no acumulado de janeiro a outubro de 2023

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Deltan Dallagnol apresenta notícia-crime contra Janones após denúncia de “rachadinha”

Deltan Dallagnol (Foto: Reprodução)

 

O ex-deputado federal Deltan Dallagnol (Novo-PR) apresentou notícia-crime contra o deputado André Janones (Avante-MG). A ação ocorre após um ex-assessor do deputado mineiro afirmar que era comum a prática de rachadinha entre funcionários no gabinete parlamentar em Brasília.

No pedido de investigação, Dallagnol solicita que a PGR investigue as movimentações financeiras de Janones e também de seus assessores. O ex-procurador da lava-jato pede ainda a quebra dos sigilos bancários e fiscais de servidores e do próprio deputado, entre 2019 e 2023.

Segundo o pedido de investigação, as denúncias apontam para a prática de caixa 2 por Janones “no exercício de seu primeiro mandato legislativo, sendo possível que tenha perdurado até a data atual”.

Numa gravação, revelada pelo portal Metrópoles e obtida pela CNN, Janones cobra parte do salário de servidores para custear despesas pessoais.

À CNN, Cefas Luiz Paulino – ex- assessor do deputado federal – disse ter feito o registro durante uma reunião com o parlamentar e parte de sua equipe em fevereiro de 2019.

Em nota, André Janones afirmou que suas declarações foram retiradas de contexto e negou a prática de rachadinha.

CNN

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Janones queria juntar R$200 mil com ‘vaquinha’ de assessores para campanha eleitoral

Foto: Agência Câmara

O deputado federal André Janones (Avante – MG) queria fazer uma vaquinha com os assessores de seu gabinete para juntar pelo menos R$ 200 mil, que seriam usados na campanha eleitoral de 2020. De acordo com novos áudios divulgados pelo portal Metrópoles, os valores seriam retirados direto do salário dos funcionários

—Se cada um der R$ 200 na minha conta, vai ter mais ou menos R$ 200 mil para a gente gastar nessa campanha — sugere o parlamentar na gravação.

Ainda na conversa divulgada, que foi gravada por um ex-assessor do político, Janones garante que operação de juntar mensalmente parte do salário dos subordinados seria legal e não se trataria de uma “rachadinha”.

— Como a gente não vai ceder a essas coisas (corrupção) e a gente precisa de dinheiro para fazer campanha, o que é a minha sugestão? E ai nós vamos decidir o valor entre nós, inclusive eu. E isso é legal. Porque as vezes você confunde isso com aquilo de devolver salário, mas devolver salário é você ficar na sua casa dormindo, me dar seu cartão e todo mês eu vou e saco e deixo só um salário para você. Isso é devolver salário — explica.

O deputado se manifestou sobre a proposta em suas redes sociais nesta terça-feira e afirmou que o pedido foi feito ainda antes de se eleger, para pessoas que ainda não trabalhavam em sua equipe. Ele negou ainda que tenha colocado a sugestão em prática, já que a ideia foi “vetada” por sua advogada.

“Eu (quando ainda não era deputado), disse pra algumas pessoas (que ainda não eram meus assessores) que eles ganhariam um salário maior do que os outros, para que tivessem condições de arcar com dívidas assumidas por eles durante a eleição de 2016. Ao final, a minha sugestão foi vetada pela minha advogada e, por isso, não foi colocada em prática. Fim da história”, publicou.

Cassação

Como noticiou o colunista Lauro Jardim, o O PL de Jair Bolsonaro vai pedir a cassação de Janones no Conselho de Ética da Câmara e também no STF após a divulgação dos áudios. Além de acusá-lo de rachadinha, o PL também vai usar como base do pedido de cassação as informações que constam no livro de Janones, que revelam que ele difundiu fakenews durante a campanha eleitoral de 2022.

Bolsonaro já acionou o TSE para pedir a cassação do mandato de Janones e a inelegibilidade dele por difundir fake news durante a campanha presidencial.

O Globo

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Valdemar Costa Neto afirma que PL é contra Dino no Supremo: ‘Ponto final’

Valdemar da Costa NetoFoto: Reprodução

O presidente do Partido Liberal (PL), Valdemar da Costa Neto, declarou que a bancada da legenda no Senado já foi orientada a votar contra a aprovação de Flávio Dino para a vaga aberta no Supremo Tribunal Federal (STF).

O partido tem o segundo maior número de senadores, com 12 parlamentares, atrás somente do PSD, do presidente da Casa, Rodrigo Pacheco. Nesta segunda-feira, 27, Costa Neto foi taxativo sobre a decisão em publicação no X (antigo Twitter).

Representatividade do PL

O presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), marcou para 13 de dezembro a sabatina de Dino.

O PL tem quatro integrantes na comissão. Se contar com os parlamentares dos Progressistas e dos Republicanos, a oposição soma 9 senadores no colegiado, o que corresponde a um terço do total.

Se a indicação de Dino for aceita depois da sabatina da CCJ, haverá uma votação no plenário do Senado. Para ser aprovado, são necessários 41 votos de 81 senadores.

De acordo com a avaliação do Palácio do Planalto, a base aliada deve conseguir atingir a quantidade de votos necessários para a nomeação de Flávio Dino como novo ministro do STF.

Revista Oeste

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Congresso fortalece articulação para derrubar veto de Lula à desoneração da folha

Foto: Ricardo Stuckert

A análise do veto total ao projeto da desoneração da folha de pagamento para os 17 setores que mais empregam está agendada para a próxima sessão do Congresso Nacional. Esse tema foi incluído como prioritário no acordo entre os líderes e foi confirmado pelo presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG). Contudo, a falta de consenso em relação aos vetos relacionados às propostas sobre o Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf), as novas regras fiscais e o marco temporal ainda causa incertezas quanto à data da sessão.

A decisão de Lula provocou uma reação imediata no Congresso, levando parlamentares das duas Casas a se unirem na tentativa de reverter a medida o mais rapidamente possível. A proposta obteve ampla aprovação de deputados e senadores, passando pela Câmara com 430 votos a favor e 17 contra. No Senado, a votação foi simbólica — quando os senadores não registram o voto nominalmente. Isso é mais do que suficiente para superar o veto, o que requer o respaldo da maioria absoluta dos legisladores, ou seja, pelo menos 257 votos de deputados e 41 de senadores.

Para o vice-presidente da Câmara, deputado Marcos Pereira (Republicanos-SP), a tendência é que o veto seja derrubado. “O projeto de desoneração da folha é crucial para esses 17 setores. […] Não é o melhor modelo, mas é o que foi possível, e isso trouxe um debate muito intenso no Congresso. Meu sentimento é que o Congresso tende a derrubar esse veto do presidente Lula”, afirmou.

Já o deputado Luciano Zucco (Republicanos-RS), o veto “é mais um grave erro da equipe econômica”. “Estamos falando de milhares de postos de trabalho que arriscam desaparecer. A conta é simples: se o emprego fica mais caro, nós teremos demissão em massa. Cabe ao Congresso consertar mais esse erro grosseiro. Certamente, vamos derrubar esse veto”, disse.

R7

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