Paraíba

Ação que pede a cassação de Walber Virgolino e Cabo Gilberto avança na justiça eleitoral

Após decisão que o livrou de uma suspensão de posse, o deputado estadual Walber Virgolino tem outra ação à vista para enfrentar. Desta vez juntamente com o deputado federal eleito Cabo Gilberto.

Contra os dois foi apresentado um Recurso contra Expedição de Diploma (RCED),  protocolado pelo Partido Socialismo e Liberdade (PSOL), que alega que os parlamentares fizeram publicações em suas redes sociais apoiando e relativizando os ataques golpistas de 8 de janeiro, em Brasília.

A presidenta do TRE-PB Maria de Fátima Maranhão, já citou os dois para que apresentem defesa no processo.

O recurso contra a expedição do diploma se trata de uma ação judicial eleitoral, que tem como objetivo a cassação e/ou a invalidação do diploma já expedido em favor de candidato eleito.

Caso o pedido seja acatado, resultando na cassação dos diplomas, os parlamentares não poderão tomar posse. O recurso deve ser julgado diretamente pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

PB Agora

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Brasil

Lula completa um mês de governo com aceno ao passado e crises políticas

Foto: RICARDO STUCKERT/PR

O terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) completa um mês nesta terça-feira (31) marcado por decisões que remontam à época em que o Brasil emprestou dinheiro para ditaduras da América Latina que até hoje devem ao país e por crises políticas.

Logo na primeira agenda internacional do chefe do Executivo federal, quando visitou a Argentina, há uma semana, Lula disse que fará um “esforço” para que o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) volte a financiar projetos de países vizinhos.

Ele pretende ampliar financiamentos do banco principalmente em países da América Latina, mas os parceiros atuais do BNDES somam R$ 5,1 bilhões em dívidas com a instituição. Os principais calotes são dos governos ditatoriais de Cuba (R$ 1,1 bilhão) e Venezuela (R$ 3,5 bilhões).

Tropeços em acordos comerciais internacionais

O presidente brasileiro tentou atrapalhar as negociações do Uruguai com a China para firmar um tratado de livre-comércio com a nação asiática. Junto com Argentina e Paraguai, o Brasil passou a questionar o acordo e teme que o Uruguai possa ter resultados mais positivos por importar produtos fora da Tarifa Externa Comum, um pacote de taxas que é aplicado em produtos e serviços negociados por todos os países do Mercosul.

Apesar da investida de Lula, o presidente uruguaio, Luis Lacalle Pou, garantiu que “o Uruguai vai avançar nas suas negociações com a China”. “O Brasil pode paralelamente fazer seu caminho e, após isso, nós vamos compartilhar tudo o que foi negociado, e o Uruguai pode se ajustar ao que o Brasil propuser.”

Atrito com militares

O primeiro mês do governo de Lula ainda teve episódios polêmicos envolvendo as Forças Armadas. Depois do ataque de extremistas a Brasília em 8 de janeiro, o presidente afirmou estar convencido de que algum militar facilitou a ação dos vândalos. “Teve muita gente conivente, muita gente da PM conivente, muita gente das Forças Armadas conivente.”

O episódio de vandalismo na capital federal gerou um mal-estar do presidente com o general Júlio César de Arruda, que comandava o Exército — ele acabou exonerado. Outro fator que contribuiu para a saída dele foi a resistência a impedir a promoção do tenente-coronel Mauro Cid, que foi ajudante de ordens do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Até o momento, Lula já dispensou 95 militares que atuavam na Presidência da República, entre eles vários servidores que trabalhavam no Palácio da Alvorada e na Granja do Torto.

Polêmica com golpe

Ao longo de janeiro, por diversas vezes o presidente tratou o impeachment de Dilma Rousseff (PT) como golpe e se referiu ao ex-presidente Michel Temer (MDB) como “golpista”.

Em visita à Argentina nesta semana, o chefe do Executivo federal criticou o processo conduzido pelo Congresso Nacional. “Vocês sabem que depois de um momento auspicioso no Brasil, quando governamos de 2003 a 2016, houve um golpe de Estado. Se derrubou a companheira Dilma Rousseff com um impeachment. A primeira mulher eleita presidenta da República do Brasil”, disse Lula.

As falas dele fizeram com que ao menos dois deputados apresentassem pedidos de impeachment. Além disso, a Advocacia-Geral da União (AGU), o Supremo Tribunal Federal (STF) e a Procuradoria-Geral da República (PGR) foram acionados para investigar as declarações de Lula.

Ministra do Turismo

O presidente enfrentou críticas pelas denúncias contra a ministra do Turismo, Daniela Carneiro, conhecida como Daniela do Waguinho (União Brasil), por ligação com Juracy Alves Prudêncio, o Jura, condenado por chefiar uma milícia na Baixada Fluminense, no Rio de Janeiro.

Além disso, Daniela usou dinheiro público para alugar um escritório no Rio de Janeiro por um valor aproximadamente três vezes maior do que a média cobrada nos imóveis da região. Em quatro anos, foram gastos por ela R$ 141 mil com aluguel em Belford Roxo (RJ). A despesa foi paga pela Câmara dos Deputados.

R7

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Paraíba

SÓ PIORA: Justiça condena Braiscompany por aluguéis atrasados no DF

A Justiça do Distrito Federal condenou a Braiscompany a pagar o valor de R$ 144.903,06 ao ex-deputado Leonardo Prudente por atrasos de aluguéis de um escritório na capital federal. A decisão é da semana passada.

O juiz João Batista Gonçalves determinou que seja cumprido um mandado contra a financeira com sede em Campina Grande para o recolhimento do valor.

A decisão também estabelece a Braiscompany o pagamento dos honorários de 10% do valor atualizado do débito.

A condenação ocorre em meio a crise que atravessa a Braiscompany após atrasos de pagamentos aos clientes que ali investem. A empresa promete rendimentos mensais de até 8% na modalidade de criptomoedas.

Com informações de Maurílio Júnior

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Esporte

Presidente do Botafogo-PB afirma que Léo Campos não deve permanecer no time

Após o caso de suposta xenofobia que envolve a noiva do jogador Léo Campos, o presidente do Botafogo da Paraíba, Alexandre Cavalcanti, afirmou que jogador não deve permanecer no time, embora tenha considerado que ele não deve ser responsabilizado pelas declarações da noiva.

Em entrevista ao site Click PB, o presidente afirmou que “Não tem mais clima para Léo Campos permanecer aqui”. O jogador foi liberado pelo time por alguns dias e que amanhã ele se reunirá com a diretoria do clube, quando serão tomadas todas as decisões relativas ao futuro do atleta e sua permanência ou não no time.

O dirigente afirmou ainda que caso o jogador não permaneça no time, toda a negociação deve ocorrer de maneira amigável e consensual. “O time não tem como puní-lo. Ele nem estava em casa quando o fato aconteceu”.

O presidente do Belo destacou, ainda, a intolerância com relação ao caso. “As pessoas estão combatendo intolerância com intolerância. Eu nunca vi um negócio desses, é inimaginável”, destacou.

A polêmica envolvendo a noiva do lateral-esquerdo começou após sua esposa, Adriana Borba, compartilhar um vídeo nas redes sociais onde debocha do sotaque e dos costumes nordestinos. O caso causou bastante indignação na população local e os torcedores do clube, inclusive, foram às redes sociais pedir a saída do atleta.

ClickPB

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Paraíba

Clientes cobram Braiscompany no perfil do Instagram de Antonio Ais: “Acabou a paciência”

Mesmo com a função de restrição de comentários ativada, alguns seguidores conseguiram comentar nos últimos dias no perfil do Instagram de Antonio Ais, o CEO da Braiscompany. E ao contrário de diversas outras postagens, as mensagens não foram nada positivas.

Grande parte cobrava o suposto empresário de Campina Grande, na Paraíba, uma resolução para a crise de saques da empresa: “Pagamentos do dia 10 alguém já recebeu?”, escreveu Jackson Silva.

Ele recebeu 46 repostas. A maior parte de gente que também não havia recebido. Alguns comentários sinalizavam sobre a impossibilidade de uma empresa pagar rendimentos de cerca de 8% ao mês.

“Todos vocês aqui comentando que não receberam chega a ser engraçado e nem não receber é óbvio, só estudar investimento por cinco minutos e perceber que não existe 8% ao mês sustentável”, disse um usuário.

Também casos de pessoas que afirmam ter pedido para desfazer o contrato, o que dentro do modelo da empresa, permitiria sacar o investimento ainda que com uma multa de 30%. Essas pessoas também dizem não ter recebido.

“Pedi distrato faz mais de 10 dias e até agora nada!”, escreveu Scarlet Petrônio.
“Recebi na sede da Braiscompany”

A Braiscompany afirma que os saques estão travados por causa de um bloqueio feito pela corretora Binance. A empresa da Paraíba até pediu para os clientes que enviassem comprovantes de riqueza para, em tese, ajudar na liberação. Não funcionou.

O comentarista identificado como Itapuan Luna disse que havia recebido no dia 30 de janeiro e no dia 9 de fevereiro e explicou como fez:

“Recebi após ter ido pessoalmente na Braiscompany aqui em Campina, depositaram na hora, muito estranho isso. Se a Binance está travando por lote de depósito, como depositaram o meu?”, questionou.

Juka Victor foi mais agressivo: “17 dias de atraso. É só conversa. Desculpa, Toin. Mas já acabou a paciência”.
Passado de Antonio Ais

Não se sabe se os clientes da Braiscompany vão receber ou não, mas o passado de Antonio Ais não dá muitas esperanças. Ele participou de pelo menos três empresas que deixaram os clientes na mão.

Uma foi da D9Club, criada no Rio Grande do Sul. O fundador Danilo Dubaiano se encontra em Dubai, de onde posta fotos curtindo a vida e tentando seguir na carreira musical. A outra foi a i9Life, que era um marketing multinível de cosméticos.

E, por fim, a Dreams Place, que fechou em 2017. Nesta empresa, a Antonio Ais tinha a função de arrecadar pessoas para entrarem como clientes. Há inclusive um vídeo no qual ele aparece, bem mais novo, promovendo a suposta empresa.

Com informações do Portal do Bitcoin

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Brasil

Com formação de blocos, apoio a Rogério Marinho cresce na disputa pela Presidência do Senado

Foto: Divulgação

Às vésperas da eleição que escolherá o novo presidente do Congresso Nacional, a disputa para o cargo está acirrada entre dois principais candidatos: o atual presidente e candidato à reeleição, Rodrigo Pacheco (PSD), e o senador Rogério Marinho (PL). Embora, Pacheco tenha o maior número de votos, por outro lado, nos últimos dias, cresce o apoio e adesão à candidatura de Marinho, que conta com o PL (13), o PP (6) e o Republicanos (4). Os três partidos juntos concentram 23 votos.

O pleito acontece nesta quarta-feira (1º). Para vencer, o candidato precisa de, pelo menos, 41 votos favoráveis. Se ninguém atingir esse número, a votação vai para o segundo turno. Também disputa o cargo o senador Eduardo Girão (Podemos-CE).
Pacheco possui o apoio de senadores da base de apoio do governo Lula (PT) e de partidos de centro, enquanto Rogério Marinho, ex-ministro e aliado do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), deverá contar com os votos da oposição.

O PT (9) e PDT (3), que somam 12 congressistas, já confirmaram estar do lado do presidente do Senado. Também são da base do governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no Congresso e, por isso, formam aliança com Pacheco: MDB (10), PSB (2), Rede (1) e Cidadania (1). Com isso, os aliados do candidato à reeleição somam entre 50 e 55 votos.

No entanto, o PL (13), o PP (6) e o Republicanos (4) formaram um bloco para apoiar Marinho. Os três juntos concentram 23 votos.

Praticamente todos os membros do PP declararam voto em Marinho e estão trabalhando para eleger o ex-ministro de Jair Bolsonaro. Cacique do PP, que também integrou o governo Bolsonaro, Ciro Nogueira (PI), afirmou no sábado que a vitória de Marinho “está encaminhada”.

O líder do PL, Carlos Portinho (RJ), disse que vai pedir à bancada que revele o voto, estratégia para angariar apoio dos indecisos na hora da votação. Portinho está confiante e disse que Marinho “tem votos para ganhar”.

O candidato do PL também pode receber votos de parlamentares que, em tese, votariam em Pacheco. Isso, pois, a votação para presidente do Senado é secreta, em cédula de papel, e o senador não é obrigado a revelar seu voto, o que pode gerar muitas traições mesmo dentro de bancadas.

As principais apostas de Marinho são votos de bancadas divididas como as do União Brasil (10), Podemos (5) e PSDB (3). Dentro do União Brasil, Marinho deve levar ao menos quatro votos.

Força dos partidos

Neste sábado (28), a bancada do PSD, partido de Pacheco se tornou a maior do Senado, com 14 senadores, devido à filiação de Mara Gabrilli (SP), que saiu do PSDB.

O posto antes era ocupado pelo PL de Marinho, partido que elegeu mais senadores e que agora é a segunda maior bancada, formada por 13 parlamentares.

No entanto, apesar de liderar em número de senadores, o PSD ainda não divulgou apoio público a Pacheco, que não é consenso entre todos os colegas de legenda.

Nesta sexta-feira (27), a bancada se reuniu, mas não referendou publicamente o nome do mineiro. Uma parte do PSD quer que o partido assuma mais cargos e está descontente com a influência de Davi Alcolumbre (União-AP) na gestão de Pacheco.

Veja como está a divisão dos partidos

Declararam apoio à reeleição de Rodrigo Pacheco (PSD-MG):

– PSD: 14 senadores;
– MDB: 10 senadores;
– PT: 9 senadores;
– PDT: 3 senadores;
– PSB: 2 senadores;
– Cidadania: 1 senador;
– Rede: 1 senador.

Declararam apoio ao senador Rogério Marinho (PL-RN):

– PL: 13 senadores;
– PP: 6 senadores;
– Republicanos: 4 senadores.

Ainda não se posicionaram:

– União Brasil: 10 senadores;
– Podemos: 5 senadores;
– PSDB: 3 senadores.

Com informações do g1

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Paraíba

“A Justiça fez Justiça” diz Walber após decisão de Alexandre de Moraes que manteve sua posse na ALPB

O deputado estadual Walber Virgolino (PL) afirmou que já aguardava a decisão do ministro Alexandre de Moraes que negou a suspensão da sua posse. Virgolino declarou que já tinha feito a análise da ação junto a seu corpo de advogados. “Não tinha elemento, não tinha nada dentro dos autos, tinha um print, que eu fazia uma crítica na qualidade de deputado”, disse. Para ele, a “Justiça fez Justiça”.

“A justiça fez justiça. A justiça foi justa, ninguém pode pagar pelo que não fez. Sempre fui respeitoso a instituições e autoridades”. De acordo com o deputado, ele não incentivou os atos, nem aplaudiu e disse que contra a violência de ambos os lados. “Tanto por parte do estado quanto por parte do povo. Um erro não justifica o outro e violências recíprocas, atenta a democria e não vai para frente ninguém desse jeito”, detalhou.

Virgolino também afirmou que é deputado “graças a seu trabalho de combate à violência e corrupção como delegado” e agradeceu a Deus. “Deus seja louvado”.

Na ação movida pelo Prerrogativas, é alegado que parlamentares, dentre eles Walber, teriam apoiado o atentado cometido contra a Democracia Brasileira.Todos os políticos citados são do Partido Liberal (PL), o mesmo do ex-presidente Jair Bolsonaro.

ClickPB

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Brasil

Ministro de Lula fez uso do orçamento secreto para asfaltar acesso à sua fazenda, diz jornal


Juscelino Filho, ministro das Comunicações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), utilizou R$ 5 milhões do orçamento secreto para levar asfalto até propriedades de sua família em Vitorino Freire (MA), incluindo uma fazenda da qual é dono. As informações foram reveladas pelo jornal O Estado de S. Paulo nesta segunda-feira, 30.

De acordo com a reportagem, Juscelino direcionou recursos do orçamento para a cidade onde sua família tem influência. Sua irmã, Luanna Rezende (União Brasil), é prefeita do município. Para a obra, foram contratadas uma empresa de um amigo de longa data do ministro e um engenheiro cuja indicação veio de seu grupo político.

O esquema

A empresa em questão é a Construservice, que pertence a Eduardo José Barros Costa, conhecido como Eduardo Imperador, que já foi preso suspeito de pagar propina para conseguir obras na cidade. Eduardo ficou quatro dias preso, após ser detido pela Polícia Federal, mas foi liberado sob fiança. Juscelino já chegou a admitir que é amigo do empresário há mais de 20 anos.

Já Julimar Alves da Silva Filho, engenheiro da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf) que assinou a autorização para a obra, foi indicado pelo partido de Juscelino, o União Brasil, e está afastado do cargo após suspeita de ser um dos destinatários de propinas de Eduardo Imperador.

Vitorino Freire

A família de Juscelino possui muitas propriedades em Vitorino Freire – uma cidade pobre em que 42% da população não tem asfalto na frente de casa.

Além da propriedade do ministro, oito de algumas fazendas do clã foram beneficiadas com as obras de asfaltamento.

Orçamento secreto

O chamado orçamento secreto ficou assim conhecido por se tratar de recursos públicos com pouca transparência e que tem sido utilizado para negociação política no Congresso. Em dezembro, o Supremo Tribunal Federal (STF) declarou que a prática é inconstitucional.

Os ministros da Corte determinaram, ainda, que parlamentares que fizeram uso do orçamento secreto declarassem o montante que solicitaram e a finalidade para qual os recursos foram direcionados.

Segundo o Estadão, Juscelino omitiu essas informações que foram solicitadas pelo STF.

Defesa

Em sua defesa, Juscelino Filho confirmou as obras de asfaltamento no município, mas chamou de “leviano” a alegação que apenas sua propriedade foi beneficiada.

“Considerar que a estrada de 19 km de extensão, que recebeu, sim, recursos de emenda do parlamentar, via convênio com a Codevasf, beneficiou apenas sua propriedade é no mínimo leviano, uma vez que a estrada liga os povoados de Estirão e Jatobá”, disse em nota.

“É natural e previsível que, na qualidade de parlamentar, Juscelino Filho tenha o compromisso de levar recursos para a região, sua base política”, acrescentou.

A Codevasf respondeu que a responsabilidade do trecho que foi asfaltado é da prefeitura e reforçou que Julimar Alves da Silva Filho foi afastado após suspeitas de receber proprina, mas que segue com salário de R$ 20 mil por mês.

A prefeita Luanna Rezende não respondeu à reportagem. A Construservice e Eduardo Imperador também foram procurados, mas não retornaram.

Terra

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Brasil

Eleições no Congresso: Lira é o favorito, enquanto Pacheco conta votos

Foto: Agência Câmara

Deputados e senadores voltam aos trabalhos legislativos no Congresso Nacional em 1° de fevereiro para definir quem comandará das casas pelos próximos dois anos. As eleições para os cargos de presidente da Câmara e do Senado ocorrem logo após a abertura do ano legislativo e da cerimônia de posse dos parlamentares eleitos.

A poucos dias do pleito, o cenário final põe Câmara dos Deputados e Senado Federal em lados opostos. Isso porque, até o momento, tudo indica que o atual comandante dos deputados, Arthur Lira (PP-AL), deve ser reeleito. O único concorrente até o momento é Chico Alencar (RJ), que tem o apoio isolado do PSol e é o único a se opor ao alagoano.

Por sua vez, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), apesar de favorito, enfrenta resistência entre os aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que inclusive lançaram uma candidatura própria para concorrer com o mineiro. Rogério Marinho é o nome do Partido Liberal para a presidência da Casa Alta. Na última semana, o PL cravou o apoio do PP e do Republicanos. Há, ainda, o candidato do Podemos, Eduardo Girão (CE), que promete tirar votos dos demais concorrentes.

No Senado, para ganhar em primeiro turno a presidência da casa, o candidato precisa de pelo menos 41 votos. Se ninguém chegar a esse número, os nomes vão para o segundo turno. O escolhido toma posse em seguida.

Com informações de Metrópole

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Paraíba

Eletricista preso por engano vai usar indenização do Estado para pagar tratamento psicológico

O eletricista Severino Rodrigues, preso injustamente ao ser confundido com o suspeito de um homicídio, revela que desenvolveu vários traumas após o período em que ficou detido.

O caso aconteceu em abril de 2019 e, na última terça-feira (24), o Tribunal de Justiça da Paraíba decidiu que o Estado da Paraíba deve o indenizar em R$ 40 mil por danos morais.

O eletricista estava trabalhando na cidade de Itaporanga, no Sertão paraibano, no dia que foi abordado por três policiais, no dia 16 de abril de 2019. Eles confirmaram a identidade dele e, de forma imediata, deram voz de prisão. O homem então foi levado para a Cadeia Municipal de Patos e no dia seguinte levado para a Central de Polícia de João Pessoa.

Teoricamente, ele respondia a um processo por tentativa de homicídio em Santa Rita, no ano de 2008, mas pouco tempo depois descobriu-se que o verdadeiro suspeito era um “quase homônimo” chamado Severino Rodrigues Silva Júnior, que inclusive morava no município da Grande João Pessoa.

Severino relatou que ficou bastante abalado emocionalmente com a situação e que vai usar o dinheiro da indenização para pagar o advogado e o tratamento psicológico.

Notícia Paraíba

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