Brasil

O X vai voltar? Como fica polêmica após novos desdobramentos no Brasil

 (Imagem: RAFAEL ROSA/Agencia Enquadrar/Folhapress)Foto: RAFAEL ROSA/Agencia Enquadrar/Folhapress

O retorno definitivo da rede social X no Brasil depende do cumprimento das exigências estabelecidas pela Justiça brasileira. Apesar do avanço nos últimos dias, ainda há pendências.

A plataforma voltou a operar brevemente no país nessa quarta-feira (18), após uma mudança no IP da rede de Elon Musk “driblar” o bloqueio das operadoras imposto pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes.

No entanto, a reativação não durou muito. A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) solicitou novo bloqueio às operadoras, e a Associação Brasileira de Provedores de Internet e Telecomunicações (Abrint) informou que o X foi bloqueado novamente nesta quinta (19/9).

O que já foi cumprido e o que falta cumprir?

A rede social de Elon Musk atendeu a duas das três exigências estabelecidas pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF, para operar legalmente no Brasil:

  1. Suspensão de contas: perfis ligados à disseminação de desinformação e discursos antidemocráticos foram removidos da plataforma; entre eles, o do blogueiro Allan dos Santos, o do youtuber Monark e o do ex-comentarista Paulo Figueiredo. A remoção dessas contas era uma das principais demandas da Justiça brasileira.
  2. Pagamento de multas: as multas impostas pelo STF, que somam R$ 18 milhões, foram quitadas. O pagamento ocorreu mediante o bloqueio de valores da Starlink, outra empresa de Musk.

O único ponto pendente para que o X volte a funcionar de forma regular no Brasil é a nomeação de um representante legal no país.

Metrópoles

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Brasil

Banco Central informa vazamento de chaves Pix da Shopee

Shopee recebe certificado do Remessa Conforme e isenção para compras de até  US$ 50 passa a valer

Dados pessoais vinculados a chave Pix sob responsabilidade da Shopee foram vazados após “falhas no sistema”, informou o Banco Central (BC) em comunicado nesta quinta-feira (19).

Segundo a autarquia, não foram expostos dados sensíveis, como senhas, informações de movimentações ou saldos financeiros. Também não houve vazamento de informações sob sigilo bancário.

As informações vazadas, pontou o BC, são de natureza cadastral, que não permitem movimentação de recursos, nem acesso às contas ou a outras informações financeiras”.

“O BC informa que foram adotadas as ações necessárias para a apuração detalhada do caso e serão aplicadas as medidas sancionadoras previstas na regulação vigente”.

As pessoas que tiveram seus dados cadastrais obtidos a partir do incidente serão notificadas exclusivamente por meio do aplicativo ou pelo internet banking de sua instituição de relacionamento.

“Nem o BC nem as instituições participantes usarão quaisquer outros meios de comunicação aos usuários afetados, tais como aplicativos de mensagem, chamadas telefônicas, SMS ou e-mail”, destaca a autarquia em nota.

A Shopee ainda não se manifestou até a publicação deste texto.

CNN

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Brasil

X decide cumprir decisões de Moraes para voltar a atuar no Brasil, dizem advogados

Foto: Reprodução

Advogados, que estão à frente da defesa do X no Supremo Tribunal Federal, relataram à CNN, na manhã desta quinta-feira (19), que o corpo jurídico do empresário Elon Musk nos Estados Unidos foi convencido de que, para voltar a atuar no Brasil, seria necessário cumprir as decisões do ministro Alexandre de Moraes.

De acordo com essas fontes, Musk concordou e os perfis, que tinham ordem de bloqueio, estão sendo restringidos desde ontem à noite.

Em outro gesto à Corte, também ontem à noite, o X peticionou ao STF, dizendo que o retorno da rede no país, nesta quarta-feira (18), aconteceu devido a uma falha técnica e não foi feito de forma dolosa.

A nova estratégia jurídica ocorreu após uma reviravolta na equipe que faz a defesa do X no Brasil. O escritório Pinheiro Neto, um dos maiores do Brasil e que defendia a empresa no país, havia deixado o caso na semana passada.

A causa foi encaminhada a uma nova advogada e, depois, retornou novamente ao escritório Pinheiro Neto, que assina a petição desta quarta-feira à noite (18).

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Polícia

Marido de Raíssa Lacerda chega à sede da PF e atribui prisão a ‘perseguição política’

 

O marido da vereadora Raissa Lacerda compareceu, na manhã desta quinta-feira (19) a sede da Polícia Federal, em João Pessoa. Roberto Azevedo é gerente executivo das Casas da Cidadania, na Paraíba.

Ele não quis gravar com a imprensa, mas atribuiu a prisão de Raíssa a perseguição política.

A vereadora foi presa na manhã durante a segunda fase da Operação Território Livre, deflagrada pela Polícia Federal em João Pessoa. A investigação é contra aliciamento eleitoral violento de eleitores. Raíssa já havia sido alvo de mandados de busca e apreensão no último dia 10, quando foram apreendidos contracheques de servidores municipais, R$ 35 mil em dinheiro e joias na casa de Raissa.

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Sem categoria

PF detalha como funcionava esquema de aliciamento de eleitores em João Pessoa

A Polícia Federal detalhou como funcionava o esquema suspeito de aliciar violentamente eleitores em bairros de João Pessoa.

Segundo a PF,  um dos alvos, Pollyanna Monteiro Dantas dos Santos, usa o poder para determinar quem deve ser votado no Bairro São José.

Já Taciana Batista do Nascimento, era usada por Pollyana para exercer influência na comunidade, seu braço direito, ligada a ONG Ateliê Vida.

Por fim, Kaline Neres do Nascimento Rodrigues assessora de Raíssa Lacerda no alto do Mateu, tem ligação com uma facção criminosa do bairro e tentava coagir os votos em determinados candidatos.

De acordo com a PF, a suspeita é de que o grupo estaria se utilizando de meios ilegais para tentar obrigar que as pessoas de determinados bairros votassem na candidata.

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Política

Diálogo sugere acordo de traficante com filha do prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena

Filha do prefeito Cícero Lucena está entre os alvos de operação da PF contra grupo criminoso | Paraíba | G1

Uma troca de mensagens atribuída a um líder da facção e a Janine Lucena, secretária de Saúde de João Pessoa e filha do prefeito e candidato à reeleição na cidade, Cícero Lucena (PP), sugere um acordo entre eles de troca de cargos por acesso a comunidades comandadas pelo crime.

O UOL teve acesso exclusivo às mensagens que foram interceptadas durante uma investigação de um suspeito de tráfico de drogas em julho de 2022, período de pré-campanha eleitoral, pela força-tarefa formada por Ministério Público e as polícias Militar, Civil e Federal da Paraíba.

A defesa de Janine afirma que ela “não reconheceu nenhuma das mensagens lá descritas, não sabendo as origens das mesmas nem tampouco sua finalidade real” (leia a nota completa abaixo).

No documento, são transcritas dezenas de mensagens de um número atribuído a Janine com Jossiênio Silva dos Santos, também conhecido como Ênio Chinês, apontado como conselheiro da Nova Okaida, considerado o grupo criminoso mais forte do Estado.

As informações foram retiradas após apreensão do celular de Ênio (leia o diálogo completo abaixo).

Segundo apurou a coluna, Ênio foi detido no último dia 3 de maio após pedido de prisão preventiva da 2ª Vara de Entorpecentes da Comarca de João Pessoa. Ele não tem advogado no processo e é atendido pela Defensoria Pública do Estado, e por isso o UOL não conseguiu contato.

A conversa integra a operação Mandare, em que a Polícia Federal cumpriu mandados de busca e apreensão na Paraíba em maio deste ano — entre eles contra Janine — para apurar uma suposta atuação da Okaida no poder público municipal. As investigações ainda estão em curso e seguem sob sigilo. O caso está em segredo de Justiça.

O que diz o diálogo

A conversa entre os dois ocorreu em 25 de julho de 2022. Segundo o documento obtido pelo UOL, ela “retrata acordo e o beneficiamento de pessoas ligadas a ele como exigência para o trânsito em comunidades sob seu domínio”.

Nas mensagens, Ênio reclama que quer melhores salários para a esposa e a filha e cobra uma ajuda de custo. Ênio diz ser “dono” de comunidades e avisa a Janine que pessoas estariam “barradas” de entrar nas comunidades até resolver a situação.

Em resposta, o número atribuído a Janine diz que “cumpriu o acordo” e estava tratando da nova reivindicação com uma pessoa chamada Patrícia, identificada pelos policiais como esposa de Ênio, e irmã de outros dois membros da facção.

No relatório, as autoridades informam que Patrícia tinha cargo de auxiliar de sala de aula desde junho daquele ano, e em junho de 2022 recebeu salário bruto de R$ 1.679,13. Já a filha tinha cargo de auxiliar administrativo com salário de R$ 2.658,17 no mesmo período. Nenhuma das duas segue nos cargos.

Defesa nega e fala em montagem

Em nota, Janine nega que o diálogo seja de sua autoria. Veja o pronunciamento na íntegra:

“Estranhamente e com fins claramente eleitorais, Janine Lucena se viu envolvida na investigação por supostamente ter trocado mensagens com um dos investigados.

Ao ter contato com as provas da investigação de plano não se reconheceu nenhuma das mensagens lá descritas, não sabendo as origens das mesmas nem tampouco sua finalidade real.

Janine Lucena, que já tinha fornecido o seu celular a Polícia Federal, quando do seu depoimento como testemunha restou constatado que nenhuma daquelas mensagens a ela atribuídas constava em seu celular.

Por tais razões Janine Lucena não foi sequer indiciada pela polícia, razão pela qual ela possui atualmente TODAS AS CERTIDÕES NEGATIVAS de primeira e segunda instância da Justiça Federal e Justiça Estadual. Por isso a defesa informa que Janine Lucena não é sequer investigada.

Com base nestas certidões, a Justiça eleitoral da Paraíba já julgou PROCEDENTE diversas representações contra os candidatos de oposição que irresponsavelmente tentaram envolver o município de João Pessoa e seus Secretários com o crime organizado.

Por fim Janine Lucena continua a disposição e na intenção plena de colaborar com os órgãos de investigação, ao tempo em que continuará a se utilizar do Poder Judiciário, para reparar qualquer injusta agressão como tem ocorrido na propagando polícia do Município de João Pessoa.”

Questionada pela coluna sobre como Janine explicaria mensagens captadas de um número ligado a ela, a defesa afirmou que “quando da pericia não se encontrou tais mensagens no celular dela”.

“Ela espera que a polícia possa responder, pois inclusive pode ser montagem”, disse.

Opositores denunciaram ligação

Candidatos que concorrem contra Cícero em João Pessoa se uniram e denunciaram, no último dia 11, uma suposta “ação e influência de facções criminosas nas eleições”.

Luciano Cartaxo (PT), Marcelo Queiroga (PL) e Ruy Carneiro (Podemos) afirmaram que Cícero teria ligações com o crime organizado e pediram uma quebra de sigilo das operações da PF e tropas federais ao TRE.

Eles relataram que têm tido dificuldades para fazer campanhas em muitas comunidades porque estariam sendo impedidos por facções. Também citaram um medo que eleitores estariam em colocar adesivos nos carros.

Carneiro já tinha feito uma denúncia, no primeiro dia de campanha, quando foi ao bairro do Cristo, mas o dono de um circo onde o evento ocorreria relatou ordem da facção Nova Okaida para cancelar a reunião.

No último dia 11, a PF deflagrou a Operação Território Livre para investigar crimes de aliciamento de eleitores no bairro de São José. Na operação, foram apreendidos R$ 35 mil em espécie, documentos, celulares e contracheques de funcionários da prefeitura da capital.

A campanha de Cícero Lucena disse que os candidatos fazem “um posicionamento antagônico às tradições democráticas da Paraíba” para “macular a sua imagem e a imagem da cidade de João Pessoa.”

A Prefeitura de João Pessoa lamentou o que chamou de “tentativa de utilização de tais fatos para insinuar o envolvimento de qualquer autoridade do Executivo municipal com eventos dessa natureza”.

Ênio – 15:53 – Boa tarde
15:53 – Janine
15:54 – Olha, essas pessoas aqui estão barradas de entrar nas minhas comunidades, viu?
15:56 – Os ônibus que forem mandados por essas pessoas vão voltar vazios, eu já falei com meu pessoal. Todas elas não entram mais em lugar meu, não, viu?
15:57 – E agora para resolver qualquer coisa vai ter que chegar em mim
15:59 – Eu não vou mais deixar mais ninguém entrar nos meus lugares sem resolver comigo como vai ser mesmo.
15:59 – Porque esse pessoal aí ganha as coisas em cima de mim no meu lugar, e eu não vou aceitar mais não
16:01 – Socorro Gadelha e Carla ficam se beneficiando das minhas comunidades, ganhando as coisas
16:02 – E eu não ganhou nada. O povo que eu conheço que apoia vocês é beneficiado
16:03 – Com alguma coisa
16:04 – Eu não vou deixar entrar ninguém mais, não
Janine 16:10 – Oi
16:11 – estava falando com Patrícia [esposa de Ênio]
16:11 – A gente achava que estava tudo certo com vocês
16:11 – Achava que o pessoal de lá tinha falado com vocês antes
16:11 – Mas eu já disse a ela que ia falar para Socorro
16:12 – Foi o que eu disse a Patrícia
16:13 – A gente não tem culpa nisso pois achávamos que como o do residencial tinha tratado com Socorro que era com autorização de vocês.
16:13 – Porque a gente sabe que só fazem com autorização [às 16:25 ele responde essa: “mas eu não mandei”]
Ênio – 16:24 – Seguinte é esse, Janine: nas eleições passadas eu não ganhei nada; minha mulher e filha estão ganhando um salário igual a todo mundo e isso não tá certo, não. Coloquei o povo para trabalhar e não ganhei nada com isso, era pra estar ganhando uma ajuda de custo igual a outros meus parceiros aí, tá entendendo?
16:24 – E nessas eleições agora vai ficar do mesmo jeito? Não quero, não. Está errado isso aí. Agora o seguinte é esse: só entra nas minhas comunidades se falarem comigo. Já que não conseguiram uma transferência para mim, então quero uma ajuda de custo, sim. Eu faço e faço e não estou ganhando nada.
16:26 – E já que as localidade que sou eu que comando, então vai ser da minha maneira também. Eu ajudo, sim, mas tem que fazer do meu jeito também, no salário da minha mulher, da minha filha e uma ajuda de custo para mim.
16: 28 – E se não quiser dessa maneira, não tem problema, mas nas minhas comunidades não entra, não.
16:28 – E eu quero resolver logo isso agora porque, da outra vez, deixei passar, mas hoje não vou deixar passar, não
Janine – 16:29 – Eu vou conversar com Patrícia.
16:29 – Mas tudo que combinei com ela eu cumpri
Ênio – 16:34 – Mas agora é comigo, não é mais com minha mulher, não. Eu fiquei calado da outra vez, mas agora é dessa maneira.
Janine – 16:38 – Tranquilo
16:38 – Eu falo com ela porque, da outra vez, você mesmo disse para tratar com ela.
16:38 – E o que ela me passa, eu sei que é em acordo com você
Ênio – 16:44 – E eu também não vou ficar ganhando nada? Na época de Nilvan eu recebi proposta melhor, mas eu já tinha dado a minha palavra a vocês.
Janine – 16:48 – Quando conversei com Patrícia, o pedido dela foi para arrumar algo para ela e para a filha, e foi cumprido.
17:16 – Já marquei com Patrícia
17:16 – Vou conversar pessoalmente com ela.

Carlos Madeiro – UOL

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Polícia

Vereadora Raíssa Lacerda é presa pela Polícia Federal suspeita de aliciamento violento de eleitores

Já estava escrito no Céu', afirma Raíssa Lacerda após ser empossada como  vereadora | WSCOM

A vereadora Raissa Lacerda (PSB) foi presa na manhã desta quinta-feira (19) durante a segunda fase da Operação Território Livre, deflagrada pela Polícia Federal em João Pessoa. A investigação é contra aliciamento eleitoral violento de eleitores. Raíssa já havia sido alvo de mandados de busca e apreensão no último dia 10, quando foram apreendidos contracheques de servidores municipais, R$ 35 mil em dinheiro e joias na casa de Raissa.

Uma assessora da vereadora também foi conduzida pelos agentes da PF que cumpriram mandados na casa dela, no Alto do Mateus.

A propósito da Operação Território Livre, a Câmara Municipal de João Pessoa emitiu a seguinte nota:

A Câmara Municipal de João Pessoa informa que a sua Procuradoria-Geral vem acompanhando de perto os desdobramentos da Operação Território Livre, da Polícia Federal. Informa ainda que a Casa do Povo, composta por representantes legítimos da população, confia no trabalho da Justiça e no devido processo legal.

Por fim, ressalta que a Casa de Napoleão Laureano e seus representantes defendem de forma intransigente o direito constitucional de ir e vir das pessoas e vão acompanhar de perto o desenrolar das investigações.

BG com Parlamento PB

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Polícia

PF prende assessora de Raíssa Lacerda em operação que investiga aliciamento violento de eleitores, na capital

Uma assessora da vereadora Raíssa Lacerda (PSB) foi conduzida pela Polícia Federal durante a segunda fase da operação Território Livre, que investiga o aliciamento violento de eleitores praticado por organizações criminosas, em João Pessoa.

De acordo com a PF, a suspeita é de que o grupo estaria se utilizando de meios ilegais para tentar obrigar que as pessoas de determinados bairros votassem na candidata.

Primeira fase

Um dos mandados cumprido na rpiemria fase da operação foi na casa da vereadora (também candidata ao cargo), Raíssa Lacerda (PSB). Na casa da parlamentar foram apreendidos dinheiro em espécie, aparelhos celulares e contracheques de funcionários da prefeitura de João Pessoa.

Nas diligências realizadas na semana passada, foram apreendidos, o montante de 35 mil reais em dinheiro, vários documentos com dados pessoais de diversas pessoas, que não eram residentes no local da busca, além de contracheques de funcionários da prefeitura e aparelhos celulares, provas que podem indicar materialidade e autoria e reforçar os elementos já colhidos durante a investigação policial, objetivando a responsabilização dos envolvidos pelos crimes eleitorais praticados

Blog do BG PB

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Eleições 2024

VÍDEO: Candidato a vereador é preso após jogar latinha de cerveja em Bruno Cunha Lima, em CG

O candidato a vereador João Paulo (Agir), foi preso na noite desta quarta-feira (19) após arremessar uma latinha de cerveja no candidato a prefeito de Campina Grande, Bruno Cunha Lima (União). O caso aconteceu na saída de um debate

Nas imagens obtidas pelo Blog do BG, é possível ver o momento em que a latinha tira um ‘fino’ da cabeça de Bruno. JOão Paulo foi conduzido para uma delegacia, onde foi ouvido.

Blog do BG PB

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Economia

Gasolina mais cara do país está no Norte e Nordeste, aponta ANP

Foto: Reprodução

Os dez estados com a gasolina mais cara do Brasil no primeiro semestre de 2024 estão nas regiões Norte e Nordeste. Acre, Amazonas, Rondônia, Roraima e Rio Grande do Norte lideram a lista, com o preço médio do litro chegando a R$ 6,38 — 90% acima da média nacional de R$ 5,78 para o período.

Os dados são da Agência Nacional do Petróleo (ANP) e consideram os preços praticados entre janeiro e junho em 122,5 mil postos de combustíveis em todo o país.

O Acre foi o estado com a gasolina mais cara do Brasil no primeiro semestre de 2024. Dados mostram que o preço médio do litro no estado foi de R$ 6,98.  Em seguida, o Amazonas apresentou o litro da gasolina a uma média de R$ 6,43. A cidade de Tefé, localizada a aproximadamente 523 quilômetros de Manaus, teve a gasolina mais cara no estado, com preços chegando a R$ 7,80.

Em Rondônia, o preço médio foi de R$ 6,38, enquanto em Roraima a média foi de R$ 6,09. O quinto maior preço foi registrado no Rio Grande do Norte, com uma média de R$ 6,07.

Segundo a ANP, o preço dos combustíveis para o consumidor final varia devido a vários fatores, como os preços nas refinarias, os impostos estaduais e federais (como PIS/Pasep, Cofins, Cide e ICMS), os custos operacionais das empresas, os biocombustíveis adicionados ao diesel e à gasolina, e as margens de lucro de distribuição e revenda.

Confira os estados com a gasolina mais cara do Brasil em 2024

  • AC – R$6,98
  • AM – R$6,43
  • RO – R$6,38
  • RR – R$6,09
  • RN – R$6,07
  • BA – R$6,06
  • SE – R$5,99
  • PA – R$5,95
  • CE – R$5,94
  • AL – R$5,90
  • PR – R$5,89
  • TO – R$5,89
  • SC – R$5,88
  • ES – R$5,85
  • MT – R$5,85
  • MS – R$5,82
  • GO – R$5,77
  • RJ – R$5,77
  • RS – R$5,77
  • PE – R$5,76
  • DF – R$5,74
  • MG – R$5,67
  • PB – R$5,67
  • MA – R$5,66
  • AP – R$5,60
  • SP – R$5,59
  • PI – R$5,56

Portal Correio

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