Paraíba

Uso indevido de sites oficiais na pré-campanha pode barrar candidatura de João Azevêdo

 

Divulgação

O governo da Paraíba manteve conteúdos que podem ser considerados propaganda eleitoral institucional nos sites oficiais em meio ao período de três meses que antecede o pleito. A análise é de advogados especializados em lei eleitoral.

Desde o dia 2 de julho, os agentes públicos estão proibidos de divulgar informações sobre atos, programas, obras, serviços e campanhas dos órgãos públicos federais nos meios de comunicação oficiais. A regra, de acordo com a lei 9.504, é válida até o dia das eleições.

“Não é informação relevante, não é serviço público essencial. Trata-se de uma espécie de propaganda institucional de ação dos governos, que não se justifica de ser divulgada com esse grau de destaque durante o período eleitoral” afirma o advogado Alexandre Bissoli, membro da Academia Brasileira de Direito Eleitoral e Político (Abradep).

De acordo com a Lei das Eleições, a restrição se estende às entidades da administração indireta, como autarquias, fundações e empresas públicas. Há exceção em caso grave ou de urgente necessidade pública, desde que reconhecida como tal pela Justiça.

A legislação é uma tentativa de estabelecer uma disputa equilibrada entre os candidatos. A pena para a infração é multa por propaganda irregular ou até uma sanção de abuso de poder político. Esta segunda, mais séria, pode resultar em perda de mandato, cassação de registro de candidatura ou diploma e ainda inelegibilidade por oito anos.

Em nota, o governo da Paraíba afirma que não há nenhuma violação à legislação eleitoral nos conteúdos publicados pelo governo. “O teor é totalmente noticioso e sem qualquer menção ao governante atual”, diz a nota enviada pela administração.

Após a divulgação da matéria, originalmente veiculada pelo Jornal O Globo, o governo do estado suspendeu a página de notícias.

Com informações de O Globo

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Brasil

Prazo para cadastro no auxílio taxista termina nesta terça

Foto: Walla Santos/ClickPB/Arquivo

Termina nesta terça-feira (2) o prazo para prefeituras cadastrarem motoristas elegíveis para o Auxílio Taxista, benefício criado pelo governo federal no mês passado. O prazo foi estendido por dois dias e os municípios devem atualizar os dados até às 19h.

Segundo a Superintendência Executiva de Mobilidade Urbana, João Pessoa tem, atualmente, 1.240 taxistas aptos a receberem o benefício.

Em agosto, os taxistas devem receber a primeira parcela no dia 16 de agosto e a segunda no dia 30. Os outros pagamentos estão previstos o dia 30 de cada mês.

O Auxílio Taxista deve pagar parcelas de R$ 1 mil por mês até dezembro deste ano. O valor, entretanto, deve mudar conforme o número de beneficiários

Devem receber taxistas cadastrados nas prefeituras e que não recebem pensão por morte ou aposentadoria por invalidez. CPFs suspensos e nulos também não devem ser contemplados.

Os pagamentos serão feitos por meio da Caixa no aplicativo Caixa Tem. Lá, os beneficiários podem sacar o valor, pagar contas ou transferências via Pix. O dinheiro não movimentado no prazo de 90 dias, contados da data do depósito, retornará para a União.

Quem não é titular do alvará também deve receber

O auxílio de R$ 1 mil a taxistas poderá ser pago também a motoristas que atuam na profissão, mas não são os titulares do alvará que autoriza a atividade. As regras que regulamentam o pagamento do benefício foram publicadas em portaria do Diário Oficial da União na última quarta-feira (27).

Os valores serão concedidos a taxistas que residem no país e exerçam a atividade entre 1º de julho de 2022 e 31 de dezembro de 2022. Para isso, é necessário que:

  • tenham registro para exercer a profissão, emitido pelo órgão competente da localidade da prestação de serviço até 31 de maio de 2022;

 

  • sejam motoristas de táxi titular de concessão, permissão, licença ou autorização emitida pelo poder público municipal ou distrital em regular e efetivo exercício da atividade profissional;

 

  • sejam motoristas de táxi com autorização emitida pelo poder público municipal ou distrital, em regular e efetivo exercício da atividade, e vinculado ao cadastro do item anterior.

IG

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Paraíba

PF cumpre mandados na PB durante operação contra fraudes em contas eletrônicas

Foto: Reprodução

A Polícia Federal deflagrou, nesta terça-feira (2), a Operação Não Seja um Laranja, para desarticular esquemas criminosos voltados à prática de fraudes em contas eletrônicas mantidas em diversas instituições bancárias do país. O montante de fraudes bancárias eletrônicas investigadas totaliza R$ 18,2 milhões.

Além da Paraíba, estão sendo cumpridos 43 mandados de busca e apreensão em outros 12 Estados: Bahia, Distrito Federal, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso, Pará, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo e no Distrito Federal. A operação conta com apoio e participação das Polícias Civis do Distrito Federal, Pará e São Paulo.

Nos últimos anos, a Polícia Federal detectou um aumento considerável da participação consciente de pessoas físicas em esquemas criminosos, para os quais “emprestam” suas contas bancárias, mediante pagamento. Este “lucro fácil”, com a cessão das contas para receber transações fraudulentas, possibilita a ocorrência de fraudes bancárias eletrônicas que vitimam inúmeros cidadãos. Tais pessoas são conhecidas, no jargão policial, como “Laranjas”.

A Polícia Federal alerta a sociedade que: emprestar contas bancárias para receber créditos fraudulentos é crime, além de provocar um dano considerável aos cidadãos, quer pelo potencial ofensivo deste tipo de conduta delitiva, a qual tem sido um dos principais vetores de financiamento de organizações criminosas, como também pelos prejuízos financeiros a milhares de brasileiros.

Os investigados podem responder, na medida de suas responsabilidades, pelos crimes associação criminosa, furto qualificado mediante fraude, uso de documento falso e falsidade ideológica, cujas penas podem somar mais de 20 anos de prisão.

Tentáculos

A ação é resultado de mais uma iniciativa da Força-Tarefa Tentáculos, instituída pela Polícia Federal para a repressão a fraudes bancárias eletrônicas, a qual envolve esforço cooperativo e integração com as Polícias Civis e as instituições bancárias, por meio da Febraban.

Durante cumprimento de mandado em Cáceres/MT, um homem foi preso em flagrante com 3 kg de maconha e cocaína.

G1

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ALPB

CMJP e ALPB retomam os trabalhos nesta terça

Imagem: Ascom CMJP

A Câmara Municipal de João Pessoa (CMJP) e a Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) reabrem os trabalhos legislativos do segundo semestre de 2022 nesta terça-feira (2). As solenidades de início dos trabalhos do segundo semestre serão realizadas de forma híbrida, em conformidade às normas de prevenção à Covid-19.

O reinício das atividades da CMJP acontece durante sessão solene, a partir das 9h30, no Plenário Senador Humberto Lucena. A solenidade vai contar com a estreia oficial de três parlamentares municipais que foram empossados durante o recesso parlamentar.

A Assembleia Legislativa da Paraíba reabre as atividades parlamentares nesta terça-feira (2) com sessão ordinária que será realizada de forma híbrida, às 9h30.

Posse dos novos vereadores

 

A vereadora Helena Holanda (PP) e os vereadores Marcelo da Torre (MDB) e Rinaldo Maranhão (PMB) ocuparam vagas na Casa em decorrência da solicitação de licença dos titulares, respectivamente, Eliza Virgínia (Progressistas), Coronel Sobreira (MDB) e Marcos Bandeira (PMB). Pela posse dos novos vereadores na Casa ter acontecido durante o recesso parlamentar, a abertura dos trabalhos será a primeira oportunidade de participação oficial dos representantes no segundo semestre.

No dia 21 de junho, uma outra suplente, Rebeca Sodré (União Brasil) havia assumido o mandato por causa da licença de Marmuthe Cavalcanti (Republicanos) que se afastou temporariamente da Casa Napoleão Laureano para se dedicar à campanha eleitoral.

ClickPB

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Paraíba

Leis da PB que criam procuradorias jurídicas em órgãos estaduais são questionadas no STF

Divulgação

A Associação Nacional dos Procuradores dos Estados e do Distrito Federal questiona no Supremo Tribunal Federal (STF) dispositivos de 18 leis da Paraíba que instituem a criação e a manutenção de procuradorias jurídicas (cargos de advogados e procuradores) em autarquias e fundações estaduais, entre elas a Agência Estadual de Vigilância Sanitária (Agevisa), a Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), o Departamento Estadual de Trânsito (Detran-PB) e a Paraíba Previdência (PBPrev).

Segundo a entidade, as regras violam o artigo 132 da Constituição da República, segundo o qual cabe aos procuradores dos estados e do Distrito Federal exercer a representação judicial e a consultoria jurídica das unidades federadas. Como consequência, aponta violação do princípio constitucional da unicidade da Procuradoria-Geral do estado, segundo o qual o desempenho daquelas atividades deve ser centralizado no órgão.

A Anape ressalta que os membros das procuradorias jurídicas criadas pelas normas estaduais são servidores comissionados ou aprovados em concurso público específico. Ou seja, não foram aprovados em concurso para a carreira de procurador estadual e são admitidos com a finalidade de prestar consultoria jurídica em paralelo à Procuradoria-Geral do estado.

A associação registra ainda que o STF tem entendimento consolidado de que são inconstitucionais normas estaduais que tratam sobre cargos de assessoramento jurídico ocupados por servidores não pertencentes ao órgão.

As ADIs 7216 e 7217 foram distribuídas à ministra Rosa Weber, e a ADI 7218 ao ministro Dias Toffoli.

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Brasil

Adolfo Sachsida defende privatização da Petrobrás: ‘É poder demais’

Foto: Edu Andrade/Ascom/ME

O ministro de Minas e Energia, Adolfo Sacudida, defendeu nesta segunda-feira, (1), a privatização da Petrobras. A empresa, inclusive, foi o assunto mais pautado da entrevista e, ao ser questionado do porquê defende a privatização mesmo com o recente recorde de dividendos, o ministro foi claro.

“Será que se a Petrobrás fosse de rede privada, o CADE seria tão bondoso assim? Imagina uma empresa controlando 85% do mercado brasileiro? Estaríamos tão calmos assim? Então o fato de ser estatal, gera certa acomodação nos órgãos do governo. Não é natural uma empresa desse tamanho não estar sendo obrigada a se desfazer de refinarias ou de algumas coisas, porque é um poder de mercado muito grande. A Petrobrás agora está dando lucro e vamos levá-la ao mercado porque, na minha leitura, eu adoro a ideia de que o ‘poder corrompe’.”

Adolfo ainda criticou o modelo de controle da empresa sobre o preço dos combustíveis.

“A Petrobrás é poder demais, isso tem que ser pulverizado, tem que estar no mercado de ações, mercado de capitais, o controle tem que estar decentralizado, tem que ter competição para evitar que um próximo governo use essa máquina e gerar de novo um prejuízo enorme para o Brasil. Porque essa conta no final do dia é paga com impostos”, disparou.

Jovem Pan 

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Brasil

Privatizações e concessões devem atrair R$ 3 tri em 10 anos

Foto: Sérgio Lima

O Ministério da Economia diz esperar que o Brasil receba R$ 203 bilhões de investimentos, em 2023, por meio de concessões e privatizações. Essas medidas devem ser implementadas até o fim de 2022.

Se todos os projetos elaborados pelo governo deram certo, o Brasil terá R$ 2,9 trilhões em investimentos na próxima década. Os números variam de R$ 200 bilhões por ano a R$ 300 bilhões daqui a 10 anos.

A projeção considera o compromisso de investimentos feitos por meio de privatizações e concessões que foram ou estão sendo implementadas pelo governo.

O ministro Paulo Guedes (Economia) diz que R$ 860 bilhões foram firmados na gestão Bolsonaro. Afirma que o país está chegando a 20% do PIB (Produto Interno Bruto) de investimento por ano. Se a projeção for confirmada, será o melhor número desde 2013.

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Política

ELEIÇÕES 2022: Quase metade dos brasileiros deixaram de falar de política para evitar brigas

Foto: Reprodução

Conversar sobre política com amigos e familiares não faz mais parte do hábito de 49% dos eleitores brasileiros. O motivo? Evitar brigas e discussões.

O resultado faz parte de uma pesquisa do DataFolha dvulgado pela Folha de São Paulo. Segundo o levantamento, o acirramento eleitoral que levou a casos de violência, levou a essa mudança de postura dos eleitores.

O assassinato de Marcelo Arruda em Foz do Iguaçu (PR) durante sua festa de aniversário com tema do Partido dos Trabalhadores é o retrato mais trágico desse acirramento.

A opção em não falar sobre política também está sendo vista no ambiente virtual, com 53% dos entrevistados afirmando que mudaram sua postura nas redes sociais para não entrar em discussões.

Já em aplicativos de mensagem, a tendência é a mesma com 43% das pessoas deixando de falar de política e 19% afirmam ter saído de algum grupo.

A pesquisa ouviu 2.556 pessoas em 183 cidades nos dias 27 e 28 de julho, e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número BR-01192/2022.

IstoÉ

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Paraíba

VÍDEO: Incêndio de grandes proporções destrói parte de empresa de refrigeração em JP

Foto: Reprodução

Uma empresa que faz manutenção em equipamentos de refrigeração foi atingida por um incêndio grandes proporções a noite desta segunda-feira (1) no bairro do Geisel, em João Pessoa.

Segundo o proprietário da loja, o fogo teria começado dentro de um carro que ficava guardado em uma garagem. Várias explosões foram ouvidas no local, que possui equipamentos com gás inflamável.

Por causa da altura das chamas, a fachada de um prédio vizinho ao estabelecimento ficou danificada. Um laudo do Corpo de Bombeiros deve atestar as causa do acidente.

Blog do BG PB

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Brasil

Gasolina pode cair R$ 0,11 ainda esta semana, afirma Petrobras

Foto: Divulgação

O preço médio da gasolina no Brasil pode voltar ao patamar de junho de 2021 nesta semana. O motivo é a nova redução aplicada pela Petrobras na venda do combustível às distribuidoras de R$ 0,15 por litro.

A variação nos postos de combustíveis deve ser de R$ 0,11 por litro, a partir da conta proporcional considerando a mistura com etanol. O cálculo é feito pela própria Petrobras.

No levantamento feito pela Agência Nacional do Petróleo (ANP) divulgado na última sexta-feira (29), o valor médio do litro do combustível estava em R$ 5,74.

O levantamento é feito por uma empresa contratada pela ANP, que fotografa as placas de preços e produz relatórios. São analisados mais de 5,5 mil postos.

De acordo com a metodologia da ANP, “a frequência da coleta é semanal e, como regra geral, os preços à vista são coletados nos três primeiros dias úteis de cada semana com envio por meio eletrônico dos resultados”.

Isso significa que o último levantamento, divulgado na sexta-feira, não foi capaz de detectar ainda as variações de preço depois do desconto que foi divulgado no dia anterior.

Se for, ao menos parcialmente, aplicado pelos postos de combustíveis, o desconto pode fazer o patamar de preços da gasolina comum retroagir a junho do ano passado.

Hoje o valor médio é R$ 5,74. Com o desconto, portanto, poderia cair para até R$ 5,63. Em junho de 2021, a média mensal do litro da gasolina comum era de R$ 5,68.

A queda a um patamar de 13 meses é consequência de uma combinação de fatores: isenção de impostos e reduções da Petrobras sob a gestão do novo presidente, Caio Mario Paes de Andrade.

Em menos de um mês, Andrade participou da decisão de reduzir o preço da gasolina duas vezes: primeiro em 4,93% e depois em 3,88%.

O preço atual da gasolina (R$ 5,74) já é R$ 1,55 menor do que o valor mais alto registrado até agora, na segunda semana de maio deste ano, quando o litro bateu R$ 7,29.

Ainda assim, o valor é muito superior ao patamar de junho de 2020, por exemplo, quando o litro da gasolina comum custava R$ 3,96.

Um dos fatores que contribuiu para a escalada dos preços nos últimos meses foi a Guerra na Ucrânia, que pressionou o preço do barril de petróleo no mercado internacional.

CNN

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