Foto: Reprodução de vídeo/Rodolfo Buhrer/Reuters/02-03-2019.
O agente da Polícia Federal Paulo Rocha Gonçalves Júnior, o Paulão, foi liberado do cargo na corporação para poder ocupar um posto na Presidência da República. Ele atuou como carcereiro de Lula em parte do período no qual ele esteve preso em Curitiba. A decisão foi publicada nesta quinta-feira em edição extra do Diário Oficial da União, em portaria assinada pelo secretário-executivo do Ministério da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Cappelli.
No texto, o secretário-executivo pede que o servidor se apresente imediatamente ao novo órgão. Agora, Gonçalves Júnior deve se mudar para Brasília, onde vai trabalhar diretamente com Lula.
Paulão ficou próximo do petista em 2018, quando integrava a equipe de revezamento na segurança do então ex-presidente em sua cela, no último andar da Superintendência da PF, em Curitiba. Nos fins de semana, quando Lula não podia receber visitas, os dois conversavam sobre toda sorte de assunto, de política a programas de TV, como revelou a colunista do GLOBO Bela Megale.
No ano seguinte, Gonçalves Júnior foi removido para trabalhar numa missão em outra cidade, o que à época foi interpretado por aliados do petista como uma retaliação da cúpula da PF. Na época, a corporação informou à colunista Bela Megale, do GLOBO, que “a Superintendência do Paraná tem que apoiar operações na fronteira do Estado, e os policiais de Curitiba estão prestando apoio nesse momento em caráter temporário”.


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Uma ação do procurador-geral da República, Augusto Aras, pede ao Supremo Tribunal Federal (STF) que derrube uma lei que concede bônus de 10% a paraibanos em concursos da Segurança. A medida atinge os certames da Polícia Civil, Polícia Militar e Corpo de Bombeiros. A ação será analisada pelo ministro Gilmar Mendes.
No documento assinado nesta quinta-feira (22), Aras defende que a norma fere os princípios do concurso público. “Ao conceder a candidatos paraibanos residentes naquele estado bonificação de 10% (dez por cento) na nota obtida em certames da área de segurança pública, a norma impugnada afronta os princípios da igualdade, da isonomia federativa, da impessoalidade e do concurso público”
O ex-coordenador de Tecnologia da Informação do Hospital Padre Zé, Samuel Rodrigues afirmou nesta sexta-feira (22) que vai fazer delação premiada. Ele é o principal suspeito do furto e venda de celulares doados pela Receita Federal para a unidade hospitalar. Samuel, que foi exonerado do cargo, revelou que está à disposição da justiça.
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