Futebol

Série C: Botafogo-PB leva virada do Paysandu em casa e fica mais longe da Série B

Foto: Maurílio Júnior

O Paysandu venceu o Botafogo-PB por 3 a 2 na noite deste sábado (23), no Estádio Almeidão. Com isso, o time permaneceu na lanterna do grupo C da Série C e precisa de vencer, além de uma combinação de resultados para se classificar para a Série B. 

Os gols do Belo foram marcados por Pipico. Já Edilson, Vinícius Leite e Robinho garantiram a vitória do Papão.

Com o resultado, o Paysandu chega a 10 pontos e se aproxima da classificação. Já o Botafogo com três pontos precisa ganhar os próximos jogos e depender de outros resultados.

O Botafogo-PB volta a campo no próximo sábado (30), às 19h, contra o Volta Redonda, no Estádio Almeidão.

Blog do BG PB

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Brasil

Serasa tem maior volume de negociações de dívidas da história

Tenho dívidas de mais de R$ 6 mil e meu salário é de R$ 1,4 mil. Qual a  melhor saída? - Época Negócios | Seu Planejamento FinanceiroFoto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

Os meses de julho e agosto de 2023 registraram o maior número de negociações de dívidas na história dos canais oficiais da Serasa. No período, 4,5 milhões de consumidores realizaram cerca de 6 milhões operações. Os descontos totais contabilizam R$ 21,3 bilhões. Os dados foram enviados pela Serasa com exclusividade ao Poder360.

Para fins de comparação, em julho e agosto do ano passado, 3,4 milhões de brasileiros realizaram 5,2 milhões acordos de dívidas. Os descontos contabilizaram à época R$ 10,3 bilhões, cerca de metade do valor de 2023.

“A pauta do endividamento e da educação financeira nunca foi tão debatida no Brasil como agora”, comenta Patrícia Camillo, especialista em Finanças da Serasa. “Quanto mais visibilidade ao tema, mais responsabilidade financeira ele gera”, afirma.

Segundo a Serasa, como reflexo dessa discussão pública e aberta, as empresas credoras “entenderam o momento do consumidor brasileiro e proporcionaram ainda mais descontos”.

O período recorde de operações coincide com a vigência do Desenrola. A nova fase do programa do governo federal para renegociação de dívidas começa na segunda-feira (25.set.2023).

Poder360

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Brasil

MACONHA: 72% dos brasileiros são contrários à legalização geral; uso medicinal conta com 76% de apoio, diz pesquisa Datafolha

Foto: @crystalweed/Unsplash

Quase três quartos (72%) dos brasileiros se dizem contrários à legalização da maconha para uso geral, incluído o recreativo. Parece haver aí uma mudança significativa em relação a outra pesquisa Datafolha, de 2018, quando 66% declararam que fumar maconha deveria continuar proibido.

O instituto entrevistou desta vez 2.016 maiores de 16 anos, nos dias 12 e 13 de setembro, em 139 municípios de todo o Brasil. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

As formulações das perguntas são diferentes, o que dificulta comparação direta para concluir, com segurança, que aumentou a parcela da população contrária à legalização. “Fumar”, afinal, poderia ser interpretado como descriminalização só do porte e não da venda da cânabis.

A legalização do emprego da maconha como remédio, de resto, conta com amplo apoio dos entrevistados: 76% são a favor, e 22% contra. Há 1% de indiferentes e 2% sem opinião (a soma de percentuais ultrapassa cem, em certos casos, por força de arredondamentos).

Uso medicinal

Mero 1% da população amostrada pelo Datafolha afirma estar usando no momento algum medicamento à base de cânabis, e 2% já o fizeram. Ou seja, 97% nunca recorreram a preparados com canabidiol (CBD), tetra-hidrocanabinol (THC) e outros componentes da planta psicoativa, que vêm sendo receitados para condições como certos tipos de epilepsia.

Apesar disso, é alto o grau de informação relatado a respeito da maconha medicinal. Um total de 85% declarou ter certo conhecimento sobre o assunto, com 32% dizendo estar bem informados, 42% mais ou menos e 11% mal informados. Outros 13% afirmaram desconhecer o tema completamente, e 2% preferiram não opinar.

Em coerência com o elevado apoio à maconha medicinal, 2 de 3 brasileiros (67%) defendem autorizar o plantio de cânabis para produzir remédios no Brasil. Embora esses medicamentos já estejam à venda por aqui, depois de licenciados pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) a partir de 2015, o cultivo para obter matéria-prima de uso farmacológico segue proibido por lei.

Existem apenas decisões judiciais, algumas delas do Superior Tribunal de Justiça (STJ), autorizando o plantio. As contempladas são em geral associações de pacientes e familiares, que ganham processos movidos com base no direito constitucional à saúde.

Uso recreativo

O Datafolha perguntou, em relação mais direta com o uso recreativo, se os entrevistados eram a favor ou contra descriminalizar o porte de pequenas quantidades de maconha. Ou seja, deixar de tratar como delitos e de aplicar penas a quem é flagrado com volumes para consumo pessoal.

Hoje a lei não fixa critério quantitativo para isso, e, como resultado, magistrados terminam condenando vários usuários à prisão como traficantes. De 2005 a 2022, aumentou de 14% para 30% a proporção de encarcerados por tráfico.

Informados de que o Supremo Tribunal Federal (STF) está julgando um caso que pode descriminalizar a posse de pequenas quantidades de maconha, 61% disseram ao Datafolha ser contrários a deixar de considerar o porte como crime. Só 36% apoiam a proposta, que contava cinco votos favoráveis de ministros quando o julgamento foi paralisado há um mês.

Só os brasileiros mais ricos, com renda superior a dez salários mínimos, apoiam majoritariamente (55%) a descriminalização da posse. Outro contingente que chega perto disso são os jovens de 16 a 24 anos, com 50%.

Entre os que têm renda menor que dois salários mínimos, menos de um terço (32%) se declara a favor da descriminalização. Entre evangélicos, a parcela é menor ainda: 27%.

A fronteira divisória, aí, é claramente moral, ou ideológica. Dos entrevistados que declararam voto no presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), 45% se disseram a favor de descriminalizar pequenas quantidades, contra 23% entre os que votaram em Jair Bolsonaro (PL); os contrários a isso são, respectivamente, 52% e 75% —maioria contra a descriminalização, nos dois casos.

Folhapress

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Turismo

Oito trechos de praias estão impróprios para banho na Paraíba; Veja lista

Praia do Cabo Branco (Foto: Acervo/Jornal Correio da Paraíba)

Oito trechos de praias da Paraíba estão impróprios para banho, conforme relatório de balneabilidade da Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema). A edição atual do documento vale até 29 de setembro.

De acordo com a Sudema, outros 55 trechos dentre 63 monitorados em 56 praias do estado estão liberados para banho.

A orientação geral da Sudema é que os banhistas evitem trechos de praias localizados em áreas frontais a desembocaduras de galerias de águas pluviais, principalmente se houver indício de escoamento recente.

Trechos de praias impróprios para banho

João Pessoa

  • Bessa, no final da Rua Dr. Abel Beltrão
  • Cabo Branco, em frente a rotatória do Cabo Branco
  • Penha, em frente à desembocadura do Rio Cabelo

Cabedelo

  • Jacaré, na margem direita do estuário do Rio Paraíba;
  • Ponta de Campina, em frente a galeria de águas pluviais;
  • Intermares, em frente ao Maceió de Intermares.

Pitimbu

  • Maceió, em frente à desembocadura do riacho Engenho Velho;
  • Acaú/Pontinha, em frente à desembocadura do Rio Goiana.

BG com Portal Correio

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Brasil

CGU aponta risco de sobrepreço em licitação de R$ 328 milhões do Ministério da Justiça

Foto: Vinícius Schmidt/Metrópoles

A Controladoria Geral da União (CGU) apontou o risco de sobrepreço em uma licitação de R$ 328 milhões aberta pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública. A licitação prevê a compra de coletes balísticos, escudos, capacetes e colares infláveis para órgãos ligados à pasta comandada por Flávio Dino.

Os equipamentos deverão atender à demanda da Força Nacional de Segurança Pública, da Diretoria de Operações e Inteligência (DIOPI) e da Diretoria de Gestão do Fundo Nacional de Segurança Pública (DGFNSP), entre outros.

De acordo com a CGU, foram identificadas “discrepânias significativas” nos valores referentes aos colares infláveis para os coletes balísticos. Enquanto o preço unitário apresentado por algumas empresas variava entre R$ 18 mil e R$ 20 mil, uma delas estabelecia o valor de R$ 4,4 mil para cada colar.

É essencial que a unidade responsável realize uma pesquisa de preços abrangente e criteriosa, com o objetivo de levantar os valores praticados pelos potenciais fornecedores. Além disso, é fundamental garantir que medidas adicionais tenham sido adotadas pela área responsável para assegurar que a solução escolhida seja a mais vantajosa para a administração”, aponta a fiscalização.

Nesse sentido, é importante que a pesquisa de preços não se limite apenas a obter informações sobre os valores praticados no mercado, mas também que sejam considerados critérios de avaliação que garantam a relação custo-benefício mais favorável. Isso implica em analisar outros fatores além do preço, como qualidade, prazos de entrega, garantias, suporte pós-venda, entre outros, de modo a selecionar a opção que apresente a melhor relação entre custo e benefício para a administração pública”, alertou a CGU.

Paulo Cappelli – Metrópoles

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Economia

Paraíba se mantém como terceiro maior produtor de camarão do Brasil, diz IBGE

Produção de camarão por etnia indígenas Potiguara equivale a mais de 18% do  total da Paraíba — Casa CivilFoto: Reprodução

A Paraíba é o terceiro maior produtor de camarão do país. De acordo com a recém-divulgada Pesquisa da Pecuária Municipal (PPM), realizada pelo IBGE, a produção em no ano de 2022, apresentou um crescimento de 15,7% em comparação a 2021. No total, o estado produziu cerca de 7,2 mil toneladas da iguaria marinha, ficando atrás apenas do Ceará, com 61,3 mil toneladas, e do Rio Grande do Norte, com 25,1 mil toneladas.

Esse aumento na produção de camarão na Paraíba é um fenômeno que se repete nos últimos anos, com crescimentos consecutivos desde 2016. Quando comparamos com os números de 2013, quando a produção era de apenas 864 toneladas, observamos um crescimento impressionante de 735,8% em apenas nove anos.

Os municípios que lideram a produção de camarão no estado são: João Pessoa, com 1,6 mil toneladas; Santa Rita, com 900 toneladas; Mogeiro, com 600 toneladas; São Miguel de Taipu e Salgado de São Félix, ambos com 500 toneladas cada.

Além do crescimento na produção, a pesquisa também revela que o valor da produção de camarão na Paraíba em 2022 foi de R$ 142 milhões, o que representa 76,1% do valor total da produção de aquicultura no estado.

Blog do BG com Portal T5

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Celebridades

Victor e Leo vão receber R$ 70 milhões para retomar dupla e fazer nova turnê

Victor e Leo anunciam retorno aos palcos e causam discórdia nas redes -  Cultura - Estado de MinasFoto: Julia Chequer/Folhapress

Depois de cinco anos da separação oficial, a dupla sertaneja Victor e Leo anunciou a retomada da parceria para uma série de apresentações pelo Brasil em 2024. Mas o motivo passou longe da nostalgia.

Na edição desta quarta-feira (20) do Fofocalizando, programa do canal SBT, o jornalista Leo Dias declarou que os músicos serão pagos individualmente em R$ 35 milhões pelos shows que farão no ano que vem. O contrato assinado pela dupla para a Opus garante a realização das 70 performances em palcos do país.

Ainda segundo o jornalista, a Opus está comercializando os shows a R$ 1,5 milhão, valor que torna a dupla dona do maior cachê da música nacional hoje. O recordista anterior era a dupla Henrique e Juliano, que receberam cachê de R$ 1,3 milhão.

Os valores ajudaram a dupla a reatar a parceria, que até então era descartada para manter a relação familiar —Victor e Leo são irmãos.

Folha de S. Paulo

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Futebol

SÉRIE C: Botafogo-PB recebe Paysandu no Almeidão de olho em uma vaga na Série B

O Botafogo-PB realizou um lindo tributo a Gabriel Diniz, seu torcedor, na  final do NordestãoFoto: Reprodução

Após perder do Volta Redonda e do Paysandu, o Botafogo-PB tem uma batalha neste sábado (23) no Estádio Almeidão,

Às 16h. Em uma espécie de revanche, o Alvinegro recebe o Paysandu para se reabilitar no quadrangular do Campeonato Brasileiro, Série C. Até agora, o Belo venceu uma partida e perdeu duas e ocupa a lanterna no Grupo C, com três pontos. O técnico Felipe Surian vai poder contar com todos os jogadores, além do apoio da torcida do Belo para ficar com os três pontos.

Na semana passada, a equipe paraibana perdeu para a equipe paraense jogando fora de casa pelo placar de 1 a 0. Nessa fase, os dois primeiros colocados dos dois grupos formados por quatro times sobem para Série B em 2024.

Blog do BG PB

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STF

Moraes é principal alvo de pedidos de impeachment no Senado

Moraes liga para Pacheco e fala sobre buscas no gabinete de Do ValFoto: Sérgio Lima/Poder360

O Senado tem 53 pedidos de impeachment contra ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) tramitando na Casa. O maior alvo dos requerimentos é o ministro Alexandre de Moraes, que também é o presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

Levantamento do Poder360 mostra que são 21 pedidos contra Moraes, considerando todas as petições ainda ativas, ou seja, desde 2021. Em seguida, vem o próximo presidente do Supremo, Roberto Barroso.

A lei do impeachment atual não especifica um prazo para o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), decidir se aceita ou não o pedido. É só depois de uma decisão que a petição começa a ser analisada no Congresso ou é arquivada.

Poder360

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Brasil

Governo reduz previsão de rombo nas contas em 2023, mas bloqueio sobe a R$ 3,8 bilhões

A prioridade número um de Haddad e Tebet | VEJAFoto: Adriano Machado/Reuters

O governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) reduziu a projeção de rombo fiscal em 2023, mas ainda assim precisou travar R$ 600 milhões adicionais nos gastos, o que eleva o bloqueio no Orçamento a R$ 3,8 bilhões.

O déficit deve ficar em R$ 141,4 bilhões neste ano, o equivalente a 1,3% do PIB (Produto Interno Bruto). O valor é menor que o resultado negativo de R$ 145,4 bilhões indicado em julho, mas ainda fora da meta traçada pelo ministro Fernando Haddad (Fazenda) de um déficit de até 1% do PIB em 2023.

Se de um lado a melhora nas estimativas de arrecadação para o ano contribuem para minimizar o rombo nas contas, de outro o aumento nas despesas obrigatórias gera pressão, obrigando a equipe econômica a segurar gastos discricionários —o que inclui custeio e investimentos.

Folha de S. Paulo

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