A Polícia Civil da Paraíba prendeu o homem suspeito de matar a esposa em Campina Grande, nesta sexta-feira (26). O homem foi detido no distrito de Santa Terezinha, por volta das 21h30. De acordo com as investigações, Juliete Alves da Silva, 32 anos, foi morta a facadas pelo marido, obreiro de uma igreja evangélica.
A delegada Elizabeth Beckman informou que o suspeito do crime estava escondido sobre uma árvore, ao lado de um galpão abandonado. Na delegacia, ele confessou que o assassinato foi motivado por uma suspeita de traição.
O feminicídio aconteceu por volta de 4h30, na Rua Maximiano Machado, bairro do José Pinheiro. Conforme a delegada, a vítima foi encontrada com diversos ferimentos na cabeça.
Após o crime, o homem limpou a arma usada para matar a esposa em uma bíblia, declarou a delegada: “Ele limpa [a faca] em um capítulo da Bíblia logo após cometer o crime, no Salmo 102″, disse a investigadora.
O suspeito foi encaminhado para a Delegacia de Homicídios, onde aguarda audiência de custódia.
A Justiça mandou soltar, nesta sexta-feira (26), a mãe do menino Henry Borel, Monique Medeiros, suspeita de participar do assassinato do menino de 4 anos com o então companheiro, o vereador Dr. Jairinho, no Rio de Janeiro, em março de 2021.
A decisão é do ministro João Otávio de Noronha, da 5ª Turma do STJ (Superior Tribunal de Justiça), após apreciar um HC (habeas corpus) da defesa de Monique Medeiros protocolado em 1º de julho.
Segundo o magistrado, estão ausentes fundamentos pertinentes para a manutenção da prisão da suspeita. Por falta de uma justificativa legal, ele decidiu tirar a custódia de prisão para Monique, que pode responder ao processo em liberdade.
A prisão de Dr. Jarinho, porém, foi mantida pelo magistrado. Contra ele, de acordo com Noronha, há indícios diretos da morte do menino Henry Borel.
O presidente da ANPR (Associação Nacional dos Procuradores da República), Ubiratan Cazetta, disse nesta sexta-feira (26) ver “incoerência” de Lula em não se comprometer a seguir as indicações da entidade para a escolha do procurador-geral da República, caso seja eleito presidente em outubro.
Em sua entrevista ao Jornal Nacional na última quinta (25), o petista se esquivou de dizer se vai retomar a tradição de nomear o chefe do Ministério Público Federal a partir de uma lista tríplice formulada pela categoria — disse que preferia deixar uma “pulguinha atrás da orelha”.
Cazetta argumentou que a lista tríplice dá mais transparência à escolha do procurador-geral, uma vez que os interessados devem se apresentar como candidatos e divulgar suas propostas.
Embora o presidente não seja obrigado a escolher alguém da lista, tanto Lula quanto seus sucessores Dilma Rousseff e Michel Temer sempre indicaram nomes vindos dela. A tradição foi quebrada por Jair Bolsonaro na indicação de Augusto Aras.
O papa Francisco, que enfrenta as dificuldades da idade e não descarta a possibilidade de renunciar por motivos de saúde, prepara sua sucessão com a posse no sábado de 20 novos cardeais, 16 deles com direito a voto no conclave para a eleição de seu sucessor.
O pontífice de 85 anos convocou todos os cardeais do mundo para uma reunião inédita de dois dias, que acontecerá após a “criação”, o termo religioso, dos 20 novos “príncipes da Igreja”.
A cerimônia de posse dos novos cardeais acontecerá no sábado a partir das 16h (11h de Brasília) durante uma cerimônia solene na basílica de São Pedro no Vaticano.
Dedicada à reforma da Constituição Pontifícia, aprovada em março e em vigor desde 5 de junho, a convocação de quase 300 cardeais é uma espécie de pré-conclave, durante o qual será feito um balanço da situação da Igreja após quase dez anos de liderança do papa latino-americano.
A reunião provocou muitas especulações, em particular sobre o estado de saúde do papa, que passou por uma cirurgia no cólon em 2021 e sofre com dores no joelho direito que o impedem de caminhar e o obrigam a usar uma cadeira de rodas.
Francisco não descartou a possibilidade de renunciar diante das dificuldades de saúde, como admitiu no fim de julho aos jornalistas que acompanharam sua viagem ao Canadá.
“Mudar de papa não seria uma catástrofe”, declarou, antes de explicar: “Não pensei nesta possibilidade, mas isto não quer dizer que depois de amanhã não vou pensar”.
“A porta está aberta”, acrescentou.
Com a posse dos novos cardeais, Francisco inclui na lista de possíveis sucessores religiosos procedentes das periferias do mundo, certamente mais abertos, menos acostumados às intrigas da Cúria Romana.
Cardeais brasileiros
A relação inclui nomes do Brasil, Paraguai, Índia, Singapura, Mongólia e Timor Leste.
Na lista de 16 cardeais com menos de 80 anos e, portanto, direito a voto em caso de conclave pela renúncia ou morte do papa, estão três latino-americanos: dois brasileiros, Leonardo Ulrich Steiner, arcebispo de Manaus, e Paulo Cezar Costa, arcebispo de Brasília, e um paraguaio, Adalberto Martínez Flores, arcebispo de Assunção.
Um quarto, o colombiano Jorge Enrique Jiménez Carvajal, tem mais de 80 anos e não poderá participar em uma eleição do futuro pontífice.
Ao final de seu oitavo consistório, quase um para cada ano de papado, já que em março de 2023 completará dez anos à frente da Igreja, Francisco será responsável pela designação de 83 cardeais do total atual de 132 eleitores, quase dois terços do grupo.
Um número determinante em caso de eleição do papa, que exige justamente maioria de dois terços.
O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) denunciou por feminicídio João Raimundo Vieira da Silva de Araújo, namorado da administradora Renata Alves Costa, morta com um tiro dentro do apartamento em que morava, na Zona Norte do Recife.
O crime ocorreu no dia 6 de agosto e, nesta sexta-feira (26), o processo foi remetido à Justiça. No Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), constam ainda contra João Raimundo os crimes de feminicídio, sequestro e cárcere privado.
João Raimundo Vieira da Silva de Araújo era ex-funcionário do Tribunal de Justiça da Paraíba. Ele atuou no juizado de violência doméstica e familiar da Comarca de Guarabira e foi demitido da função em abril deste ano.
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou nesta sexta-feira (26) que a bandeira tarifária vigente para o mês de setembro permanece a verde. É o quinto mês seguido que as contas de energia não terão cobrança adicional.
Segundo a Agência, a decisão “reflete boas condições de geração de energia elétrica, mesmo considerando previsão de crescimento do consumo de energia no país.”
A bandeira é válida para todos os consumidores conectados ao Sistema Interligado Nacional (SNI).
O presidente Jair Bolsonaro (PL) afirmou que deve comparecer ao primeiro debate presidencial das eleições 2022, que está marcado para o próximo domingo (28/8) e será promovido pela TV Bandeirantes, em parceria com o jornal Folha de S. Paulo, a TV Cultura e o portal Uol.
“Eu devo estar no domingo. Não estou batendo o martelo, mas devo. No momento… Achava que não devia ir, agora acho que devo ir”, disse o mandatário, em entrevista ao Programa Pânico, da Jovem Pan, nesta sexta-feira (26/8).
“Vou ser fuzilado, né? Vão atirar em mim o tempo todo, porque eu sou um alvo compensador para eles, mas acredito que a minha estratégia vai dar certo, porque as perguntas eu já me preparei como fazê-las. A resposta vai ser simples. No tocante a responder, eu não devo nada. Então, é tranquilo eu responder a essas acusações que fizeram ao longo do tempo todo aí, nas mídias, em especial no tocante à Covid”, continuou.
Bolsonaro diz que deve participar de debate no domingo (28). “Achava que não devia ir, agora acho que devo ir”.
Em entrevista à Jovem Pan, presidente afirmou que espera ser alvo de ataques dos adversários. “Vou ser fuzilado”. pic.twitter.com/G6S3FsNDQw
A delegada da Polícia Civil, Elizabeth Beckamn, encarregada do caso do pregador evangélico que assassinou a própria esposa, reforçou, nesta sexta-feira (26), que a equipe de investigadores não conseguiu nenhuma informação sobre o paradeiro do fugitivo e detalhou o ocorrido. O crime aconteceu no início da manhã desta sexta-feira, no bairro José Pinheiro, em Campina Grande.
Em entrevista para o programa Hora H, da Rede Mais Rádios, a delegada destacou os detalhes da cena do crime, com todos os ferimentos da vítima e da arma do crime, um facão, que foi confirmada pela perícia. Porém, ela se surpreendeu com o caso não só pela violência, mas também pelos envolvidos.
“Foi uma situação que surpreendeu a todos em razão de serem um casal bastante religioso. Eles eram evangélicos, trabalhavam na igreja como pregadores e tinham uma boa convivência, sem casos anteriores de violência doméstica”, revelou.
Ainda de acordo com a delegada, a investigação entrou em contato com amigos e familiares do casal. Os relatos mostraram que o marido tinha crises de insegurança quanto a fidelidade da esposa. Ou seja, sempre questionava se ela o amava e buscava saber, constantemente, onde ela estava.
Apesar disso, o marido cometeu o crime e, após utilizar o facão, limpou o sangue da vítima numa bíblia. A delegada também explicou o motivo disso, relatando que o fato de serem bastante religiosos é uma das explicações.
“Na casa, acreditamos, em razão da religiosidade, eles já possuíam várias bíblias abertas em determinados pontos da casa, até como objetos de decoração, de devoção, eu acredito. Marcas de lâmina, como se fosse uma faca, com sangue, mais precisamente no livro de Salmos, segundo consta”, disse.
Além disso, o homem, após a prática do crime, acordou a filha mais velha da mulher e pediu a ela que comunicasse a vizinha sobre o acontecimento, enquanto ele fugia. O casal não tinha filhos em comum: o casal morava com três sobrinhos do foragido, além dos três filhos da própria vítima.
O presidente Jair Bolsonaro (PL) cobrou, nesta quinta-feira (25/8), que o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), apresente a “fundamentação” da decisão que autorizou a operação da Polícia Federal (PF) contra empresários bolsonaristas por troca de mensagens, citando golpe.
“A gente espera aí que o ministro Alexandre de Moraes apresente aí a fundamentação dessa operação o mais rápido possível. Porque, agora, a gente está vendo a escalada contra a liberdade que — eu sempre tenho falado — tem se avolumado em cima desses empresários”, afirmou Bolsonaro durante sua tradicional live semanal.
Na transmissão, o presidente disse que, no seu entendimento, “não falta mais nada para que o Brasil tenha um problema grave provocado por uma pessoa”, em referência ao ministro do Supremo.
Mais cedo, sem citar os empresários, o presidente fez uma publicação nas redes sociais na qual cobrou respeito pela democracia e honra à Constituição. Ele também voltou a pregar em favor da “liberdade de expressão”.
No dia anterior, durante agenda política em Minas Gerais, Bolsonaro ironizou a operação e cobrou um posicionamento de grupos que apoiaram cartas em defesa da democracia. “Cadê a turminha da carta pela democracia?”
O presidente do PDT na Paraíba, Marcos Ribeiro, emitiu nota após a declaração de Pedro Cunha Lima, em entrevista à TV Itararé, de que votará em Simone Tebet para presidente da República. O PDT de Ciro Gomes fechou aliança com Pedro, em convenção, para a disputa ao Governo do Estado. Para Marcos Ribeiro, “antes mesmo de aprofundar-nos na matéria publicada e não tendo dialogado ao propósito com o próprio Pedro Cunha Lima, temos a manifestar que a nossa aliança majoritária, para o Governo da Paraíba, é essencialmente programática e caminha bem.”
Ainda segundo a nota do presidente do PDT na Paraíba, enviada na tarde desta quinta-feira (25), “quanto à preferência de voto manifestada, é questão pessoal que acompanha a vice do PSDB [Mara Gabrilli, vice na chapa de Tebet]. O certo é que temos um palanque na Paraíba para Ciro, que a cada dia cresce, especialmente após a recente entrevista em rede televisiva que demonstra seu preparo e superlativa qualidade para assumir a liderança desta Nação.”
Marcos Ribeiro também declarou que “à indagação sobre o compromisso do candidato ao governo que apoiamos, afirmamos que no ato da convenção, Pedro Cunha Lima, presente naquele evento, afirmou em textual: “Quero ser para a Paraíba o mesmo que Ciro foi para o Ceará”.
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