Brasil

TSE intima Bolsonaro a pagar multa remanescente por reunião com embaixadores

Foto: reprodução/YouTube

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) foi notificado pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) para o pagamento de uma multa remanescente de R$ 4.552. A intimação foi assinada pelo ex-chefe do Executivo em 20 de abril. A informação foi antecipada pelo jornal O Globo e confirmada pelo Poder360.

O ex-presidente foi multado em R$ 20.000 pelo órgão após ser condenado por propaganda eleitoral antecipada feita em uma reunião com embaixadores em 18 de julho de 2022, um dos motivos que o levou à inelegibilidade por 8 anos. Apesar de já ter pago o valor inicial, o montante foi atualizado no final de 2024 para R$ 24.552. Portanto, Bolsonaro deverá “completar” o valor da multa.

A partir da notificação, terá 5 dias para quitá-la. Trata-se da 2ª notificação judicial que Bolsonaro recebe desde que foi internado em meados de abril.

Em 23 de abril, o STF (Supremo Tribunal Federal) enviou uma oficial de Justiça à UTI (Unidade de Terapia Intensiva) do hospital DF Star para notificar Bolsonaro da abertura da ação penal por tentativa de golpe. Dessa vez, no entanto, a notificação foi eletrônica. Dez dias antes, Bolsonaro foi submetido a uma cirurgia para desobstruir o intestino.

Poder 360

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Brasil

Camisa reserva da seleção brasileira para Copa de 2026 será vermelha, diz site especializado

Foto: Reprodução/Footy Headlines

Após a informação de que a segunda camisa da Seleção Brasileira para a Copa de 2026 não usará as cores da bandeira do Brasil, o Footy Headlines cravou nesta segunda-feira (28) que a cor utilizada será vermelha. O site inglês é especializado em vazar informações e imagens de camisas de clubes e seleções de futebol.

O uso do vermelho no Mundial do ano que vem quebra uma tradição histórica do Brasil. O tom específico não foi divulgado, mas segundo o site, as primeiras indicações sugerem “uma base vermelha moderna e vibrante”. O lançamento deve acontecer em março de 2026.

Além da novidade na cor, a camisa terá o logotipo da Jordan, marca ligada ao astro de basquete Michael Jordan, no lugar do “swoosh” da Nike. As duas gigantes do mundo esportivo costumam realizar lançamentos colaborativos.

O Brasil tem por tradição usar a cor azul em seu segundo uniforme. Porém, a Seleção pentacampeã já vestiu uniforme branco, em 2019, e recentemente, a cor preta em uma campanha pontual contra o racismo.

A Nike, responsável pela criação do uniforme, é a atual fornecedora da Seleção Brasileira desde 1996. Antes, o Brasil chegou a vestir Umbro, Topper, Adidas e Athleta.

CNN Brasil

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Brasil

Conta de energia ficará mais cara a partir desta semana; entenda o por quê

Foto: Divulgação/Energisa

A conta de energia ficará mais cara a partir da próxima quinta-feira (1º). O anúncio foi feito pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) que decidiu implementar a bandeira tarifária amarela nas contas de luz no mês de maio.

Com a mudança na bandeira, os consumidores terão custo extra de R$ 1,885 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos.

A bandeira verde estava em vigor desde dezembro de 2024, por causa das condições favoráveis de geração de energia no país. Segundo a Aneel, a mudança ocorreu devido à redução das chuvas, com a transição do período chuvoso para o período seco do ano.

“Com o fim do período chuvoso, a previsão de geração de energia proveniente de hidrelétrica piorou, o que nos próximos meses poderá demandar maior acionamento de usinas termelétricas, que possuem energia mais cara”, explicou a Aneel.

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Brasil

Ucrânia recruta brasileiros para suas tropas; salário chega a R$ 25 mil mensais

Foto: REUTERS/Oleksandr Ratushniak

Com promessas de salários de até R$ 25 mil mensais, o governo ucraniano iniciou uma campanha para recrutar brasileiros dispostos a se juntar às suas tropas para repelir a invasão russa, que já se arrasta há mais de três anos. Nas últimas semanas, vídeos que mostram oficiais de Kiev, mercenários experientes e voluntários civis circulam nas redes sociais brasileiras, buscando atrair novos combatentes.

Para facilitar o processo, a Ucrânia traduziu para o português sua página oficial de alistamento de estrangeiros e mobilizou recrutadores brasileiros para atuar ativamente em grupos de WhatsApp, Telegram e Signal – três dos aplicativos de mensagens mais populares no país.

A estratégia visa replicar no Brasil o sucesso obtido na Colômbia nos últimos dois anos. Estima-se que até dois mil colombianos tenham combatido ao lado das forças ucranianas, atraídos por salários considerados elevados em comparação com a média do país. A maioria deles são ex-militares, ex-integrantes das Farc e antigos membros de guerrilhas formadas durante a guerra civil colombiana, que deixou mais de 200 mil mortos em meio século de conflito.

Rendimentos

As autoridades ucranianas esperam que a promessa de rendimentos muito acima da média tenha o mesmo efeito entre brasileiros. Nos vídeos que circulam nas redes sociais, soldados minimizam os riscos da guerra e enfatizam as possibilidades de ganhos rápidos, destacando ainda que os recrutas estrangeiros recebem treinamento e apoio básico.

Em canais de YouTube especializados em temas militares, oficiais ucranianos ressaltam que, em caso de morte, cada combatente tem direito a um seguro de vida de até US$ 350 mil. Apesar de não exigir experiência militar formal anterior, a página de recrutamento enfatiza que experiências anteriores de combate, mesmo que atuando em unidades paramilitares ou em milícias são uma vantagem.

Busca por estrangeiros

Renato Belém, um cinegrafista de 38 anos de Manaus (AM), foi fisgado pela ideia de iniciar uma nova carreira e agora acredita que lutar na Ucrânia é sua melhor chance de mudar de vida. Desiludido com os baixos salários e a falta de perspectivas no setor de comunicação, ele acredita que pode, em um ano e meio, juntar dinheiro suficiente para garantir uma vida melhor à sua família.

Pai de uma menina de 12 anos, ele diz que, se algo pior acontecer, o seguro prometido pelas Forças Armadas da Ucrânia poderá assegurar o futuro da filha. “Tenho fé em Deus de que tudo vai correr bem, e certeza de que voltarei com saúde”, afirma Marcelo, que serviu no 1º Batalhão de Infantaria de Selva, em Manaus, e integrou a missão militar brasileira no Haiti.

Brasileiros na Ucrânia

Segundo o Itamaraty, oito brasileiros morreram oficialmente em combate desde 2022, enquanto outros 13 estão desaparecidos — o que, em linguagem diplomática, significa que são considerados mortos, embora seus corpos não tenham sido localizados.

As estimativas apontam que até 100 brasileiros estão atualmente incorporados à Legião Internacional da Ucrânia, apesar de esses números não serem oficiais. A Embaixada da Ucrânia no Brasil afirmou que não se manifesta sobre assuntos militares e não respondeu aos questionamentos da DW Brasil sobre a participação de brasileiro na guerra.

Inicialmente, a maior parte dos brasileiros se juntou à guerra movido por convicções ideológicas ou políticas, e não apenas por dinheiro. Mas com a campanha ativa de recrutamento do governo ucraniano, isso parece estar mudando.

Renato, o cinegrafista de Manaus, vendeu o carro e lançou uma campanha de arrecadação por Pix, mas ainda não reuniu todo o dinheiro necessário para viajar. “Logo vou conseguir. Não tem futuro para mim no Brasil”, afirma.

* Os nomes foram alterados para preservar a identidade dos entrevistados

UOL com Deutsche Welle

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Brasil

Ministro foi alertado de denúncias sobre descontos em 2023, mostra ata de reunião

Foto: Wilson Dias/Agência Brasil

O ministro da Previdência Social, Carlos Lupi, foi informado sobre o aumento das denúncias de fraude nos descontos dos benefícios de pensão e aposentadoria do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), mas levou cerca de um ano para tomar providências.

A ata de uma reunião do Conselho Nacional de Previdência Social de junho de 2023 mostra que a representante do Sindnapi (Sindicato Nacional dos Aposentados, Pensionistas e Idosos) Tonia Galleti levou o problema ao ministro. O documento foi noticiado pela TV Globo.

Galetti havia pedido a inclusão do tema na pauta daquela reunião, mas a solicitação não foi aprovada porque os temas já tinham sido definidos. Diante disso, ela reforçou o pedido de discussão sobre os Acordos de Cooperação Técnica das entidades que possuíam desconto de mensalidade junto ao INSS.

Ela requisitou que fossem apresentadas a quantidade de entidades que possuíam acordos com o INSS, a curva de crescimento dos associados nos últimos 12 meses e uma proposta de regulamentação que trouxesse maior segurança aos trabalhadores, ao INSS e aos órgãos de controle.

De acordo com o documento, o ministro registrara que a solicitação do sindicato era relevante, mas que não haveria condições de fazê-la de imediato, “visto que seria necessário realizar um levantamento mais preciso”.

Na ocasião, Lupi solicitou que o tema fosse pautado como primeiro item da reunião seguinte. No entanto, o assunto não foi discutido e só entrou na pauta do Conselho em abril do ano passado.

Procurado pela Folha, o ministro afirmou que o INSS realizou uma auditoria para apurar denúncias de descontos irregulares. Ele disse que, ao longo desse trabalho, o diretor de Benefícios do instituto foi exonerado “para que conseguíssemos ter um diagnóstico e tomas as providências cabíveis”.

O caso é investigado pela CGU (Controladoria-Geral da União) com a Polícia Federal. A operação Sem Desconto, que deu luz ao caso, calculou que entre 2019 e 2024 foram descontados R$ 6,3 bilhões em benefícios previdenciários.

Os órgãos apuram o quanto desse valor foram de descontos ilegais e elaboram um plano para ressarcir os beneficiários.

Até o momento, cerca de R$ 2 bilhões já foram apreendidos de pessoas e entidades envolvidas na fraude, segundo a CGU.

O episódio levou o presidente do INSS, Alessandro Stefanutto, a deixar o cargo na última quarta-feira (23). Quando assumiu o instituto, em julho de 2023, a fila de pedidos estava em 1,7 milhão e chegou aos 2 milhões em dezembro do ano passado, abrindo nova crise no governo.

Folha de S.Paulo

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Brasil

Bolsonaro completa duas semanas da cirurgia e não tem previsão de alta

Foto: Reprodução

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) completa neste domingo (20) duas semanas internado no Hospital DF Star, em Brasília, após ser submetido à sexta cirurgia no intestino.

Durante esta semana, Bolsonaro apresentou uma “piora clínica”. Segundo boletim médico divulgado na quinta-feira (24), ele teve elevação da pressão arterial e piora nos exames laboratoriais.

No sábado (26), um novo boletim informou que ele não teve febre nem novas alterações de pressão, mas os sinais de gastroparesia — transtorno que compromete a capacidade do estômago de se contrair e esvaziar adequadamente — persistem. O funcionamento do sistema digestivo também ainda não foi normalizado.

De acordo com os médicos, a persistência da gastroparesia e a ausência de funcionamento normal do sistema digestivo impedem Bolsonaro de retomar a alimentação oral. Ele segue se alimentando por sonda e só deve ter previsão de alta quando essas condições forem superadas.

Além da piora clínica, Bolsonaro foi intimado por um oficial de justiça na quarta-feira (23) sobre a abertura de processo no Supremo Tribunal Federal (STF) relacionado a uma trama de golpe de Estado, no qual se tornou réu.

Em nota, a Corte disse que o fato de o ex-presidente ter realizado uma “live” no dia anterior “demonstrou a possibilidade de ser citado e intimado” na quarta-feira. Após a intimação, Bolsonaro tem cinco dias para apresentar uma defesa prévia.

O ex-presidente está internado desde o dia 11 de abril, quando passou mal durante uma agenda no Rio Grande do Norte. Transferido para Brasília, foi submetido em 13 de abril a uma extensa cirurgia para desobstrução intestinal e permanece na UTI do hospital desde então.

Apesar da recomendação médica de não receber visitas, Bolsonaro tem estado com aliados na UTI. Na terça-feira (22), o presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, esteve com ele. No dia seguinte, o pastor Silas Malafaia também o visitou.

Durante a live com seus filhos Eduardo, Carlos e Flávio Bolsonaro, realizada na terça-feira (22), antes da piora clínica, o ex-presidente disse que receberia alta na segunda-feira (28). Porém, com o quadro atual, os médicos afirmam que “não há previsão”.

Desde o início da internação, a equipe médica divulga boletins diários sobre a evolução do quadro de saúde do ex-presidente.

CNN

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Brasil

Gilmar Mendes cancela pedido para julgamento presencial de decisão que levou à prisão de Collor

Foto: Luccas Zappalá/STF

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), cancelou seu pedido de destaque no julgamento virtual da decisão que determinou a prisão do ex-presidente Fernando Collor. O destaque levaria o caso ao plenário físico. Agora, a análise virtual continua, e já há maioria para manter a prisão de Collor.

Na quinta-feira, o ministro Alexandre de Moraes rejeitou um recurso da defesa de Collor e determinou sua prisão. A decisão de Moraes começou a ser julgada pelos demais ministros na sexta-feira, mesmo dia em que o ex-presidente foi detido pela Polícia Federal (PF).

O Globo

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Brasil

Bolsonaro segue na UTI e passa por tratamento para controle de alterações no fígado, diz boletim

O ex-presidente Jair Bolsonaro permanece internado na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) de um hospital privado em Brasília e se encontra estável clinicamente, sem febre ou alterações da pressão arterial. Segundo boletim médico divulgado neste sábado (26), ele segue em tratamento para controle das alterações dos exames do fígado, que está em recuperação.

A equipe médica informou que o ex-presidente ainda não apresentou movimentos intestinais espontâneos, o que impede momentaneamente a alimentação por via oral ou pela sonda gástrica.

O comunicado diz ainda que Bolsonaro está recebendo suporte calórico e nutricional por via parenteral (endovenosa) exclusiva e continua realizando a fisioterapia motora e recebendo as medidas de prevenção de trombose venosa.

“Persiste a restrição de receber visitas e não há previsão de alta da UTI”, conclui o boletim deste sábado.

R7

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Brasil

Governo Lula recua e suspende verba para cartilha que orienta usuários de drogas a lidarem com abordagens policiais

Imagem: reprodução

Uma cartilha com orientações para usuários de drogas durante abordagens policiais gerou grande polêmica ao ser habilitada para financiamento pelo Ministério da Justiça, no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

O material, intitulado “Deu Ruim? Fica Frio. O que fazer se você estiver com drogas e for abordado pela polícia”, foi elaborado pela Frente Mineira de Drogas e Direitos Humanos, uma entidade da sociedade civil. A cartilha ensina usuários a como agir durante abordagens policiais, com o objetivo declarado de proteger direitos e reduzir riscos de abusos.

A proposta foi selecionada para receber recursos públicos no âmbito do Prêmio Maria Lúcia Pereira, promovido pela Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas e Gestão de Ativos (Senad), órgão do Ministério da Justiça.

Entretanto, após denúncias da imprensa tornarem pública a habilitação da cartilha, o governo enfrentou forte repercussão negativa. Somente depois da repercussão, o Ministério da Justiça determinou a suspensão do edital, alegando a necessidade de reavaliação dos projetos habilitados. Até o momento, não houve liberação de recursos para a cartilha.

A crise provocada pela revelação da cartilha também chegou ao Congresso. A deputada federal Clarissa Tércio (PP-PE) apresentou um requerimento de moção de repúdio ao Governo Federal, especificamente ao Ministério da Justiça, pela habilitação da cartilha.

A moção está prevista para ser votada no dia 29 de abril, na Comissão de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família (CPASF) da Câmara dos Deputados.

Segundo Clarissa Tércio, a iniciativa da cartilha “desrespeita a sociedade brasileira, que diariamente sofre com os males provocados pelo tráfico e consumo de drogas”, e representa “uma tentativa de normalizar práticas que devem ser combatidas, não incentivadas”.

BZ Notícias

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Brasil

VÍDEO: “Não cumprimentei, não vi, não olhei nem para o lado. Não vi o Trump”, diz Lula

 

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse que não se encontrou com Donald Trump neste sábado (26) no funeral do papa Francisco, na Praça de São Pedro, no Vaticano. Ao ser questionado por jornalistas, Lula ressaltou que não chegou a ver o presidente dos Estados Unidos porque havia muitas pessoas na cerimônia e, portanto, não teve a oportunidade de cumprimentá-lo.

“Não, não cumprimentei [o Trump] porque eu estava conversando com o meu pessoal sobre a segurança na saída, porque estava uma confusão muito grande. Eu não cumprimentei, não vi, não olhei nem para o lado. Não vi o Trump, na verdade”, disse o petista.

O funeral do papa Francisco marcou o primeiro evento em que Lula e Trump estiveram presentes ao mesmo tempo. Antes do funeral, Trump teve um encontro com Volodymyr Zelensky, presidente da Ucrânia. Lula comentou sobre o encontro dos dois.

“Eu não sei o que eles [Trump e Zelensky] conversaram, não posso intuir a conversa. Eu acho que o que é importante é que se converse para ver se encontram uma saída para essa guerra, porque essa guerra está ficando sem explicação, ou seja, ninguém consegue explicar e ninguém quer falar em paz”, declarou.

“O Brasil continua teimando que a solução é a gente fazer com que os dois [Trump e Zelensky] sentem na mesa de negociação e encontrem uma solução, e não só para a Ucrânia e para a Rússia, mas também para a violência que Israel comete na Faixa de Gaza”, acrescentou.

CNN Brasil

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