Brasil

Ministério solicita remarcação gratuita e reembolso de voos relacionados ao RS

Foto: Ricardo Stuckert

A Senacon (Secretaria Nacional do Consumidor), vinculada ao Ministério da Justiça, está propondo mudanças para os passageiros de voos com origem ou destino no Rio Grande do Sul, devido às chuvas que afetam a região. A entidade solicitou à Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) nesta quarta-feira (8) que permita aos passageiros remarcar suas viagens sem custos adicionais ou até mesmo receber o reembolso integral do valor pago, medidas que buscam minimizar os transtornos enfrentados.

Entre os pontos destacados no documento enviado à Anac, estão a possibilidade de alteração do destino dentro dos estados do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina sem custo adicional, remarcação sem custo dentro de um ano a partir do voo original e reembolso total ou crédito sem taxa de cancelamento para os passageiros que não aceitarem a modificação do destino.

Além disso, medidas de assistência material, eficiência no atendimento ao passageiro e possibilidade de reembolso em dinheiro também foram incluídas na solicitação.

A proposta, considerada urgente e necessária, visa garantir a segurança e o bem-estar dos passageiros diante da situação de calamidade pública no Rio Grande do Sul. O encaminhamento desta iniciativa não exclui a possibilidade de outras medidas discutidas e propostas pelo Sistema Estadual de Defesa do Consumidor do Rio Grande do Sul.

R7

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Brasil

Com chances de derrotas para o governo, Congresso realiza primeira sessão do ano, nesta quinta (9)

O plenário do Congresso NacionalFoto: Agência Senado

O Congresso deve se reunir nesta quinta-feira (9) para fazer a primeira sessão de análise de vetos presidenciais do ano. A tendência é que o Palácio do Planalto sofra diversas derrotas nas votações previstas para hoje. Um dos poucos acordos avançados entre o Poder Executivo e o Legislativo está nos vetos no orçamento, que ainda assim o governo precisou ceder em parte ao Congresso.

Por conta da ausência da sessão com senadores e deputados — nenhuma foi realizada ainda em 2024 —, outros temas também considerados importantes pelos parlamentares estão indefinidos, como mudanças na lei dos agrotóxicos, vetos nas leis orgânicas dos Policiais Militares e Civis, na lei geral do esporte, na regulamentação das apostas esportivas e na previsão de reserva de, no mínimo, 30% de recursos a programas de moradia, como o Minha Casa Minha Vida, para cidades com até 50 mil.

A sessão também deverá analisar dois projetos para mitigar os efeitos das enchentes no Rio Grande do Sul. Um dos textos retira as burocracias que existem quando um parlamentar quer mudar o direcionamento das emendas de seu estado para outro. Dessa forma, bastará o deputado ou senador enviar autorização para o remanejamento ao governo. A outra passa as emendas parlamentares direcionadas ao Rio Grande do Sul à frente na fila de pagamentos de todas as emendas. Os dois projetos foram aprovados pela Comissão Mista de Orçamento (CMO) ontem.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva vetou R$ 5,6 bilhões das emendas de comissão. A ideia agora é que o veto seja mantido parcialmente e que o governo recupere R$ 3,6 bilhões para os parlamentares, com a divisão sendo de dois terços para a Câmara e um terço para o Senado.

Ao todo, o Congresso havia aprovado a destinação de R$ 16,7 bilhões para emendas de comissão neste ano. Com o veto de Lula a parte dos recursos, o montante passou para R$ 11,3 bilhões, ainda assim acima dos R$ 6,8 bilhões de 2023. Esse tipo de emenda não tem o pagamento obrigatório, mas foi incrementado após o fim do orçamento secreto e passou a servir de moeda política para congressistas negociarem apoio ao Planalto.

Para viabilizar o acordo que retoma R$ 3,6 bilhões, o governo articulou a aprovação de um projeto de lei que antecipa R$ 15,7 bilhões em despesas neste ano. O dispositivo foi incluído no projeto de lei que recria o seguro DPVAT (Danos Pessoais por Veículos Automotores Terrestres). Apesar de a base do governo ter sido bem sucedida ao conseguir aprovar o texto, a iniciativa passou com uma margem bastante apertada. O número de votos favoráveis foi 41, justamente o mínimo necessário para a iniciativa ser enviada para a sanção.

Parlamentares da base do governo também avaliam que há maioria para manter o veto no calendário de liberação de emendas, que estabelece um cronograma definido até o dia 30 de junho, visto que esse ano é de eleições municipais e os parlamentares querem garantir os repasses. Como forma de convencer os deputados e senadores a manter o veto, o ministro da Secretaria de Relações Institucionais, Alexandre Padilha, afirmou que irá liberar as emendas no primeiro semestre mesmo sem um calendário definido.

Por isso, o acordo em relação às emendas de comissão têm sido tratado como prioridade por articuladores políticos do Planalto, como uma espécie de “contenção de danos” para evitar uma derrota maior. Neste caso, a negociação é para preservar algumas das decisões do presidente.

De acordo com o líder do governo no Congresso, Randolfe Rodrigues (Sem partido-AP), há uma tentativa de adiar alguns dos vetos, como os feitos, ainda no governo de Jair Bolsonaro, na cobrança de bagagens em viagens aéreas e a lei geral de esporte, sancionada por Lula ano passado, com alguns vetos parciais.

Alguns do vetos que serão analisados

‘Saidinhas’: Lula vetou o ponto central do projeto alegando que proibir presos de saírem da cadeia para visitar a família contraria a Constituição, fere o princípio da dignidade humana e está em desacordo com convenções internacionais.

Lei das PMs: Foram vetados 28 trechos da Lei Orgânica das Polícias Militares por gerar encargos financeiros à União e aos estados sem a previsão orçamentária, como pensão para o cônjuge ou dependente quando o militar for preso.

Ações de moradia: A previsão de reserva de, no mínimo, 30% de recursos a programas de moradia, como o Minha Casa Minha Vida, para cidades com até 50 mil habitantes foi vetado. Parlamentares têm interesse na derrubada por ser ano eleitoral.

Uso de agrotóxicos: Lula descartou da lei de uso de agrotóxicos o trecho que centralizava no Ministério da Agricultura a coordenação de reanálises de riscos e alterações nos produtos já registrados e excluía a Anvisa e o Ibama da ação.

Emendas e calendário: O presidente vetou R$ 5,6 bilhões de emendas de comissão não obrigatórias e barrou o dispositivo que torna obrigatório o empenho das emendas parlamentares obrigatórias até o dia 30 de junho.

Lei Geral do Esporte: Há vetos como o que barrou a criação da Autoridade Nacional para Prevenção e Combate à Violência e à Discriminação no Esporte. O veto foi decidido pela Casa Civil, por questões jurídicas.

Taxação das ‘bets’: O trecho prevendo que prêmios de até R$ 2.112 ficariam livres de tributação foi barrado. O veto foi recomendado pelo Ministério da Fazenda sob alegação de “isonomia tributária”.

Vítimas de barragens: A lei que institui a política nacional de direitos das populações atingidas por barragens foi sancionada por Lula com vetos aos trechos que garantiam a aplicação das regras a casos já ocorridos.

O Globo

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Economia

Venda de arroz é limitada em supermercados do país

Foto: Reprodução

Usuários das redes sociais começaram a publicar fotos de anúncios de supermercados que estão limitando a compra de arroz em suas unidades.

Essa restrição tem como objetivo evitar a falta do produto nas prateleiras, principalmente em meio às enchentes que têm ocorrido no Rio Grande do Sul, estado responsável por 70% da produção nacional de arroz.

Uma das redes de supermercados mais populares do estado de Minas Gerais, o Supermercados BH, informou à Folha de S. Paulo, que implementou medidas preventivas para garantir um suprimento contínuo de arroz. Nas unidades da rede, os clientes estão limitados a comprar no máximo cinco pacotes de arroz. A rede afirma que não haverá falta do produto em suas lojas.

A rede Mart Minas, também em Belo Horizonte, adotou uma medida semelhante, permitindo aos clientes comprar no máximo cinco fardos de arroz, o equivalente a 30 pacotes. O objetivo é garantir que o fornecimento seja distribuído de forma equitativa, permitindo que todos os clientes tenham acesso ao arroz necessário para atender às suas demandas.

Venda de arroz limitada em outros estados

Usuários do Twitter também compartilharam fotos de supermercados em outros estados, como Ceará e Espírito Santo, adotando essa mesma medida. No entanto, não há relatos de grandes redes orientando suas unidades a restringir a compra de arroz.

O que diz o ministro da Agricultura

O ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, disse que a compra será realizada pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), vinculada ao Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), diretamente do mercado externo.

O ministro acredita que a maior parte desse arroz será proveniente dos países membros do Mercosul, como Argentina, Paraguai, Uruguai e Bolívia, devido aos menores custos e à proximidade geográfica.

O Antagonista

 

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Brasil

Governo Lula mentiu ao afirmar que não dispensou oferta de ajuda do Uruguai ao RS

Foto: Henry Chazan/Divulgação

A Secom (Secretaria Especial de Comunicação Social) do governo Lula (PT) mentiu, nesta quarta-feira (8), ao afirmar em nota oficial que o governo brasileiro não recusou oferta de ajuda do Uruguai para operações de socorro às vítimas das cheias no Rio Grande do Sul.

Na terça (7), a Folha revelou que o governo Lula dispensou uma oferta de ajuda do Uruguai por lanchas, um avião e drones para auxiliar no resgate às vítimas das enchentes no Rio Grande do Sul.

A solicitação envolvia o empréstimo de duas lanchas motorizadas, com as suas tripulações, dois drones para busca de pessoas em situação de isolamento, com os respectivos operadores uruguaios, e de um avião de transporte Lockheed KC-130 H Hercules. A aeronave serviria para levar as lanchas às regiões afetadas e também poderia ser usada para transportar doações humanitárias que estão sendo recolhidas no Uruguai.

O pacote de ajuda humanitária partiu de uma solicitação formalizada pelo governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), no sábado (4).

Folha de S. Paulo

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Brasil

Câmara gasta R$ 100 mil para Gervásio Maia e seis deputados passarem 1º de maio em Cuba

Foto: Reprodução

A Câmara dos Deputados gastou quase R$ 100 mil para seis deputados de partidos de esquerda viajarem a Cuba para participar das comemorações do Dia do Trabalhador, no 1º de maio, em Havana.

Segundo dados da Câmara, viajaram a Cuba os deputados Fernando Mineiro (PT-RN), Lídice da Mata (PSB-BA), Alice Portugal (PCdoB-BA), Gervásio Maia (PSB-PB), Tarcísio Motta (PSol-RJ) e Marcio Jerry (PCdoB-MA).

Os parlamentares ficaram na capital cubana entre os dias 29 de abril e 3 de maio. Todos eles receberam diárias e tiveram as passagens aéreas pagas pela Câmara, totalizando um gato de R$ 97,5 mil.

Houve, porém, variações no valor das passagens. Fernando Mineiro, por exemplo, informou à Câmara ter gasto R$ 8,4 mil no bilhete aéreo, enquanto os outros parlamentares informaram custo em torno de R$ 5 mil cada.

Segundo os deputados, o objetivo da viagem era participar de reuniões na Assembleia do Poder Popular, de encontros da Internacional de Solidariedade com Cuba e das celebrações do Dia do Trabalhador.

Confira os gastos de cada um dos deputados na viagem a Cuba:

 

Fernando Mineiro (PT-RN)

Diárias: R$ 10.169,28

Passagem: R$ 8.486,56

 

Tarcísio Motta (PSol-RJ)

Diárias: R$ 11.461,99

Passagem: R$ 4.997,11

 

Gervásio Maia (PSB-PB)

Diárias: R$ 10.169,28

Passagem: R$ 5.378,67

 

Alice Portugal (PCdoB-BA)

Diárias: R$ 10.246,32

Passagem: R$ 4.872,30

 

Lídice da Mata (PSB-BA)

Diárias: R$ 10.246,32

Passagem: R$ 5.928,07

 

Marcio Jerry (PCdoB-MA)

Diárias: R$ 10.169,28

Passagem: R$ 5.455,18

 

Total: R$ 97.580,36

 

Metrópoles

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Saúde

AstraZeneca para de fabricar e distribuir vacina contra a covid

Foto: Reprodução

A AstraZeneca começou a retirar sua vacina contra a covid-19 do mercado mundial e vai parar de fabricá-la. Segundo a farmacêutica, a medida é por razões comerciais, uma vez que há um “excedente de imunizantes” que foram atualizados para novas variantes do Sars-CoV-2.

A companhia já havia enviado, em março, um pedido à UE (União Europeia) para a retirada voluntária da “autorização de introdução no mercado”. A solicitação foi aceita e entrou em vigor na 3ª feira (7.mai.2024). A Vaxzevria, como a vacina é chamada, tem sido alvo de escrutínio por causa de um efeito adverso raro do imunizante.

AstraZeneca reconheceu pela 1ª vez diante da Justiça que a sua vacina contra a covid-19 pode causar um “efeito adverso raro”. A farmacêutica é alvo de uma ação coletiva em que 51 famílias pedem indenização de até £ 100 milhões (cerca de R$ 650 milhões).

A farmacêutica disse, em documentos anexados ao processo, que o imunizante “pode, em casos muito raros, causar síndrome de trombose com trombocitopenia”. Chamada de TTS, a condição é caracterizada pela formação de coágulos de sangue e pode ocasionar o entupimento de veias e artérias.

Em comunicado citado pelo The Telegraph, a AstraZeneca afirmou estar “extremamente orgulhosa” do papel que a sua vacina desempenhou na pandemia.

“De acordo com estimativas independentes, mais de 6,5 milhões de vidas foram salvas só no 1º ano de utilização e mais de 3 bilhões de doses foram distribuídas”, lê-se na nota.

“O nosso trabalho foi reconhecido pelos governos de todo o mundo e é amplamente considerado como tendo sido um componente crítico para acabar com a pandemia global”, acrescenta.

“Como, desde então, foram desenvolvidas múltiplas vacinas para variantes da covid-19, há um excedente de imunizantes atualizados disponíveis. Isto levou a um declínio na procura pela Vaxzevria, que já não é fabricada nem fornecida. A AstraZeneca tomou, portanto, a decisão de iniciar a retirada das autorizações de introdução no mercado da Vaxzevria na Europa”, diz o comunicado.

E completa: “Faremos parceria com autoridades reguladoras em todo o mundo para iniciar a retirada da autorização de comercialização da Vaxzevria”.

Poder360

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Sem categoria

Abril de 2024 foi o mais quente da história, diz observatório Copernicus

Semana começa com onda de calor extrema ainda ativa no Sudeste e  Centro-Oeste do Brasil | CNN BrasilFoto: John Wessels/AFP

Dados do observatório Copernicus, da Agência Espacial Europeia, indicam que abril de 2024 teve as temperaturas mais elevadas para esse mês já registradas na série histórica. A média global foi de 15,03°C no período, ficando 0,14°C acima do máximo anterior, de 2016.

No mês passado, os termômetros ficaram 0,67°C além da média para abril entre 1991 e 2020. Em relação à estimativa para o período pré-industrial (1850-1900) —anterior aos maiores efeitos do aquecimento global—, a alta foi de 1,58°C.

Os resultados do boletim climático —feito com base em análises geradas por computador a partir de bilhões de medições de satélites, aeronaves, embarcações e estações meteorológicas de todo o mundo— mostram que o planeta segue apresentando uma sequência de novos recordes de calor após 2023, que foi classificado pelo Copernicus e por outras instituições de pesquisa como o ano mais quente da história da humanidade.

Folha de S. Paulo

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Polícia

Tiroteio durante operação da PM deixa dois suspeitos mortos e um ferido, em João Pessoa

Foto: Reprodução

Uma operação da Polícia Militar, na madrugada desta quarta-feira (8), no bairro São José, em João Pessoa, deixou duas pessoas mortas e uma baleada. Durante ação, foram apreendidos armas, munições e drogas. Além disso, um homem foi preso.

Segundo a Polícia Militar, as autoridades foram acionadas por moradores que relataram que havia um grupo de suspeitos armados fazendo uma barreira e controle na entrada da comunidade.

Ao chegar ao local, os policiais foram recebidos com disparos de armas de fogo pelos suspeitos, que resultou em um deles sendo ferido a bala e dois mortos. As vítimas chegaram a serem socorridos e encaminhados para o Hospital de Emergência e Trauma da capital.

Os homens ainda não foram identificados, mas de acordo com o hospital, entre os pacientes está um homem de 35 anos, que passou por procedimentos médicos e segue com o quadro clínico estável.

As outras vítimas, dois homens com aproximadamente 28 anos, foram conduzidos por uma viatura Polícia Militar, mas ambos não resistiram aos ferimentos e morreram ao chegar ao hospital.

Portal Correio

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Brasil

Uruguai oferece ajuda para socorrer o Rio Grande do Sul, mas governo Lula dispensa

Estava previsto que o Uruguai enviaria lanchas, um avião e drones para ajudar o Estado gaúcho em meio à calamidade que assola o Rio Grande do Sul | Foto: Valter Campanato/Agência Brasilfoto: Ricardo Stuckert

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva dispensou a ajuda do Uruguai para o Rio Grande do Sul. O governador gaúcho, Eduardo Leite, havia pedido auxílio ao país vizinho por apoio ao resgate das vítimas das enchentes no Estado. As informações foram divulgadas nesta terça-feira, 7, pelo jornal Folha de S.Paulo.

Estava previsto que o Uruguai enviaria lanchas, um avião e drones para ajudar o Estado gaúcho em meio à calamidade que já resultou em 95 mortes.

A aeronave serviria para levar as lanchas às regiões afetadas. Também seria usada para transportar doações humanitárias que são recolhidas no Uruguai. O Brasil rejeitou a ajuda mesmo com o aval do governo uruguaio para ajudar os gaúchos. O argumento foi de que, no momento, a ajuda não é necessária.

“Recebemos a informação extraoficial de que o comando [operacional] no Rio Grande do Sul achou que não era necessário”, disse à Folha de S.Paulo José Henrique Medeiros Pires, secretário-executivo do governo do Rio Grande do Sul.

De acordo com Pires, com a luz verde de Montevidéu, a solicitação foi encaminhada à Agência Brasileira de Cooperação (ABC). O órgão é vinculado ao Itamaraty.

Em nota, o ministério da Defesa informou que o Comando Militar Conjunto “declinou da oferta da aeronave por restrições de pistas disponíveis para pouso em Porto Alegre”.

“O Brasil possui a aeronave KC 390, que atende à necessidade dos transportes, pois pousa em pista menor e transporta maior carga”, comunicou o Ministério da Defesa, em nota. “O trabalho de resgate e apoio humanitário é feito com 243 embarcações e drones das Forças Armadas.”

Ainda segundo Pires, há outros aeroportos operacionais que estão em condições para receber a aeronave uruguaia no Estado.

Revista Oeste 

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Brasil

Eleitores tem até esta quarta-feira (8) para emitir ou regularizar o título

Foto: TRE-MS/Arquivo g1

Termina nesta quarta-feira (8) o prazo para emissão ou regularização do título de eleitor. Passado o fim do prazo, serviços como atualização de dados pessoais e transferência de município ou local de votação ficam indisponíveis.

Em 6 de outubro de 2024, tem eleições para prefeito e vereadores nos 5.570 municípios brasileiros. O segundo está marcado para 27 de outubro.

O atendimento presencial pode ser agendado pela internet.

Além do atendimento presencial, os eleitores podem usar o autoatendimento eletrônico. O serviço, no entanto, está bloqueado para quem não fez a biometria, como é o caso de quem vai emitir o título pela primeira vez.

O autoatendimento eletrônico deve ser feito no site do TSE.

Documentos necessários para emitir ou regularizar o título de eleitor

  • Documento oficial de identidade com foto ou certidão de nascimento ou de casamento
  • Comprovante de residência, que deverá estar em nome do requerente, ou dos pais, ou do cônjuge do requerente (desde que possuam o mesmo sobrenome)
  • Se houver débito com a Justiça Eleitoral, levar o comprovante de pagamento
  • Se o requerente for do gênero masculino, levar o comprovante de quitação do serviço militar (o alistamento é obrigatório a partir dos 18 anos, mas jovens eleitores de 16 e 17 anos podem tirar o título e exercer seu direito ao voto)

Quem não votou nas últimas eleições e possui multa com a Justiça Eleitoral pode regularizar sua situação pela internet.

Transferência do título para outra cidade ou outro local de votação

O eleitor que deseja transferir seu título ou transferir o seu local de votação dentro da mesma cidade, seja pelo autoatendimento ou atendimento presencial, deve primeiro consultar a sua situação eleitoral. Esse serviço também segue a regra da biometria, ou seja, quem nunca realizou a coleta deve optar pelo atendimento presencial.

Um comprovante de vínculo com o município, seja residencial, familiar, profissional, comunitário ou afetivo, deve ser apresentado na opção de transferir o local de voto.

Regularização do título de eleitor

Para regularizar o título é preciso escolher a opção “regularize seu título eleitoral cancelado” no site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Atualização de dados pessoais

Quem deseja apenas atualizar seus dados pessoais também deve obter o cadastro biométrico. Tendo a biometria, a atualização pode ser feita pelo autoatendimento online. Quem não possui, deve agendar um atendimento presencial.

G1

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.