Brasil

Desemprego deve cair para 8% até o fim do ano, diz Paulo Guedes

Divulgação

O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse que a taxa de desemprego deve cair para 8% até o final do ano. A declaração foi dada durante o congresso da Abrasel (Associação Brasileira de Bares e Restaurantes), nesta terça-feira (9), em Brasília. A taxa deve atingir 100 milhões de pessoas no mercado de trabalho, considerando os trabalhadores formais e informais.

“Vamos terminar o ano com a menor taxa de emprego que já vimos nos últimos anos”, afirmou. O índice está em 9,3%, o menor percentual desde 2015.

Segundo Guedes, mesmo com a pandemia, a dívida pública em relação ao tamanho do PIB (Produto Interno Bruto) não variou muito. Está em 78,2% do PIB. “O Brasil está em pé, atravessou duas grandes guerras”, disse.

Aos empresários de bares e restaurantes, Guedes citou que a equipe dele desenhou a transação tributária, que deu descontos para as empresas regularizarem suas dívidas e foi aplaudido nesse momento.

“O Brasil está em um longo ciclo de crescimento. Nós criamos um ambiente de negócios que já tem contratos de R$ 890 bilhões. É 10 vezes o que um ministro investe”.

COMÉRCIO EXTERIOR

Guedes disse que o Brasil está muito bem posicionado lá fora e próximo de entrar na OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), grupo que reúne as nações mais desenvolvidas do mundo.

O ministro relatou que pediu abertura do mercado europeu, sobretudo o francês.

“Nosso comércio com vocês era de US$ 2 bilhões no início do século. Com a China foram US$ 2 bilhões também. Hoje, nós comercializamos com vocês US$ 7 bilhões. E comercializamos com a China US$ 120 bilhões”, relatou o ministro no evento.

“Vocês estão ficando irrelevantes para nós. É melhor vocês nos tratarem bem porque se não valos ligar o ‘foda-se’ para vocês e vamos para o outro lado porque estão ficando irrelevantes”, falou.

Guedes disse que empresas europeias têm buscado o Brasil para investir pela relevância do país.

“Hoje, existe essa percepção e com a guerra da Ucrânia a ficha caiu para eles”, completou.

Poder360

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Brasil

Bolsonaro registra candidatura e declara R$ 2,3 milhões em bens

Foto: Reprodução

Os advogados da chapa liderada pelo presidente Jair Bolsonaro (PL) anunciaram nesta terça-feira (9) o registro da candidatura da coligação “Pelo bBem do Brasil” junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para a disputa das eleições presidenciais em outubro.

O partido do presidente trabalhava com a ideia de confirmar a candidatura na quarta-feira (10), mas decidiu antecipar o registro para a noite desta terça (9).

Com o envio do requerimento, o Partido Liberal também confirmou Walter Braga Neto, ex-ministro da Defesa, como candidato a vice de Bolsonaro.

Na documentação enviada ao TSE, Bolsonaro declarou ter um patrimônio de R$ 2.317.554,73. Nos registros estão quatro casas, um apartamento, uma moto, quotas de uma empresa chamada “Bolsonaro Digital”, valores de uma caderneta de poupança e depósitos bancários.

Em 2018, foram R$ 2,29 milhões declarados por ele em bens e aplicações.

CNN Brasil

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Brasil

Lula minimiza invasões do MST e diz que agronegócio tem uma “parte ruim”

 

 

Foto: Reprodução

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse nesta terça-feira (9) querer sentar para conversar com representantes do agronegócio brasileiro. Ele afirmou, inclusive, ter a intenção de se encontrar com os “mais raivosos”, mas com uma ressalva: “Precisa fiscalizar para ver se não estão armados”.

A empresários reunidos em sabatina promovida pela Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), Lula disse não entender por que os ruralistas seriam simpáticos ao presidente Jair Bolsonaro (PL).

“Desafio alguém a dizer o que o Bolsonaro fez para o agronegócio”, declarou. “Nós queremos apenas a chance de conversar com o agronegócio, com os mais raivosos”, disse.

Mais adiante em sua exposição, Lula disse que o agronegócio tem uma “parte ruim”, sem elaborar a respeito, mas dando a entender que seriam os empresários do setor que não simpatizam com a candidatura petista ao Planalto.

“Esses dias eu tive uma reunião com empresário a noite e comecei a ter algumas divergências porque eu queria saber porque o agronegócio gosta do Bolsonaro e eu fiz essa pergunta. O que o Bolsonaro fez de bom para o agronegócio? Nada!”, disse.

Lula afirmou ainda que a última grande medida feita pelo governo federal para o setor se deu em seu governo, em 2008, com a edição de uma medida provisória que, segundo ele, resolveu o problema da securitização da dívida ruralista em R$ 89 bilhões na época.

“Se a gente não fizesse aquilo quebrava o setor inteiro. Foi a última coisa feita, o resto foi o plano safra normal”, disse.

O candidato à Presidência disse ainda que os empresários relataram episódios de invasão de terras produtivas por movimentos como o MST (Movimento dos Sem Terra). Lula, no entanto, rebateu.

“Na verdade, os sem terra invadiam a terra que o governo pagava. Era o governo que desapropriava e depois o governo tinha que dar dinheiro para a produção, para a comercialização, dar dinheiro para construir casa e dar dinheiro para a educação. Eu não conheço uma terra produtiva se alguém souber por favor me dê o nome de uma fazenda produtiva que foi invadida pelos sem terra”, disse.

Lula participa de sabatina na Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo). A instituição é presidida por Josué Gomes da Silva, filho de José Alencar, ex-vice-presidente da República nos 2 mandatos do petista (2003-2010). O ex-presidente fez apenas sua fala inicial. Ele ainda será questionado pelos empresários.

O prestígio do país junto aos importadores é importante para os negócios desses empresários. Fora do topo do setor a entrada do PT é mais difícil. Além disso, diversas associações da área têm histórico bolsonarista.

A campanha de Lula designou o vice em sua chapa, o ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSB), para ser o interlocutor com empresários do setor. Ele deve iniciar nas próximas semanas uma série de viagens a Estados produtores, como Mato Grosso

Ao iniciar seu discurso, Lula pediu que os empresários ouvissem também seu vice na chapa, o ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSB), e o ex-ministro Aloízio Mercadante, coordenador do seu programa de governo.

O petista ressaltou que Alckmin terá “papel de importância” em um eventual novo governo seu.

“Assim como teve José Alencar. Quando ele foi vice, participava de todas as decisões na mesa, dava palpite. Era tratado como presidente, não como vice. Você vai ser tratado aqui também”, disse Lula.

No início do mês, a Fiesp lançou o manifesto “Em defesa da Democracia e da Justiça”. O documento foi criticado pelo presidente Jair Bolsonaro (PL). No fim de julho, o atual chefe do Executivo disse que a carta era, na realidade, a favor do candidato do PT a presidente.

Poder360

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Paraíba

Em João Pessoa, Marcelo Queiroga fala sobre candidatura do filho à Câmara Federal

Foto: Reprodução

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, revelou nesta terça-feira (8) durante vista a João Pessoa, como seria a sua participação na campanha de Queiroguinha, filho do médico e candidato a deputado federal pelo Partido Liberal, na Paraíba.

“Ele vai oferecer o nome dele à sociedade brasileira”, pontuou durante entrevista ao Mais PB.

Marcelo Queiroga lembrou que assumiu o Ministério da Saúde no pico da pandemia de Covid-19 e conseguiu reduzir taxas de mortes e casos e que isso ajudará a população paraibana a reconhecer o seu trabalho para votar no filho.

“À época, morriam quatro mil pessoas por dia. E hoje? Como está? Queda de 90% dos óbitos. Vacina, como é que era naquela época? Como está hoje? 80% da população com duas doses de vacina, mais de 110 milhões de doses de reforço. Não falta vacina. Ai você pergunta como vou participar? Eu não preciso participar. Basta só que as pessoas saibam discernir o joio de trigo”, destacou.

Com informações do Mais PB

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Polêmica

VÍDEO: Alcymar Monteiro humilha músicos durante show: “Quem tem que aparecer sou eu”

Um vídeo do show do cantor Alcymar Monteiro, um dos nomes mais tradicionais da música nordestina, está chamando a atenção dos internautas nas redes sociais.

Durante a apresentação, o cantor interrompe o show para discutir com seus músicos.

“Aqui quem tem que aparecer sou eu, 36 anos de luta!”, reclamou o cantor com a banda.

Veja:

Com a repercussão do vídeo, Alcymar publicou um pedido de desculpas.

“Tem músico que toca comigo há mais de 30 anos, pede desculpas, não faz parte da minha personalidade. É muito estresse, muita viagem, muito show, muito assédio… e uma hora a gente fica exausto”, disse Alcymar se desculpando.

Mas já era tarde, integrantes da banda anunciaram a saída da equipe do cantor. O trompetista da banda, Jefferson Silveira disse que os assédios do músico vem acontecendo há tempos e que o pedido de desculpas não é suficiente.

Blog do BG PB

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Brasil

Brasil registra maior queda de preços em 42 anos, diz IBGE

Foto: Sérgio Lima/Poder360

O Brasil registrou deflação –queda no índice de preços– de 0,68% em julho. Essa foi a 1ª queda do IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) desde maio de 2020 (-0,38%). Também foi o maior recuo registrada da série histórica, iniciada em janeiro de 1980 –ou seja, 42 anos.

O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgou o resultado nesta terça-feira (9). O recorde anterior era de agosto de 1998, quando houve deflação de 0,51%.

A queda do IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) foi levemente maior do que a projeções do mercado financeiro obtidas pelo Poder360. Analistas estimavam deflação de 0,66% ou mais em junho.

No ano, o IPCA acumula alta de 4,77%. O índice desacelerou em julho em relação a junho no acumulado de 12 meses. A taxa passou de 11,89% para 10,07%. Ainda assim, está acima de 2 dígitos há 11 meses. Esse é o menor percentual desde agosto de 2021, quando teve alta 9,68% em 12 meses.

A deflação de julho foi puxada principalmente pelo grupo de transportes, que teve queda de 4,51% nos preços. Os preços dos combustíveis recuaram 14,15%. A gasolina tombou 15,48%, o etanol, 11,38%. Só o óleo diesel teve alta: +4,59%.

Em 23 de junho, o presidente Jair Bolsonaro (PL) sancionou nesta 5ª feira (23.jun.2022) o projeto de lei que limita o ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) sobre o diesel, a gasolina, a energia elétrica, as comunicações e os transportes coletivos.

Dos 9 grupos pesquisados, houve deflação em 2. Os preços do grupo habitação recuaram 1,05%. A energia elétrica recuou 5,78% no mês. O grupo alimentação e bebidas teve alta de 1,3% em julho.

Poder360

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STF

Ministros do STF avaliam pedir 18% de reajuste; remuneração pode chegar a R$ 46,3 mil

Foto: Reprodução

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidirá nesta quarta-feira, (10) sobre uma proposta de reajuste salarial de 18% para os ministros da Corte e os servidores do Judiciário.

Caso a ideia seja aprovada pelos ministros e, depois, pelo Congresso Nacional, o salário dos onze integrantes do Supremo Tribunal Federal poderá chegar a R$ 46.365,74. Hoje, a remuneração dos ministros é de R$ 39.293,32. O tema será discutido em sessão administrativa do STF convocada pelo presidente da Corte, o ministro Luiz Fux, com início previsto para as 8h.

Como os salários dos juízes de todo o país estão vinculados ao dos rendimentos dos ministros do STF, uma elevação dos ganhos dos onze integrantes da Suprema Corte reflete em toda a magistratura, no chamado “efeito cascata”. A última vez que os salários dos ministros do Supremo foram reajustados foi em 2018, em 16,3%. Na ocasião, um estudo da Consultoria Legislativa do Senado Federal estimou em pouco mais de R$ 4 bilhões o impacto nas folhas de pagamento dos juízes em todo o país. Estados e municípios também acabam tendo aumento de despesas.

Pela proposta, o orçamento total do STF subiria dos atuais R$ 767 milhões para R$ 850 milhões em 2023, num reajuste de 10,9%, equivalente à inflação do período. O aumento cobriria inclusive o possível reajuste salarial a ser dado aos juízes, ministros e servidores.

As propostas de reajuste salarial foram formuladas por associações de servidores do Judiciário e de magistrados. Pela proposta, o aumento seria feito de forma progressiva, dividida em quatro vezes. O primeiro aumento seria em abril de 2023, e o último, em julho de 2024. Os magistrados alegam que estão sem reajuste desde 2018, enquanto os servidores do Judiciário não tiveram reajustes desde 2016. No entanto, como vem mostrando o Estadão, diferentes categorias do Judiciário têm tido seus contracheques engordados por penduricalhos, às vezes com critérios pouco claros.

Estadão

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Economia

Grande JP é a quarta região metropolitana mais pobre do país, revela estudo

 

Foto: Reprodução

A Região Metropolitana de João Pessoa é a quarta no país com o maior percentual de passos em extrema pobreza. É o que mostram os dados divulgados nesta segunda (8), no Boletim Desigualdade nas Metrópoles.

De acordo com o estudo, no ano passado a Grande JP tinha mais de meio milhão de pessoas em situação de pobreza, o que representa mais de 38% da população.

 

 

Além disso, cerca de 142 mil vivem em extrema pobreza, pouco mais de 11% que vivem na região.

 

Somando-se os dois percentuais, é possível dizer que cerca de metade da população da Grande JP é pobre ou extremamente pobre. São 49% de pessoas nessas situações.

O levantamento foi feito pelo Observatório das Metrópoles, a Pontifícia Universidade Católica (PUC) do Rio Grande do Sul e a Rede de Observatórios da Dívida Social na América Latina (RedODSAL).

O documento aponta que há mais de 19,8 milhões de pessoas em situação de extrema pobreza no Brasil. Isto diz respeito a pessoas que vivem em domicílios em que a renda per capita é menor que R$ 160 por mês.

O pesquisador da PUCRS André Salata, um coordenadores do Boletim Desigualdade nas Metrópoles, explicou que fatores como a crise econômica entre 2014 e 2017, a pandemia e a inflação fizeram com que a pobreza aumentasse em todas as metrópoles.

Segundo Salata, as metrópoles do Nordeste, em geral, têm um nível de desigualdade e de pobreza mais alto por algumas razões.

“O nível de pobreza responde pela renda média e pela distribuição dos recursos. No Nordeste, em geral, o nível de rendimento médio tende a ser um pouco mais baixo do que no Sudeste e o Sul, por exemplo. E ao mesmo tempo você tende a ter uma distribuição de renda pior, ou seja, você tende a ter uma desigualdade maior”, disse.

Blog do BG PB 

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Brasil

Bolsonaro afirma que manterá teto da alíquota do ICMS se for reeleito

Foto: Reprodução

O presidente Jair Bolsonaro (PL) afirmou nesta segunda-feira (8) que foi acertado com o Ministério da Economia a manutenção do teto do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre combustíveis, gás natural, energia elétrica, comunicações e transporte coletivo. A declaração foi feita durante participação de Bolsonaro no programa digital “Flow Podcast“.

No mês passado, o atual titular do Palácio do Planalto sancionou um projeto de lei aprovado pelo Congresso Nacional que estabelece que produtos como energia elétrica, combustíveis, comunicações e transportes coletivos sejam classificados como essenciais e indispensáveis — o que proíbe estados de cobrarem taxa superior à alíquota geral de ICMS, que varia entre 17% e 18%.

“[Se a medida] É eleitoral ou não é, o Parlamento aprovou. Agora, você pode ver, já está acertado com a equipe econômica. Nós vamos manter o desconto no ano que vem”, afirmou o presidente.

Metrópoles

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Política

VÍDEO: CALVÁRIO X VITRINE: João e Nilvan trocam farpas sobre operações policiais

Durante o duelo entre Nilvan Ferreira (PL) e João Azevedo do (PSB), sobrou até para as operações policiais. Ao ser questionado sobre a operação Calvário, que investiga desvios de recursos da Saúde e Educação no governo do ex-aliado de João, o ex-governador Ricardo Coutinho, Azevedo retrucou e mencionou a operação Vitrine, que investigou falsificação de uma loja de roupas que pertencia a Nilvan Ferreira.

“O seu costume de falsificar as coisas parece que não muda nunca.” disse João Azevedo. Já Nilvan Ferreira afirmou que João muda de assunto toda vez que se menciona a Operação Calvário.

Veja:

 

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