Paraíba

Servidores da UFPB entram em greve e cobram reajuste salarial do governo Lula

A partir desta segunda-feira (11), os técnico-administrativos da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) entraram em greve. A decisão foi aprovada durante assembleia geral promovida pelo Sindicato dos Trabalhadores em Ensino Superior da Paraíba (Sintespb), na semana passada.

De acordo com o Sintespb, a única exceção é os servidores do Regime Jurídico Único que trabalham no Hospital Universitário Lauro Wanderley, que não vão paralisar suas atividades.

O objetivo do movimento é pressionar o Governo Federal a oferecer um reajuste salarial para 2024 e melhorias no Plano de Cargos e Carreiras dos técnico-administrativos em Educação-PCCTAE.

A mesa Permanente de Negociação, realizada no fim do mês passado, com representantes do Ministério da Gestão e Inovação em Serviços Públicos, não trouxe uma resposta positiva. A pasta ofereceu aumento zero para esse ano e reajuste de 9% dividido para 2025/2026, que não recompõe as perdas inflacionárias acumuladas nos últimos anos.

BG com Portal Correio 

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Política

Luciano Cartaxo critica o PT e desiste de disputar a Prefeitura de João Pessoa

Luciano CartaxoFoto: Reprodução

O ex-prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo, desistiu de disputar a Prefeitura de João Pessoa (PMJP) nas eleições deste ano. O anúncio foi feito na manhã desta segunda-feira (11).

Em nota, Cartaxo tomou a decisão após dizer que não vai se inscrever nas prévias do partido, processo que vai escolher o nome que vai disputar a PMJP. Com isso, apenas a deputa estadual Cida Ramos permanece no páreo para encabeçar a chapa do partido, já que o vereador Marcus Vinícius desistiu da disputa, justamente para apoiar a parlamentar.

No pronunciamento, Cartaxo também criticou a forma como vem sendo conduzido o processo por integrantes do partido.

Veja a nota completa:

Venho me dedicando nos últimos meses à construção de uma candidatura do PT à Prefeitura de João Pessoa, que passe pela união partidária e seja uma alternativa viável e competitiva ao eleitor.

Infelizmente setores do nosso partido optaram por promover uma disputa que somente tem servido para enfraquecer o PT em João Pessoa.

Em toda minha trajetória política jamais havia sido acusado de cometer qualquer tipo de violência ou desrespeito. Recentemente até acusações completamente sem amparo na realidade foram feitas contra mim.

Não estou disposto a duelar com companheiras e companheiros de causas e militância.

Por isso tomei a decisão de não participar de prévia interna do PT. Não inscreverei meu nome para as prévias. Portanto não disputarei a candidatura à Prefeitura de João Pessoa.

O PT tinha chances reais de ir para o segundo turno e eleger o próximo prefeito de João Pessoa. Mas para isso precisaria ter um candidato competitivo. O eleitor quer debater a cidade. E nossa candidatura poderia oferecer uma gestão inteira de argumentos favoráveis para este debate.

João Pessoa, 11 de março de 2024

BG com Portal Correio

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Política

PEC do fim da reeleição aumenta mandato de senador para 10 anos

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Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

O Senado estuda várias propostas para acabar com a reeleição para os cargos de prefeito, governador e presidente da República, e todas ampliam o mandato de senadores de 8 para 10 anos. O plano é que os eleitos no Brasil passem a ter mandatos de 5 anos, com exceção dos senadores, que ficam no cargo por 2 legislaturas.

O relator do novo Código Eleitoral, senador Marcelo Castro (MDB-PI), está designado a trabalhar em cima de uma proposta pelo fim da reeleição do Poder Executivo. O congressista desenhou 3 opções de PEC (Proposta de Emenda a Constituição) para alterar os mandatos de cargos eletivos no país.

Em comum, as alternativas de PEC acabam com a possibilidade de reeleição para os cargos de prefeito, governador e presidente da República. Para compensar a impossibilidade de se reeleger, o senador propõe que os representantes do Executivo ganhem 1 ano a mais de mandato, o que totalizaria 5 anos.

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Poder360

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Paraíba

Médico fica gravemente ferido durante incêndio no Engenho Triunfo e passará por cirurgia, nesta segunda

Professores – Instituto Cultural ParaíbaFoto: Reprodução

O médico e músico, José Augusto Maropo, foi socorrido para o Hospital de Trauma de João Pessoa, após incêndio que aconteceu nesse domingo (10), no Engenho Triunfo, em Areia. O médico que atua no PSF do José Américo, passará por uma cirurgia neste segunda-feira (11). A esposa do músico contou que o carro pegou fogo por completo e tudo que estava dentro foi perdido. “Perdemos tudo, voltamos para João Pessoa com a roupa do corpo”.

Em nota, o engenho afirmou que ainda não sabe o que motivou o incêndio e ainda afirmou, que não houve feridos.

Em uma publicação posterior, a Triunfo afirmou que “Soubemos no decorrer do avanço das horas que uma pessoa ficou ferida. Teve queimadura nas pernas. O Engenho vai prestar assistência e todo prejuízo a terceiros será reparado.”

BG com Repórter Betinho

 

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Política

Bolsonaro estará na Paraíba em abril, afirma Marcelo Queiroga

Foto: Reprodução

O ex-presidente Jair Bolsonaro passará dois dias na capital paraibana no mês de abril. A informação foi divulgada pelo pré-candidato a prefeito de João Pessoa, Marcelo Queiroga, neste domingo (10).

Nas redes sociais, o ex-ministro da Saúde convidou os apoiadores para acompnhar Bolsonaro nos dias 12/04 e 13/04. “A direita conservadora e produtiva está unida para fazer da nossa bela capital uma João Pessoa Melhor, de Verdade, ao lado do nosso presidente Jair Bolsonaro.”

Veja postagem:

Blog do BG PB

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Paraíba

Na Paraíba, está mais vantajoso abastecer com álcool ou gasolina? Veja qual a melhor escolha

Conta simples pode ajudar motorista a economizar
Foto: Agência Brasil Motoristas de 11 estados e do Distrito Federal podem trocar a gasolina pelo etanol na hora de abastecer o veículo, já que os preços nessas regiões estão abaixo do índice de 70% do combustível variado do petróleo. A conta para descobrir com qual produto encher o tanque é simples: dividir o preço do etanol pelo da gasolina e multiplicar o resultado por 100. O levantamento foi feito pelo R7, com base nos dados divulgados pela ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis do Brasil). A instituição computou os preços médios cobrados em todo o país entre 25 de fevereiro e 2 de março. Em alguns estados os índices estão próximos da média. É o caso da Paraíba, do Rio Grande do Norte, da Bahia e do Amazonas, onde o motorista decide na hora de abastecer. O litro do álcool com o custo médio mais barato foi encontrado na Bahia, por R$ 3,62, e o mais caro em Roraima, por R$ 4,82. No caso da gasolina, o maior valor é o do Acre (R$ 6,89), e o menor, em Rondônia (R$ 5,61). R7

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Mundo

Centro-direita vence eleições em Portugal e esquerda tem derrota histórica

ImagemFoto: Reuters/Pedro Nunes

Após oito anos de governo socialista, Portugal caminha para a direita.

Com quase 100% dos votos apurados, a coalizão conservadora Aliança Democrática (AD) aparece com 29,54% da preferência, enquanto o partido de extrema direita Chega, que entrou no Parlamento há apenas quatro anos, alcança 18%.

Por sua vez, o Partido Socialista (PS), do premiê demissionário António Costa, viu seu eleitorado ser enxugado de 41% para 28,67%, logo atrás da AD, que, apesar da vitória, não terá maioria na Assembleia da República para governar sem precisar de alianças.

Durante a campanha eleitoral, o líder da Aliança Democrática, Luís Montenegro, assegurou que manteria o Chega longe do governo; dessa forma, a única alternativa seria uma coligação com os socialistas de Pedro Nuno Santos, tido como símbolo da mudança geracional no partido e que já fala em comandar a oposição.

Enquanto isso, o Chega já atua para tentar remover a AD de uma aliança com a centro-esquerda. “Os portugueses nos querem no governo, querem um Executivo formado por nós e pela Aliança Democrática. Acabou em nosso país a temporada do bipartidarismo”, disse André Ventura, líder da legenda de extrema direita, que dobrou seus votos em relação às eleições passadas.

Terra

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Paraíba

VÍDEO: Incêndio de grandes proporções destroi Engenho Triunfo, um dos mais antigos da Paraíba

Um galpão onde funciona a produção do Engenho Triunfo, na cidade de Areia, pegou fogo na manhã deste domingo (10). Várias imagens sobre o caso já circulam nas redes sociais, mas ainda não há informações mais detalhadas nem oficiais sobre o que teria provocado o incêndio, nem sobre possíveis vítimas e a dimensão dos danos materiais.

Segundo as imagens divulgadas, próximo ao local há ainda um veículo que também está em chamas. Carros do Corpo de Bombeiros e ambulâncias já se dirigiram ao local. Inicialmente os funcionários do local tentaram apagar o incêndio, mas não obtiveram sucesso em conter as chamas.

O Engenho Triunfo é responsável pela produção da cachaça de mesmo nome e é liderado pelo casal Antõnio Augusto e Maria Júlia Baracho. A Triunfo é uma cachaça premiada e que se destaca não somente pelo sabor suave da bebida destilada, mas pelo crescimento que possibilita à comunidade local.

BG com ClickPB

 

 

 

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Polícia

‘Excessos contra Bolsonaro podem dar resultado eleitoral inimaginável ao partido’, diz líder do PL na Câmara

Foto: Reprodução

Aos 55 anos, o líder do Partido Liberal (PL) na Câmara dos Deputados, Altineu Côrtes (RJ), acredita que as recentes operações da Polícia Federal (PF) contra Jair Bolsonaro e seus aliados podem gerar resultados eleitorais “inimagináveis” ao partido.

“Como ser humano, Bolsonaro está sofrendo muito com isso”, disse Altineu Côrtes, em entrevista a Oeste. “É óbvio que é muito ruim tudo que está acontecendo politicamente, não eleitoralmente. Esses excessos podem, mesmo com o sofrimento do presidente Bolsonaro, dar um resultado eleitoral ao PL inimaginável.”

O ex-presidente é investigado em alguns inquéritos do Supremo Tribunal Federal (STF). Entre eles, um em que é suspeito de participar de uma suposta tentativa de golpe de Estado depois das eleições de 2022.

Conforme o líder do PL na Câmara, o nome de Bolsonaro cresce nas eleições municipais de 2024, pois a população enxerga que há uma injustiça no Brasil. “Na minha convicção, não houve tentativa de golpe”, disse Altineu Côrtes, que desponta como preterido do partido para disputar a presidência da Câmara dos Deputados.

O parlamentar destacou ainda que o Partido dos Trabalhadores (PT) “governa com raiva, perseguição” e que parece querer uma “revanche”. Cristão, Côrtes ressaltou que o presidente Lula tem uma posição “hostil” ao povo evangélico. Apesar de criticar eventuais ações do Judiciário, o deputado defendeu o diálogo para amenizar a relação entres os Poderes.

Em entrevista a Oeste, Altineu Côrtes comentou a possível candidatura à presidência da Câmara; uma eventual proposta da Casa em reação às ações da PF; a posição do partido sobre pautas em destaque no Parlamento, como o fim das saidinhas e a regulamentação da inteligência artificial; e as eleições municipais, ações da PF e mais. Confira os principais trechos:

O partido pretende lançar candidatura própria à presidência da Câmara?

Vamos lançar um nome. A galera fala no meu nome, e fico feliz por isso. Mas não tem nada decidido ainda. Quem vai decidir é a bancada.

Qual a avaliação do senhor sobre as operações da PF que miram o ex-presidente e aliados?

Estou muito triste com o que está acontecendo no Brasil. O país precisa de pacificação e de paz. Tudo que aconteceu no passado foi muito grave e envolveu corrupção. É o caso da Petrobras e outros exemplos. Não foi o caso agora com o presidente Bolsonaro. Ele está sendo alvo por outros assuntos que não envolvem corrupção. Fala-se na perseguição em excesso da Justiça e do Ministério Público. Parece que é esse governo que quer uma revanche, que governa com raiva, que governa com perseguição. Isso é muito ruim para o Brasil. Acirra os ânimos. Exerço um papel aqui. Busco o equilíbrio na bancada, inclusive na minha relação com os outros partidos e com o próprio governo. Sempre tento ser coerente. Essas operações afetam o presidente Bolsonaro. Ele é um ser humano. Mas acho que isso tudo tem de ser dentro do devido processo legal. A pessoa tem que ter direito. Precisa ter mais cautela. Como ser humano, Bolsonaro sofre muito com isso. É óbvio que é muito ruim tudo que está acontecendo politicamente, e não eleitoralmente.

As investigações afirmam que, durante o governo Bolsonaro, houve tentativa ou planejamento de golpe de Estado. O senhor acredita?

Na minha convicção, não houve tentativa de golpe, muito menos golpe. Sobre o planejamento, não posso dizer porque são tantas informações… Mas não acredito que houve um planejamento. Acho que pode ter tido algumas pessoas que tinham uma ideia que nunca foi para frente. Então, não houve tentativa e não houve golpe. Não houve crime. No Direito Penal, o cara pode conversar sobre uma situação que é um crime, mas, se ele não tenta aquele crime, não é crime. O governo alimenta essa narrativa. Aliás, são as palavras do presidente Lula. Ele alimenta essa narrativa, e o PT sabe fazer isso muito bem. Todo mundo repete a mesma coisa no Brasil inteiro o tempo todo.

Revista Oeste

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Brasil

Crimes, drogas e corrupção fazem popularidade de Lula despencar

Equipe da PF que protege Lula cita armas e pede apoio - 09/08/2022 - Poder  - FolhaFoto: Reprodução

A partir do final do ano passado até agora, a avaliação de Luiz Inácio Lula da Silva piorou muito em várias áreas, em especial em segurança pública, combate à corrupção e em controle de gastos, lê-se em pesquisa Atlas feita entre 2 e 5 de março.

Aumentou a preocupação do eleitorado com criminalidade e tráfico de drogas e com corrupção, assuntos citados como os principais problemas do país para quase 60% dos entrevistados. “Pobreza, desemprego e desigualdade social”, pior problema citado por 20,6%, e “economia e inflação”, por 15%, ora estão longe no ranking das aflições.

Esses números podem ajudar a explicar a baixa da popularidade de Lula. O aumento do salário médio, dos benefícios sociais, do número de empregos e a queda da inflação não bastaram para compensar outras insatisfações (talvez mais reverberadas em redes sociais e de mensagens).

A melhora socioeconômica bastou ainda menos para alterar o fato de que a maioria do eleitorado se divide em opiniões opostas sobre quase qualquer aspecto do governo ou do país, a depender do voto em 2022 (em Lula ou em Jair Bolsonaro).

O prestígio de Lula passou a declinar de modo relevante a partir de setembro, segundo dados de outras duas pesquisas divulgadas na semana passada, a da Quaest e a do Ipec. Nos números da Atlas, desde o início do governo as fatias do eleitorado que dão “ótimo/bom” e “ruim/péssimo” para o presidente estiveram em níveis bem próximos; o declínio da avaliação positiva ficou mais significativo a partir de janeiro.

Mas a degradação do prestígio de Lula causou mais impressão com a divulgação dessas três pesquisas, realizadas entre 25 de fevereiro e 5 de março. Nas três, ora há empate na proporção de eleitores que dão as melhores ou piores notas para Lula, dada a margem de erro. Isto é, 35% de “positivo” ante 34% de “negativo” na Quaest; 38% de “ótimo/bom” ante 41% de “ruim/péssimo” na Atlas; 33% de “ótimo/bom” ante 32% de “ruim/péssimo” no Ipec.

O grosso da perda de pontos de Lula ocorreu entre seus eleitores de 2022, de primeiro ou de segundo turno, até porque praticamente o presidente não tem mais o que perder entre quem votou em Bolsonaro; os demais são minoritários.

Lula era “ótimo/bom” para 82,8% de seus eleitores de segundo turno em julho de 2023, caindo para 70,6% em março de 2024, na pesquisa Atlas. No Ipec, a baixa foi de 70% para 61%.

Quanto à avaliação de aspectos do governo, a piora mais significativa ocorreu em “segurança pública”, dado da Atlas. O desempenho era tido como “ótimo/bom” para 43% em novembro; em março de 2024, para 24%. No caso de “justiça e combate à corrupção”, passou de 49% para 28%. Em “responsabilidade fiscal e controle de gastos” de 48% para 30%.

As declarações de Lula sobre Israel e, bem menos, Venezuela foram assuntos lembrados nas análises do declínio do prestígio de Lula. Em “relações internacionais”, o governo passou de 53% de “ótimo/bom” em novembro para 38% em março.

A avaliação da economia também piora, mas menos.

Confirma-se a disparidade quase inamovível de opiniões entre lulistas e bolsonaristas. A “situação econômica do Brasil”, por exemplo, é “boa” para 51,5% dos que votaram em Lula no segundo turno de 2022 e para 2,1% dos eleitores de Bolsonaro (Atlas). Para quem votou branco ou nulo, 22,9%; para quem não votou, 24,9%.

Por acaso ou sintomaticamente, a média da opinião positiva de lulistas e bolsonaristas é próxima daquela dos eleitores que não escolheram candidato a presidente na eleição passada.

É difícil avaliar a popularidade de Lula em categorias como renda, anos de estudo e mesmo gênero e religião. Há diferenças relevantes de números entre as pesquisas; de resto, nesses casos, as margens de erro são maiores.

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Vinícius Torres Freire – Folha de São Paulo

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