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Valdemar respondeu todas as perguntas em depoimento à PF, diz defesa

Foto: Beto Barata/PL

A defesa de Valdemar Costa Neto, presidente do PL (Partido Liberal), declarou que todas as perguntas feitas pela Polícia Federal foram respondidas durante o depoimento prestado nesta quinta-feira (22). Valdemar é investigado no inquérito que apura uma suposta tentativa de golpe de Estado para manter o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) no poder após a derrota nas eleições de 2022 para o Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

“A defesa de Valdemar Costa Neto informa que o Presidente Nacional do Partido Liberal compareceu à Polícia Federal na data de hoje, 22/02/2024, e respondeu todas as perguntas que lhe foram feitas. A defesa não fará qualquer comentário sobre as investigações”, disse a defesa de Valdemar, em nota.

O depoimento do presidente do PL ocorreu simultaneamente aos depoimentos do ex-presidente da República Jair Bolsonaro e seus ex-ministros Anderson Torres, da Justiça e Segurança Pública, Augusto Heleno, do Gabinete de Segurança Institucional, e Walter Braga Netto, da Defesa.

A estratégia de marcar os depoimentos para o mesmo horário já foi usada outras vezes pela PF em casos que envolvem o ex-presidente. Nos bastidores, a informação é que dessa forma alguém sempre entra em contradição, por dificultar o acesso ao que foi dito por outros investigados.

R7

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Brasil

Réu será favorecido em caso de empate em julgamento nos tribunais superiores, decide Senado

Reforma Tributária
Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado

Congressistas analisam um projeto de lei que favorece réus em caso de empate em julgamentos em tribunais superiores. Tanto o Senado quanto a Câmara já aprovaram a mudança. A informação é do portal R7, parceiro nacional do Portal Correio.

Como os senadores promoveram mudanças no texto antes de aprová-lo nesta terça-feira (21), ele volta para reanálise na Câmara dos Deputados. Só depois, segue à sanção presidencial. A proposta também altera a maneira como o habeas corpus é concedido no Brasil.

O autor da matéria, deputado Rubens Pereira (PT-MA), sustenta que a proposta “não só atende à necessidade de observância do princípio constitucional da presunção de inocência, como também da segurança jurídica, na medida em que a lacuna legislativa atual leva a diferentes interpretações para os casos de empate nos órgãos colegiados”.

Na prática, o projeto garante um benefício a mais para réus a partir de uma alteração no Código de Processo Penal. “Se, num colegiado, cinco julgadores condenam o réu e outros cinco o absolvem, é evidente que o acusado deve ser preservado. A acusação não logrou convencer a maioria da Corte sobre a responsabilidade penal”, defendeu o relator da matéria no Senado, senador Weverton (PDT-MA).

O relator modificou o texto para garantir que autoridade judicial poderá expedir o habeas corpus de ofício, individual e coletivo, apenas em processos que estiver atuando. Esta mudança motivou o retorno do projeto para a Câmara.

R7

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Brasil

Bolsonaro fica em silêncio na PF em depoimento

Reprodução

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) ficou em silêncio durante o depoimento à Polícia Federal sobre os planos discutidos no fim de 2022 para um golpe de Estado contra a eleição de Lula (PT) à Presidência da República.

A estratégia de se manter calado havia sido antecipada pela defesa de Bolsonaro. Os advogados alegam que não tiveram acesso a todos os documentos obtidos pela investigação —como os depoimentos prestados pelo ex-ajudante de ordens Mauro Cid no âmbito da delação premiada.

A defesa do ex-presidente pediu três vezes ao STF (Supremo Tribunal Federal) para adiar a data da oitiva de Bolsonaro. O ministro Alexandre de Moraes, relator do caso, negou os três pedidos.

Na primeira decisão sobre o pedido de adiamento, Moraes disse que a Constituição Federal “consagra o direito ao silêncio e o privilégio contra a autoincriminação”.

“Mas não o ‘direito de recusa prévia e genérica à observância de determinações legais’ ao investigado ou réu, ou seja, não lhes é permitido recusar prévia e genericamente a participar de atos procedimentais ou processuais futuros, que poderão ser estabelecidos legalmente dentro do devido processo legal.”

Bolsonaro chegou à sede da PF em Brasília por volta das 14h20. O depoimento estava previsto para começar às 14h30. Com a decisão de Bolsonaro de se manter em silêncio, o depoimento foi encerrado pouco depois. Ex-ministros, ex-assessores, militares e aliados também foram intimados a prestar esclarecimentos à PF no mesmo horário. No total, serão 23 pessoas. Só em Brasília, 13.

A PF investiga as tratativas por um golpe de Estado desde que encontrou na casa do ex-ministro da Justiça Anderson Torres, em janeiro de 2023, uma minuta de decreto para Bolsonaro instaurar estado de defesa na sede do TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

O objetivo seria reverter o resultado da eleição, segundo os investigadores.

Com a delação de Mauro Cid e as provas obtidas em outras operações, a PF chegou à conclusão de que Bolsonaro teve acesso a versões da minuta golpista (não exatamente a mesma que estava com Torres).

De acordo com as investigações, ele chegou a pedir modificações no texto e apresentar a proposta aos chefes militares, para sondar um possível apoio das Forças Armadas à empreitada.

A primeira versão do texto teria sido apresentada a Bolsonaro pelo seu assessor de assuntos internacionais, Filipe Martins, e o padre José Eduardo de Oliveira e Silva numa reunião no Palácio da Alvorada em 19 de novembro de 2022.

Segundo a PF, o jurista Amauri Feres Saad também teria participado das discussões sobre a minuta golpista que foi apresentada a Bolsonaro, participando de reuniões posteriores.

O texto destacava uma série de supostas interferências do Poder Judiciário no Poder Executivo —os chamados “considerandos”, que, na visão dos investigados, daria base jurídica para o golpe de Estado.

Na sequência, a minuta previa a prisão dos ministros do STF Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes e do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG).

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Folha de São Paulo

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Brasil

Daniel Alves é condenado a 4 anos e 6 meses por estupro na Espanha

ImagemFoto: Alberto Estevez/Pool via Reuters

Nesta quinta-feira (22), Daniel Alves foi condenado por estupro a quatro anos e seis meses de prisão. Ele terá ainda que pagar 150 mil euros para a vítima.

O julgamento

O julgamento do lateral-direito Daniel Alves, acusado de agredir sexualmente uma mulher em uma boate de Barcelona, em dezembro de 2022, chegou ao fim no dia 7 de fevereiro e durou três dias. Foram ouvidas testemunhas, a vítima, peritos e o acusado.

Em depoimento, o jogador chorou, alegou uso excessivo de bebida alcóolica e negou que tenha praticado estupro. Na época, a vítima tinha 23 anos. Ela acusa o jogador de agressão sexual dentro de uma boate, em Barcelona.

Como fica?

Daniel Alves ainda pode apelar a outro tribunal. A esta sentença cabe recurso ao Superior Tribunal de Justiça de Catalunha, e teria a última apelação ao Tribunal Supremo, em Madrid.

O jogador deve cumprir a pena na Espanha, pelo crime ter acontecido e sido julgado em território espanhol. Caso o brasileiro queira cumprir a sentença em seu país, deveria fazer uma petição à justiça, que provavelmente seria acatada.

CNN Brasil

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Bolsonaro, presidente do PL e ex-ministros depõem à PF de forma simultânea nesta quinta

Imagem

Foto: Aloisio Mauricio/Fotoarena/Agência O Globo

A Polícia Federal vai ouvir simultaneamente, nesta quinta-feira (22), o ex-presidente Jair Bolsonaro e seus ex-ministros Anderson Torres (Justiça e Segurança Pública), Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional) e Walter Braga Netto (Defesa), além do presidente do PL, Valdemar Costa Neto. O grupo é investigado por associação criminosa para a tentativa de um suposto golpe de Estado. Os depoimentos estão marcados para 14h30, na sede da PF, em Brasília.

A estratégia de marcar os depoimentos para o mesmo horário já foi usada outras vezes pela PF em casos que envolvem o ex-presidente. Nos bastidores, a informação é que dessa forma alguém sempre entra em contradição, por dificultar o acesso ao que foi dito por outros investigados.

A Polícia Federal já tem informações sobre uma reunião que aconteceu no Palácio do Planalto, na qual os alvos das investigações estariam tratando sobre uma minuta que estabeleceria um estado de sítio no país.

As informações foram obtidas por meio da delação do ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, coronel Mauro Cid, e confirmadas pelos investigadores por meio de dados dos dispositivos móveis dos investigados.

Agora, a PF quer esclarecer detalhes da participação de cada um nas ações de planejamento para uma suposta tentativa de golpe.

R7

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Luiz Fux autoriza a quebra de sigilos bancário e fiscal de Janones e assessores

Reprodução

Segundo Fux, a PF fez um pedido devidamente fundamentado, indicando as razões por que a medida se revela necessária nesta fase da investigação. O ministro mandou avisar o Banco Central e a Secretaria da Receita Federal.

“Verifico, assim, que os indícios de possível prática criminosa estão bem descritos na representação da Autoridade Policial, com possível ação conjunta dos investigados no suposto esquema criminoso apurado nos autos”, disse.

Para a PF, as investigações concluídas até o momento sugerem a existência de um esquema de desvio de recursos públicos no gabinete. Em nota, Janones diz que “causa estranheza” a Polícia Federal pedir a quebra do seu sigilo fiscal e bancário, pois os colocou “à disposição desde o início das investigações”. Sobre o posicionamento atual da PGR, o R7 aguarda um posicionamento do parlamentar.

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R7

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Saiba como votaram os senadores paraibanos no projeto que prevê acabar com as ‘saidinhas’ dos presos

Famosa "saidinha" de presos pode ser revistaFoto: Divulgação

O Senado aprovou nesta terça-feira (20) o texto-base do projeto de lei que prevê o fim da saída temporária de presos, conhecida popularmente como “saidinha”, em feriados. dos três senadores paraibanos, Efraim Filho (União) e Veneziano Vital do Rego (MDB) foram a favor da proposta.  Já Daniella Ribeiro (PSD), estava ausente da votação.

Veja o voto de todos os senadores:

Aprovada no Senado projeto que acaba com 'saidinhas' de presos — Foto: Reprodução

Para a votação ser concluída, os senadores ainda precisam analisar os chamados “destaques”, que são as sugestões de mudanças no texto. Essa etapa está em curso.

A saída temporária é concedida pela Justiça como forma de ressocialização dos presos e manutenção de vínculo deles com o mundo fora do sistema prisional.

Atualmente, a legislação permite o benefício a presos do regime semiaberto que já tenham cumprido o mínimo de um sexto da pena, se for primário, e um quarto, se for reincidente. Além disso, é preciso apresentar comportamento adequado.

O que diz o projeto

O texto em discussão que propõe alterar a Lei de Execução Penal para acabar com o benefício começou a ser discutido pelo Senado em 2013. Em agosto de 2022, foi aprovado pela Câmara. Como foi alterado pelos deputados, precisou retornar ao Senado.

A proposta foi aprovada pela Comissão de Segurança Pública do Senado em 6 de fevereiro.

Na ocasião, o relator da matéria, senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), acolheu uma emenda do senador Sergio Moro (União Brasil-PR) para que o benefício seja aplicado a presos em regime semiaberto que tenham atividades educacionais externas, como conclusão dos ensinos médio e superior e cursos profissionalizantes, se forem cumpridos os requisitos legais.

A mudança, no entanto, não se estenderia para quem cometeu crimes hediondos ou com grave ameaça. Atualmente, o benefício é negado apenas a quem pratica crime hediondo.

A emenda acatada também pretende manter a saída temporária, mas com aplicação restrita aos presos em regime semiaberto que frequentem curso supletivo profissionalizante ou de instrução do ensino médio, ou superior, mas nesse caso, “o tempo de saída será o necessário para o cumprimento das atividades discentes”.

O texto também determina a necessidade de um “exame criminológico” para que um preso tenha direito à progressão de regime.

Para isso ocorrer, por exemplo, seus antecedentes e o resultado do exame criminológico devem indicar que o preso irá “ajustar-se, com autodisciplina, baixa periculosidade, e senso de responsabilidade, ao novo regime”.

Atualmente, a legislação não faz menção específica ao exame criminológico nem a indícios de baixa periculosidade.

A proposta também estabelece três novas situações em que a Justiça pode determinar a fiscalização por meio de tornozeleira eletrônica:

  • livramento condicional;
  • execução da pena nos regimes aberto e semiaberto;
  • restrição de direitos relativa à proibição de frequentar lugares específicos.

Hoje, a tornozeleira eletrônica pode ser utilizada para monitoramento das saídas temporárias do regime semiaberto e durante a prisão domiciliar.

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BG com CNN Brasil

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Israel mantém Lula persona non grata e avalia próximos movimentos

Foto: Reuters

Diante da posição de Lula de não se retratar da declaração em que comparou a guerra de Israel contra o Hamas com o Holocausto, o governo de Israel vai manter o presidente brasileiro como persona non grata e avaliar os próximos movimentos.

Oficialmente, o Ministério das Relações Exteriores de Israel informou à CNN na manhã desta terça-feira (20) que não há mudança na posição e que a posição anunciada pelo ministro Israel Katz na segunda-feira (19) de que Lula é persona non grata continua.

Uma fonte da diplomacia israelense afirmou à CNN que neste momento não estão previstas medidas adicionais, como por exemplo a suspensão de relações diplomáticas.

Não há interesse de Israel, segundo relatos à CNN, de que a crise evolua para esse ponto. Integrantes do governo do país disseram diferenciar o que é uma posição do governo da posição da população.

Mas dizem por outro lado que medidas adicionais podem ser tomadas a depender das próximas posições e manifestações do presidente Lula sobre o conflito em Gaza.

A leitura, segundo outra fonte diplomática de Israel, é de que Lula não se retratar é um erro que tira o Brasil da condição de país neutro e equilibrado que costumava ter historicamente ao tratar do conflito árabe-israelense.

Também foi avaliado à CNN que a manutenção da posição coloca o Brasil distante de países do mundo livre como Estados Unidos, Alemanha, Inglaterra e França e que pode haver um crescimento do antissemitismo no país.

Consultadas pela CNN sobre a avaliação de Israel, fontes diplomáticas brasileiras disseram não concordar com a leitura.

CNN

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Senado deve votar nesta terça fim das ‘saidinhas’ de presos em datas comemorativas

ImagemFoto: Antônio Cruz/ ABr

O Senado deve votar nesta terça-feira (20) um projeto que extingue as saídas temporárias de presos em feriados e datas comemorativas, chamadas popularmente de “saidinhas”.

O texto, que já foi aprovado por uma comissão da Casa, conta com o apoio do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG). Se aprovada em plenário, a proposta terá de ser analisada novamente pela Câmara, que votou o projeto em 2022.

A legislação atual permite que juízes autorizem as “saidinhas” a detentos do regime semiaberto para:

  • visitas à família
  • cursos profissionalizantes, de ensino médio e de ensino superior
  • e atividades de retorno do convívio social

O projeto relatado pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) extingue duas possibilidades — visitas e atividades de convívio social —, mantendo somente a autorização de saída temporária para estudos e trabalho externo ao sistema prisional.

É com base nessas duas possibilidades revogadas pela proposta que ocorrem os chamados “saidões”, que contemplam milhares de presos em datas comemorativas específicas, como Natal e Dia das Mães.

g1

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Ato convocado por Bolsonaro já tem 3 governadores e 92 parlamentares confirmados; veja lista

Jair BolsonaroFoto: Lula Marques/Agência Brasil

Mais parlamentares confirmaram presença em ato convocado pelo ex-presidente da República Jair Bolsonaro (PL). Na contagem atual, o evento contará com pelo menos três governadores, oito senadores (9% do Senado), e 84 deputados federais (16% da Câmara).

Um dos aliados que apoiará Bolsonaro na Avenida Paulista, em 25 de fevereiro, é o governador de Santa Catarina, Jorginho Mello (PL). Apesar de sua visita nos Emirados Árabes Unidos, Mello antecipou a chegada ao Brasil para comparecer ao ato.

Além dele, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil), e o prefeito da capital paulista, Ricardo Nunes (MDB), confirmaram a ida ao evento.

Senadores presentes em ato de Bolsonaro

No caso dos senadores, oito confirmaram que vão à manifestação, até o momento. São eles: Rogério Marinho (PL-RN), Flávio Bolsonaro (PL-RJ), Ciro Nogueira (PP-PI), Magno Malta (PL-ES), Jorge Seif (PL-SC), Marcos Pontes (PL-SP), Marcos Rogério (PL-RO) e Luis Carlos Heinze (PP-RS).

A presença dos deputados federais foi confirmada em grupos de WhatsApp do Partido Liberal (PL). A lista conta com 84 nomes de nove partidos diferentes.

Há também outros dois deputados estaduais, Carmelo Neto (PL-CE) e Cabo Bebeto (PL-AL). O advogado de Bolsonaro e ex-chefe de Comunicação do governo, Fábio Wajngarten, também estará presente, bem como o ex-ministro da Saúde Marcelo Queiroga e o pastor Silas Malafaia. Este último, da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, alugou um trio elétrico “do próprio bolso”, que estará entre os manifestantes.

Confira a lista dos políticos com mandato que confirmaram presença até agora:

Tarcísio Gomes de Freitas (Republicanos-SP) Governador
Ronaldo Caiado (União Brasil-GO) Governador
Jorginho Mello (PL-SC) Governador
Ricardo Nunes (MDB-SP) Prefeito
Rogério Marinho (PL-RN) Senador
Jorge Seif (PL-SC) Senador
Magno Malta (PL-ES) Senador
Ciro Nogueira (PP-PI) Senador
Astronauta Marcos Pontes (PL-SP) Senador
Flávio Bolsonaro (PL-RJ) Senador
Marcos Rogério (PL-RO) Senador
Luis Carlos Heinze (PP-RS) Senador
Abilio Brunini (PL-MT) Deputado federal
Alberto Fraga (PL-DF) Deputado federal
Alfredo Gaspar (União-AL) Deputado federal
Altineu Côrtes (PL-RJ) Deputado federal
Amália Barros (PL-MT) Deputado federal
André Fernandes (PL-CE) Deputado federal
André Ferreira (PL-PE) Deputado federal
Bia Kicis (PL-DF) Deputado federal
Bibo Nunes (PL-RS) Deputado federal
Cabo Gilberto Silva (PL-PB) Deputado federal
Capitão Alberto Neto (PL-AM) Deputado federal
Capitão Alden (PL-BA) Deputado federal
Capitão Augusto (PL-SP) Deputado federal
Carla Zambelli (PL-SP) Deputado federal
Carlos Jordy (PL-RJ) Deputado federal
Carol De Toni (PL-SC) Deputado federal
Chris Tonietto (PL-RJ) Deputado federal
Coronel Assis (União-MT) Deputado federal
Coronel Chrisóstomo (PL-RO) Deputado federal
Coronel Fernanda (PL-MT) Deputado federal
Coronel Meira (PL-PE) Deputado federal
Coronel Telhada (PP-SP) Deputado federal
Coronel Ulysses (União-AC) Deputado federal
Delegado Caveira (PL-PA) Deputado federal
Delegado Éder Mauro (PL-PA) Deputado federal
Delegado Palumbo (MDB-SP) Deputado federal
Delegado Paulo Bilynskyj (PL-SP) Deputado federal
Delegado Ramagem (PL-RJ) Deputado federal
Dr. Frederico (PRD-MG) Deputado federal
Eros Biondini (PL-MG) Deputado federal
Evair de Melo (PP-ES) Deputado federal
Fábio Costa (PP-AL) Deputado federal
Fernando Rodolfo (PL-PE) Deputado federal
Filipe Barros (PL-PR) Deputado federal
General Girão (PL-RN) Deputado federal
General Pazuello (PL-RJ) Deputado federal
Giacobo (PL-PR) Deputado federal
Gilvan da Federal (PL-ES) Deputado federal
Giovani Cherini (PL-RS) Deputado federal
Gustavo Gayer (PL-GO) Deputado federal
Hélio Negão (PL-RJ) Deputado federal
Jefferson Campos (PL-SP) Deputado federal
Joaquim Passarinho (PL-PA) Deputado federal
José Medeiros (PL-MT) Deputado federal
Júlia Zanatta (PL-SC) Deputado federal
Junio Amaral (PL-MG) Deputado federal
Luiz Carlos Motta (PL-SP) Deputado federal
Luiz Lima (PL-RJ) Deputado federal
Luiz Philippe Orleans e Bragança (PL-SP) Deputado federal
Marcel Van Hattem (Novo-RS) Deputado federal
Marcelo Alvaro Antônio (PL-MG) Deputado federal
Marcelo Moraes (PL-RS) Deputado federal
Márcio Alvino (PL-SP) Deputado federal
Márcio Corrêa (MDB-GO) Deputado federal
Marco Feliciano (PL-SP) Deputado federal
Mário Frias (PL-SP) Deputado federal
Maurício do Vôlei (PL-MG) Deputado federal
Maurício Marcon (Podemos-RS) Deputado federal
Messias Donato (Republicanos-ES) Deputado federal
Miguel Lombardi (PL-SP) Deputado federal
Nicoletti (União-RR) Deputado federal
Nikolas Ferreira (PL-MG) Deputado federal
Pastor Eurico (PL-PE) Deputado federal
Pedro Lupion (PP-PR) Deputado federal
Reinhold Jr. (PSD-PR) Deputado federal
Ricardo Salles (PL-SP) Deputado federal
Roberta Roma (PL-BA) Deputado federal
Roberto Monteiro (PL-RJ) Deputado federal
Rodolfo Nogueira (PL-MS) Deputado federal
Rodrigo Valadares (União-SE) Deputado federal
Rosana Valle (PL-SP) Deputado federal
Rosângela Reis (PL-MG) Deputado federal
Sanderson (PL-RS) Deputado federal
Sargento Fahur (PSD-PR) Deputado federal
Sargento Gonçalves (PL-RN) Deputado federal
Sílvia Waiãpi (PL-AP) Deputado federal
Silvio Antonio (PL-MA) Deputado federal
Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) Deputado federal
Thiago Flores (MDB-RO) Deputado federal
Vicentinho Jr. (PP-TO) Deputado federal
Wellington Roberto (PL-PB) Deputado federal
Zé Trovão (PL-SC) Deputado federal
Zé Vitor (PL-MG) Deputado federal
Zucco (PL-RS) Deputado federal

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Revista Oeste

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