Brasil

Moraes mantem depoimento de Bolsonaro e dá acesso a provas da investigação, com exceção da delação de Cid

Foto: Sergio Lima/Poder 360

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), manteve o depoimento do ex-presidente Jair Bolsonaro que está marcado para quinta-feira (22). Moraes deu acesso à defesa de Bolsonaro aos autos da investigação sobre uma suposta tentativa de golpe de Estado, com exceção das diligências em andamento e da delação premiada do tenente-coronel do Exército Mauro Cid.

“Informe-se a Polícia Federal que inexiste qualquer óbice para a manutenção da data agendada para o interrogatório, uma vez que aos advogados do investigado foi deferido integral acesso aos autos”, escreveu o ministro. Moraes ainda afirmou que não compete a Bolsonaro “escolher a data e horário de seu interrogatório”.

Mais cedo, os advogados de Bolsonaro haviam informado que ele não iria prestar depoimento na quinta-feira caso não tenha acesso ao conteúdo de celulares apreendidos em investigações contra ele e aliados.

“O peticionário (Bolsonaro) opta por não prestar depoimento ou fornecer declarações adicionais até que seja garantido o acesso à integralidade das mídias dos aparelhos celulares apreendidos, sem abrir mão, por óbvio, de ser ouvido em momento posterior e oportuno”, escreveram os advogados.

A defesa de Bolsonaro também solicito acesso ao “conteúdo completo” da delação de Mauro Cid, homologada ano passado por Moraes.

O ministro afirmou, contudo, que o STF tem o entendimento de que, “antes do recebimento da denúncia, não configura cerceamento de defesa a negativa de acesso a termos da colaboração premiada referente a investigações em curso”.

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O Globo

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Brasil

REAL TIME BIG DATA: 83% discordam da declaração de Lula que comparou Israel ao nazismo

FOTO: RICARDO STUCKERT / PR

Um levantamento realizado pelo instituto Real Time Big Data divulgado nesta segunda-feira (19) indica que 83% dos entrevistados discordam da declaração do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) que comparou a ação do exército de Israel contra o grupo terrorista Hamas ao Holocausto dos judeus pela Alemanha nazista. A pesquisa também revela que 89% dos entrevistados têm acompanhado as notícias sobre a guerra e que 57% acreditam que Israel está “certo” no conflito.

A pesquisa, encomendada pela RECORD, foi feita com 800 entrevistados, em 19 de fevereiro. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

Os entrevistados também foram perguntados sobre qual deve ser o posicionamento do Brasil no conflito: 54% afirmaram que o país deveria ficar neutro, enquanto 26% acreditam que o Brasil deve apoiar Israel e 14% que deve apoiar o lado Palestino. 6% dos entrevistados não souberam ou não quiseram responder.

Dos participantes da pesquisa, 53% dos são mulheres e 47% são homens. A faixa etária mais representada é de 45 a 59 anos, com a maioria dos entrevistados (25%). Quanto à escolaridade, 43% possuem ensino médio completo, 41% até o fundamental completo e 16% até o superior completo.


Imagem: REAL TIME BIG DATA/DIVULGAÇÃO

Imagem: REAL TIME BIG DATA/DIVULGAÇÃO

Imagem: REAL TIME BIG DATA/DIVULGAÇÃO

Imagem: REAL TIME BIG DATA/DIVULGAÇÃO

A declaração de Lula foi dada durante entrevista coletiva realizada no último domingo (18), depois da participação do presidente na 37ª Cúpula de Chefes de Estado e Governo da União Africana, em Adis Abeba, capital da Etiópia. “O que está acontecendo na Faixa de Gaza, com o povo palestino, não existiu em nenhum outro momento histórico. Aliás, existiu. Quando Hitler decidiu matar os judeus”, afirmou o petista na ocasião.

Após as declarações, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, criticou o presidente e descreveu suas palavras como vergonhosas e graves. Ele anunciou que o ministro das Relações Exteriores, Israel Katz, convocaria o embaixador brasileiro em Israel, Frederico Meyer, para uma “dura” repreensão formal.

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R7

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Brasil

Empresa fundada por líder petista na Câmara de SP pagava R$ 70 mil por semana ao PCC, diz polícia

O vereador Senival Moura (PT) é o líder da oposição na Câmara Municipal de Sâo Paulo e um dos fundadores da Transunião | Foto: Richard Lourenvço / Rede Câmara

Mensagens no celular de Adauto Soares Jorge, ex-diretor da empresa de ônibus Transunião, mostram, segundo a polícia, a existência de pagamentos semanais de R$ 70 mil, feitos por meio do caixa da companhia, ao Primeiro Comando da Capital (PCC). Os diálogos constam de inquérito conduzido pelo Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) ao qual o Estadão teve acesso. As investigações estão sob sigilo de Justiça.

A Transunião é uma das três empresas de ônibus da cidade de São Paulo cujos diretores ou acionistas são investigados atualmente por crimes que a polícia liga ao PCC. Ela tem 467 ônibus em sua frota e opera em dois lotes do sistema de transporte público de São Paulo. A apuração do caso, que envolve extorsões, lavagem de dinheiro e organização criminosa, começou com o inquérito sobre o assassinato de Jorge, morto a tiros em 4 de março de 2020, em um estacionamento da rua Cônego Antonio Manzi, no Lajeado, na zona leste. A empresa foi procurada pelo Estadão, mas não respondeu.

Adauto Soares Jorge estava acompanhado por Devanil Souza Nascimento, conhecido como Sapo, um antigo funcionário da Transunião. Devanil era motorista do vereador Senival Moura (PT), líder da oposição na Câmara Municipal de São Paulo e um dos fundadores da Transunião. Segundo a polícia, Devanil seria envolvido com um “esquema” de administração de creches subsidiadas com recursos oriundos da Prefeitura” e foi investigado no inquérito sobre o homicídio – assim como Moura – sob a suspeita de ter conduzido Jorge até o estacionamento, sabendo da armadilha que havia sido montada contra a vítima.

Ambos negam a acusação e suas defesas alegam que eles são inocentes (veja abaixo). Em discurso feito no dia 14 de junho de 2022, no plenário da Câmara, Senival disse: “Operamos com a Transunião até o dia 4 de fevereiro de 2020. No dia 5 teria uma assembleia da empresa, e eu e o Adauto Soares Jorge fomos recomendados a não participar. Quando recebi isso, achei melhor ir embora”, disse o Moura. “Nós (o vereador e Adauto) criamos essa empresa, mas me desliguei.”

O relatório do inquérito do caso, ao qual o Estadão teve acesso, é conclusivo: “Apurou-se, em síntese, que a morte de Adauto Soares Jorge teve relação com um esquema de desvio de verbas da precitada empresa de transportes públicos Transunião, a qual, desde seu nascedouro, ainda no modelo de Cooperativa, vinha sendo utilizada para a lavagem de capitais oriundos do crime, mais especificamente, valores obtidos ilicitamente, advindos da facção criminosa autodenominada Primeiro Comando da Capital”.

Relatório aponta recursos de ‘notórios criminosos’
Senival era uma liderança entre os perueiros da capital nos anos 2000. Foi quando, segundo o relatório assinado pelo delegado Anderson Honorato Santos, os “notórios criminosos” Ricardo Pereira dos Santos, o Cunta, e Alexandre Ferreira Viana, o Alexandre Gordo, teriam providenciado recursos para a campanha eleitoral do político – ele concorreu pela primeira vez a vereador em 2004.

Em troca, afirmou o delegado, o PCC “passou a ocupar grande parte das cotas/ações, vinculadas à indigitada empresa, tornando cada vez mais perigoso o ‘jogo’ de desvio de recursos e branqueamento de capitais, visto que, em grande parte, Senival e Adauto, agora mais do que nunca, teriam que prestar contas à criminalidade organizada”.

De acordo ainda com o documento da polícia, a facção possuía um “preposto junto a Transunião”, responsável pela interlocução e defesa dos interesses da criminalidade na empresa. “Tal preposto foi identificado como Leonel Moreira Martins, notório ladrão de bancos, o qual, como se depreende da análise das mensagens encontradas no aparelho celular da vítima (Adauto), interagia quase que semanalmente com esta, para resolver problemas envolvendo a empresa e os interesses de membros do PCC, vinculados àquela.”

Alegando supostos desvios de verbas da empresa, a facção obteve, em 5 de fevereiro de 2020, o afastamento do aliado de Senival da presidência da Transunião, por meio da destituição de Adauto do cargo. “A mando da referida facção criminosa e por intermédio de Leonel, a presidência da empresa Transunião é passada para um de seus integrantes, Lourival de França Monário, o qual fica incumbido de dar prioridade aos interesses espúrios daquela, em detrimento dos demais cooperados”.

De acordo com o Relatório de Análise de Extração de Dados do aparelho celular de Adauto, cadastrado em nome da empresa Transunião, Leonel Martins comunicava-se “quase que semanalmente com Adauto, e o teor dos diálogos, quase que em sua totalidade”, diziam respeito “a cobranças de valores e repasses” que deviam “ser realizados a parentes de indivíduos vinculados a criminalidade” Às 18h43 de 25 de maio de 2019, por exemplo, Leonel cobra um tratamento preferencial ao ônibus de prefixo 36644, o qual pertenceria à “pessoa de alcunha Perigo”, seu irmão.

“Por meio de pesquisas aos sistemas policiais, descobriu-se que Perigo é o notório assaltante de bancos, vinculado ao PCC e procurado pela Justiça, Anderson de Cássia Pereira”, escreveu o delegado. Outro diálogo destacado pelo policial refere-se à cobrança feita por Leonel a Adauto a respeito “dos valores devidos àquele em decorrência de seu status como membro do PCC e pelos veículos que possui na Transunião”.

A conversa aconteceu em 12 de abril de 2019. Nela, Adauto disse que os repasses da empresa ao PCC estariam limitados à R$ 70 mil por semana. “Contudo, Leonel argumenta que, além de participação nos aludidos R$ 70 mil, devidos aos membros da facção criminosa, também haveria uma outra dívida a ele devida, de responsabilidade da empresa”.

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Brasil

Pedido de impeachment de Lula ultrapassa 90 assinaturas na Câmara

Imagem colorida do presidente Lula com semblante preocupadoO presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT)

O discurso de Lula comparando o ataque de Israel à Palestina ao Holocausto fez com que a Câmara dos Deputados reunisse a maior quantidade de assinaturas para um pedido de impeachment, na atual legislatura.

 

Até o momento, 91 parlamentares assinaram o pedido de impeachment, que deverá ser protocolado nesta segunda-feira (19/2) por Carla Zambelli (PL-SP).

 

A justificativa é que o presidente expôs o Brasil ao perigo de guerra, o que seria passível de crime de responsabilidade.

 

Questões diplomáticas já haviam motivado, em junho de 2023, um outro pedido de impeachment de Lula. Na ocasião, deputados solicitaram o afastamento após o presidente convidar Nicolás Maduro para agenda conjunta e dizer que a Venezuela é alvo de “narrativas” construídas por opositores.

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Metrópoles

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Brasil

Toin da Braiscompany troca de nome e leva vida de luxo na Argentina, afirma advogado

Foto: Reprodução

Foragido da Justiça há um ano, o dono da Braiscompany, Antônio Neto Ais, segue na Argentina, informou nesta segunda-feira (19) o advogado Artêmio Picanço. De acordo com ele, ‘Toin’ teria trocado de nome no país vizinho e agora se chama Felipe.

No Instagram, Artêmio Picanço divulgou uma fotografia de ‘Toin’ em academia de musculação e até jogando golfe na Argentina. Ais também teria aberto um novo perfil no Instagram. A página está bloqueada para quem não o segue.

Antônio Neto Ais foi condenado a 88 anos de prisão pela Justiça Federal de Campina Grande acusado de aplicar um golpe milionário em milhares de famílias na Paraíba.

Polêmica Paraíba 

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Brasil

Israel declara Lula como ‘persona non grata’ após comparação com nazismo

Foto: Reprodução

O ministro das Relações Exteriores de Israel, Israel Katz, informou nesta segunda-feira (19) que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva é considerado ‘persona non grata’ no país até que haja uma retratação sobre as declarações feitas pelo chefe brasileiro. Ontem, o petista comparou as ações de defesa israelense no conflito contra o grupo terrorista Hamas ao nazismo.

“Não perdoaremos e não esqueceremos — em meu nome e em nome dos cidadãos de Israel. Informei ao presidente Lula que ele é uma personalidade indesejável em Israel até que ele peça desculpas e se retrate de suas palavras”, disse o ministro israelense em uma postagem nesta segunda-feira (19) nas redes sociais.

“A comparação do presidente brasileiro Lula entre a guerra justa de Israel contra o Hamas e as ações de Hitler e dos nazistas, que exterminaram 6 milhões de judeus, é um grave ataque antissemita que profana a memória daqueles que morreram no Holocausto”, concluiu.

A declaração de Lula foi dada durante entrevista coletiva realizada no último domingo (18), depois da participação do presidente na 37ª Cúpula de Chefes de Estado e Governo da União Africana, em Adis Abeba, capital da Etiópia. “O que está acontecendo na Faixa de Gaza, com o povo palestino, não existiu em nenhum outro momento histórico. Aliás, existiu. Quando Hitler decidiu matar os judeus”, afirmou o petista.

R7

 

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Brasil

Corpo de Abilio Diniz será velado no Estádio Morumbis

O empresário Abílio Diniz morreu neste domingo (18), aos 87 anos, em São Paulo, vítima de insuficiência respiratória em função de uma pneumonite. — Foto: EPITÁCIO PESSOA/ESTADÃO CONTEÚDOFoto: Estadão Conteúdo

O corpo do empresário Abílio Diniz será velado na manhã desta segunda-feira (19) no Salão Nobre do Estádio Morumbis, do São Paulo Futebol Clube, seu time de coração.

A partir das 11h, a cerimônia será aberta ao público. Já enterro será reservado apenas aos familiares.

O empresário morreu neste domingo (18), aos 87 anos, em São Paulo, vítima de insuficiência respiratória em função de uma pneumonite.

Ao lado do pai, ele construiu o grupo Pão de Açúcar e comandou uma das maiores companhias de alimento do mundo. Diniz também foi o primeiro a criar supermercado em shopping e a abrir suas lojas 24 horas. Foi um dos fundadores da associação brasileira de supermercados e foi um dos pioneiros na criação de programas de trainees do Brasil, uma maneira de recrutar e treinar talentos nos negócios.

Ele ficou internado por um mês no hospital Albert Einstein, na Zona Sul da capital paulista. Ele deixa cinco filhos, esposa, netos e bisnetos

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Brasil

Após fala de Lula, Itamaraty aguarda reunião de embaixador com Israel para tentar conter crise diplomática

Imagem

Foto: Ricardo Stuckert

Após o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ter comparado as mortes de palestinos em Gaza à matança de judeus na Alemanha nazista de Adolf Hitler, o Itamaraty adotou o silêncio como estratégia para “não escalar” a crise diplomática.

Integrantes da pastas afirmaram ao GLOBO, em caráter reservado, que uma manifestação oficial só deve ocorrer após o embaixador brasileiro em Tel Aviv, Frederico Meyer, se apresentar formalmente, nesta segunda-feira, na chancelaria de Israel. Ele foi convocado pelo governo israelense a prestar esclarecimentos, num sinal claro de descontentamento.

Internamente, o Itamaraty espera que o governo israelense não vá além da convocação do embaixador brasileiro, e que o assunto se esfrie com o passar dos dias. Um integrante da chancelaria fez, reservadamente, um paralelo da situação deste domingo com a convocação, em pelo menos três ocasiões, do embaixador de Israel no Brasil para dar explicações.

O Globo

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Brasil

Lula ganha apoio do grupo terrorista Hamas após declaração que compara Israel ao nazismo

Hamas elogiou Lula por associar Israel ao nazismo
Foto: Reprodução

O grupo terrorista Hamas agradeceu ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva comparar as ações de Israel na Faixa de Gaza ao Holocausto cometido pelos nazistas. O agradecimento foi postado em canais do Hamas em uma rede social.

“Nós, no Movimento de Resistência Islâmica (Hamas), apreciamos a declaração feita pelo Presidente brasileiro Lula da Silva, que descreveu aquilo a que o nosso povo palestino na Faixa de Gaza está sujeito como um Holocausto, e que as ações dos sionistas hoje em Gaza são o mesmo que o nazista Hitler fez aos judeus durante a Segunda Guerra Mundial”, publicou o grupo.

Leia mais: Deputados de oposição pedem impeachment de Lula por fala sobre Holocausto

A declaração de Lula foi feita em entrevista coletiva neste domingo (18), depois da participação do presidente na 37ª Cúpula de Chefes de Estado e Governo da União Africana, em Adis Adeba, capital da Etiópia. “O que está acontecendo na Faixa de Gaza, com o povo palestino, não existiu em nenhum outro momento histórico. Aliás, existiu quando Hitler decidiu matar os judeus”, disse.

R7

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Brasil

Lula diz que ‘não tem informações suficientes’ para comentar crise entre Venezuela e ONU

ImagemFoto: CLÁUDIO REIS/ENQUADRAR/ESTADÃO CONTEÚDO

Após criticar a resposta de Israel ao ataque do Hamas no Oriente Médio, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) preferiu não comentar outro assunto internacional que vem repercutindo mundo afora.

Questionado sobre a expulsão do Alto Comissariado da ONU para os Direitos Humanos de Caracas, na Venezuela, o petista afirmou que não tem “as informações do que está acontecendo” no país vizinho.

A atitude do governo ditatorial de Nicolás Maduro foi repudiada por Argentina, Costa Rica, Equador, Paraguai e Uruguai, em comunicado conjunto. O ex-presidente uruguaio José Mujica, referência da esquerda latino-americana, chamou Maduro de “autoritário”.

Jovem Pan

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