Brasil

AUMENTO DO IOF: “Na mão do PT nem todo o dinheiro do mundo é suficiente”, diz economista 22/05/2025 21h55

Foto: Foto: Ricardo Stuckert / PR

O governo Lula aumentou o IOF, com expectativa de arrecadar R$ 20,5 bilhões em 2025 e R$ 41 bilhões em 2026.

Segundo a economista Marina Helena, desde o início do mandato, a arrecadação federal cresceu R$ 234 bilhões acima da inflação. Apesar disso, o governo continua buscando mais receitas.

O gráfico divulgado acima pela economista Marina Helena e que foi compartilhado em diversos grupos de WhatsApp, mostra forte alta na arrecadação desde 2023, ajustada pelo IPCA, reforçando a crítica de que os recursos arrecadados não têm sido suficientes para conter o avanço dos gastos.

Blog do BG

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Brasil

Ex-chefe do Exército nomeado por Lula nega ter recebido oferta de general para dar golpe

Foto: Ten. Ferrentini/ Comando Militar do Leste

O ex-comandante do Exército Júlio César de Arruda confirmou, em depoimento ao Supremo Tribunal Federal (STF) nesta quinta-feira (22), que se reuniu com o general de brigada Mário Fernandes e negou que tenham tratado sobre a possibilidade de um golpe de Estado para impedir a posse de Luiz Inácio Lula da Silva na Presidência. Arruda, general da reserva, foi ouvido como testemunha do tenente-coronel Mauro Cesar Barbosa Cid, no processo em que o ex-presidente Jair Bolsonaro é acusado de tentativa de golpe de Estado. O ministro do STF Alexandre de Moraes, relator do caso, conduz a audiência. No final de 2022, Arruda foi procurado dois dias antes de se tornar comandante do Exército por Mário Fernandes, ex-comandante de Operações Especiais do Exército e então número 2 da Secretaria-Geral da Presidência, para o pressionar a impedir a posse de Lula.

Arruda teria expulsado, imediatamente, Mário e dois coronéis de seu gabinete e deu uma ordem: que não voltassem mais ali enquanto ele fosse o comandante. No depoimento, Arruda negou ter feito a expulsão. A pergunta foi feita pelo procurador-geral da República, Paulo Gonet. “Ele esteve lá para conversar comigo no dia 28?, afirmou Arruda. “Foi conversado sobre eventual impedimento para a posse de Lula?”, perguntou Gonet. “Não, senhor”, completou o militar. Segundo a investigação da tentativa de golpe, Mário Fernandes é o autor do plano “Punhal Verde e Amarelo”, que continha um detalhamento para executar, em dezembro de 2022, Moraes, Lula e o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB). Arruda foi comandante do Exército do presidente Lula por apenas 21 dias. O ministro da Defesa, José Múcio Monteiro, disse que a decisão se deve a uma quebra de confiança com o governo.

Lula ficou irritado com a resistência no Comando do Exército de permitir a prisão no acampamento de bolsonaristas em frente ao Quartel-General em Brasília, na noite da invasão e depredação das sedes dos Três Poderes. Durante o depoimento, Arruda também negou que teria impedido a entrada de policiais militares no acampamento na noite do 8 de Janeiro. Segundo ele, a função era “acalmar” e fazer uma ação de forma coordenada. Alexandre de Moraes lembrou o depoimento do ex-chefe da Polícia Militar do Distrito Federal, coronel Fábio Augusto Vieira, que afirmou a existência de uma mobilização do Exército naquele dia para impedir a ação da PM. Segundo Vieira, Arruda teria dito, com o dedo em riste: “O senhor sabe que a minha tropa é um pouco maior que a sua, né?”. Arruda afirmou que havia um clima de nervosismo e disse não lembrar da fala ao ex-chefe da PM do DF.Pesou também para a saída Arruda do comando do Exército a resistência em exonerar Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, que tinha sido nomeado para chefiar o 1.º Batalhão de Ações de Comando do Exército em Goiânia. Foi grande a pressão para que a nomeação fosse cancelada por Arruda, o que não ocorreu. No depoimento, Arruda disse que Cid já estava designado para a função com quase um ano de antecedência. A audiência desta quinta-feira, que ouviu as testemunhas chamadas pela defesa de Mauro Cid, foi breve. A sessão durou pouco mais de uma hora e ouviu, no geral, companheiros de Cid durante a formação militar e funcionários da ajudância de ordens da Presidência da República.

Eles relataram desconhecer a existência de um plano de golpe, elogiaram o comportamento “profissional” do ex-ajudante de ordens e disseram que, enquanto conviveram com ele, não o viam comentar muito sobre política. Gonet e demais advogados presentes pouco perguntaram. Além de Arruda, depuseram os generais Edson Diehl Ripoli e João Batista Bezerra, o capitão Adriano Alves Teperino e o sargento Luís Marcos dos Reis, que trabalharam com Cid na ajudância de ordens, e o capitão Raphael Maciel Monteiro. Monteiro foi um dos que comentaram o áudio vazado de Cid, em que ele relatou ter sido pressionado pela Polícia Federal durante depoimento. Segundo Monteiro, Mauro Cid ficou “abalado” após a defesa do próprio implicar outros militares no caso. “Para o círculo mais íntimo, ele (Cid) tinha necessidade de falar coisas penso eu muito irrefletidas, fruto de uma defesa irracional de sua honra”, afirmou.

Jovem Pan com informações de Estadão Conteúdo

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Brasil

Governo Lula concede anistia a Dilma e dá indenização de R$ 100 mil

Foto: Dida Sampaio/Estadão Conteúdo

A Comissão de Anistia do Ministério dos Direitos Humanos reconheceu nesta quinta-feira (22) a ex-presidente Dilma Rousseff (PT), 77 anos, como anistiada política em razão das violações sofridas durante a ditadura militar (1964-1985). A petista também foi indenizada em R$ 100 mil. O valor será pago em parcela única.

Em seu voto, o relator, conselheiro Rodrigo Lentz, afirmou que a anistia era uma forma de reconhecer todo o sofrimento enfrentado pela ex-presidente. Também foi concedido à ex-presidente um pedido formal de desculpas do governo.

“A anistia de 1988 é um instrumento de reconstrução democrática e reconhecimento do sofrimento político como violência de Estado. Jamais poderá ser confundida com impunidade a conspirações autoritárias contra o regime democrático”, declarou.

Ao anunciar a decisão, a presidente da comissão, Ana Maria Oliveira, também agradeceu a Dilma pelo seu trabalho em defesa da democracia.

“Agradeço pela sua incansável luta pela democracia brasileira e pela incansável luta pelo povo brasileiro. Muito obrigada pela senhora existir e ser essa mulher como todos lhe chamam, Dilma Coração Valente”, declarou.

Dilma havia pedido indenização de R$ 10.700 mensais, além da contagem do tempo do período em que foi presa e torturada, em 1970, até a promulgação da Lei da Anistia, 9 anos depois, para efeitos de aposentadoria.

O pedido foi protocolado pela ex-presidente em 2002, há 23 anos, no ano da criação da comissão. O processo foi suspenso enquanto a petista ocupava cargos no governo.

Em 2016, depois de sofrer impeachment, ela pediu a retomada da análise. O pedido foi negado em 2022 pelo então presidente Jair Bolsonaro (PL). Dilma entrou com recurso, que foi analisado nesta 5ª feira (22.mai).

Dilma já havia sido reconhecida como anistiada pela Justiça Federal em fevereiro de 2023. Também recebeu uma indenização de R$ 400 mil por danos morais.

A decisão que beneficiou a ex-presidente na Justiça foi, no entanto, uma vitória parcial. Isso porque Dilma teve rejeitado o pedido de pensão mensal de R$ 10.700 referente à época em que foi demitida da FEE (Fundação de Economia e Estatística) por questões políticas.

Poder 360

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Governo Lula é desaprovado por 54%; aprovação é de 40%, diz Ipespe

Presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Palácio do Planalto 28/11/2024 REUTERS/Adriano Machado
O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é desaprovado por 54% dos brasileiros, de acordo com a pesquisa Pulso Brasil/Ipespe divulgada na quarta-feira (21). Ao mesmo tempo, 40% aprovam a administração do chefe de Estado. Outros 6% não souberam ou não responderam ao levantamento.

Foram ouvidas 2.500 pessoas em todo o país entre os dias 14 e 19 de maio. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95,45%.

O índice de desaprovação se manteve estável em relação à rodada anterior, realizada em março. Já a aprovação variou um ponto percentual para baixo neste período (confira os detalhes abaixo)

Aprovação ao governo Lula

Aprova: 40% (eram 41% em março)
Desaprova: 54% (eram 54% em março)
Não sabe/não respondeu: 6% (eram 5% em março)

Expectativa

O instituto avaliou também a expectativa dos entrevistados para o governo Lula nos próximos meses. Segundo 44%, a gestão petista deve piorar, enquanto 39% apostam em uma melhora. Para, 16% a situação deve permanecer a mesma. Outro 1% não soube ou não respondeu à pergunta

Expectativa sobre o governo Lula nos próximos meses

  • Melhorar: 39%
  • Ficar igual: 16%
  • Piorar: 44%
  • Não sabe/não respondeu: 1%

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[VÍDEO] SENSACIONAL: Freiras quebram tudo com beatbox e passinho na TV e viralizam

A participação das irmãs Marisa e Marizele em um programa da TV Pai Eterno viralizou nas redes sociais. As duas irmãs mostraram desenvoltura ao dançarem ao som de um beatbox, no qual entoavam um cântico que tinha como parte da letra a palavra vocação, tema da atração na TV de programação religiosa.

As irmãs estavam acompanhadas pelo frei Giovane Bastos. Ao ver as duas deslizarem passinhos ao som do beat box no solo da TV, o sacerdote acompanhou as duas na dança. A publicação levou surpresa aos internautas e logo se tornou viral com milhares de visualizações.

Na rede social do frei Giovane, por exemplo, houve muitos comentários inusitados. “Deus não é tristeza, muitas pessoas pensam que quem crê em Deus não pode se divertir, Deus é alegria”, disse um dos usuários da rede social.

Outro comentário também tratava da alegria contagiante das duas irmãs. “Que momento maravilhoso! Salvou o dia!!!”. Outro dos mais de 4 mil comentários também dizia que Deus é alegria.

Metrópoles

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CPI das Bets convoca influenciador Carlinhos Maia e pede análise de finanças de Virgínia Fonseca

Foto: Redes sociais

A CPI das Bets no Senado aprovou nesta quarta-feira (21) a convocação do influenciador digital Carlinhos Maia. Ele será ouvido como testemunha pela comissão.

O requerimento, de autoria da relatora da CPI, Soraya Thronicke (Podemos-MS), menciona os mais de 34 milhões de seguidores do influenciador em redes sociais e diz que ele será ouvido “para prestar esclarecimentos sobre sua atuação na divulgação de plataformas de apostas online.”

“Diante da abrangência de sua influência, especialmente sobre públicos vulneráveis, torna-se imprescindível compreender os termos e a natureza dessas relações contratuais, bem como os critérios éticos e legais adotados para a divulgação desses conteúdos”, diz o documento.

Ainda não há data marcada para a audiência.

Análises de finanças

A comissão também aprovou na mesma sessão requerimentos para que o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF) produza os chamados Relatórios de Inteligência Financeira (RIFs) dos influenciadores Virgínia Fonseca e Rico Melquíades. Ambos já foram ouvidos pela comissão nas últimas semanas.

O Relatório de Inteligência Financeira é um documento que reúne comunicações recebidas de instituições financeiras com intercâmbio de informações ou denúncias em único documento.

O pedido, também de autoria da relatora, faz menção às campanhas de marketing de Virginia para empresas de aposta, afirmando que “é necessário esclarecer o papel dos influenciadores digitais, como Virgínia Fonseca, na promoção de jogos de azar, bem como avaliar a necessidade de uma regulamentação mais rigorosa nesse setor”.

“O Relatório de Inteligência Financeira (RIF) relacionado à atuação de Virgínia Fonseca será de fundamental importância para o andamento das investigações sobre a promoção de apostas online no Brasil, contribuindo para o esclarecimento da atuação dos influenciadores digitais neste mercado”, conclui o pedido.

Já no caso de Rico Melquíades, o requerimento aprovado afirma que “a atuação de Rico Melquiádes, influenciador com grande alcance nas redes sociais, é um dos pontos centrais para a compreensão do papel da publicidade digital na disseminação desse tipo de conteúdo.”

G1

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‘Há grande possibilidade’ de sanção contra Alexandre de Moraes, diz secretário de Estado de Trump

O presidente dos EUA, Donald Trump, ao lado do secretário de Estado, Marco Rubio — Foto: Saul Loeb/AFP

O chefe do Departamento de Estado americano, Marco Rubio, disse que o governo de Donald Trump estuda implementar sanções contra o ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes nesta quarta-feira em um depoimento na Comissão de Relações Exteriores do Congresso.

“Isso está sob análise no momento e há uma grande possibilidade de que isso aconteça”, disse Rubio, em resposta a um questionamento do republicano Corry Mills.

Citando um “alarmante declinio dos direitos humanos no Brasil”, “perseguição política” da oposição e a iminência de uma “prisão política de Bolsonaro”, Mills perguntou se Rubio considerava implementar as chamadas “sanções Magnitsky”, em referência a uma lei criada no governo Barack Obama (2009-2017) para autorizar punição a autoridades estrangeiras violadoras de direitos humanos.

“Nós temos visto uma censura generalizada e perseguição política a toda a oposição, incluindo jornalistas e cidadãos comuns. E o que estão fazendo agora é uma iminente prisão por motivos políticos do ex-presidente Bolsonaro. Essa repressão se estende para além das fronteiras do Brasil e atinge indivíduos em solo americano”, disse Corry Mills na sessão antes de perguntar a Rubio: “ O que o senhor pretende fazer a respeito?”

O questionamento veio à tona em um momento em que o Supremo aprofunda as investigações de uma trama golpista para impedir a posse de Lula e manter Bolsonaro no poder. O ex-presidente e outros 30 investigados são réus por organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, dano qualificado pela violência e grave ameaça contra o patrimônio da União e deterioração de patrimônio tombado

A ofensiva contra o Supremo nos Estados Unidos é capitaneada pelo deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), que em março passado viajou para o país de Trump e não voltou. De lá anunciou que ficaria e pediria asilo político. Na prática, o filho do ex-presidente pediu uma licença do mandato de deputado federal por 120 dias e passou a fazer um périplo por gabinetes de Republicanos e do governo americano em campanha por sanções a ministros do Supremo.

No final de fevereiro, o Comitê Judiciário da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos – equivalente à Câmara dos Deputados – aprovou um projeto de lei que permite barrar Moraes de entrar no país ou até mesmo de deportá-lo. O texto ainda depende da análise do plenário da Casa, controlada pelo partido Republicano.

Em paralelo, bolsonaristas e republicanos fizeram um pedido formal a Trump e a Rubio pedindo que Moraes fosse alvo das sanções Ofac, sigla em inglês para Office of Foreign Assets Control, o Escritório de Controle de Ativos Externos do Departamento do Tesouro.

O Globo – Malu Gaspar

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INSS: arrecadação de entidade cresceu 11.092.533% em 1 ano

Foto: Reprodução

A Ambec (Associação Mutualista para Benefícios Coletivos) teve um crescimento de 11.092.533% na arrecadação de 2021 a 2022, segundo relatório da PF (Polícia Federal). A entidade é uma das investigadas pelos descontos indevidos em aposentadorias no INSS (Instituto Nacional do Seguro Social).

Em 2021, os associados da entidade contribuíram com R$ 135. Já em 2022, o valor chegou a R$ 14,9 milhões, o que representa uma alta de cerca de 11.000.000%. De 2019 a 2024, o faturamento da Ambec chegou a R$ 178 milhões. As informações são da CNN Brasil.

A diferença chamou a atenção da CGU (Controladoria Geral da União), que fez uma auditoria da associação. A Ambec não apresentou a documentação necessária para comprovar que os descontos nas aposentadorias foram feitos de forma regular.

Ainda segundo a controladoria, os aposentados que sofreram com os débitos irregulares “desconhecem por completo” a entidade. Para a investigação, a Ambec é ligada ao empresário Maurício Camisotti e a Antônio Carlos Camilo Antunes, o “Careca do INSS”.

Camisotti e o Careca do INSS também estariam ligados ao Cebap (Centro de Estudos dos Benefícios dos Aposentados e Pensionistas).

Em nota, a defesa da Ambec, composta pelos advogados Daniel Bialski e Bruno Borragine, negou que a associação tenha realizado os débitos indevidos. Eis a íntegra da nota à imprensa (PDF – 182 kB).

“Em todos os casos reclamados, a associação não praticou a atividade ostensiva de captação, prospecção e afiliação de seus associados, sendo tais atividades praticadas por empresas privadas diversas (CORBANS), de forma que, se qualquer fraude ocorreu, a associação é tão vítima quanto seus associados”, afirmou.

ENTIDADES INVESTIGADAS

Além da Ambec, outras 11 instituições são investigadas:

  • CBPA – Confederação Brasileira dos Trabalhadores da Pesca e Aquicultura;
  • CAAP – Caixa de Assistência aos Aposentados e Pensionistas;
  • APDAP Prev – Associação de Proteção e Defesa dos Direitos dos Aposentados e Pensionistas;
  • ASABASP – Associação de Suporte Assistencial e Beneficente para Aposentados, Servidores e Pensionistas do Brasil;
  • AAPEN (APPN Benefícios);
  • AAPPS – Associação dos Aposentados e Pensionistas dos Regimes Geral da Previdência Social;
  • AAPB – Associação dos Aposentados e Pensionistas do Brasil;
  • ASBrapi – Associação Brasileira dos Aposentados, Pensionistas e Idosos;
  • Cebap – Centro de Estudos dos Benefícios dos Aposentados e Pensionistas;
  • Unaspub – União Nacional de Auxílio aos Servidores Públicos;
  • APBrasil – Associação no Brasil de Aposentados e Pensionistas da Previdência Social.

OPERAÇÃO “SEM DESCONTO”

A PF deflagrou em 23 de abril de 2025 a operação Sem Desconto para investigar um esquema de descontos indevidos em aposentadorias e pensões do INSS. A operação cumpriu 211 mandados judiciais de busca e apreensão e 6 mandados de prisão temporária no Distrito Federal e em 13 Estados.

De acordo com a PF, a investigação identificou a existência de irregularidades relacionadas aos descontos de mensalidades associativas aplicados sobre os benefícios previdenciários, principalmente aposentadorias e pensões, concedidos pelo INSS.

O Poder360 tentou entrar em contato com Maurício Camisotti, mas não encontrou telefone ou e-mail válidos para informar sobre o conteúdo desta reportagem. Este jornal digital seguirá tentando fazer contato e irá atualizar o texto caso uma manifestação seja enviada.

Poder 360

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Deputado discursa na tribuna da Câmara com bebê reborn no colo

Foto: Bruno Spada

Em discurso no plenário da Câmara dos Deputados, na última terça-feira (20), o deputado Pastor Sargento Isidório (Avante-BA) mostrou um bebê reborn na tribuna e defendeu que a utilização das bonecas “não é pecado”.

Segundo o parlamentar, se alguém “cria” um bebê reborn, “compra roupinha, dá mamadeira, faz chá de fralda, faz gastos com esses bonecos de silicone, sem querer importunar o SUS, padres e pastores, para inclusive ter que abençoar seus objetos de silicone, que tenham e brinquem com seus bonecos, não é pecado”.

Com a boneca no colo, o parlamentar defendeu maior atenção para crianças em estado de vulnerabilidade. “Não devemos é esquecer das nossas crianças de carne e osso, que tem espírito e alma, e na maioria das vezes estão abandonadas”, afirmou.

Ao terminar o discurso, o deputado ainda justificou sua saída: “inclusive, a minha neta está querendo ser agora deputada federal, por falar nisso, parece que fez ‘pipi’ aqui”.

Diversos acessórios da boneca, como roupas, bolsa e mamadeira, estavam espalhados pela tribuna.

Durante a sessão, a Câmara aprovou, em votação simbólica, a urgência do projeto que proíbe descontos automáticos referentes a mensalidades de associações e outras entidades de aposentados em benefícios previdenciários.

Não é a primeira vez que o parlamentar chama a atenção por levar algum artigo à Casa Legislativa. Na posse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em 2023, Isidório, usando uma farda, levantou uma Bíblia durante a chegada do presidente ao Congresso e seu discurso de posse.

CNN

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“Um marco histórico”, diz paraibano Aguinaldo Ribeiro relator da inteligência artificial na Câmara

“Estamos diante de um marco histórico, como foi a Revolução Industrial, e precisamos estar à altura desse momento”, defendeu o deputado federal Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), que foi oficializado nesta terça-feira, (20), na Câmara dos Deputados, como relator do projeto de regulamentação do uso da inteligência artificial (IA).

Durante a instalação da comissão especial que analisa o assunto, Ribeiro destacou que o debate sobre IA exige responsabilidade, diálogo com o Senado, governo e sociedade civil.

“Esse é um tema do Estado brasileiro, estratégico para o nosso futuro. Temos o desafio, mas também uma grande oportunidade para o país”, afirmou. Segundo ele, o Brasil precisa aproveitar o momento para fortalecer sua infraestrutura tecnológica e promover um ambiente favorável ao desenvolvimento da economia digital.

O parlamentar comparou a complexidade da regulação da IA à da reforma tributária, que também relatou no Congresso. “Talvez o desafio seja até maior. Estamos lidando com algo em evolução constante, com legislações no mundo sendo revistas logo após aprovadas”, ponderou.

A expectativa, segundo ele, é que o texto avance com ampla participação. “Relatório não se faz sozinho. Vamos buscar maioria, não unanimidade, mas com respeito à diversidade de opiniões”. E ressaltou: “Inteligência artificial exige, antes de tudo, inteligência natural, e o Parlamento brasileiro está preparado para isso”.

A próxima reunião da comissão está marcada para o dia 27 deste mês, às 14h, quando será apresentado o plano de trabalho.

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