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Pela primeira vez em 20 anos, Fest Verão Paraíba cancela noite de shows

Fest Verão Paraíba 2026 reúne multidão em noite de abertura - Portal Correio – Notícias da Paraíba e do Brasil
O Fest Verão Paraíba anunciou o cancelamento dos shows previstos para este sábado (10). Entre as atrações estavam Alok , Léo Santana e Calcinha Preta. É a primeira vez que isso acontece em 20 anos de Festival.

Com a mudança, os shows de Xand Avião, Bell Marques, Sorriso Maroto e Eric Land permanecem confirmados no dia 17 de janeiro, sem alterações no line-up.

O público que já havia adquirido ingressos para o sábado (10) terá duas opções de utilização. Os bilhetes poderão ser usados normalmente na programação do dia 17 ou convertidos em crédito para o dia 24 de janeiro, data em que a arena do Fest Verão Paraíba recebe o projeto Paraíso Particular, comandado pelo cantor Gusttavo Lima.

A organização do evento informou ainda que as regras completas para troca ou solicitação de reembolso serão divulgadas em breve.

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Mundo

ONU diz que operação de captura de Maduro pelos EUA na Venezuela violou ‘princípio fundamental’ do direito internacional

Foto: Angela Weiss/AFP

A ONU afirmou nesta terça-feira (6) que a operação militar dos Estados Unidos em Caracas, que resultou na captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro, violou princípios fundamentais do direito internacional.

“Os Estados não devem ameaçar nem usar a força contra a integridade territorial ou a independência política de qualquer Estado”, disse Ravina Shamdasani, porta-voz do escritório de direitos humanos da ONU.

A declaração ocorre três dias após a ação dos EUA, realizada no sábado (3), quando a capital venezuelana foi alvo de explosões durante a operação para prender Maduro. Trata-se do posicionamento mais duro da ONU até agora; anteriormente, o organismo havia se limitado a manifestar preocupação e pedir desescalada.

A ofensiva norte-americana foi condenada por diversos países. Rússia e China, aliados de Maduro, reforçaram críticas em reunião de emergência do Conselho de Segurança na segunda-feira (5). Pequim classificou a ação como “bullying”, enquanto Moscou chamou o governo Trump de “hipócrita e cínico”.

A Casa Branca afirmou que a operação foi uma ação de “cumprimento da lei”, destinada a apoiar o Departamento de Justiça dos EUA na execução de um mandado de prisão contra Maduro. Especialistas indicam, no entanto, que a legalidade da ação deverá ser contestada e que normas da ONU sobre o uso da força teriam sido violadas.

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Brasil

MST cogita levar militância à Venezuela e prepara atos em apoio a Maduro após ação dos EUA

Foto: XNY/Star Max/GC Images

O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) avalia a possibilidade de enviar militantes à Venezuela em resposta à ofensiva militar dos Estados Unidos e à captura do ditador Nicolás Maduro, ocorrida no último sábado (3). A discussão ganhou força após reuniões virtuais que reuniram mais de 50 organizações da esquerda brasileira, que classificam a operação norte-americana como invasão e sequestro do presidente venezuelano.

Durante audiência em Nova York, Maduro e a esposa, Cilia Flores, negaram envolvimento em um suposto esquema de tráfico internacional de drogas e afirmaram ser inocentes das acusações. O venezuelano chegou a se declarar um “presidente sequestrado”. Para o MST, o processo ainda está em curso e exige mobilização política imediata, tanto no Brasil quanto, eventualmente, em território venezuelano.

Segundo a dirigente nacional do movimento, Ceres Hadich, o envio de militantes não está descartado, caso haja necessidade de atuação direta no país vizinho. Paralelamente, o MST articula manifestações em diversas capitais brasileiras, muitas delas em frente a embaixadas e consulados dos Estados Unidos, além de incluir o tema nos atos previstos para o dia 8 de janeiro. A prioridade, neste momento, seria denunciar as mortes, a intervenção estrangeira e a prisão de Maduro.

O tema também dividiu a esquerda em nova reunião realizada nesta segunda-feira (5), com a presença de dirigentes do PT, PSol, PCdoB, intelectuais e jornalistas. Enquanto setores como o PSol rejeitam defender Maduro, mas condenam a interferência externa, o PT e organizações como o MST mantêm apoio explícito ao líder venezuelano. Entre os participantes, houve divergências sobre a estratégia: atacar diretamente Donald Trump ou concentrar críticas na direita brasileira que apoia a ação dos EUA.

Com informações do Metrópoles

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Brasil

Sobrinho de Dilma sobre Nikolas: “Esse chupeta precisa ser cassado”

Foto: Reprodução/Redes Sociais – Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados

O vereador Pedro Rousseff (PT-MG), sobrinho-neto da ex-presidente Dilma Rousseff, partiu para o ataque contra o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) após declarações do parlamentar sobre uma possível intervenção estrangeira no Brasil. Em publicação nas redes sociais nesta segunda-feira (5), o petista classificou a postura de Nikolas como gravíssima e defendeu abertamente a cassação e prisão do deputado.

A reação ocorreu após Nikolas comentar, em entrevista, sobre o cenário internacional envolvendo os Estados Unidos e a Venezuela. Para Pedro Rousseff, o deputado do PL teria ido além do debate político ao sugerir ingerência externa no país. “Pedir intervenção militar estrangeira para tomar o poder é crime contra a soberania nacional”, escreveu o vereador, usando termos ofensivos para se referir ao parlamentar.

Desde a captura de Nicolás Maduro por forças norte-americanas, Nikolas intensificou publicações ligando o PT ao regime venezuelano. Uma das mais controversas foi uma montagem que simulava a prisão do presidente Lula por militares dos Estados Unidos, o que ampliou a repercussão negativa entre partidos de esquerda.

O episódio já chegou ao campo jurídico. O PSol acionou a Procuradoria-Geral da República contra Nikolas Ferreira, alegando que suas manifestações atentam contra a ordem democrática e a soberania nacional. O caso aprofunda a polarização política e adiciona um novo capítulo à disputa entre bolsonarismo e PT em pleno início de ano pré-eleitoral.

Com informações do Metrópoles

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Brasil

Lula estuda novo contato com presidente interina da Venezuela em meio à instabilidade

Foto: CNN

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) avalia fazer um novo telefonema à presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, após a posse dela nesta segunda-feira (5). O contato seria uma continuidade da conversa realizada no sábado (3), logo após a operação militar dos Estados Unidos que resultou na captura de Nicolás Maduro e agravou a crise política no país vizinho.

O Palácio do Planalto aguarda os primeiros movimentos de Delcy no comando do governo venezuelano antes de avançar em qualquer gesto diplomático mais concreto. A principal preocupação do governo brasileiro é entender se a nova presidente conseguirá sustentar-se politicamente diante da instabilidade interna e do cenário internacional ainda tenso, embora interlocutores avaliem que, no curto prazo, não há expectativa de novos ataques determinados por Donald Trump.

Auxiliares de Lula afirmam que o novo telefonema é considerado provável, ainda que não esteja oficialmente agendado. A intenção do presidente brasileiro é acompanhar de perto a reorganização do poder em Caracas e manter canais abertos de diálogo, repetindo a postura adotada logo após a prisão de Maduro, quando buscou confirmar informações e avaliar o impacto regional da ofensiva americana.

Nesta segunda-feira, a embaixadora do Brasil na Venezuela, Glivânia Maria de Oliveira, participou da cerimônia de posse de Delcy Rodríguez na Assembleia Nacional. Durante o ato, a nova presidente interina afirmou assumir o cargo “com dor, mas com honra”, enquanto as Forças Armadas venezuelanas divulgaram nota reconhecendo oficialmente sua autoridade e prometendo garantir a governabilidade, a ordem interna e a preservação da paz no país.

Com informações da CNN

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Transparência Internacional critica Governo Lula por falta de informação e cita ‘risco de fraude e corrupção’

A ONG Transparência Internacional-Brasil criticou, por meio de nota técnica, a baixa disponibilização de informações sobre as obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) do governo federal. De acordo com a organização, as lacunas de transparência podem levar a “aumento dos riscos de fraude, corrupção e má gestão, além da criação de obstáculos para o controle social, incluindo os impactos sociais e ambientais”. Procurada, a Casa Civil, responsável pelo PAC, não retornou.

Os pesquisadores veem como “pouco significativo” o as melhorias implementadas desde 2024 que aumentaram a nota na qual a ONG avalia anualmente a transparência do programa — de 8,15 para 12,12 pontos de um total de 100. A avaliação baixa se dá por considerarem que as lacunas persistem mesmo após dois anos do início da execução da terceira edição do PAC. Nas gestões anteriores, obras do PAC foram acometidas por baixa transparência, danos ambientais, baixo envolvimento de comunidades afetadas e corrupção, apontou Maria Dominguez, coordenadora do Programa de Integridade e Governança Pública da ONG, em artigo publicado no GLOBO em 2024.

O documento ressalta que a nota geral em 2025 tem a relevância agravada pelo contexto da realização da COP30, que ocorreu em novembro em Belém. Isso se deve pelo fato de o Novo PAC ser composto por eixos relacionados diretamente à agenda ambiental, como o de “Transição e Segurança Energética”, e pela importância da transparência no combate à corrupção e no enfrentamento das mudanças climáticas.

— Esse eixo representa 35% de todos os recursos previstos para o programa e engloba 908 projetos. Há empreendimentos financeiramente relevantes, como o Luz Para Todos, a Usina Termelétrica a Gás de Portocem, no Pará, e o projeto de desenvolvimento da produção de petróleo e gás no Campo de Raia, no Rio. Também identificamos obras com potencial impacto ambiental relevante na Amazônia, como a Usina Termoelétrica de Manaus (AM) e de Jurema (MT) — destaca Amanda Faria Lima, autora do estudo.

A ONG destaca como exemplo a usina nuclear de Angra 1, cujo investimento é de R$1,8 bilhão e “não há disponibilidade no portal do Novo PAC de quaisquer documentos sobre licenciamento ambiental, estudo de viabilidade técnica, de impacto ambiental, entre outras informações sobre o projeto de modernização”. Da mesma forma, a Usina Termoelétrica de Manaus I, descrita como um projeto privado com grande potencial poluidor e orçado em R$351 milhões, “não possui qualquer documento que demonstre os impactos ambientais previstos com a sua implantação, tampouco o registro de quais ações compensatórias e de mitigação serão elaboradas”. Segundo Lima, a transparência com relação aos estudos ambientais é necessária para que a sociedade esteja ciente dos riscos das obras à natureza.

Estruturado em nove eixos, o Novo PAC prevê um investimento de R$ 1,3 trilhão até 2026, quando o atual mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva é encerrado. Seis destes nove módulos zeraram na avaliação, o que significa que nenhuma informação dos indicadores avaliados está disponível.

A última atualização pública sobre o Novo PAC, com dados até dezembro de 2024, lista 23.059 obras vinculadas ao programa, mas apenas 8.297 possuem link para o detalhamento dos dados, o que representa 35,98% do total. Do 1,3 trilhão previsto em investimento, o estudo identificou o detalhamento de R$ 79,5 bilhões — apenas 5,67% do total.

Recomendações

Diante dos resultados da pesquisa e a “urgência do aprimoramento da transparência do Novo PAC”, a ONG apresenta recomendações ao Executivo federal:

  •     Garantir a publicação em formato aberto e atualizado dos dados e documentos de todos os projetos, obras e medidas institucionais do Novo PAC, permitindo o acompanhamento do seu planejamento, da sua contratação, da sua execução e do seu monitoramento, incluindo informações sobre questões sociais e ambientais, bem como sobre investimentos de empresas estatais, sob concessão e com participação privada;
  •     Publicar a documentação relativa à análise de viabilidade e de preparação dos projetos, obras e iniciativas aprovados pelo Programa, em especial para projetos com grande impacto sobre o meio ambiente e o clima;
  •     Publicar informações relacionadas aos valores dos investimentos federais realizados através de empresas públicas;
  •     Publicar normativo que identifique os grupos e categorias de dados e documentos a serem disponibilizados por todos os entes que receberem recursos vinculados a projetos de infraestrutura do Novo PAC;
  •     Desenvolver e publicar normativo que determine o cadastro e a disponibilização de informações sobre investimentos de empresas estatais, sob concessão pública e com participação público-privada na página do ObrasGov;
  •     Desenvolver normativa sobre o processo de seleção de projetos do Novo PAC, com definição de critérios transparentes para a tomada de decisão embasada em indicadores de desempenho;
  •     Promover a divulgação dos dados e documentos relativos a todos os projetos e obras do Novo PAC em um portal único, ainda que com posterior redirecionamento, sendo o ObrasGov uma opção para a gestão e a divulgação dessas informações;
  •     Manter registro atualizado e público das pautas e das atas de deliberação do Comitê Gestor do Programa de Aceleração do Crescimento (CGPAC);
  •     Disponibilizar informações sobre os programas de integridade dos órgãos e entidades públicas e de empresas privadas que atuam nos investimentos do Novo PAC;
  •     Criar diretrizes para que os responsáveis pelos projetos e obras do Novo PAC incluam informações sobre licitações e execução contratual no portal ObrasGov, condicionando os empenhos federais ao preenchimento do cronograma físico-financeiro.

O Globo

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Mundo

Presidente da Colômbia pede que população “tome o poder” se ele sofrer violência

O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, fez uma publicação na rede social X, durante a madrugada desta segunda-feira (5), pedindo que a população colombiana tome o poder “em cada município do país”, para defendê-lo contra “qualquer ato ilegítimo de violência”.

“Tenho enorme fé no meu povo, e é por isso que lhes pedi que defendam o presidente contra qualquer ato ilegítimo de violência. A forma de me defenderem é tomar o poder em cada município do país. A ordem para as forças de segurança não é atirar contra o povo, mas sim contra os invasores”, escreveu o presidente.Play Video

A declaração de Petro ocorre depois que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou a Colômbia no domingo (4), com uma ação militar, um dia após forças americanas invadirem a Venezuela para capturar o ditador Nicolás Maduro e a esposa dele, sob a acusação de ligação com o narcotráfico internacional.

“A Colômbia também está muito doente, governada por um homem doente, que gosta de produzir cocaína e vendê-la para os Estados Unidos”, afirmou Trump a bordo do avião presidencial em direção à capital Washington, fazendo referência ao líder colombiano.

Petro também afirmou que “qualquer comandante das Forças Armadas que preferir a bandeira dos EUA à bandeira colombiana será imediatamente destituído da instituição por ordem de todos os soldados e por minha própria ordem.”

O líder colombiano ressaltou que é o comandante supremo das forças militares e policiais do país por ordem constitucional. “E se prenderem o presidente, a quem grande parte do meu povo ama e respeita, libertarão a onça-pintada do povo”, escreveu o presidente.

“Não sou ilegítimo, nem traficante de drogas. Meu único bem é a casa da minha família, que ainda pago com meu salário. Meus extratos bancários são públicos. Ninguém conseguiu provar que gastei mais do que ganho. Não sou ganancioso”, continuou Petro.

O presidente também defendeu o histórico de seu governo no combate ao narcotráfico na Colômbia. Ele listou alguns dos sucessos de sua administração no combate às drogas.

Isso incluiu o que ele descreveu como “a maior apreensão de cocaína da história mundial e o controle de El Plateado — ‘A Wall Street da Cocaína’, que governos anteriores permitiram prosperar”.

Petro afirmou ter ordenado bombardeios direcionados contra grupos armados ligados ao narcotráfico, respeitando o direito humanitário, e alertou outros contra ataques a esses grupos sem informações suficientes.

Com informações da CNN

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Paraíba

Cresce o número de mortes nas rodovias federais da Paraíba no Ano Novo

Três mortes foram registradas anos rodovias federais da Paraíba durante o feriado de ano novo. O balanço ofi divulgado nesta segunda-feira (5) pela Polícia Rodoviária Federal na Paraíba.

Os dados apontam uma queda expressiva no total de acidentes e de ocorrências graves, embora tenha havido um aumento no número de fatalidades em relação ao mesmo período anterior.

O comparativo com o período de Ano Novo de 2024/2025 revela:

• Total de Acidentes: Queda de 36% (de 30 para 19 acidentes).

• Acidentes Graves: Redução de 33% (de 15 para 10 ocorrências).

Blog do BG PB

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Presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, estaria na Rússia, diz Agência Reuters

Foto: Leonardo Fernandez Viloria/Reuters

Delcy Rodríguez, declarada presidente interina da Venezuela, está na Rússia, disseram à agência de notícias Reuters quatro fontes familiarizadas com seus movimentos no sábado (3), depois que o presidente Donald Trump afirmou que o presidente Nicolás Maduro havia sido capturado pelas forças dos EUA após um ataque ao país.

O irmão dela, Jorge Rodríguez, chefe da Assembleia Nacional, está em Caracas, disseram três fontes com conhecimento de seu paradeiro.

Delcy Rodríguez apareceu em uma mensagem de áudio na televisão estatal no início do dia, pedindo uma prova de vida de Maduro e da esposa Cilia, enquanto Jorge Rodríguez não apareceu desde o ataque.

UOL com informações de Reuters

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Presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, fala em trabalhar ‘junto’ com os EUA

Delcy Rodríguez llamó a Estados Unidos a “trabajar en una agenda de cooperación” y evitó pedir la liberación de Maduro - Radio Libertad

A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, afirmou que pretende dialogar com os Estados Unidos para construir uma agenda de cooperação baseada no desenvolvimento compartilhado e no respeito ao direito internacional. Segundo ela, a prioridade é estabelecer relações equilibradas, com respeito à soberania e sem interferência externa e fez um convite a trabalharem ‘juntos’ por isso.

Com a captura de Nicolás Maduro por forças americanas durante uma operação militar em Caracas, na madrugada de sábado (3), Delcy passou a atuar como presidente em exercício. No domingo (4), ela recebeu apoio das Forças Armadas venezuelanas. O presidente dos EUA, Donald Trump advertiu que novos ataques podem ocorrer caso o governo venezuelano “não faça a coisa certa”.

Leia a íntegra da declaração (traduzida para o português):

“Mensagem da Venezuela ao mundo e aos Estados Unidos

A Venezuela reafirma seu compromisso com a paz e a coexistência pacífica. Nosso país aspira a viver sem ameaças externas, em um ambiente de respeito e cooperação internacional. Acreditamos que a paz global se constrói garantindo, primeiro, a paz de cada nação.

Consideramos prioritário avançar rumo a uma relação internacional equilibrada e respeitosa entre os Estados Unidos e a Venezuela, e entre a Venezuela e os países da região, baseada na igualdade soberana e na não interferência. Esses princípios norteiam nossa diplomacia com o resto do mundo

Estendemos um convite ao governo dos EUA para trabalharmos juntos em uma agenda de cooperação, orientada para o desenvolvimento compartilhado, dentro da estrutura do direito internacional, e para fortalecer uma coexistência comunitária duradoura.

Presidente Donald Trump: nossos povos e nossa região merecem a paz e o diálogo, não a guerra. Essa sempre foi a posição do presidente Nicolás Maduro e é a de toda a Venezuela neste momento. Essa é a Venezuela em que acredito, à qual dediquei minha vida. Meu sonho é que a Venezuela seja uma grande potência onde todos os venezuelanos de bem estejam unidos.

A Venezuela tem direito à paz, ao desenvolvimento, à soberania e a um futuro.

Delcy Rodríguez, presidente interina da República Bolivariana da Venezuela”

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