O Grupo Caoa divulgou nessa quinta-feira, 19, que Izabela Molon Luchesi de Oliveira Andrade, viúva do paraibano Carlos Alberto de Oliveira Andrade, é a nova presidente do conselho da empresa. Ela passa a responder, juntamente com os dois filhos do casal, pelas empresas que formam o grupo automotivo que envolve, dentre outros negócios, manufatura e distribuição de veículos.
O grupo havia decidido que a liderança dos negócios ficaria com os dois herdeiros, mas dada a exposição dos jovens no início da semana (eles têm 22 e 19 anos) houve alteração nos planos. Assim, a decisão final foi para que Izabela ficasse com o posto de liderança da companhia.
Ela é formada em direito pela Faculdade de Direito do Largo de São Francisco (USP) e já tinha participação ativa junto ao conselho de administração e ao lado de Carlos Alberto de Oliveira, “tendo contribuído com as decisões nos negócios e operações da Caoa”, segundo a empresa.
João Pessoa vai voltar a sediar o Circuito Brasileiro de Vôlei de Praia 2021. A cidade é a única a nunca ficar de fora de uma etapa do Circuito desde a criação do torneio, em 1991.
“João Pessoa nunca ficou de fora dessa competição. Foi um encontro maravilhoso e uma vitória muito grande para João Pessoa receber o evento. A gestão municipal está se envolvendo em várias modalidades e trazendo esse circuito que é muito importante. Também já estudamos realizar outros projetos com a CBV”, afirmou o secretário da Sejer.
A confirmação é do secretário de Juventude, Esporte e Recreação (Sejer) da Capital, Kaio Márcio.
A previsão é que o evento esportivo seja realizado entre os meses de outubro e dezembro, valendo pelo calendário da temporada 2021/22.
Uma idosa de 83 anos morreu em decorrência de um incêndio que atingiu o quarto em que a vítima dormia na cidade de Cajazeiras, no Sertão da Paraíba.
Ao chegar na residência, o corpo de bombeiros encontrou a vítima e a irmã de 78 anos, que foi levada para o Hospital Regional de Cajazeiras. As chamas teriam começado dentro de um quarto onde ela repousava no colchão, que foi um dos itens mais atingidos.
Um aumento na frota de ônibus deve acontecer a partir de setembro, em Campina Grande, no Agreste da Paraíba. Segundo a Superintendência de Trânsito e Transportes Públicos (STTP), alguns ônibus vão voltar a funcionar de acordo com o retorno das aulas híbridas nas escolas e universidades.
De acordo com a gerente de transporte da STTP, em Campina Grande, as escolas e universidade devem passar as informações sobre os horários de funcionamento, para que a STTP possa aumentar a frota de acordo com a demanda e não correr o risco de fazer os ônibus circularem pela cidade sem passageiros..
As aulas presenciais da rede pública de ensino de Campina Grande devem ser retomadas na segunda quinzena do mês de setembro deste ano, segundo informou o secretário municipal de educação Asfora Neto. Segundo o gestor, a volta das atividades em creches e escolas tem como requisito a aplicação das segundas doses das vacinas contra a Covid-19 nos profissionais de educação.
O retorno deve acontecer de forma gradativa com, no máximo 50% de cada turma, de volta ao ambiente escolar. De acordo com o planejamento municipal, um rodízio semanal pode ser feito para que todos os estudantes possam retornar para as salas de aula.
Um caminhão que transportava latas de cerveja foi apreendido pela Polícia Rodoviária Federal nessa quarta-feira (19) no município de Sobrado. De acordo com a PRF, o veículo transportava 96.096 latas de cerveja sem comprovação fiscal.
A apreensão foi realizada na BR-230, próximo à Unidade Operacional da PRF em Café do Vento, após a solicitação da documentação do veículo, do semirreboque e da carga de latas de cerveja ao condutor do caminhão, um homem de 46 anos, que relatou que não possuir a nota fiscal da carga.
O condutor informou que teria pego a carga em Natal, Rio Grande do Norte, no dia anterior, e levaria até a cidade de Garaúva, em Santa Catarina. O homem foi detido e deverá responder pelo ilícito criminal de transporte de mercadoria nacional sem nota fiscal. A carga foi entregue para a Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz-PB) para serem tomadas as providências cabíveis.
O vereador e presidente da Câmara Municipal de Rio Tinto, Raphael José (Cidadania) fez um bolo para relembrar a gestão que faz dois meses que a ambulância do Samu, que atende a cidade e mais dois municípios vizinhos, está quebrada e que nada foi feito para resolver o problema até agora, deixando a população desassistida.
No vídeo, o vereador disse que o fato é uma vergonha e que caso a gestão continue sendo omissa nesse sentido e não conserte a ambulância, todo mês ele fará um bolo para marcar a data.
“Faz dois meses que a gente não tem ambulância do Samu e isso é uma vergonha. Essa ambulância é de 2017 e tem que ser consertada para atender a população. Se não consertarem esse mês todo mês eu vou chamar a população e fazer o bolo até chegar essa ambulância. É imoral sem ter o conserto dessa ambulância, estou brigando pela população” disse.
A partir da próxima segunda-feira (23), os comerciantes de rua do Centro da capital vão precisar adotar alguns critérios estabelecidos pela Prefeitura para atuar na área, como a necessidade de criar um cadastro de microempreendedor individual (MEI) e usar um crachá com QR Code entregue pela Sedurb. O primeiro trecho a ser reordenado vai compreender o espaço entre o Big Bompreço e C&A.
Foi realizado o recadastramento de 460 comerciantes da Lagoa até o Ponto de Cem Réis no sistema da Prefeitura para regularizar o espaço urbano do Centro. “Foi detectado que tem pessoas que ocupam três a quatro espaços públicos em diversos lugares. Então, isso fica acarretando um número exacerbado de pessoas circulando”, explicou o diretor de Serviços Urbanos, José Carlos Rodrigues.
A iniciativa é resultado de um pedido do Ministério Público da Paraíba (MPPB) e que o cadastro vai assegurar a fiscalização de infiltrações.
O Senado aprovou nessa quarta-feira (18), por unanimidade, projeto de lei que proíbe a aquisição de arma de fogo por quem praticar violência contra mulher, idoso ou criança (PL 1.419/2019). A proposta também determina perda da validade dos registros de armas já existentes em nome do agressor. Além disso, prevê a apreensão imediata de armas de fogo na posse do agressor, mesmo que não tenham sido usadas na agressão. O texto, que altera o Estatuto do Desarmamento (Lei nº 10.826, de 2003), segue para a Câmara dos Deputados.
O projeto da senadora Rose de Freitas (MDB-ES), foi aprovado na forma de um texto alternativo (um substitutivo) proposto pela senadora Leila Barros (Cidadania-DF), relatora da matéria. Leila aproveitou trechos de outras duas propostas: os PL 1.946/2019, do senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB), e o PL 1.866/2019, do senador Marcos do Val (Podemos-ES), além de acatar emendas apresentadas por outros senadores.
— Este substitutivo foi construído a várias mãos, assim como todos os projetos da bancada feminina que são apresentados a esta Casa. Eu quero, em nome da bancada feminina, parabenizar os três senadores pelas iniciativas porque, de alguma forma, as três proposições agregaram muito a ao trabalho final — disse a relatora ao comemorar a aprovação.
Atualmente, a Lei Maria da Penha (Lei 11.340, de 2006) já prevê a suspensão da posse ou do porte de arma de fogo e a apreensão da arma como medidas protetivas de urgência. Essa possibilidade, no entanto, restringe-se a atos que ocorram na unidade doméstica, no âmbito familiar. Com o projeto, a medida poderá ser aplicada independentemente de onde ocorra a violência.
Para Rose de Freitas, as agressões contra mulheres tendem a aumentar em frequência e intensidade e, por esse motivo, a proteção da vítima deve sempre estar um passo à frente do agressor.
— O preço da nossa liberdade é a eterna vigilância. Temos que construir, temos que debater, temos que emendar. Quero dizer que o Brasil ainda vai melhorar. Vai melhorar quando a educação dada nas escolas falar sobre direitos humanos e cidadania e mostrar o respeito que se tem que ter com seu próximo, e muito mais se esse próximo for uma mulher — afirmou Rose.
A queda veloz do Afeganistão para os combatentes talibãs duas décadas depois que os Estados Unidos invadiram o país desencadeou um processo político e uma crise humanitária. Também está fazendo com que os especialistas em segurança se perguntem: o que vai acontecer com a vasta riqueza mineral inexplorada do país?
O Afeganistão é uma das nações mais pobres do mundo. Mas, em 2010, autoridades militares e geólogos dos EUA revelaram que o país, que fica na encruzilhada da Ásia Central e do Sul da Ásia, tem depósitos minerais no valor de quase US$ 1 trilhão (cerca de R$ 5,38 trilhões) – o que poderia transformar dramaticamente as perspectivas econômicas do país.
As reservas de minerais como ferro, cobre e ouro estão espalhadas pelas províncias. Existem também minerais de terras raras e, talvez o mais importante, o que poderia ser um dos maiores depósitos de lítio do mundo. O lítio é um componente essencial, mas escasso, para baterias recarregáveis e outras tecnologias vitais para enfrentar a crise climática
“O Afeganistão é certamente uma das regiões mais ricas em metais preciosos tradicionais, mas também os metais [necessários] para a economia emergente do século 21”, afirmou Rod Schoonover, cientista e especialista em segurança que fundou o Ecological Futures Group.
Desafios de segurança, falta de infraestrutura e secas severas impediram a extração da maioria dos minerais valiosos no passado. É improvável que isso mude em breve sob o controle do Talibã. Ainda assim, há interesse de países como China, Paquistão e Índia, que podem tentar se engajar apesar do caos.
“É um grande ponto de interrogação”, disse o especialista.
Enorme potencial
Mesmo antes de o presidente dos EUA, Joe Biden, anunciar que retiraria as tropas norte-americanas do Afeganistão no início deste ano, preparando o cenário para o retorno do controle do Talibã, as perspectivas econômicas do país eram sombrias.
Em 2020, cerca de 90% dos afegãos viviam abaixo da linha de pobreza determinado pelo governo de US$ 2 (cerca de R$ 10,76) por dia, de acordo com um relatório do Serviço de Pesquisa do Congresso dos Estados Unidos publicado em junho. Em seu perfil de país mais recente, o Banco Mundial disse que a economia continua “moldada pela fragilidade e dependência da ajuda”.
“O desenvolvimento e a diversificação do setor privado são limitados pela insegurança, instabilidade política, instituições fracas, infraestrutura inadequada, corrupção generalizada e um ambiente de negócios difícil”, afirmou o documento em março.
Muitos países com governos fracos sofrem com o que é conhecido como a “maldição dos recursos”, na qual os esforços para explorar riquezas naturais não trazem benefícios para a população local e para a economia doméstica. Mesmo assim, as revelações sobre as reservas minerais do Afeganistão, baseadas em pesquisas anteriores conduzidas pela União Soviética, são promissoras.
A demanda por metais como lítio e cobalto, bem como por elementos de terras raras como o neodímio, está aumentando à medida que os países tentam mudar para carros elétricos e outras tecnologias limpas para reduzir as emissões de carbono. A Agência Internacional de Energia (IEA) declarou em maio que os suprimentos globais de lítio, cobre, níquel, cobalto e elementos de terras raras precisavam aumentar drasticamente ou o mundo fracassaria em sua tentativa de enfrentar a crise climática. Três países (China, República Democrática do Congo e Austrália) respondem atualmente por 75% da produção global de lítio, cobalto e terras raras.
O carro elétrico médio requer seis vezes mais minerais do que um carro convencional, de acordo com a IEA. Lítio, níquel e cobalto são essenciais para as baterias. Redes de eletricidade também requerem grandes quantidades de cobre e alumínio, enquanto elementos de terras raras são usados nos ímãs necessários para fazer as turbinas eólicas funcionarem.
O governo dos EUA estimou que os depósitos de lítio no Afeganistão poderiam rivalizar com os da Bolívia, lar das maiores reservas conhecidas do mundo.
“Se o Afeganistão tiver alguns anos de calma, permitindo o desenvolvimento de seus recursos minerais, poderá se tornar um dos países mais ricos da região em uma década”, disse Said Mirzad, do US Geological Survey, à revista “Science” em 2010.
Foto: Matthew C. Rains/Tribune News Service/Getty Images
Ainda mais obstáculos
A calmaria nunca chegou, e a maior parte da riqueza mineral do Afeganistão permaneceu no solo, disse Mosin Khan, um membro sênior não residente do Conselho do Atlântico e ex-diretor do Oriente Médio e Ásia Central do Fundo Monetário Internacional.
Embora tenha havido alguma extração de ouro, cobre e ferro, a exploração de lítio e minerais de terras raras requer muito maior investimento e conhecimento técnico, além de tempo. A IEA estima que leva 16 anos, em média, desde a descoberta de um depósito para que uma mina comece a produzir.
No momento, os minerais geram apenas US$ 1 bilhão (cerca de R$ 5,38 bilhões) no Afeganistão por ano, de acordo com Khan. Ele estima que 30% a 40% foram desviados pela corrupção, bem como pelos senhores da guerra e pelo Talibã, que presidiu a pequenos projetos de mineração.
Ainda assim, Schoonover acha que há uma chance de o Talibã usar seu novo poder para desenvolver o setor de mineração.
“Dá para imaginar uma trajetória de que talvez haja alguma consolidação, e parte dessa mineração não precisará mais ser desregulada”, afirmou.
Mas, continuou Schoonover, “as possibilidades estão contra isso”, visto que o Talibã precisará dedicar sua atenção imediata a uma ampla gama de questões humanitárias e de segurança.
“O Talibã assumiu o poder, mas a transição do grupo insurgente para o governo nacional não será nada simples”, opinou Joseph Parkes, analista de segurança para a Ásia na empresa de inteligência de risco Verisk Maplecroft.
“A governança funcional do setor mineral nascente provavelmente ainda levará muitos anos”.
Khan observa que já era difícil conseguir investimento estrangeiro antes de o Talibã derrubar o governo civil do Afeganistão apoiado pelo Ocidente. Atrair capital privado será ainda pior agora, particularmente porque muitas empresas e investidores globais estão buscando em padrões ambientais, sociais e de governança (ESG) cada vez mais elevados.
“Quem vai investir no Afeganistão agora e que não estava disposto a investir antes?”, questionou Khan. “Os investidores privados não vão correr o risco”.
As restrições dos EUA também podem representar um desafio. O Talibã não foi oficialmente designado como Organização Terrorista Estrangeira pelos Estados Unidos. No entanto, o grupo foi colocado em uma lista do Departamento do Tesouro dos EUA de Terroristas Globais Especialmente Designados e em uma lista de Nacionais Especialmente Designados.
Uma oportunidade para a China?
Projetos apoiados pelo Estado motivados em parte pela geopolítica podem ser uma história diferente. Líder mundial na mineração de terras raras, a China disse na segunda-feira (16) que “manteve contato e comunicação com o Talibã afegão”
“A China, o vizinho do lado, está embarcando em um programa de desenvolvimento de energia verde muito significativo”, disse Schoonover. “O lítio e as terras raras são até agora insubstituíveis por causa de sua densidade e propriedades físicas. Esses minerais influenciam seus planos de longo prazo”.
Se a China intervir, Schoonover disse que haveria preocupações sobre a sustentabilidade dos projetos de mineração, dado o histórico da China.
“Quando a mineração não é feita com cuidado, pode ser ecologicamente devastadora, o que prejudica certos segmentos da população sem muita voz”, explicou.
No entanto, o governo chinês pode ser cético em relação a parcerias em empreendimentos com o Talibã, dada a instabilidade contínua, e pode se concentrar em outras regiões. Khan destacou que a China já foi prejudicada antes ao tentar investir em um projeto de cobre que posteriormente foi paralisado.
“Acredito que eles priorizarão outras geografias emergentes ou fronteiriça muito antes do Afeganistão liderado pelo Talibã”, opinou Howard Klein, sócio da RK Equity, que assessora investidores em lítio.
A Prefeitura de João Pessoa, por meio do Programa Consultório na Rua, vai iniciar, nesta quinta-feira (19), a aplicação da segunda dose da vacina contra a Covid-19 para as pessoas em situação de rua da Capital. A imunização faz parte de uma ação em alusão ao Dia Nacional de Luta desta população, que acontecerá no Parque Solon de Lucena (Lagoa), em frente ao antigo Restaurante Popular, das 13h às 17h.
De acordo com a coordenadora do Consultório na Rua em João Pessoa, Luana Alves, mais de 800 pessoas deste grupo receberam a primeira dose do imunizante. “Vamos iniciar a aplicação da segunda dose em um ponto fixo e depois seguiremos vacinando de forma itinerante para que todos possam concluir o ciclo de imunização”, afirmou.
Além da vacinação, a atividade contará com atendimentos básicos de saúde, unidade odontológica móvel e atividades artísticas como capoeira, música e poesias. Os serviços disponibilizados durante a ação serão ofertados somente para as pessoas em situação de rua. “O objetivo é dar visibilidade a esta população e ao trabalho desenvolvido pelo Consultório na Rua. Por isso, as atividades artísticas serão executadas pelos profissionais e pelos próprios usuários”, destacou Luana Alves.
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