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Presidente da ALPB diz que policiais militares tem mais privilegios do que deputados ao se aposentar

 

O presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), Adriano Galdino (Republicanos) causou polêmica durante um evento do governo do estado ao fazer uma comparação do processo de aposentadoria dos policiais militares e deputados estaduais.

Durante o discurso, Adriano disse que os policiais militares teriam mais direitos que os parlamentares como, por exemplo, a aposentadoria integral.

“São poucos os funcionários públicos da Paraíba que tem esse privilégio. Eu vou me aposentar agora como deputado. Eu recebo 30 mil reais e sabe qual vai ser o valor da minha aposentadorinha? Se eu conseguir o teto, vai ser exatamente 8.157 reais e 41 centavos. O deputado estadual não tem o que vocês têm. Aposentadoria integral. Então isso é um ganho muito importante.”

A fala causou burburinho entre os PM’s que estavam na plateia. Muitos chegaram a sair do local diante do que classificaram como constrangimento.

Blog do BG PB 

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Brasil

Bolsonaro tem de até 80% de chance de ser preso, diz Grok

Foto: Reprodução

A chance de o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) ser preso é alta, segundo o Grok. A ferramenta de IA (Inteligência Artificial) desenvolvida pela xAI, de Elon Musk, e integrada ao X cita probabilidade que varia de 70% a 80%.

A previsão foi feita quando um usuário do X acionou a ferramenta, na 6ª feira (18.jul.2025), ao comentar publicação da ex-deputada federal Joice Hasselmann sobre a operação de busca e apreensão da PF (Polícia Federal) envolvendo Bolsonaro.

Joice publicou no X um vídeo em que comenta a operação da PF. “Toc toc, toc. Três batidinhas na porta, e do outro lado, Bolsonaro pergunta: ‘quem é?’ E a resposta: ‘é a Polícia Federal‘”, disse a ex-deputada. Nos comentários, um usuário acionou o Grok para perguntar sobre a probabilidade de Bolsonaro ser preso.

“Com base em fontes de julho de 2025, Bolsonaro não está preso, mas usa tornozeleira eletrônica por risco de fuga, após buscas em sua casa. Enfrenta julgamento por trama de golpe, com procurador recomendando culpa. Se condenado, alta chance de prisão (até 40+ anos), segundo analistas. Probabilidade: ~70-80%, dependendo do veredito”, disse a ferramenta.

Na segunda-feira (21), Moraes determinou que os advogados do ex-presidente se manifestassem, no prazo de 24 horas, sobre o descumprimento de medidas cautelares impostas ao ex-presidente.

Na decisão, o ministro do STF advertiu que, se a defesa não apresentar os esclarecimentos no tempo estipulado, poderá decretar a prisão de Bolsonaro, com base no artigo 312, §1º, do Código de Processo Penal.

Bolsonaro participou, na segunda-feira (21), de uma reunião do PL na Câmara dos Deputados. Na saída, exibiu pela 1ª vez a tornozeleira eletrônica que passou a usar por ordem do STF. A jornalistas, classificou o equipamento como um “símbolo de humilhação”.

No despacho, Moraes citou o episódio para cobrar explicações da defesa. Ele afirmou que Bolsonaro apareceu em postagens nas redes sociais exibindo a tornozeleira eletrônica e fazendo um “discurso” para divulgação on-line.

Diante desses fatos, o Poder360 questionou o Grok, sobre a possibilidade de o ex-presidente ser preso. A ferramenta disse que o percentual seria “especulativo” e era preciso deixar claro “que não há dados concretos para uma previsão precisa”. Estimou probabilidade de prisão até o fim de 2025 em 70%.

“Esse número reflete o avanço das investigações, a pressão judicial e o cenário político, mas é apenas uma suposição, pois decisões judiciais dependem de variáveis imprevisíveis, como novas provas ou recursos da defesa”, declarou a ferramenta.

Poder360

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Polícia

Operação da PF investiga distribuição de notas falsas em Campina Grande

A Polícia Federal deflagrou na manhã desta terça-feira (22) a Operação Navalha de Ockham, que tem como objetivo combater os crimes de associação criminosa e de venda e distribuição de notas falsas em Campina Grande.

Foi cumprido um mandado de busca e apreensão em uma residência no bairro das Malvinas.

Durante as investigações, levantaram-se indícios de que o investigado atue como um revendedor de notas falsas no estado da Paraíba, servindo como intermediador entre os compradores e os falsificadores, que enviavam as cédulas falsas a partir do estado do Rio de Janeiro.

A operação foi batizada de Navalha de Ockham, que é um princípio filosófico que diz, em suma, que o caminho mais simples deve ser o preferido, fazendo referência à atuação do investigado, que atuava como um verdadeiro facilitador, simplificando e encurtando o caminho da nota falsa até as mãos dos adquirentes.

Blog do BG PB 

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Brasil

Senador dos EUA ameaça taxar Brasil em 100% se país seguir comprando petróleo russo

Foto: REUTERS/Angus Mordant

O senador americano Lindsey Graham fez uma ameaça sobre a possibilidade de os Estados Unidos aplicarem tarifa adicional a países que continuarem comprando petróleo da Rússia, citando a possibilidade de impor uma alíquota de 100%. O Brasil seria um dos potenciais alvos.

“Se vocês continuarem comprando petróleo barato da Rússia para permitir que essa guerra continue, nós vamos colocar um inferno de tarifas, esmagando a sua economia”, disse o parlamentar da Carolina do Sul em entrevista à Fox News nesta segunda-feira, 21.

“China, Índia e Brasil. Esses três países compram 80% do petróleo russo barato e é assim que a máquina de guerra de Putin continua funcionando”, disse. “Se isso continuar, vamos impor 100% de tarifa para esses países. Punindo-os por ajudar a Rússia”, afirmou.

“Putin pode sobreviver às sanções, sem dar relevância a elas, e tem soldados. Mas a China, Índia e o Brasil vão ter de fazer uma escolha entre a economia americana e a ajuda a Putin”.

“O jogo mudou em relação a você, presidente Putin”, declarou, citando ainda que os EUA continuarão mandando armas para que a Ucrânia possa revidar aos ataques russos.

InfoMoney

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Polícia

Suspeito de ataque hacker contra o Tribunal de Justiça do RS é preso, na Paraíba

Homem suspeito de ataque hacker contra o sistema do TJ do RS é preso — Foto: Polícia Civil/Divulgação

A Polícia Civil prendeu preventivamente, na manhã desta terça-feira (22), um homem de 23 anos suspeito de envolvimento em um ataque hacker contra o Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJRS).

A prisão aconteceu em Guarabira, no interior do estado da Paraíba. Também houve buscas por dispositivos eletrônicosmídias de armazenamento e documentos.

De acordo com o delegado Marcos de David, responsável pela investigação no Departamento Estadual de Repressão aos Crimes Cibernéticos (DERCC), o suspeito aplicou um ataque ataque DDoS (Distributed Denial of Service ou Negação de Serviço Distribuída) – que busca sobrecarregar um servidor até deixá-lo inacessível – contra o sistema E-Proc do TJRS, por meio do qual é possível consultar processos pela internet.

O ataque aconteceu em 26 de março de 2025. O sistema e o site do TJRS ficaram quase um dia inteiro fora do ar.

“Foi identificado um canal na deep web, operado por cibercriminoso que se autodenomina ‘FEDERAL’, responsável por organizar e transmitir ao vivo o ataque, inclusive oferecendo pagamentos via PIX para participação em ações coordenadas contra servidores públicos e sistemas governamentais. A análise técnica dos dados revelou o uso de uma botnet com mais de dois mil dispositivos comprometidos, espalhados por diversos países”, conta o delegado David.

De acordo com o Departamento Estadual de Repressão aos Crimes Cibernéticos (DERCC), após a investigação, a Polícia Civil descobriu que o hacker cometeu o crime apenas para demonstrar seu conhecimento sobre sistemas digitaissem ter roubado dados ou pedido dinheiro para liberar o sistema.

Em março, logo após o ataque, o TJRS afirmou que houve prejuízo para realização de audiências, acesso e tramitação de documentos e processos.

Conforme a Polícia Civil, após o crime, o homem ainda divulgou a integrantes de um grupo de hackers um passo a passo do esquema. A polícia trabalha, agora, para identificar esses integrantes do grupo.

BG com g1

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Política

Governo Lula renova contratos de R$ 15 milhões com empresa proibida de ser contratada

Vídeo: Reprodução/Metrópoles

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) renovou contratos que somam R$ 14,8 milhões com empresa de vigilância terceirizada que está proibida de ser contratada. A renovação dos acordos nessas condições contraria a Lei 14.133/2021, também conhecida como a Lei de Licitações e Contratos Administrativos.

Sediada em Brasília, a AC Segurança LTDA é investigada pela Polícia Federal (PF) por suposto envolvimento em fraudes de licitação e, desde março deste ano, está impedida de firmar e renovar contratos com a administração pública. A sanção foi aplicada pelo Ministério da Educação e publicada no Diário Oficial da União (DOU). O órgão, no entanto, deixou de registrar o impedimento nos cadastros oficiais do governo, descumprindo o prazo legal de 15 dias, e outros ministérios renovaram contratos com a empresa.

A punição do MEC só foi informada ao Sistema de Cadastro de Fornecedores (Sicaf) e ao Cadastro Nacional de Empresas Inidôneas e Suspensas (CEIS) no último dia 8, depois que a coluna do Tácio Lorran questionou a pasta sobre as sanções aplicadas à empresa.

Nesse meio-tempo – entre a punição aplicada pelo MEC no DOU e o registro nos cadastros do governo –, quatro ministérios prorrogaram contratos com a AC Segurança por meio de termos aditivos ou de apostilamento. São eles, os ministérios da Agricultura e Pecuária (Mapa), da Pesca e Aquicultura (MPA), da Ciência e Tecnologia (MCTI) e do Desenvolvimento Social (MDS). A Controladoria-Geral da União (CGU) também firmou termo de apostilamento com a empresa repassando direitos e responsabilidades do contrato para o MPA, apesar do impedimento.

Em nota, todos os órgãos explicaram que a punição aplicada pelo MEC não estava nos cadastros oficiais do governo quando renovaram o contrato. Bastava uma pesquisa no DOU, no entanto, para encontrarem a sanção.

O Ministério da Educação, por sua vez, se limitou a dizer que o impedimento foi publicizado no Diário Oficial da União e teve efeitos imediatos a partir da publicação. A pasta não se manifestou sobre a omissão em incluir a punição nos cadastros oficiais do governo.

Metrópoles – Tácio Lorran

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Judiciário

Fux vota contra tornozeleira para Bolsonaro, fica isolado, e medida é confirmada por 4 a 1

 

Foto: Evaristo Sá/AFP

O ministro Luiz Fux, do STF (Supremo Tribunal Federal), votou contra o uso de tornozeleira eletrônica e a aplicação de outras medidas cautelares a Jair Bolsonaro (PL). O magistrado abriu divergência com a maioria já formada na Primeira Turma, que confirmou a decisão do ministro Alexandre de Moraes contra o ex-presidente.

Fux ficou isolado no julgamento, que terminou com o placar de 4 votos a 1. Além de Moraes, votaram a favor das medidas os ministros Flávio Dino, Cármen Lúcia e Cristiano Zanin.

O ministro afirmou que a Polícia Federal (PF) e a Procuradoria-geral da República (PGR) não apresentaram novas provas de “qualquer tentativa de fuga empreendida ou planejada pelo ex-presidente” e que, portanto, “não se vislumbra nesse momento a necessidade, em concreto, das medidas cautelares impostas”.

Fux acrescentou ainda que a proibição do uso de redes sociais, de forma prévia e abstrata, “confronta-se com a cláusula pétrea da liberdade de expressão”.

“A amplitude das medidas impostas restringe desproporcionalmente direitos fundamentais, como a liberdade de ir e vir e a liberdade de expressão e comunicação, sem que tenha havido a demonstração contemporânea, concreta e individualizada dos requisitos que legalmente autorizariam a imposição dessas cautelares”, afirmou.

O ministro é visto com simpatia por aliados de Bolsonaro. Pessoas que acompanham as discussões sobre as recentes sanções impostas pelo governo dos EUA a ministros do STF afirmam que Fux foi poupado da revogação de visto aplicada a Moraes e outros integrantes da corte.

No julgamento da suposta trama golpista, Fux tem questionado a confiabilidade da delação do tenente-coronel Mauro Cid, além de ter criticado a tramitação do caso na Primeira Turma da corte.

No voto divergente, Fux disse que, apesar da acusação de que Bolsonaro e seu filho que está nos Estados Unidos, o deputado licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), fazem uma articulação com o governo dos EUA para pressionar o STF no julgamento da suposta trama golpista, os integrantes do tribunal não são permeáveis a “pressões dos setores que manifestam desagrado com as suas decisões”.

Para o ministro, “juízes julgam conforme a sua livre convicção, em análise dos elementos fáticos e jurídicos constantes de cada caso”.

Na sexta-feira (18), Moraes autorizou uma operação da Polícia Federal contra o ex-presidente e impôs medidas contra ele, como o uso de tornozeleira eletrônica e a proibição de comunicação com Eduardo.

O STF está em recesso até o fim do mês, mas a sessão extraordinária foi marcada poucas horas depois da operação.

Na decisão, Moraes lista publicações nas redes sociais e entrevistas de Jair e Eduardo, além de uma manifestação do presidente americano Donald Trump citando o ex-presidente, e diz que as condutas “caracterizam claros e expressos atos executórios e flagrantes confissões da prática dos atos criminosos”.

O ministro cita as tarifas impostas por Trump como parte de uma articulação envolvendo Jair e Eduardo para praticar os crimes de coação no curso do processo, obstrução de investigação de infração penal que envolva organização criminosa e atentado à soberania.

Folha de S.Paulo

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Política

Sobrinho de Dilma ironiza uso de tornozeleira por Bolsonaro

Foto: Reprodução

O vereador de Belo Horizonte Pedro Rousseff (PT-MG), sobrinho da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), ironizou o uso de tornozeleira eletrônica pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que cumpre medidas cautelares.

“Deus acima de tudo. Tornozeleira abaixo do joelho”, escreveu Pedro no Instagram ao compartilhar uma foto usando uma tornozeleira falsa durante a 26ª Parada LGBTQIA+ da capital mineira, realizada no domingo (20.jul.2025).

ALVO DA PF

A PF (Polícia Federal) cumpriu na manhã de 6ª feira (18.jul) mandados de busca e apreensão contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), além de medidas cautelares diversas da prisão, em Brasília. Os mandados foram autorizados pelo STF (Supremo Tribunal Federal), e foram cumpridos na casa do ex-presidente e em endereços ligados ao PL (Partido Liberal), legenda de Bolsonaro.

Bolsonaro é réu em ação penal no STF (Supremo Tribunal Federal) que investiga o núcleo central na tentativa de golpe de Estado em 2022.

Poder 360

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Brasil

Pendrive achado em banheiro de Bolsonaro tem conteúdo irrelevante, diz PF

A perícia realizada no pen drive encontrado no banheiro da residência do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), em Brasília, concluiu que o dispositivo não contém informações úteis para o inquérito que investiga possíveis crimes contra o Estado Democrático de Direito. A informação foi revelada pelo jornalista César Tralli, da TV Globo e GloboNews, nesta segunda-feira (21).

O pen drive havia sido apreendido na última sexta-feira (18) durante operação da Polícia Federal autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), no âmbito da investigação que apura se Jair Bolsonaro e o deputado licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) atuaram para coagir instituições brasileiras e influenciar o presidente americano Donald Trump a interferir no julgamento do ex-presidente.

Em conversa com jornalistas em Brasília na sexta, Bolsonaro negou ter conhecimento sobre o dispositivo. “Uma pessoa pediu para ir ao banheiro e voltou com um pen drive na mão”, declarou Bolsonaro. “Eu não tenho nem laptop em casa para mexer com pen drive. A gente fica preocupado com isso.”

Ainda na sexta, a CNN informou que a perícia do aparelho já havia sido concluída na sede do Instituto Nacional de Criminalística da PF, e que o laudo, ainda sob sigilo, seria encaminhado para o responsável pela investigação nesta segunda.

Além do pen drive, também foram apreendidos US$ 14 mil em espécie, R$ 8 mil e uma cópia impressa de uma ação protocolada nos Estados Unidos pela plataforma de vídeos Rumble contra Moraes, alegando censura judicial.

Infomoney

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Brasil

Diretor da PF diz que ameaça de Eduardo será incluída em inquéritoDiretor da PF diz que ameaça de Eduardo será incluída em inquérito

Foto: Reprodução 

O diretor-geral da PF (Polícia Federal), Andrei Rodrigues, disse que vai incluir as falas do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) em relação a servidores da instituição no inquérito que corre contra o parlamentar sobre suposta obstrução de Justiça, coação no curso do processo e tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito.

“Recebi com indignação mais essa covarde tentativa de intimidação aos servidores policiais”, declarou à CNN.

O delegado que comanda a instituição diz que adotará “as providências legais” ao caso e que “nenhum investigado intimidará a Polícia Federal”.

“Vamos instruir o inquérito em andamento, com mais esse ataque às instituições (agora diretamente a PF), fato que se soma aos demais sob investigação”, detalhou em conversa neste domingo (20).

Durante transmissão em seu canal nas redes sociais, Eduardo Bolsonaro atacou, além do ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), delegados da PF e chamou um deles de “cachorrinho”.

Eduardo disse a respeito de um membro da PF: “Se eu ficar sabendo quem você é, vou me mexer. Vai lá, coleguinha da Polícia Federal. Cachorrinho da Polícia Federal que está me assistindo. Deixa eu saber não, irmão. Se eu ficar sabendo quem é você, eu vou me mexer aqui. Se eu ficar sabendo quem você é, vou me mexer”.

CNN

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