Paraíba

Mulher é presa após tentar traficar drogas escondidas na palmilha de um tênis

A Polícia Militar prendeu uma mulher suspeita de tráfico de drogas em João Pessoa na noite desta quinta-feira (20). Segundo a PM, ela havia acionado um motoboy por aplicativo para transportar uma quantidade de maconha escondida em uma mochila.

O motoboy foi orientado a deixar a mochila em outro bairro e acabou abordado pela Polícia Militar e, durante a revista, os policiais encontraram embalagens com maconha escondidas na palmilha de um tênis.

O motoboy explicou que era uma entrega. Com isso, a PM chegou até a mulher e a prendeu. Ela foi levada para a Central de Polícia, no bairro do Geisel, e foi autuada por tráfico de drogas.

Blog do BG PB

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Paraíba

Polícia desmonta quadrilha que promovia arrombamentos de imóveis em CG

A Polícia Civil da Paraíba, por meio de policiais da Delegacia de Roubos e Furtos de Campina Grande (DRF-CG), prendeu um homem na madrugada desta quinta-feira, 20 de abril, nas proximidades do Açude Novo, em Campina Grande.

O criminoso, de 30 anos de idade, tinha em seu desfavor um mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça, por representação feita pela DRF, após investigações apontarem que ele era líder de uma quadrilha responsável por pelo menos dois arrombamentos na cidade.

Os crimes ocorreram nos dias 19 e 20 de fevereiro deste ano, em um escritório de contabilidade situado no bairro São José e em um imóvel residencial localizado no bairro Jardim Tavares, respectivamente.

Na época dos fatos, os policiais civis efetuaram a prisão de um dos integrantes do bando, acusado também da prática de um crime de homicídio, ocorrido no ano de 2002. Um terceiro integrante da quadrilha foi identificado e preso. Ele confessou sua participação em ambos os delitos.

Com a captura do líder, que havia conseguido se evadir do cerco policial montado à época dos crimes, a quadrilha foi desmontada pelos policiais civis. Todos os envolvidos já foram indiciados e se encontram à disposição da justiça.

MaisPB

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Brasil

Ex-ministro do GSI Gonçalves Dias deve prestar depoimento à PF nesta sexta

O ex-ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) general Gonçalves Dias deve prestar depoimento à Polícia Federal (PF) em Brasília, nesta sexta-feira (21), a partir das 9h, após determinação do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes.

GDias, como é conhecido, pediu demissão ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) após a divulgação de imagens com exclusividade pela CNN que o mostram no Palácio do Planalto durante os ataques criminosos contra os Três Poderes em 8 de janeiro.

Na decisão divulgada na quinta-feira (20), Moraes determinou que a PF identifique todos os militares que aparecem nos vídeos e informe se eles já foram ouvidos.

“Caso não tenham sido ouvidos, os depoimentos devem ser realizados em 48 (quarenta e oito) horas”, determinou o ministro.

“Na data de hoje, a imprensa veiculou gravíssimas imagens que indicam a atuação incompetente das autoridades responsáveis pela segurança interna do Palácio do Planalto, inclusive com a ilícita e conivente omissão de diversos agentes do GSI”, disse Moraes, em referência ao material divulgado pela CNN na quarta-feira (19).

CNN Brasil

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STF

Moraes nega pedido de liberdade e Anderson Torres segue preso

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes negou na noite desta quinta-feira (20) o pedido de liberdade de Anderson Torres. O ex-secretário de Segurança do Distrito Federal está preso há 97 dias por suspeita de conivência ou omissão diante dos atos que ocorreram em Brasília, em 8 de janeiro.

O Ministério Público Federal (MPF) chegou a se manifestar favorável à revogação da prisão de Torres, mas, em decisão nesta quinta-feira (20), Alexandre de Moraes negou o pedido.

“Nesse momento da investigação criminal, a razoabilidade e proporcionalidade continuam justificando a necessidade e adequação da manutenção da prisão preventiva”, escreveu o ministro.

Moraes ainda escreveu que o ex-secretário “suprimiu das investigações a possibilidade de acesso ao seu telefone celular, consequentemente, das trocas de mensagens realizadas no dia dos atos golpistas e nos períodos anterior e posterior; e às suas mensagens eletrônicas. Somente – mais de 100 dias após a ocorrência dos atos golpistas e com total possibilidade de supressão das informações ali existentes – autorizou acesso às suas senhas pessoais de acesso à nuvem de seu e-mail pessoal”.

Assim, Torres segue preso no 4º Batalhão da Polícia Militar, no Guará. O ex-secretário era secretário de Segurança Pública do DF no dia dos ataques, mas estava em viagem familiar nos Estados Unidos.

Ao decretar a prisão preventiva de Anderson Torres, Moraes declarou que “absolutamente todos serão responsabilizados civil, política e criminalmente pelos atos atentatórios à democracia, ao Estado de Direito e às instituições, inclusive pela dolosa conivência — por ação ou omissão — motivada por ideologia, dinheiro, fraqueza, covardia, ignorância, má-fé ou mau-caratismo”.

Blog do BG PB

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Brasil

Lula se irrita com MST e diz que invasões atrasam reforma agrária

A onda de invasões do MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra) nos últimos dias irritou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e provocou atrasos no calendário previsto para o anúncio da retomada de políticas de reforma agrária no país.

O chefe do Executivo teme que as ações causem desgaste para o governo, principalmente com o agronegócio, e convocou uma reunião nesta quinta-feira (20) com ministros para tentar debelar a crise.

Houve receio também de que esse movimento atrapalhe o andamento de pautas de interesse da gestão Lula no Congresso, como a aprovação da medida provisória que leva a Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) para o guarda-chuva do Ministério do Desenvolvimento Agrário, saindo da pasta da Agricultura.

Integrantes do governo que mantêm diálogo com o MST criticam as invasões e argumentam que a iniciativa, no final das contas, pode ter o efeito contrário: em vez de pressionar o governo, podem atrasar a retomada de políticas de reforma agrária no país.

Lideranças petistas afirmam que o MST sempre foi um parceiro importante do partido, mas reclamam nos bastidores da postura adotada desde o início do terceiro governo Lula.

A avaliação é de que o Executivo tem enfrentado uma série de desafios, como no caso da invasão nas sedes dos três Poderes em 8 de janeiro, e que não seria correto um aliado abrir uma nova frente de crise.

Nas conversas com o governo, o MST argumenta que é papel do movimento pressionar para que a reforma seja uma prioridade de fato do Executivo.

Membros do movimento fazem uma comparação com a postura adotada pela militância do PT e pela presidente da sigla, deputada Gleisi Hoffmann (PR). A sigla tem pressionado o Executivo, principalmente a equipe econômica, a não adotar medidas de austeridade fiscal com o objetivo de forçar o governo a ter uma postura mais à esquerda.

No caso do MST, dizem, é necessário fazer uma mobilização similar para evitar que o agronegócio vença o debate e tenha prioridade nas políticas públicas do Palácio do Planalto em detrimento das ações de redistribuição fundiária.

Segundo aliados de Lula, havia um plano amadurecido para anunciar a nova reforma agrária ainda em abril. As atitudes do MST, porém, conturbaram o ambiente.

Além da reforma, o movimento tem uma série de demandas a negociar com o governo. No entanto, a partir do momento em que eles invadiram a sede da Suzano, no Espírito Santo, e unidade da Embrapa, em Pernambuco, ministros avisaram que só retomariam qualquer conversa se eles deixassem as áreas.

Na quarta-feira (19), o ministro Paulo Teixeira (Desenvolvimento Agrário) foi ao Congresso conversar com líderes da Câmara e do Senado e comunicá-los de que o MST deixaria as áreas da Embrapa e da Suzano. O objetivo era conversar com os parlamentares sobre a aprovação da MP que levou a Conab para o Ministério do Desenvolvimento Agrário.

Nesta quinta-feira (20), Lula chamou uma reunião para debater o tema. O ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, iria comparecer a um evento em Londres, mas teve de cancelar a participação por ter sido convocado pelo mandatário para discutir a crise gerada pelas invasões do MST.

Em outra frente, o ministro Fernando Haddad (Fazenda) decidiu se encontrar com integrantes da coordenação nacional do MST. Na pauta, havia pedido de liberação de verba para reforma agrária e outros temas de interesse do movimento.

Após o encontro com o ministro da Fazenda, João Paulo Rodrigues, da coordenação nacional do MST, disse que a crise política envolvendo as invasões de terra foi tratada de maneira secundária.

O coordenador afirmou que a reunião com Haddad foi proveitosa em relação às demandas do movimento e que não houve pressão para interromper ou reduzir o ritmo de invasões.

Ele também declarou que o ministro da Fazenda pediu especificamente a desocupação da área da Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) que foi invadida em Petrolina (PE).

A Justiça Federal determinou que os sem-terra desocupem a fazenda pertencente à Embrapa no interior pernambucano. A decisão judicial dá prazo de 48 horas, a partir da notificação, para que ocorra a saída da área.

Além da reação negativa do agronegócio, também preocupa o governo as críticas ao MST vindas da classe política, inclusive de aliados.

Em Londres, no evento do Lide, entidade criada pelo ex-governador João Doria, o governador do Espírito Santo, Renato Casagrande (PSB), aliado do PT, repreendeu os sem-terra.

“Na hora em que o movimento ocupa uma sede da Embrapa, perde apoio político, ou na hora que ocupa uma sede do Incra. O momento exige uma reflexão do movimento e um processo mais acelerado na área da política agrária”, afirmou.

O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), afirmou que as invasões têm claro sentido político e não de expectativa de obtenção de conquistas reais.

“Eles [MST] têm que rever o que querem. Não me parece fazer sentido nenhum invadir área produtiva, porque é lógico que vão ser retirados dali. Me parece ser muito mais uma ação política do que ter resultado prático”, afirmou.

Já o emedebista Helder Barbalho, governador do Pará, disse que é preciso conjugar combate a ilegalidades com políticas de reforma agrária.

“É fundamental que o Brasil possa ter tranquilidade no campo, segurança jurídica, propriedade de terra. Por um lado deve-se combater toda e qualquer ilegalidade. Por outro, o governo brasileiro deve instituir junto com os estados políticas de reforma agrária que não apenas garantam terra, como também permitam produção para essas localidades”, declarou.

Outra política de esquerda, a ex-ministra do Meio Ambiente Izabella Teixeira afirmou que é preciso haver racionalidade e diálogo político. “Precisa de racionalidade, interlocução política, mas sem invadir terra pública, propriedade”, afirmou.

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG) afirmou por sua vez que invasões são contrárias à lei, “e tudo quanto for contrário à lei deve ser coibido e evitado”. “O governo tem compromisso de reprimir esse tipo de atitude e buscar sentar à mesa para poder negociar”, disse.

A reforma agrária sempre foi uma das principais bandeiras do PT, que historicamente foi aliado do MST. Quando Lula foi preso, por exemplo, lideranças do movimento participaram do acampamento em frente à Polícia Federal de Curitiba e classificaram as condenações do petista como perseguição política.

Folha de São Paulo

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Brasil

Governo manobra para ter maioria e comando de CPI que tentou barrar

O Palácio do Planalto vai montar uma tropa de choque na Comissão Parlamentar Mista de Inquérito que deve ser instalada na próxima semana para investigar os ataques às sedes dos três Poderes, no dia 8 de janeiro. Pela composição dos blocos partidários, aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva podem ocupar a maioria das cadeiras da CPI e o Planalto usará o poder de barganha para tentar emplacar o presidente e o relator da comissão. O governo quer que o deputado André Janones (Avante-MG), conhecido pelo método de “guerrilha” nas redes sociais, tenha assento na CPI.

A briga entre os presidentes da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), preocupa o Planalto no momento em que Lula não pode sofrer novo racha em sua base de sustentação no Congresso. Nos bastidores, auxiliares de Lula admitem que a moeda de troca para segurar os aliados será, mais uma vez, a distribuição de cargos e emendas. Dos 32 integrantes da CPI (16 deputados e 16 senadores), governistas calculam conseguir indicar 20 nomes.

GSI

Antes contrário à CPI, Lula foi obrigado a mudar de estratégia após a divulgação de imagens que mostravam o general Gonçalves Dias, então ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) circulando em corredores do Planalto, no dia 8 de janeiro, sem repreender os invasores. G.Dias, como é conhecido, pediu demissão nesta quarta-feira, 19, mas o novo fato político deu munição para a abertura da CPI.

O governo pretende ter dois perfis na comissão: um mais combativo, do tipo Janones, e outro para “operar” a política. Janones retirou sua candidatura à Presidência, no ano passado, para apoiar Lula. Patrocinou um duro combate nas redes sociais contra o então presidente Jair Bolsonaro e seus discípulos. Após a vitória de Lula, porém, foi praticamente esquecido pelo Planalto.

Pacheco disse que vai ler, na próxima quarta-feira, 26, o requerimento de instalação da CPI, que deverá ser composta por 16 deputados e 16 senadores. Mesmo com maioria, o governo é refém do Centrão, liderado por Lira, que pretende encaixar o líder do PP na Câmara, André Fufuca (PP-MA), como relator do colegiado. Mas o PL do ex-presidente Jair Bolsonaro brigará para que a relatoria fique com o deputado André Fernandes (PL-CE), autor do requerimento que pede a abertura da comissão. Fernandes é investigado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por ter participado dos atos de 8 de janeiro.

Para o presidente do Senado, o Executivo cometeu um erro ao não apoiar a CPI desde o início. “Eu disse desde o início que era legítimo o Parlamento fazer as investigações. O governo se colocou contra em um primeiro momento”, afirmou Pacheco, em Londres, após uma palestra para empresários do Lide Brazil Conference. Em conversas reservadas, apoiadores de Lula dizem que o Planalto deveria ter apoiado a CPI proposta pela senadora Soraya Thronicke (União Brasil-MS). A comissão sugerida por Thronicke seria só no Senado, onde o governo tem um ambiente mais confortável.

O ministro da Secretaria de Relações Institucionais, Alexandre Padilha, disse que a “nova situação política” obrigou o Planalto a mudar de estratégia para barrar a divulgação de fake news sobre os atos golpistas. “Vamos orientar líderes dos partidos da base a indicar membros para essa CPI e enfrentar o debate político que está tentando ser criado por aqueles que passaram pano aos atos terroristas de 8 de janeiro”, observou Padilha.

Desde que vieram à tona imagens mostrando o general G. Dias sem repreender invasores no Planalto, o número das assinaturas de deputados pedindo a CPI saltou de 192 para 232. O de senadores, por sua vez, se manteve em 37.
Biografia

Responsável pela articulação do Planalto com o Congresso, Padilha defendeu G. Dias, que é amigo de Lula. “Acho que qualquer vídeo vazado com edição não é suficiente para destruir a biografia de uma pessoa. Tem que ser apurado não só o G. Dias como todos aqueles que estavam naqueles vídeos”, disse Padilha. As gravações, divulgadas pela CNN Brasil, mostram também um militar que trabalhava no GSI dando água mineral para os invasores. Trata-se do capitão do Exército José Eduardo Natale Pereira, que integrava a equipe de viagens de Bolsonaro.

“Vamos fazer desse limão uma limonada”, afirmou o deputado Lindbergh Farias (PT-RJ), vice-líder do governo no Congresso. “Tenho certeza de que os bolsonaristas vão se arrepender, porque não tem como fazer uma CPI como essa e não chegar nos financiadores do golpe.” Na outra ponta, o vice-presidente do PL, Capitão Augusto (SP), disse que o governo tem muito a explicar. “A esquerda está desesperada porque sabe que pau que bate em Chico bate em Francisco”, provocou.

Estadão

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Brasil

Psiquiatras criticam fala preconceituosa de Lula sobre transtorno mental

Em carta endereçada ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o médico psiquiatra Antônio Geraldo da Silva, presidente da Associação dos Psiquiatras do Brasil (APB), rebateu falas do petista interpretadas como preconceituosas.

Na última terça, 18, Lula associou os autores de ataques em escolas com pessoas “com desequilíbrio de parafuso”, ao se referir a pessoas com deficiência.

“Hoje eu afirmo ao senhor que 95% dos atos de violência no Brasil não são cometidos por pessoas com deficiência e doentes mentais”, disse o psiquiatra na carta, divulgada nesta quinta-feira. “Eles são vítimas de preconceito estrutural, violência do Estado e da sociedade”.

Na última terça-feira, o presidente Lula teria dito uma suposta fala capacitista ao relacionar os ataques em escolas com pessoas com deficiência.

Nesta semana, em uma reunião com chefes dos Três Poderes, governadores e prefeitos, organizada para tratar de medidas de prevenção de novos ataques em escolas, Lula disse que a Organização Mundial da Saúde (OMS) “sempre afirmou que a humanidade deve ter mais ou menos 15% de pessoas com problema de deficiência mental”, e que “se esse número” fosse verdadeiro, existiriam “quase 30 milhões de pessoas com problema de desequilíbrio de parafuso” no País. “Pode uma hora acontecer uma desgraça”, disse o presidente.

Entidades ligadas ao movimento de proteção às pessoas com deficiência criticaram as falas de Lula, e entenderam que as declarações tiveram um conteúdo preconceituoso e capacitista.

No documento direcionado a Lula, o psiquiatra convida o presidente a combater o preconceito e a desassistência aos doentes mentais.

“Trabalho contra o preconceito desde sempre, mas em 2011 criei o neologismo ‘psicofobia’ para descrever o estigma que padecentes de deficiências e transtornos mentais vivem, fiz com a intenção de ajudar mais de 70 milhões de pessoas em nosso país”, afirmou o presidente da APB.

“Agora, 12 anos depois, no mês (abril) dedicado a falarmos sobre a psicofobia. nos sentimos mais uma vez atacados e agredidos”, completou. “Por isso convido o senhor para fazer parte da nossa campanha contra a psicofobia e nos ajudar a acabar com todas essas violências.”

O psiquiatra diz ainda que o tratamento das doenças mentais precisa ser multidisciplinar e mais acessível a todos que dependem deste tipo de cuidado. “Despeço-me na certeza de que o senhor aceitará o nosso convite e estará ao nosso lado nessa campanha”, escreveu Antônio Geraldo da Silva.

Estadão

Opinião dos leitores

  1. Será que whisk, vinhos, cachaça deixam esse cara refletir. Enquanto gasta nosso dinheiro com luxos , diz uma barbaridade dessa . Chega!!! Temos que dar um basta.

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Paraíba

Pistoleiro foi contratado por R$ 300 mil para matar prefeito e ex-prefeita de Piancó, diz delegado

O delegado Cristiano Jacques revelou na noite desta quinta-feira (20), que o pistoleiro preso na operação Ponto Final foi quem encomendou a morte do atual prefeito de Piancó, Daniel Galdino de Araújo Pereira, e a ex-prefeita, Flávia Serra Galdino, pelo valor de R$ 300 mil.

De acordo com ele, a motivação seria por briga de poder político em Piancó, já que o mandante é pai de uma ex-vereadora do município. “O prefeito atual é presidente do partido e ingressou com uma ação de impugnação do mandato da filha do mandante, que era vereadora no município de Piancó, e essa ação foi julgada procedente e ela perdeu o mandato”, afirmou.

Entenda

Seis pessoas foram presas, entre eles um pistoleiro, durante a Operação Ponto Final, deflagrada nesta quinta-feira (20), no município de Piancó, no Sertão da Paraíba.

Ainda de acordo com o delegado Cristiano Jacques, além de envolvimento no planejamento da morte do prefeito e da mãe, essas pessoas fazem parte de um grupo criminoso suspeito de planejar de outras pessoas na região.

O objetivo da operação é reprimir e desestruturar uma organização criminosa que era responsável pela execução de pessoas na região. Segundo a Polícia Civil, a ação teve que ser antecipada para evitar a execução do atual prefeito de Piancó e da ex prefeita do município.

Portal Paraíba

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STF

Moraes manda PF ouvir Gonçalves Dias e informar se analisou todas as imagens de câmeras de segurança do dia 8/1

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que a Polícia Federal (PF) realize o depoimento em até 48 horas do ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) Gonçalves Dias. Moraes também ordenou que a PF informe se analisou todas as câmeras de segurança que captaram os atos golpistas do dia 8 de janeiro.

A decisão de Moraes foi assinada na quinta-feira, mesmo dia em que Dias pediu demissão do governo federal, e divulgada nesta quinta-feira. O ministro considerou “gravíssimas” as imagens de Dias e outros membros do GSI dentro do Palácio do Planalto no dia dos atos, que foram divulgadas pela CNN Brasil e motivaram a saída do ministro.

Para Moraes, os vídeos indicam “atuação incompetente” e “ilícita e conivente omissão” de membros do GSI.

“Na data de hoje, a imprensa veiculou gravíssimas imagens que indicam a atuação incompetente das autoridades responsáveis pela segurança interna do Palácio do Planalto, inclusive com a ilícita e conivente omissão de diversos agentes do GSI”, escreveu.

O ministro lembrou que no dia oito de janeiro havia determinado que a PF obtivesse “todas imagens das câmeras do Distrito Federal que possam auxiliar no reconhecimento facial” dos envolvidos no atos.

Agora, a corporação deve informar se cumpriu “integralmente” a ordem, inclusive em relação às imagens exibidas pela CNN Brasil. A PF também deve dizer se realizou laudos periciais “e quais as providências tomadas”.

O ministro ainda determinou a identificação de todos os agentes que apareceram nas imagens e quer saber se eles já foram ouvidos — no mês passado, ele já havia determinado o depoimento de todos os militares do GSI que trabalharam no dia oito.

O Globo

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Judiciário

Justiça paraibana manda soltar advogado que atropelou e agrediu motoboy em CG

O desembargador Frederico Martinho da Nóbrega Coutinho, do Tribunal de Justiça da Paraíba, deferiu um pedido de habeas corpus e determinou a soltura do advogado Pedro Mário Fernandes, suspeito de atropelar e agredir um motoboy no início do mês passado, em Campina Grande.

À época, o jurista confessou o crime e disse que atropelou o rapaz achando que era um assaltante que teria roubado seu celular em um bar. Apesar da liberdade, Pedro vai cumprir medidas cautelares, como a proibição de ir a festas e bares e recolhimento domiciliar noturno.

VÍDEO: Advogado atropela motociclista em CG

Para o desembargador, não há necessidade de manter a prisão do suspeito, pois ele ‘se apresentou espontaneamente à autoridade policial, além de estar profundamente arrependido de sua conduta, tendo firmado acordo com a vítima para ressarcimento dos danos causados’.

Em parecer encaminhado à Justiça, o Ministério Público da Paraíba ponderou que ‘além de ter emprego e residência fixa, Pedro constituiu advogado, passou a colaborar com a investigação e firmou acordo com a vítima visando ressarcir seu prejuízo. Importante também destacar que a investigação policial foi finalizada e já existe denúncia recebida nos autos, que encontra-se em fase de instrução’.

MaisPB

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