Um motorista de 53 anos foi preso em Lagoa de Dentro, no Brejo da Paraíba, após dirigir sob efeito de álcool e colidir com uma viatura da Polícia Militar. No momento da colisão, o veículo oficial estava parado.
De acordo com a guarnição, os militares realizavam um Ponto Base no centro da cidade quando foram surpreendidos com a batida da motocicleta contra a viatura.
Ao ser abordado, foi constatado que o piloto tinha ingerido bebida alcoólica e apresentava sinais de embriaguez. Além do mais, o condutor não possuía a Carteira Nacional de Habilitação (CNH), nem a moto estava com licenciamento em dia.
Após a realização dos procedimentos administrativos, o homem foi conduzido para delegacia de Mamanguape.
A taxa de aprovação do governo de Jair Bolsonaro (PL) vem desenhando uma lenta trajetória de alta desde janeiro de 2022. Segundo pesquisa PoderData realizada de 17 a 19 de julho, hoje 41% do eleitorado brasileiro aprova a atual gestão federal. Outros 55% desaprovam a administração bolsonarista.
O quadro segue negativo para o governo, mas indica melhora gradual nos últimos meses. No início de janeiro, a aprovação estava em 31% e a reprovação, em 61%.
O PoderData monitora a avaliação do governo a cada 15 dias. Na rodada anterior da pesquisa, realizada de 3 a 5 de julho, 39% aprovavam e 55% reprovavam a administração federal.
A distância entre as duas taxas está em tendência de queda desde janeiro, quando desaprovação superava aprovação em 30 pontos percentuais. Hoje, o gap é de 14 pontos.
A pesquisa foi realizada pelo PoderData, empresa do grupo Poder360 Jornalismo, com recursos próprios. Os dados foram coletados de 17 a 19 de julho de 2022, por meio de ligações para celulares e telefones fixos. Foram 3.000 entrevistas em 309 municípios nas 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 2 pontos percentuais. O intervalo de confiança é de 95%. O registro no TSE é BR-07122/2022.
Para chegar a 3.000 entrevistas que preencham proporcionalmente (conforme aparecem na sociedade) os grupos por sexo, idade, renda, escolaridade e localização geográfica, o PoderData faz dezenas de milhares de telefonemas. Muitas vezes, são mais de 100 mil ligações até que sejam encontrados os entrevistados que representem de forma fiel o conjunto da população. Saiba mais sobre a metodologia lendo este texto.
POR QUE ISSO IMPORTA
Porque hoje é possível dizer que a imagem do governo Jair Bolsonaro entre os brasileiros melhorou em 2022. É pouco, no entanto. Na sucessão presidencial, Bolsonaro segue com 2 obstáculos difíceis de transpor na estabilidade das intenções de voto em Lula –que mantém intenção de votos consistentemente acima de 40% no 1º turno– e a alta taxa de rejeição do voto no atual presidente, que dificulta uma vitória em 2º turno.
Será publicada na edição desta sexta-feira (22) no Diário Oficial do Estado a redução da alíquota do ICMS sobre o etanol na Paraíba. Em contato com o Blog do BG PB, o Secretário de Estado da Fazenda, Marialvo Laureano, afirmou que o combustível terá uma redução de 18% para 15,33%. Com a medida, o valor cairá de R$ 0,93 para R$ 0,79, no litro, totalizando R$ 0,14 de diferença.
O objetivo da medida é manter competitividade frente às recentes reduções no preço da gasolina, que teve uma nova redução anunciada hoje pela Petrobrás de 20 centavos direto nas distribuidoras.
Além da Paraíba, São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Goiás, Rio de Janeiro e Santa Catarina já haviam anunciado uma redução no imposto.
A prefeitura de Serra Branca foi condenada a pagar a R$ 10 mil de indenização por danos morais, a um homem que teve seu nome indevidamente utilizado em Notas de Empenho emitidas pela prefeitura nos meses de março, abril e maio de 2017.
O autor da ação alega que jamais prestou serviços ao município, como também nunca recebeu tais valores em conta ou em espécie. Ele acrescenta ainda o fato foi divulgado pela imprensa, com direito a denúncia na Câmara Municipal, além de amplos comentários nas redes sociais a respeito do suposto recebimento indevido.
“No caso concreto, o dano moral sofrido pelo autor resta evidente, como acertadamente reconheceu o juízo de 1º grau. Restou comprovado que a Prefeitura de Serra Branca emitiu uma Nota de Empenho fictícia, nela constando que o autor supostamente prestou “serviços médicos junto à Secretaria Municipal de Saúde” no Hospital Geral de Serra Branca, embora trabalhasse como autônomo (pedreiro)”, destacou o relator do processo, juiz convocado Aluízio Bezerra Filho.
O Tribunal de Contas do Estado rejeitou nesta quarta-feira (20), as contas do Detran/PB – Departamento Estadual de Trânsito, relativas aos exercícios de 2018 e 2020, sob a responsabilidade do ex-superintendente Agamenon Vieira da Silva.
De acordo com o voto do relator da prestação de contas de 2018, o conselheiro Fábio Túlio Nogueira, que foi acompanhado à unanimidade, entre as principais irregularidades está a contratação de empresas por meio de credenciamento e inexigibilidade de licitação como a SSG – Suporte, Gestão Empresarial e Serviços, Gestto Assessoria & Consultoria e a Barradas & Queiroz Guarda e Transporte de Veículos, que segundo o órgão técnico do TCE, não tinham aptidões para o objeto do contrato.
Na decisão, o TCE aplicou uma multa de R$ 6 mil e concedeu prazo de 30 dias ao Detran para que seja encaminhada ao órgão planilhas com os dados e valores de todos os veículos apreendidos e leiloados desde o ano de 2018, inclusive com os valores arrecadados e a destinação dos recursos.
Sobre as contas de 2020, a fiscalização do Tribunal apontou a contratação irregular da empresa Ágape Construções Ltda para serviços de mão de obras não configurados como emergenciais, assim como acumulação de vínculos públicos em desacordo com a Lei.
O gestor foi multado em R$ 8 mil, e o Detran deverá apresentar em 30 dias as providências visando a instauração de procedimento para apurar as acumulações.
A partida entre Botafogo-PB e Remo-PA pela 16ª rodada da Série C está sendo tratada como uma decisão pelos clubes. A equipe paraibana tenta antecipar a classificação para a próxima fase da competição. Já os paraenses querem entrar no G8 e garantir a vaga na próxima fase.
Mas não é apenas isso que vai apimentar a rivalidade dentro de campo. Fora dele, os dirigentes das duas equipes tem trocado farpas, após a transferência do técnico Gerson Gusmão, do meia Anderson Paraíba e do zagueiro Daniel Felipe, que saíram do Belo para o Leão.
O torcedor do alvinegro nunca digeriu muito bem essa saída precoce e prepara uma recepção nada agradável para o treinador. Membros de uma torcida organizada do Belo estão preparando um protesto inusitado contra o ex-treinador do time, com direito a notas falsas com o rosto de Gusmão.
Foto: Reprodução
Além disso, o presidente do Botafogo, Alexandre Cavalcanti, não ficou satisfeito com os azulinos e chamou o Leão de “filial do Norte”.
Em resposta, durante a apresentação de Gusmão no mês passado, o presidente do Remo, Fabio Bentes, chegou a dizer em uma entrevista que “times grande tiram profissionais de times menores”.
Como esse clima nada hostil, Bentes afirmou que medidas de segurança estão sendo tomadas para a chegada da delegação em João Pessoa, prevista para esta sexta-feira.
“Assim que vimos a movimentação da torcida lá, incentivada pela direção do clube, procuramos a Federação Paraense de Futebol (FPF). Também estamos pedindo apoio ao comandante da Polícia Militar do Pará para entrar em contato com a PM da Paraíba, para também dar esse suporte no período em que estivermos lá”, completou.
Mesmo sem um esquema de segurança definido, as duas equipes vão se enfrentar no próximo doming às 19h, no Estádio Almeidão, em João Pessoa.
O candidato à Presidência da República pelo PDT, Ciro Gomes, criticou, nesta quarta-feira (20), o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, pré-candidato do PT, por supostamente “invadir a autonomia do PDT” no Ceará com o objetivo de escolher o candidato ao governo do estado.
Em entrevista após ser oficializado como candidato do PDT ao Planalto, Ciro ainda afirmou que Lula está praticando “puro fascismo” com a senadora e pré-candidata do MDB à Presidência, Simone Tebet, ao atrair emedebistas e tentar negociar acordos com eles.
“O que está acontecendo é o seguinte: o Lula resolveu desconsiderar toda e qualquer ética e qualquer escrúpulo e resolveu destruir os partidos. Tentou operar no Ceará também com gente que eu ajudei a criar”, declarou Ciro. “O que Lula está fazendo no Ceará é invadir a autonomia do PDT para escolher o candidato”, acrescentou.
Um pouco antes dessas declarações, também na entrevista coletiva, Ciro afirmou estar “chocado [com] a absoluta falta de comportamento democrático do Lula em invadir e tentar destruir as organizações partidárias”.
Três mulheres tiveram os cabelos raspados por integrantes de um grupo criminoso em Campina Grande na noite da quarta-feira (20). Segundo a Polícia Militar, elas estavam sendo vítimas de uma conduta criminosa conhecida como “disciplina”, porque uma delas teria terminado o relacionamento com um integrante deste grupo, que está preso no Presídio do Serrotão.
O caso aconteceu no conjunto Major Veneziano, no bairro Três Irmãs. Segundo o major Jonatha Yassaki, subcomandante do 2º Batalhão da Polícia Militar, os policiais foram acionados com a informação de que três jovens estavam em cárcere privado sofrendo a chamada “disciplina”.
“A Força Tática foi até o local e ao chegar, encontrou as jovens já com a cabeça raspada. Os suspeitos conseguiram fugir por outro setor e a polícia até fez buscas, mas não os encontrou. No apartamento, achamos materiais entorpecentes e tudo foi apreendido”, disse Yassaki
As mulheres foram levadas para a Central de Polícia Civil, segundo o major. No local, duas delas acabaram presas pelo crime de tráfico de drogas, sendo que uma das jovens estava com um mandado de prisão em aberto.
Ainda conforme Yassaki, as informações iniciais colhidas no local do crime seriam a de que as jovens estariam sofrendo retaliação por terminar o relacionamento com o apenado. O caso foi entregue à Polícia Civil que deve apurar a conduta deste preso, cujo nome não foi divulgado.
Até as 6h30 desta quinta-feira (21) os suspeitos de raspar os cabelos das vítimas não foram localizados.
Boris Spassky, nascido na União Soviética, não era apenas um grande enxadrista, mas um dos protagonistas do Match do Século: a disputa do campeonato mundial de 1972 entre ele e Bob Fischer.
As 21 partidas que acabaram por coroar o americano, representavam muito mais do que a soberania no jogo, mas carregavam o contexto bélico da Guerra Fria e posteriormente inspiraram incontáveis enredos e narrativas sobre o evento. Entre eles, a famosa série da Netflix: “O Gambito da Rainha”.
Para os aficionados do xadrez, o contexto geopolítico atual pode ser facilmente comparado ao match de 72, assim como à própria estratégia que dá o título a série: O Gambito da Rainha. A estratégia consiste em taticamente permitir que o oponente capture seu peão no início da partida. Se este for o caso, uma grande fragilidade é aberta no jogo do adversário.
Muito se falou nas sanções que os países do ocidente impuseram sobre a Rússia. Isto é, após o avanço russo na Ucrânia, houve uma coordenação massiva para que se afogasse o país em uma crise econômica, buscando parar de consumir produtos russos e restringir o acesso do país ao sistema bancário internacional. Isto, contudo, abriu uma fragilidade gigante e menos mencionada no tabuleiro do ocidente: o gás natural.
Apesar de não ser segredo que a commodity russa seja largamente utilizada no continente Europeu, líderes persistentemente diminuíram o problema. Asseguraram que havia alternativas ao insumo russo e que não seria do interesse do Kremlin interromper o fornecimento de gás. Contudo, assim como Spassky, a Rússia também parece ter a tendência para um jogo agressivo e ofensivo. A cada dia limita um pouco mais o acesso da União Europeia à commodity, que é essencial para o aquecimento domiciliar e na indústria química.
Peças no tabuleiro
Diante da abertura do conflito, os Estado Unidos e a União Europeia buscaram gradualmente impor sanções sobre o comércio dos bens russos. A Rússia viu uma grande desvalorização de todos os seus ativos financeiros, uma vez que havia a perspectiva da saída de capitais e o congelamento das reservas do país.
Neste sentido, uma das primeiras respostas do Kremlin foi o controle de capitais e a determinação de que o gás russo fosse comprado em rublos. Desta forma, a moeda do país ganhou estabilidade e estancou a desvalorização. E mais: com a guerra, a incerteza sobre a oferta de combustíveis fósseis fez com que o preço de commodities aumentasse significativamente, melhorando a conta-corrente do país. Isto, por sua vez, até gerou uma apreciação do Rublo.
Incapazes de parar a Rússia, a próxima jogada do ocidente foi de sancionar o petróleo advindo de lá. Neste caso, o movimento não veio sem sacrifícios, uma vez que o petróleo russo também é amplamente consumido na União Europeia. Contudo, a medida foi neutralizada: a Rússia buscou um alinhamento geopolítico com países asiáticos, garantindo o escoamento do petróleo deixado de lado pelos europeus.
Observa-se até uma certa hipocrisia: há evidências de que países europeus vêm consumindo petróleo de países asiáticos que, por sua vez, adquiriram este petróleo da própria Rússia.
Xeque: Termos de troca Europeus afundam e o déficit comercial se torna uma realidade
Com a estabilização das cadeias produtivas e a normalização do setor de serviços após os anos de COVID, o continente europeu estava, no início de 2022, prestes a vivenciar um bom período de crescimento. Com a guerra e com a decisão de impedir a entrada de bens energéticos russos, o custo da energia explodiu e as projeções de atividade foram declinando significativamente.
Essa queda vem de dois motivos: uma atividade mais fraca na China, que inibe exportação de bens manufaturados europeus, e ao orçamento mais apertado da economia, ao ter que despender mais recursos nas contas de energia e combustíveis. Ou seja, se por um lado cai o lucro operacional das empresas que, se não conseguirem repassar custos ao consumidor, são forçadas a pararem a produção. Por outro, há um aumento sem precedentes do custo de vida do europeu, que ao ter que despender significativamente mais em energia, acaba tendo que conter o seu consumo de outros bens daqui em diante.
Desta forma, com termos de troca chegando a níveis historicamente baixos, a deterioração persistente do câmbio vai se tornando cada vez mais inevitável.
Mate em dois trimestres: Interrupção de gás para o velho continente sufoca crescimento
A União Europeia não parou de cometer deslizes no tabuleiro. Desde menções a limites de preços nos combustíveis, que são infactíveis, pois dependem do ofertante e da coordenação com outros compradores, até subsídios a preços, que apenas colocam mais pressão sobre a demanda de fontes primárias de energia. Não por acaso, o déficit em conta-corrente europeu só piorou. Em contrapartida, com a apreciação das commodities energéticas e com as restrições de importação, o déficit russo só melhorou.
O último movimento europeu, contudo, que deve levar à derrocada da União Europeia veio da decisão unilateral de parar gradualmente o consumo de gás russo em dois terços até o fim do ano. Este foi, particularmente, um movimento destinado ao fracasso, pois deu o sinal claro para a Rússia de que se pretendia alcançar independência energética. Nessa disputa, portanto, seria completamente irracional manter a oferta de gás e esperar pacientemente o continente europeu fazer uma transição suave.
Assim, veio o movimento russo de cortar gás para a Europa com objetivo claro: usar ao máximo o poder de barganha que a posição superavitária em energia concede. Qual a implicação? Um possível apagão de gás que, por sua vez, afeta a confiança, inibe crédito para empresas e deve afetar a atividade da indústria.
Para PIB, a relação que estimamos é de que para a cada 1% de queda no consumo de energia temos de 0.6% de queda de atividade (outros estudos apontam quedas de até 1% para cada 1% de queda de consumo de energia). O que cálculos mostram é que as medidas de substituição de gás podem suprir três quartos dos fluxos vindos da Rússia.
Se a Rússia continuar enviando a mesma quantidade de energia no inverno que envia agora, que é próximo a 33% do que enviava em 2019, a queda de atividade seria aproximadamente de 0.7% a 1.3% do PIB. Se a redução for total, o impacto pode chegar a algo entre 1.6% e 3.3% do PIB europeu.
O mate, por fim, vem no inverno, em dois trimestres, quando incapacidade de fazer reservas de gás e a alta necessidade de aquecimento colocam a economia europeia na encruzilhada: se as temperaturas forem rigorosas, os governos serão forçados parar a indústria para garantir o consumo domiciliar.
Assim como no xadrez, a derrota da União Europeia não vem do acaso. A atividade fraca é autoimposta por más decisões sequenciais, que foram tomadas por autoridades comprometidas com narrativas ingênuas. Além disso, tal comportamento parece estar no seio de cada administração do bloco, o que, portanto, ainda deve levar um longo período de crise no velho continente. Desta forma, seguimos vendidos em moedas europeias e aplicados em juros.
O primeiro-ministro da Itália, Mario Draghi, apresentou sua renúncia nesta quinta-feira (21), depois que seu governo de coalizão de unidade nacional entrou em colapso.
Draghi “reiterou sua renúncia e a do Executivo que chefia”, disse a presidência em um breve comunicado, especificando que “foi informada” da decisão e que ele permanecerá no cargo por enquanto para “dirigir os assuntos atuais”.
Agora, caberá ao presidente do país, que é o chefe de Estado, abrir um processo para a escolha de um novo premiê para o país — seguindo as normas de democracias parlamentares, caso da Itália. Para isso, o país deve realizar eleições antecipadas para a primeira ou segunda semana de outubro.
Muito aplaudido nesta quinta-feira (21) na Câmara dos Deputados, Draghi solicitou de imediato a suspensão da sessão para se deslocar ao palácio presidencial do Quirinal, onde chegou pouco depois das 09h15 locais (04h15 em Brasília) para comunicar a sua “decisão” ao presidente Sergio Mattarella.
Uma conclusão esperada depois que o Forza Italia, o partido de direita de Silvio Berlusconi, a Liga, o partido de extrema-direita de Matteo Salvini e o partido antissistema Movimento 5 Estrelas (M5E) se recusaram a participar de um voto de confiança solicitado na quarta-feira (20) pelo primeiro-ministro no Senado.
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