Brasil

VÍDEO: Novo papa estava de passagem comprada para terceira vinda ao Brasil


O papa Leão XIV já visitou o Brasil em duas oportunidades. Eleito o novo líder da Igreja Católica nesta quinta-feira (8/5), Robert Francis Prevost, de 69 anos, esteve em terras brasileiras em missões como padre-geral dos agostinianos.

As visitas do então cardeal Prevost aconteceram em 2012 e 2013, segundo informações da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). O Santo Padre visitou as cidades de Guarulhos (SP) e Belo Horizonte (MG).

Leão XIV faria mais uma viagem ao Brasil, para participar da 62ª Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, que aconteceria entre 30 de abril e 9 de maio deste ano. O Santo Padre realizaria uma pregação no retiro.

O evento foi cancelado em virtude do falecimento do papa Francisco. A assembleia foi remarcada para 2026.

Todavia, em fevereiro, Prevost recebeu a Presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) no Dicastério para os Bispos, durante a visita anual à Cúria Romana.

Em entrevista coletiva na tarde desta quinta-feira (8/5), o secretário-geral da CNBB, dom Ricardo Hoepers, detalhou a proximidade de Leão XVI com o Brasil. “É preciso destacar que o então cardeal Prevost já estava com as passagens compradas, porque estaria aqui na semana passada, durante nossa assembleia geral, para pregar no retiro a todos os bispos do Brasil. Quando nós o convidamos, ele imediatamente aceitou.”

Metrópoles 

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Brasil

Câmara comunica STF sobre suspensão de ação contra Ramagem

Foto: Bruno Spada/Câmara dos Deputados

A Câmara dos Deputados enviou ao Supremo Tribunal Federal (STF) comunicado oficial da decisão de suspender a ação penal contra o deputado Alexandre Ramagem (PL-RJ) no inquérito sobre o plano de golpe.

O presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), enviou ofício ao presidente da Corte, Luís Roberto Barroso.

O plenário da Câmara aprovou na quarta-feira (7), por 315 votos a 143, o pedido apresentado pelo Partido Liberal (PL) para sustar a ação.

Os deputados aprovaram um projeto de resolução apresentado pelo deputado Alfredo Gaspar (União-AL), relator na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). A proposta suspende integralmente ação contra Ramagem e abre brecha para a interpretação sobre também abranger toda a investigação, incluindo outros réus do caso — mesmo que isso seja apontado como “inconstitucional” por parte dos deputados.

Além de Ramagem, também são réus ex-ministros, militares e o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

A resolução aprovada pela Câmara foi publicada no Diário Oficial da Casa ainda na quarta-feira. O STF recebeu o comunicado oficial nesta manhã.

“Encaminho, em anexo, cópia do avulso da matéria, que foi autuada na Câmara dos Deputados como Sustação de Andamento de Ação Penal n. 1/2025, da Resolução pertinente e das notas taquigráficas e da ata da sessão em que se procedeu à discussão e votação em Plenário da matéria”, afirma o documento assinado por Motta.

Apesar de mencionar a discussão do texto, na sessão de quarta-feira a votação no plenário ocorreu sem que houvesse debate entre os deputados. Também não houve espaço para apresentação de emendas — a base governista planejava apresentar sugestões de mudanças.

Motta explicou, na sessão, que o Regimento Interno da Casa não faz menção à discussão em plenário para este tipo de requerimento. Por isso, o rito definido pela presidência vetou discussões, pedidos de adiamento de votação e de retirada do requerimento de pauta.

Apesar da decisão da Câmara, o ministro Cristiano Zanin, do STF, decidiu que a Casa não poderia anular integralmente o processo contra Ramagem. A suspensão só poderia atingir duas das cinco acusações contra o parlamentar: as que investigam crimes que teriam ocorrido após a diplomação – como estabelece a Constituição para a suspensão da ação penal.

Réu no STF

Ramagem foi diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) no governo Bolsonaro. Ele é o único parlamentar que é réu no processo de tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022. Ele foi indicado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) como um dos integrantes do “núcleo crucial” da trama.

O congressista é acusado de cinco crimes, mas apenas dois deles teriam ocorrido após a sua diplomação como deputado, segundo o STF: dano qualificado com violência ou grave ameaça contra patrimônio da União, causando grande prejuízo, e deterioração de patrimônio tombado.

Conforme a decisão de Cristiano Zanin, as demais acusações (golpe de Estado, organização criminosa e abolição violenta do Estado Democrático de Direito) se tratam de crimes que teriam sido cometidos antes da diplomação.

CNN Brasil

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Lula diz que discurso de Trump “é absurdo” e lembra o de anarquistas

Foto: Marcelo Camargo

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) criticou um discurso do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que chamou de “absurdo” e comparou à retórica de anarquistas. A declaração foi concedida em entrevista à revista americana The New Yorker, publicada nesta quinta-feira (8).

“Vi um discurso dele [Trump] no Congresso dos EUA recentemente, e foi absurdo — aqueles republicanos aplaudindo qualquer bobagem que ele dissesse. Era quase o mesmo tipo de discurso que os anarquistas costumavam fazer na Itália e no Brasil no início do século, clamando por uma sociedade sem instituições, uma sociedade onde o capital impera”.

Não ficou claro se os anarquistas referidos remontam aos do começo deste século ou aos do século passado.

Lula afirmou que havia antes papéis mais decisivos de lideranças no mundo e que, atualmente, grande parte da população parecia ter perdido a noção da realidade.

“Os Estados Unidos eram o espelho da democracia, o pilar da democracia para o planeta”, disse. “Apesar de ser o país que mais trava guerras, é o país que mais fala sobre paz, sobre democracia. E agora tem o Trump, que às vezes se comporta como…”, disse e se conteve antes de continuar, de acordo com o jornalista Jon Lee Anderson, da The New Yorker.

CNN

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VÍDEO: Ato pró-anistia com presença de Bolsonaro em Brasília reúne milhares de pessoas

Milhares de pessoas vestidas de verde e amarelo se reuniram nesta quarta-feira (7) para uma caminhada pró-anistia em Brasília. Com a presença do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) e de dezenas de parlamentares, a oposição espera aumentar a pressão sobre o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), para destravar a votação do projeto de lei da anistia para os presos do 8 de janeiro.

A “Caminhada Pacífica pela Anistia Humanitária”, que tinha a perspectiva de ser menor do que as manifestações no Rio de Janeiro e em São Paulo, partiu da Torre de TV, no Eixo Monumental, e seguiu com um carro de som até a Esplanada dos Ministérios. Ao longo do trajeto, Bolsonaro, parlamentares e apoiadores da pauta discursaram em um caminhão de som.

Bolsonaro participou do evento, apesar da orientação de seus médicos para evitar estar em meio a grandes públicos por pelo menos três semanas. O ex-presidente recebeu alta no fim de semana, após fazer uma cirurgia no intestino e ficar internado por 22 dias, devido a complicações do atentado que sofreu em 2018.

Com informações de Gazeta do Povo

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Brasil

VÍDEO: Bolsonaro decide ir à passeata pela anistia em Brasília


O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) decidiu ir à passeata a favor da anistia dos presos pelo 8 de Janeiro que será realizada em Brasília nesta quarta-feira (7). Na terça-feira (6), havia dito que a chance de comparecer era “próxima de zero”.

Em vídeo compartilhado pelo pastor Silas Malafaia nas redes sociais, Bolsonaro convocou apoiadores ao ato na capital federal. Disse que irá participar do início do evento, durante a concentração na Torre de TV.

Bolsonaro afirmou que a sua situação de saúde ainda é “complicada” e que um “abraço mal dado” ou um “empurrão” poderiam atrapalhar sua recuperação.

O ex-presidente ficou 22 dias internado, sendo ao 20 deles na UTI (Unidade de Terapia Intensiva), após ser submetido a uma cirurgia no abdômen. Recebeu orientação médica de não comparecer ao ato e permanecer em repouso.

A manifestação, organizada por Malafaia, começa às 16h. Tem como destino a Esplanada dos Ministérios, mas não chegará ao Congresso. O grupo ocupará duas faixas do Eixo Monumental, com uma 3ª faixa interditada temporariamente.

O evento terá discursos de deputados e do pastor. A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro também vai participar e discursar em um trio elétrico.

Poder 360

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Brasil

Moraes marca audiências de testemunhas de ação em que Bolsonaro é réu por suposta tentativa de golpe; veja as datas

Foto: Fellipe Sampaio/STF

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), marcou as datas para as audiências das testemunhas de acusação e de defesa na ação penal em que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e outras sete aliados são réus, por uma suposta tentativa de golpe de Estado.

Os depoimentos vão começar no dia 19 de maio e estão programados para durar até pelo menos o início de junho. Ao todo, 82 pessoas serão ser ouvidas.

Moraes organizou as datas a partir da indicação da acusação, feita pela Procuradoria-Geral da República (PGR), ou de cada réu. Em alguns casos, há a previsão de dez pessoas serem ouvidas no mesmo dia. Em alguns dias, as audiências ocorrerão em dois turnos, um deles começando às 8h e outro às 14h.

Os depoimentos irão começar no dia 19 de maio, com os nomes indicados pela PGR. Entre eles, os ex-comandantes Marco Antônio Freire Gomes (Exército) e Carlos Almeida Baptista Junior (Aeronáutica) e o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB). Freire Gomes e Baptista Junior afirmaram à Polícia Federal (PF) que Bolsonaro apresentou a eles proposta para reverter o resultado das eleições.

No dia 22, estão previstas as testemunhas apontadas pelo tenente-coronel Mauro Cid, que fechou um acordo de delação premiada. Uma delas é o ex-comandante do Exército Júlio Cesar de Arruda, o primeiro a exercer o cargo durante o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Um dia depois, as testemunhas de defesa começarão a ser ouvidas, com nomes indicados pelo deputado federal Alexandre Ramagem (PL-RJ) e pelo ex-ministro Walter Braga Netto.

Entre os nomes que serão ouvidos estão o do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, do ex-ministro Paulo Guedes e dos senadores Hamilton Mourão (Republicanos-RS), Ciro Nogueira (PP-PI) e Rogério Marinho (PL-RN). Todos ocuparam cargos de destaque no governo Bolsonaro.

O Globo

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Bolsonaro, Tarcísio e Michelle venceriam Lula em SP, diz pesquisa

Foto: Reprodução

Um levantamento feito pela Paraná Pesquisas no Estado de São Paulo revelou que ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), o governador paulista, Tarcísio de Freitas (Republicanos), e a ex-primeira dama Michelle Bolsonaro lideram as intenções de voto na disputa pelo Planalto em 2026 contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

O ex-presidente aparece com 42,6%, enquanto Lula somou 29,1% junto ao eleitorado paulista. Na disputa com Tarcísio, o atual presidente tem os mesmos 29,1% das intenções de voto contra 38,6% do governador de São Paulo. Já no cenário com a ex-primeira-dama, caso ela fosse a escolha para substituir o marido, que está inelegível, Lula soma 29,2% ante 35,8% de Michelle.

Em confronto com o governador do Paraná, Ratinho Junior (PSD), Lula sai na frente na corrida pela reeleição. Nesse cenário, há maior pulverização das intenções de votos entre os outros candidatos. O governador paranaense registra 17,8% da preferência, enquanto o petista lidera com 29,6%.

Em todos os cenários foram também incluídos Ciro Gomes (PDT), Ronaldo Caiado (União Brasil), Eduardo Leite (PSDB) e Helder Barbalho (MDB).

A Paraná Pesquisas entrevistou presencialmente 1.700 eleitores de 85 municípios de São Paulo de 1º a 4 de maio. A margem de erro é de aproximadamente 2,4 pontos percentuais, para mais ou para menos, e grau de confiança de 95%. Eis a íntegra (PDF – 515 kB).

Cenário com Jair Bolsonaro:

  • Jair Bolsonaro (PL): 42,6%;
  • Lula (PT): 29,1%;
  • Ciro Gomes (PDT): 9,2%;
  • Eduardo Leite (PSDB): 3,6%;
  • Ronaldo Caiado (União Brasil): 3,2%;
  • Helder Barbalho (MDB): 0,5%;
  • não sabem/não responderam: 4,5%;
  • nenhum/branco/nulo: 7,3%.

Cenário com Tarcísio de Freitas:

  • Tarcísio de Freitas (Republicanos): 38,6%;
  • Lula (PT): 29,1%;
  • Ciro Gomes (PDT): 10,7%;
  • Ronaldo Caiado (União Brasil): 3,1%;
  • Eduardo Leite (PSDB): 2,9%;
  • Helder Barbalho (MDB): 0,3%;
  • não sabem/não responderam: 6,1%;
  • nenhum/branco/nulo: 9,2%.

Cenário com Michelle Bolsonaro:

  • Michelle Bolsonaro (PL): 35,8%;
  • Lula (PT): 29,2%;
  • Ciro Gomes (PDT): 10,8%;
  • Ronaldo Caiado (União Brasil): 5,8%;
  • Eduardo Leite (PSDB): 3,9%;
  • Helder Barbalho (MDB): 0,5%;
  • não sabem/não responderam: 5,6%;
  • nenhum/branco/nulo: 8,2%.

Cenário com Ratinho Junior:

  • Lula (PT): 29,6%;
  • Ratinho Junior (PSD): 17,8%;
  • Ciro Gomes (PDT): 12,9%;
  • Ronaldo Caiado (União Brasil): 8,9%;
  • Eduardo Leite (PSDB): 5,5%;
  • Helder Barbalho (MDB): 0,7%;
  • não sabem/não responderam: 9,5%;
  • nenhum/branco/nulo: 15,1%.

Poder 360

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Brasil

Com saída de Lupi, PDT decide deixar base do governo na Câmara

Câmara: PDT abandona base de Lula após Lupi ser tirado da Previdência |  Metrópoles

O PDT decidiu deixar a base do governo na Câmara. A posição do partido foi definida em uma reunião entre deputados nesta terça-feira (6) e vem após saída de Carlos Lupi da Previdência. O ministro saiu do cargo em resposta ao escândalo do INSS (Instituto Nacional de Seguridade Social).

A mudança afasta 17 deputados como aliados no Planalto, mas o entendimento da legenda é que o partido atue de forma “independente”, sem necessariamente se opor ao governo.

A jornalistas, o líder do partido na Câmara, Mário Heringer (MG) afirmou que a insatisfação com o Planalto é anterior ao episódio do INSS, e reforçou que a posição vale apenas para a Câmara.

“Esse problema com governo havia há muito tempo. A questão o INSS foi, na verdade, mais um episódio. O pingo d’água que faltava”, afirmou.

O líder também e negou alguma sinalização com uma eventual troca do novo ministro da Previdência, Wolney Queiroz, que é do PDT e assumiu o posto no lugar de Carlos Lupi. Antes, Queiroz estava como secretário-executivo do ministério. Ele também já foi deputado federal pela legenda.

Insatisfações do PDT

Aguns dos pontos de insatisfação do partido estavam ligados ao espaço concedido no governo Lula e ao encaminhamento de emendas parlamentares. Um eventual retorno à base governista é possível, mas ainda não está em uma previsão a curto prazo da legenda.

A saída de deputados do partido da base governista foi decidida nesta manhã. Jornalistas receberam a informação antes de uma comunicação oficial ao Planalto.

R7

Opinião dos leitores

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Brasil

MP alega lentidão e pede para INSS ressarcir beneficiários em 15 dias

O Ministério Público junto ao TCU (Tribunal de Contas da União) pediu à Corte de contas para determinar ao Instituto Nacional do Seguro Social que adote, no prazo de 15 dias, medidas necessárias para ressarcimento dos valores irregularmente descontados aos beneficiários, inclusive com a indicação da origem dos recursos.

Segundo o MP, “todas as possíveis soluções até o momento apresentadas pelo governo para devolução dos valores aos beneficiários do INSS se mostram custosas, lentas e que podem se arrastar durante meses ou, até mesmo, anos”.

“Reforço que aposentados e pensionistas são parcela vulnerável da população do nosso país e deve o Estado agir para garantir que estes sejam devidamente protegidos pela seguridade social”, disse o MP.

“A atuação de agentes públicos com desvio de finalidade de suas funções teria ocasionado prejuízos a uma grande quantidade de beneficiários do INSS, com o montante desviado atingindo cifras bilionárias. Diante disso, entendi como relevante a atuação do TCU com a finalidade de apurar as responsabilidades administrativa, civil, penal e, até mesmo, política daqueles agentes”, disse o procurador Lucas Furtado.

R7

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Brasil

Oposição adia pedido de instalação da CPMI do INSS

Foto: Pedro França/Agência Senado

A Oposição no Congresso decidiu adiar, nesta terça-feira (6), o protocolo de instalação da CPMI do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social).

O objetivo é obter mais assinaturas no Senado e pressionar o presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP), que tem demonstrado resistência em pautar a comissão.

A deputada Coronel Fernanda (PL-MT) e a senadora Damares Alves (Republicanos-DF) foram as responsáveis por colher as assinaturas.

Atualmente, 182 deputados e 29 senadores assinaram o requerimento, somando 211 congressistas favoráveis. Para que uma CPMI seja instalada, é necessário o apoio de 171 deputados e 27 senadores.

Das 211 assinaturas conquistadas pela Oposição, 93 (12 senadores e 81 deputados) são de congressistas de partidos que têm representantes em ministérios do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

RESISTÊNCIA DE ALCOLUMBRE

A responsabilidade de dar andamento à criação da CPMI recai sobre Alcolumbre, que demonstra cautela antes de tomar qualquer decisão, já que tem se aproximado do presidente Lula. O senador procura evitar embates que possam comprometer sua articulação com o governo federal.

O presidente da Casa Alta viajará para a Rússia e a China, entre os dias 6 e 14 de maio. Sua ausência inviabiliza a leitura necessária para formalizar a criação da CPMI.

Poder 360

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