As fortes chuvas registradas na noite desta sexta-feira (20) em João Pessoa, provocaram vários pontos de alagamentos por toda a cidade. Um deles foi registrado na orla da capital, na praia do Cabo Branco e foi filmado por moradores:
Outros já são velhos conhecidos como a Pedro II na proximidades da TV Manaíra e na principal dos Bancários, próximo ao Equilíbrio do Ser.
Nesta imagem, o motorista de um Van tentou atravessar e o carro apresentou problemas mecânicos no meio da passagem.
Foto: Reprodução
O Instituto Nacional de meteorologia prevê mais chuvas para este fim de semana.
O prefeito de Campina Grande Bruno Cunha Lima (PSD), descartou impor regras para proibir artistas de realizar manifestações políticas durante o São João de Campina Grande no Parque do Povo.
A medida se contrapõe a recente decisão da Prefeitura de Caruaru e da Medow Entretenimento, que organiza o São João de Campina, que proibiram manifestações políticas nos eventos junino.
Questionado se faria algo semelhando no São João de Campina, Bruno respondeu: “Como é que proíbe? Vai ficar uma pessoa fiscalizando com o interruptor do microfone na mão, é? Se começar a falar em política, desliga”, disse Bruno, ao negar que algo semelhante seja adotado no Maior São João do Mundo.
O reitor da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), Valdiney Goveia, anunciou nessa quinta-feira (19) a manutenção das atividades de ensino no formato híbrido na instituição até o final do semestre acadêmico vigente, previsto para ser concluído em junho.
Segundo o comunicado divulgado pela instituição, a medida visa evitar transtornos de mobilidade e alojamento e dimensionamento de ambientes para execução das aulas no formato presencial.
As bancas de defesas de Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), dissertações e teses permanecem autorizadas para a realização remota via videoconferência e gravadas, conforme planejamento da Coordenação de Curso.
As turmas de férias previstas para julho e as aulas do período letivo 2022.1 serão integralmente presenciais, sem opção de execução de atividades à distância fora dos limites previstos na Resolução nº 29/2020 do CONSEPE.
As demais atividades administrativas relativas ao funcionamento da Universidade deverão ser realizadas em sua integralidade de forma presencial.
O bilionário Elon Musk chegou ao Brasil na manhã desta sexta-feira (20) para um encontro com o presidente Jair Bolsonaro (PL) e outros integrantes do governo.
Segundo o ministro das Comunicações, Fábio Faria, o objetivo é discutir conectividade e proteção da Amazônia com o governo brasileiro. A SpaceX, empresa de transporte espacial do homem mais rico do mundo, teve autorização da Anatel em janeiro para operar no país.
A aeronave do empresário, modelo GVI (G650ER), da empresa Gulfstream Aerospace Corp, pousou por volta das 9h em um aeroporto privado de São Roque, cidade a cerca de 70 km da capital paulista.
Na sequência, um comboio levando o presidente Bolsonaro saiu do aeroporto e seguiu pela rodovia Castello Branco, sentido Porto Feliz. Na chegada do hotel, ele parou para cumprimentar os policiais militares que fazem a escolta do evento.
Foto: Rodrigo Santos Lima
Musk, que em abril anunciou acordo de compra do Twitter por cerca de US$ 44 bilhões (aproximadamente R$ 215 bilhões), é o homem mais rico do mundo e tem um patrimônio avaliado em US$ 273 bilhões (R$ 1,3 trilhão), segundo ranking da Bloomberg. Ele também é dono da empresa de transporte espacial SpaceX, que tem interesse no Brasil (leia mais abaixo), e da Tesla, fabricante de carros elétricos.
É raro um contrato de aluguel incluir uma cláusula de confidencialidade que impeça locador e locatário de prestarem qualquer informação sobre o negócio. No bairro Alto de Pinheiros, na Zona Oeste de São Paulo, existe uma casa protegida por um dispositivo assim. É lá que moram o ex-presidente Lula e sua nova esposa, Rosângela da Silva, a Janja, que se casaram na quarta-feira (18). Apenas um grupo muito restrito de assessores e amigos íntimos do ex-presidente sabe o local exato. Os vizinhos nem sequer desconfiam. No PT, o assunto é proibido. Sigilo à parte, o novo endereço do ex-presidente chama a atenção por uma radical mudança de paradigma. Lula sempre se empenhou em mostrar que, apesar do poder e do dinheiro, se mantinha fiel às origens. Mesmo depois de deixar o governo, 27 milhões de reais mais rico, ele continuou morando no modesto apartamento de 186 metros quadrados em São Bernardo do Campo (SP), onde residia desde a década de 90.
A novidade, portanto, surpreende — mas não exatamente apenas por essa razão. O sobrado do casal fica em um bairro chique da capital paulista, tem 700 metros quadrados, quatro suítes, oito banheiros, living, piscina, jardim, edícula e churrasqueira. Até aí, tudo bem. Se as despesas são bancadas por ele, não há nada de errado. A questão é a dissonância com o seu discurso. No mês passado, em um evento de sua pré-campanha, o ex-presidente curiosamente fez duras críticas à classe média brasileira, esbanjadora e exibicionista, segundo ele. “Nós temos uma classe média que ostenta um padrão de vida que em nenhum lugar do mundo a classe média ostenta”, disse. Para Lula, é preciso “dar aula” a esses brasileiros sobre “o que é necessário para sobreviver”, limitando o exagero no consumo de bens materiais. “Eu quero ter uma televisão. Não precisa ter uma em cada sala. Uma televisão já tá boa. Na medida que você não impõe limite, você faz com que as pessoas comprem um barco de 400 milhões e compre um outro barco para pousar o seu helicóptero”, ensinou.
A julgar pela nova moradia ou pela sua requintada festa de casamento, ou o petista não se considera mais de classe média e, portanto, não estaria enquadrado nos limites que ele estabelece para os outros, ou prega uma coisa e pratica outra. O sobrado, além de televisões, cinco vagas na garagem e sala de ginástica, é rodeado por muros altos que impedem qualquer observação externa sobre o que se passa lá dentro. A privacidade é uma preocupação. Para garanti-la, Lula mandou plantar uma cerca viva em cima dos muros, que já são altos, dificultando a visualização da propriedade, que tem 800 metros quadrados de área total. Nem Lula nem seus assessores revelam detalhes do contrato, justificando que estão impedidos de fazê-lo por causa da tal cláusula de confidencialidade. Mas é possível ter uma ideia. No ano passado, uma imobiliária oferecia a casa por exatos 20 500 reais de aluguel por mês. Caso o interessado quisesse comprar o imóvel, o valor de venda era de 5 milhões de reais. Lula, até onde se sabe, apenas alugou.
“Classe média ostenta um padrão de vida que em nenhum lugar do mundo a classe média ostenta” disse o petista.
Alto de Pinheiros é uma das áreas que têm o metro quadrado mais valorizado da cidade, um lugar arborizado, de pistas largas e bucólico para os padrões da capital paulista. A segurança, aliás, foi um dos pontos observados na escolha da nova casa. Como ex-presidente, Lula tem direito a quatro agentes do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República (GSI). O local facilita muito o trabalho da equipe de proteção. As vias mais amplas e menos movimentadas permitem um maior controle sobre a aproximação de carros e pessoas. O sobrado também tem uma guarita e dois portões de acesso, um deles pelos fundos, o que possibilita a entrada e saída de veículos de maneira rápida, caso a situação exija, e discreta, caso seja necessário. A rua é toda monitorada por câmeras e vigiada por guardas particulares contratados pelos moradores. A estrutura ainda conta com um reforço extra, graças a um vizinho tão ilustre quanto Lula: o ex-presidente Michel Temer, que mora no mesmo bairro.
Indagado sobre o aluguel, Lula preferiu não responder. Procurado para falar sobre o novo endereço do ex-presidente, o PT silenciou. O dono da casa, o empresário argentino Federico Las Heras, que já foi preso e acusado de evasão de divisas e lavagem de dinheiro, também não quis se pronunciar. O pacto de silêncio só foi quebrado na semana passada, quando um amigo do ex-presidente entrou em contato com a reportagem para confirmar que, sim, Lula realmente está residindo no local. “O contrato foi celebrado diretamente entre Lula, Janja e o proprietário. É ele quem paga. Posso garantir que não tem nada demais nesse negócio”, informou. De fato, fora a contradição entre o discurso e a prática, não há qualquer impeditivo de o ex-presidente morar num lugar confortável e onde se sinta seguro. Estranho apenas é tentar esconder isso dos eleitores — reserva que, aliás, se repetiu em relação ao badalado casamento dele, que recepcionou familiares, políticos e artistas num dos salões mais caros de São Paulo.
Foi uma festa idealizada para 200 convidados muito especiais. Para manter o segredo sobre o local, os convivas foram informados apenas de última hora sobre o endereço da cerimônia, orientados a não fotografar e tiveram os celulares recolhidos logo na entrada, o mesmo procedimento adotado em relação aos garçons e funcionários do bufê. Os registros visuais da celebração ficaram a cargo do fotógrafo oficial do ex-presidente e a distribuição das imagens, sob a responsabilidade da equipe do PT que cuida da campanha. Foram seis meses de planejamento, da escolha do vestido da noiva (costurado pela estilista Helô Rocha) às bebidas (espumante de uma das melhores casas nacionais, vinhos espanhóis e cerveja) e iguarias (casquinha de siri, musse de queijo canastra, bobó de camarão) — detalhes que, como Lula e o PT tentaram evitar, serviram de munição para memes e críticas ácidas contra o casal na internet.
Os adversários do petista se deliciaram nas redes sociais diante dos detalhes da “farra gastronômica”, o que é uma tolice — como também é uma tolice imaginar, como queriam os petistas, que um evento envolvendo um candidato à presidente da República não iria despertar a curiosidade, provocar perguntas incômodas e comentários maldosos de opositores. De novo, ressalte-se, o ex-presidente, como qualquer pessoa, tem o direito de convidar quem quiser e escolher do bom e do melhor para servir a seus convidados. O PT, também com certa razão, diz que isso é um assunto privado. O problema é que a própria campanha de Lula se encarregou de alimentar a polêmica, ao postar imagens da festa, acompanhadas de mensagens de clara conotação eleitoral. É, de novo, uma contradição entre o discurso e a prática do petista — um comportamento errático cada vez mais comum desde que ele voltou ao centro do palco político.
Nascido numa cidade pobre do interior do Nordeste, Lula passou fome, a família migrou para a cidade grande, onde ele aprendeu uma profissão, se dedicou ao sindicalismo, derivou para a política e, após três tentativas, chegou à Presidência da República. Depois disso, o petista foi investigado por corrupção, em dois casos que envolveram imóveis: o notório tríplex do Guarujá, segundo o Ministério Público, adquirido pelo petista com dinheiro desviado dos cofres públicos, e o sítio em Atibaia, reformado por empreiteiras envolvidas no escândalo da Petrobras. Por causa disso, Lula foi condenado a 26 anos de prisão, ficou 580 dias na cadeia, na sequência teve as sentenças anuladas pela Justiça e atualmente lidera as pesquisas de intenção de voto para retornar ao Planalto.
Essa versão 3.0 de Lula, no entanto, tem, muitas vezes, se revelado enigmática e contraditória. Em sua sexta candidatura a presidente, ele fala nos bastidores que vai priorizar um discurso conciliatório, estendendo a mão ao diálogo com setores de centro e prometendo moderação. Afirma que, se eleito, vai incorporar a versão “paz e amor”, de 2002, e não a de radical de esquerda de 1989, ano em que disputou pela primeira vez o cargo. O ex-presidente usa o casamento com Janja como prova de que, tanto na sua vida pessoal quanto num eventual governo, não haverá espaço para ressentimentos ou acerto de contas com antigos adversários.
Esse discurso, no entanto, tem sido posto em xeque pelo próprio Lula. Desde que deixou a prisão, o petista defendeu uma dezena de vezes a regulação da mídia, uma ideia fixa que nunca encontrou eco no Congresso e na sociedade. Numa convocação à coação, ele também exortou sindicalistas a pressionarem parlamentares, inclusive batendo à porta da casa deles, para exigir apoio às suas demandas. Lula foi ainda aconselhado a pedir indenização em razão das condenações impostas a ele pelo ex-juiz Sergio Moro e desferiu críticas pesadas à classe média. O fato é que, se há amor nesta pré-campanha, há da mesma maneira disposição para o confronto. O ex-presidente já falou em revogar o teto de gastos e revisar a reforma trabalhista, sem dar detalhes do que pretende fazer. Também não explica como será sua política econômica nem dá pistas de quem poderá ser o seu ministro da Economia.
Por enquanto, há pouquíssimas certezas. Uma delas é a posição contra a privatização da Petrobras, dos Correios e da Eletrobras. Outra, a resistência intransponível de reconhecer que grandes esquemas de corrupção operaram dentro dessas empresas, enriquecendo pessoas e financiando as alianças políticas que sustentaram os governos do PT. De resto, uma certa bruma que prega uma realidade e vive outra. Está na hora de o candidato reconhecer que pequenos luxos e algumas mordomias, desde que desfrutados legitimamente, não são necessariamente abomináveis e nem sinônimos de esbanjamento ou exibicionismo. Apenas a vida real.
Lula teve a oportunidade de ser um grande estadista pois tinha a confiança e o carinho do povo brasileiro…traiu essa confiança e dificilmente será aclamado novamente como um lider das massas…a vaidade falou mais forte que a himildade. …
O presidente Jair Bolsonaro (PL) disse, em entrevista veiculada nesta sexta-feira (20), que o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, comporta-se como um líder de partido de esquerda. Declarou ainda que 3 ministros da Suprema Corte “infernizam” o país.
“Temos 3 ministros que infernizam não o presidente, mas o Brasil: Fachin, Barroso e Alexandre de Moraes. O Moraes é mais ativo e se comporta como líder de partido de esquerda e oposição”, disse o chefe do Executivo ao Correio da Manhã de Petrópolis (RJ).
Foi a primeira vez que Bolsonaro e Moraes se encontraram depois que o chefe do Executivo entrou com processos no STF e na PGR para que o magistrado fosse investigado por suposto abuso de autoridade.
Bolsonaro também comentou sobre o inquérito das fake news na entrevista. “Esse negócio de fake news não existe, nos acusam de gabinete do ódio. Apresenta uma matéria que nasceu desse gabinete, não tem”, disse.
O presidente disse ainda que o presidente do Congresso, Rodrigo Pacheco, age para “proteger” o Supremo Tribunal Federal, Poder que, segundo ele, é atualmente o mais forte da República.
“Vemos na mídia e ele diz que está protegendo o STF. Não é atribuição nossa proteger o outro poder. É tratar com dignidade e isenção, como propriamente diz nossa Constituição. O poder mais forte do momento, da República, é o STF”, declarou.
Um policial militar do Ceará foi preso depois de mentir durante um depoimento na Central de Polícia em Campina Grande. Na última quarta-feira (18), após atirar em um homem, o policial fugiu e procurou abrigo no 10º Batalhão de Polícia Militar, localizado na ‘avenida canal’.
O militar cearense disse aos PMs do 10º Batalhão que havia sido vítima de uma tentativa de assalto e foi encaminhado à Central de Polícia Civil, para registrar a ocorrência. Ele foi ouvido e liberado, já que a vítima do tiro não compareceu para dar sua versão.
No entanto, dando prosseguindo às investigações, a Delegacia de Homicídios constatou que a versão dada pelo investigado era completamente divergente da relatada por ele, quando foi ouvido.
Os investigadores localizaram o suspeito e o prenderam. Ciente das provas coletadas pela Polícia Civil, o militar cearense foi autuado por tentativa de homicídio. Ele está recolhido na sede do 2º Batalhão de Polícia Militar, em Campina, à disposição da justiça.
O homem alvo do disparo foi atingido no pescoço e foi atendido no Hospital de Traumas, mas sem gravidade.
As cidades de Campina Grande e Caruaru, que disputam o título de Maior e melhor de São João do país, não querem ser palco de manifestações políticas como o Lollapalooza.
O evento foi marcado por uma disputa judicial sobre campanha eleitoral antecipada, após a cantora Pablo Vittar exibir uma toalha com o rosto do ex-presidente Lula.
Nos editais, as organizadoras dos eventos afirmaram que qualquer atração “que expresse conteúdo político de qualquer natureza” não seriam contratadas.
Em Campina, a Medow Promo colocou uma cláusula neste sentido, que também foi acompanhada pela Fundação de Cultura de Caruaru, onde a cláusula do edital se trata de uma “recomendação” aos artistas.
“O que que a gente está contratando não é a posição política do artista. Se ele faz isso num teatro, as pessoas pagam para assistir ao show dele. Eu mesmo vou e bato palma quando é a meu favor e vaio quando é contra a minha posição política. Mas é um show privado. Um show com recursos públicos a gente tem que ter essas precauções.” disse o presidente da fundação, Rubens Júnior.
Em Campina Grande, vários nomes, como Juliette, Elba Ramalho, Alok e Wesley Safadão, estão no calendário de shows do Parque do Povo. A festa vai acontecer de 10 de junho a 10 de julho.
Já em Caruaru além dos artistas locais, boa parte deles inscritos por meio do edital, devem se apresentar na festa Luan Santana, Mari Fernandez, Felipe Amorim, Dorgival Dantas e Bell Marques.
O evento começa em 4 de junho e vai até 2 de julho.
O viaduto de Bayeux, na Grande João Pessoa, será interditado a partir das 8h deste sábado (21). A informação do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) é de que haverão obras no local. A instituição prevê a substituição das juntas de dilatação.
Em razão disso, o tráfego de veículos nos dois sentidos das pistas serão interrompidos. O viaduto Major Ciraulo (do Aeroporto), situa-se no km 83 da BR-101/PB. A previsão é de que a interrupção estenda-se durante todo fim de semana, encerrando-se às 17h de domingo (22).
A instituição também informou que, em caso de chuvas, o serviço de reparo no viaduto deve ser suspenso.
Depois de muita confusão no fim do ano passado, parece que a paz voltou a reinar entre o deputado estadual Walber Virgulino (Patriota) e o deputado federal Julian Lemos (União). Os dois foram vistos ontem conversando em um clima amistoso em uma casa de recepções na capital paraibana.
Clima totalmente diferente do visto em dezembro, quando Julian Lemos disse que “só vai sair um inteiro” em um possível confronto dos dois, após Walber afirmar que iria prender Julian em flagrante, caso a Polícia Federal sinalize que é proibido o porte de arma de fogo por parlamentares que respondem por processo na Justiça, como você viu aqui no Blog.
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