A Zona Leste de João Pessoa, onde estão localizados os bairros da orla, é a região com os imóveis mais caros da capital. Os dados foram extraídos do Índice Fipezap de Venda Residencial, que acompanha a variação dos preços de imóveis residenciais em 56 cidades brasileiras.
Segundo o estudo, o valor do m² no bairro de Cabo Branco ultrapassa os R$ 12 mil. Em segundo lugar, o bairro mais caro para se adquirir um imóvel é o Jardim Oceania, com um valor médio de R$ 10.192 o metro quadrado.
Encerrando o Top3 está o Altiplano Cabo Branco, caracterizado pelo prédios mais altos da cidade, cujo m² custa R$ 9.708.
O balanço das operações da Polícia Rodoviária Federal na Paraíba em 2025 apontam que o enfrentamento ao tráfico de drogas foi o grande destaque das ações promovidas nas rodovias paraibanas.
Segundo a PRF, no ano passado foi realizada a maior apreensão de cocaína da história da Paraíba, em uma carreta carregada com mais de 1.300 kg da droga. Veja o balanço completo:
• Cocaína: Um aumento expressivo de 2.173%, saltando de 77 kg apreendidos em 2024 para
1.752 kg em 2025.
• Maconha: Crescimento de 469%, passando de 242 kg para 1.379 kg apreendidos.
Já no combate ao crime de roubo e furtos de veículos, seguiu firme e atingiu 550 automóveis roubados ou adulterados, que foram recuperados ou identificados. A PRF ampliou também a presença nas rodovias, focando em retirar de circulação
condutores que colocam a vida de terceiros em risco, com aumento de 19% na abordagem, sendo 109.652 veículos fiscalizados contra 91.760 em 2024.
Houve também crescimento de 30% nos testes de etilômetro, com 96.302 exames realizados ante os 74.054 realizados em 2024.
As prisões por Embriaguez ao Volante tiveram aumento de 22% nestas prisões, sendo 116 contra as 95 realizadas em 2024.
Presidente Lula reunido Hugo Motta e Davi Alcolumbre | Agência Brasil
Nenhum presidente da Câmara dos Deputados participou, até hoje, dos atos oficiais em lembrança dos ataques golpistas de 8 de Janeiro de 2023. Neste ano, o cenário se repete. Além disso, a presidência do Senado também optou por não estar presente.
As ausências coincidem com a expectativa de o presidente Luiz Inácio Lula da Silva vetar o projeto, aprovado pelo Congresso, que anistia participantes das tentativas golpistas do 8 de Janeiro (veja mais abaixo).
O atual presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), não vai comparecer à cerimônia em defesa da democracia, marcada para esta quinta-feira (8), no Palácio do Planalto.
O antecessor de Motta no cargo, Arthur Lira (PP-AL), também não participou dos atos em 2024 nem em 2025.
Neste ano, diferentemente do Supremo Tribunal Federal e do Palácio do Planalto, o Legislativo não programou nenhuma cerimônia própria para marcar a data.
Neste ano, além de Hugo Motta, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), também não participará do ato.
A Polícia Federal informou ao Supremo Tribunal Federal (STF) que apura menções ao nome de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, na investigação sobre o esquema milionário de descontos fraudulentos em aposentadorias do INSS. Segundo a PF, há indícios levantados a partir de conversas de terceiros de que o filho do presidente poderia ter atuado como “sócio oculto” do empresário Antônio Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS, atualmente preso.
De acordo com a representação enviada ao ministro André Mendonça, os investigadores destacam que, até o momento, não há provas de participação direta de Lulinha no esquema. As suspeitas surgem a partir de depoimentos, diálogos extraídos de celulares e movimentações financeiras que indicariam um possível vínculo indireto, intermediado pela empresária Roberta Luchsinger, amiga pessoal de Fábio Luís e alvo de busca e apreensão na Operação Sem Desconto.
Entre os elementos analisados estão relatos de um ex-sócio do Careca do INSS, que afirmou ter ouvido que Lulinha seria sócio em projetos ligados à cannabis medicinal, além de viagens realizadas em conjunto por Fábio Luís e Roberta, inclusive para Brasília e Lisboa. A PF também identificou mensagens em que pagamentos mensais de R$ 300 mil à empresa da empresária seriam associados, de forma indireta, ao “filho do rapaz”, referência interpretada pelos investigadores como possível menção a Lulinha.
Em nota, a defesa de Fábio Luís negou qualquer vínculo com o INSS ou com Antônio Camilo e classificou as citações como “ilações”. A Polícia Federal reforçou que seguirá apurando os fatos com cautela e sem interferência política. O caso reacende a pressão no Congresso, onde um novo pedido de convocação de Lulinha para depor na CPI do INSS deve ser analisado após o recesso parlamentar.
O ex-presidente Jair Bolsonaro completou, nesta terça-feira (6), ao menos dez horas sem receber atendimento médico fora da Superintendência da Polícia Federal, em Brasília, após sofrer um traumatismo craniano. Segundo a equipe médica, ele passou mal durante a madrugada, desmaiou e bateu a cabeça ao cair da cama, episódio que foi tornado público pela ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro.
De acordo com Michelle, o ocorrido aconteceu antes das 9h, horário em que estava prevista uma visita ao ex-presidente, mas ele já se encontrava sob cuidados médicos. Médicos solicitaram autorização para transferi-lo ao Hospital DF Star para realização de exames, incluindo imagens, mas o pedido foi negado pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal. Até o início da noite, Bolsonaro seguia em jejum, aguardando liberação.
A Polícia Federal confirmou, por meio de sua assessoria, que Bolsonaro não realizou exames de imagem desde o trauma. A negativa judicial manteve o ex-presidente nas dependências da PF, onde ele cumpre pena de 27 anos de prisão após condenação no processo relacionado à suposta trama golpista.
O novo problema de saúde ocorre poucos dias após Bolsonaro receber alta hospitalar. Internado desde 24 de dezembro, ele passou por quatro procedimentos cirúrgicos, incluindo intervenções relacionadas ao sistema respiratório. Desde o atentado a faca sofrido em 2018, durante a campanha presidencial, o ex-presidente já soma 15 cirurgias na região abdominal.
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) afirmou que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) caiu durante a madrugada desta terça-feira (6) e bateu a cabeça em um móvel na sua cela, na Superintendência da PF (Polícia Federal).
Em postagem nas redes sociais, Michelle disse que a queda ocorreu após uma “crise”. Segundo ela, o ex-presidente só teria recebido atendimento quando ela chegou para visitar o marido, por volta das 9h desta terça.
“Estou com o médico aguardando o delegado para saber como foram os primeiros socorros”, escreveu.
À CNN, o cirurgião Cláudio Birolini, responsável pela saúde de Bolsonaro, disse que o ex-presidente foi avaliado pela PF e que recebeu relatos de que ele estaria bem. Segundo o médico, Bolsonaro deve ser avaliado clinicamente pelo cardiologista Brasil Caiado.
Funcionando basicamente como palco para lacração, a Organização das Nações Unidas (ONU) conseguiu colocar no bolso mais de US$170,3 milhões dos esfolados brasileiros apenas nos últimos três anos de Lula (PT) na presidência do Brasil. Em conversão direta, usando ferramenta disponibilizada pelo Banco Central (BC), o montante supera os R$925,6 milhões. O caminhão de dinheiro não é suficiente para garantir o sonho do petista de ser membro permanente do Conselho de Segurança.
Quarto de bilhão
Enquanto o governo Lula espreme para arrancar até a última gota do salário do brasileiro, doou, em 2025, US$48 milhões (R$260,9 milhões).
Sem dó
Em 2024, o brasileiro levou a maior estocada para bancar a ONU, mais de US$63,4 milhões, que convertidos ultrapassam os R$344,6 milhões.
Nosso dinheiro
Primeiro ano do Lula 3, o petista já mostrou (com o bolso alheio) que seria generoso e deu US$58,8 milhões; mais de R$320 milhões.
A Polícia Militar desarticulou, na manhã desta terça-feira (6), a chamada “gangue da monjauro” – quadrilha que vinha assaltando farmácias para roubar canetas emagrecedoras de várias marcas, em bairros de João Pessoa. O grupo criminoso, formado por quatro acusados, foi interceptado pelos policiais do 5º Batalhão em um carro, logo após assaltar uma farmácia no bairro de Mangabeira, zona sul da Capital.
Com eles, foi apreendida uma arma, um carro roubado e recuperadas várias canetas emagrecedoras, além de outros produtos. Ao serem interceptados, os acusados reagiram e houve confronto, que acabou com dois presos e outros dois feridos (um socorrido para o Hospital de Emergência e Trauma e outro para o Trauminha). Os presos são do bairro das Indústrias, em João Pessoa.
Esquema deve ser desarticulado – As ações criminosas começaram com a chegada do verão, ainda em dezembro, quando foram registrados casos de roubos em farmácias de vários bairros da Capital, cujo alvo dos criminosos eram as canetas emagrecedoras. A prisão deles pode desarticular todo um esquema que envolve desde o roubo até o repasse (e receptação) dessas medicações.
A ocorrência será levada para a Cidade da Polícia, no Geisel.
A Câmara Municipal de Santa Rita aprovou uma alteração no Regimento Interno que autoriza a participação remota de vereadores presos, desde que não haja condenação criminal com trânsito em julgado e exista autorização judicial.
De autoria dos vereadores Alysson Gomes (Republicanos) e Dr. João Alves Júnior (PSDB), a proposta regulamenta em caráter excepcional, a presença e o voto a distância em sessões plenárias, reuniões de comissões e demais atos legislativos. O texto estabelece que prisões em flagrante, temporária ou preventiva não implicam perda, suspensão ou extinção do mandato eletivo.
A cassação, segundo a nova regra, somente poderá ocorrer após condenação definitiva, com decisão transitada em julgado, e mediante processo próprio na Câmara, garantindo o contraditório e a ampla defesa. A participação remota também poderá ser autorizada em situações como problemas graves de saúde, restrições judiciais de locomoção, missões oficiais, calamidade pública ou risco à integridade física do parlamentar.
A resolução permite a realização de sessões presenciais, remotas ou híbridas e reconhece oficialmente a presença virtual para fins de quórum, votação e registro de presença, cabendo à Mesa Diretora regulamentar os critérios por decreto legislativo.
Na justificativa, os autores alegam que a medida se baseia nos princípios constitucionais da presunção de inocência e da soberania popular. A aprovação da norma deve ter efeito imediato e pode viabilizar a retomada do mandato do vereador Wagner de Bebé (PSD), preso desde outubro de 2025, com a consequente saída do suplente que ocupa a vaga.
O Projeto de Resolução nº 029/2025 foi relatado pela vereadora Cleidinha de Digão (PDT) e aprovado em sessão extraordinária pelo placar de 10 votos a 9.
O recorrente despejo de esgoto nas praias de João Pessoa voltou a gerar revolta e já começa a produzir efeitos na economia da capital. Turistas relatam que pretendem cancelar reservas ao tomar conhecimento da poluição da orla e dos trechos impróprios para banho.
O problema, que se arrasta há anos, ameaça diretamente a imagem da cidade vendida ao Brasil e ao mundo como destino de praias limpas e acolhedoras.
De 2015 para cá, diversas medidas foram adotadas sem sucesso definitivo. Termos de Ajustamento de Conduta assinados a partir de 2018 entre Prefeitura, Cagepa, Sudema e Ministérios Públicos previam a identificação e correção de ligações clandestinas de esgoto, especialmente em praias como Manaíra e Tambaú. Também houve uso de tecnologias, operações de fiscalização e notificações sucessivas, mas os episódios de contaminação continuaram a se repetir.
Nos últimos dois anos, a pressão aumentou. Em 2024 e 2025, MPF e MPPB intensificaram cobranças, abriram procedimentos e ajuizaram ações exigindo providências emergenciais, sobretudo em áreas que recebem águas poluídas de rios urbanos. Já em 2026, a Prefeitura voltou a notificar a Cagepa após novos vazamentos na orla, evidenciando que o problema segue longe de uma solução estrutural.
Enquanto isso, os prejuízos se acumulam. Pescadores denunciam danos à atividade, moradores convivem com riscos à saúde e o turismo começa a sentir os efeitos mais graves. Ainda há tempo de reverter o quadro, mas isso exige decisão política, investimentos estruturais e responsabilização efetiva, antes que a crise se torne permanente.
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