A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou nesta sexta-feira (26) que a bandeira tarifária vigente para o mês de setembro permanece a verde. É o quinto mês seguido que as contas de energia não terão cobrança adicional.
Segundo a Agência, a decisão “reflete boas condições de geração de energia elétrica, mesmo considerando previsão de crescimento do consumo de energia no país.”
A bandeira é válida para todos os consumidores conectados ao Sistema Interligado Nacional (SNI).
A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado na Paraíba (FICCO/PB) deflagrou, nesta quarta-feira (19), uma operação contra uma organização criminosa investigada por tráfico de drogas e armas de fogo e por crimes violentos no Vale do Piancó, no Sertão da Paraíba.
A operação, nomeada Operação Santa Fé, cumpre nove mandados de busca e apreensão e sete de prisão preventiva em João Pessoa, Sousa, São José de Piranhas, Aguiar, Serra Grande, Igaracy e Brasília (DF).
Segundo a investigação, o grupo tinha um núcleo responsável pelo controle do tráfico de drogas na região, com fornecedores, compradores e distribuidores. Também foram identificadas ligações com o tráfico de armas e crimes violentos.
Uma das lideranças investigadas, mesmo presa, continuava comandando as atividades por meio de outros integrantes, que transmitiam ordens, organizavam a logística e mantinham a distribuição de drogas.
Os mandados foram autorizados pela 5ª Vara Regional das Garantias da Comarca de Patos. A operação é realizada pela FICCO/PB, que reúne Polícia Federal, Polícia Civil, Polícia Militar e Polícia Penal.
O aplicativo “Pardal”, da Justiça Eleitoral, recebeu 15 denúncias de irregularidades na campanha de 2026. Os registros envolvem dez municípios da Paraíba, com João Pessoa concentrando a maior parte.
Segundo o Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), o impulsionamento irregular de conteúdo lidera as denúncias, com cinco ocorrências. Também há registros de uso de bens públicos para fins eleitorais, irregularidades na “internet”, propaganda antecipada e uso irregular de banner.
Do total, sete denúncias envolvem candidaturas a deputado estadual, quatro ao Governo do Estado, duas a deputado federal e uma ao Senado. Também há um registro relacionado a partido, coligação ou federação.
Além de João Pessoa, aparecem Alhandra, Arara, Bananeiras, Campina Grande, Monteiro, Patos, Santa Rita, São Bento e São José do Brejo do Cruz.
Aplicativo Pardal
O “Pardal” permite que eleitores denunciem irregularidades na propaganda eleitoral de rua e na internet diretamente pelo celular. A ferramenta está disponível desde 16 de agosto e recebe ocorrências que estejam em desacordo com a Resolução nº 23.610 e com a Lei das Eleições.
O número de candidatos que se apropriaram do sobrenome Lula ou Bolsonaro mudou nestas eleições. No caso de Lula, o total caiu de 14, em 2022, para 11 no pleito atual. Bolsonaro subiu: de 19 para 22, segundo consulta feita pelo R7 Planalto no TSE (Tribunal Superior Eleitoral).
Entre os nomes deste ano, estão Bolsonaro da Shopee, Bolsonaro Sergipano e Negona do Bolsonaro. Já os Lulas são Lula da Tapioca, Lula do Bem e Lula Tio do Biscoito.
A Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) aprovou o projeto “Paraíba em Dia”, que permite regularizar débitos de veículos durante fiscalizações de trânsito. A medida inclui IPVA, taxa de licenciamento e multas, com possibilidade de pagamento por meios eletrônicos, como Pix.
Após a quitação e a confirmação do pagamento nos sistemas responsáveis, o veículo poderá ser liberado sem remoção quando a pendência for apenas financeira. A regra não vale para veículos com restrições judiciais, envolvidos em ilícitos penais ou com irregularidades que não possam ser resolvidas por pagamento.
A proposta, do deputado estadual Luciano Cartaxo (Republicanos), também busca reduzir gastos com remoção e guarda de veículos e facilitar o recebimento dos débitos. Inspirado em uma experiência do Rio Grande do Norte, o texto segue para sanção do governador Lucas Ribeiro (PP).
O Ministério Público Eleitoral (MPE) informou nesta terça-feira (18) que já apresentou 39 impugnações a registros de candidaturas nas eleições de 2026 na Paraíba. A relação inclui o candidato ao Governo do Estado Cícero Lucena (MDB), a senadora Daniella Ribeiro (PP), registrada como primeira suplente de Nabor Wanderley (Republicanos), e candidatos à Câmara dos Deputados e à Assembleia Legislativa. O levantamento ainda é parcial, porque a análise dos registros continua dentro dos prazos eleitorais.
Os motivos não são os mesmos para todos os candidatos. Segundo a Procuradoria Regional Eleitoral na Paraíba (PRE-PB), as ações envolvem questões como falta de quitação eleitoral, ausência de comprovação de desincompatibilização de cargos públicos, rejeição de contas, inelegibilidade por parentesco e documentação relacionada à situação de militares da ativa. Há também casos fundamentados em suspeitas de vínculo com organizações criminosas armadas.
Entre as impugnações estão as de Cícero Lucena (MDB) e Dinho Dowsley (MDB), cujos fundamentos permanecem sob sigilo porque utilizam provas provenientes de outros procedimentos também protegidos por segredo de Justiça. Já nos casos de Vitor Hugo (MDB) e Janine Lucena (PSD), o MPE sustenta inelegibilidade com base no artigo 17, parágrafo 4º, da Constituição e cita elementos, respectivamente, das operações En Passant e Mandare relacionados a suposto vínculo consciente com organização criminosa armada.
A apresentação de uma impugnação não significa que o registro tenha sido negado. Cada candidato terá direito de apresentar defesa e caberá à Justiça Eleitoral decidir se concede ou indefere a candidatura. Segundo o MPE, novas ações ainda podem ser apresentadas enquanto estiverem abertos os prazos previstos na legislação.
Veja a lista completa das 39 candidaturas impugnadas
Aglair Pereira da Silva (Federação PSOL/Rede) — deputado federal: militar estadual da ativa. O MPE aponta ausência de documentos sobre tempo de serviço e afastamento oficial.
Antonio Ronismar de Andrade (MDB) — deputado estadual: questionamento sobre o afastamento do cargo de professor em Cabedelo e certidões criminais estaduais consideradas ilegíveis.
Astronadc Pereira de Moraes (PDT) — deputado estadual: policial militar da ativa. Segundo a PRE-PB, faltam documentos sobre tempo de serviço e afastamento.
Carlos Tibério Limeira Santos Fernandes (PSB) — deputado estadual: o MPE sustenta inelegibilidade em razão de contas de gestão de 2021 julgadas irregulares pelo TCE-PB, com imputação de débito e sem suspensão judicial.
Cícero de Lucena Filho (MDB) — governador:impugnação tramita sob sigilo porque utiliza provas produzidas em outro processo também sigiloso.
Daniella Velloso Borges Ribeiro (PP) — primeira suplente de senador: a PRE-PB alega inelegibilidade por parentesco com o governador Lucas Ribeiro (PP), seu filho. O MPE sustenta que a candidatura à suplência não configura reeleição para o mandato de senadora atualmente exercido por Daniella.
Danillo Ramalho Leite (Novo) — deputado federal: policial militar da ativa. O MPE aponta ausência de documentação necessária para verificar sua situação funcional e afastamento.
Emerson Fernandes Alvino Panta (Federação União Progressista) — deputado federal:médico com dois vínculos com a Secretaria de Estado da Saúde. A PRE-PB questiona a comprovação de afastamento dentro do prazo eleitoral.
Eures Pessoa e Silva (Republicanos) — deputado estadual: bombeiro militar da ativa. A impugnação aponta falta de documentos relativos ao tempo de serviço e afastamento.
Felipe Anderson Fernandes (Rede/Federação PSOL-Rede) — deputado federal: o MPE questiona a comprovação do afastamento de suas funções na Secretaria de Estado da Educação.
Fernando Dias de Melo (Federação União Progressista) — deputado estadual: policial militar da ativa. Segundo a PRE-PB, faltam documentos relacionados ao tempo de serviço, afastamento e exercício de funções de comando.
Francisco José Garcia Figueiredo (MDB) — deputado estadual: professor da UFPB. A impugnação questiona a comprovação da desincompatibilização no prazo legal.
Gerana Gouveia Xavier Pereira (PL) — deputada federal: o MPE aponta ausência de documentos para comprovar afastamento de cargo em comissão e de vínculo temporário como nutricionista da Prefeitura de Campina Grande.
Gerlane Bandeira da Silva (PSB) — deputada estadual: falta de comprovação do afastamento do cargo de auxiliar de administração na Secretaria de Estado da Saúde, segundo a PRE-PB.
Hebert Levy de Oliveira (PSB) — deputado federal: ausência de quitação eleitoral relacionada a contas da campanha de 2012 julgadas não prestadas, segundo o MPE.
Ivone dos Santos Lima e Lima (Novo) — deputada federal: questionamento por ausência de desincompatibilização, dentro do prazo legal, do cargo de auxiliar de enfermagem na UFCG.
Jacó Moreira Maciel (Podemos) — deputado federal: a PRE-PB sustenta inelegibilidade devido à rejeição pelo TCU de contas relativas ao Programa Nacional de Apoio ao Transporte do Escolar (Pnate).
Jakeline Maria da Silva (Federação União Progressista) — deputada estadual: o MPE aponta problemas na documentação de escolaridade, além da ausência de certidões oficiais atualizadas de quitação eleitoral e filiação partidária.
Jeane Alves de Oliveira (PSB) — deputada estadual: a PRE-PB sustenta ausência do período mínimo de seis meses de domicílio eleitoral na circunscrição.
João Barbosa da Silva (PDT) — deputado estadual: militar da ativa. O MPE aponta documentação insuficiente sobre tempo de serviço e afastamento oficial.
John Early (Democrata) — deputado federal:a impugnação aponta divergências em informações cadastrais, como data de nascimento e estado civil.
Jorge Rodolfo Maia Feitosa (PDT) — deputado estadual: a PRE-PB questiona a desincompatibilização de vínculo funcional dentro do prazo legal.
José Aledson de Sousa Moura (PL) — deputado federal: o MPE aponta ausência de quitação eleitoral devido a contas da campanha de 2022 julgadas não prestadas.
José Marcelino de Queiroz Souza (MDB) — deputado estadual: questionamento sobre desincompatibilização de cargo em comissão de assessor operacional na Assembleia Legislativa.
Marcela Kelly de Vasconcelos (Rede) — deputada federal: a PRE-PB aponta falta de comprovação de afastamento de vínculo com a Secretaria de Estado da Educação.
Marcella Priscila de Medeiros Torres (PL) — deputada estadual: ausência de quitação eleitoral devido a contas da campanha de 2022 julgadas não prestadas, segundo a impugnação.
Marcos Henriques e Silva (PT) — deputado estadual: o MPE questiona o prazo de desincompatibilização de funções exercidas no Senai-PB e de representação sindical.
Maria Cristina da Silva (Democrata) — deputada federal: divergência sobre estado civil e dúvida quanto ao afastamento do cargo de agente comunitária de saúde.
Maria Evangerlania Dantas (PSD) — deputada federal: servidora efetiva de Sousa. Segundo a PRE-PB, não informou o vínculo no registro nem comprovou o afastamento dentro do prazo.
Maria Janine Assis de Lucena Barros (PSD) — primeira suplente de senador: o MPE sustenta inelegibilidade por suposta utilização ou vínculo consciente com organização criminosa armada, com base em elementos relacionados à Operação Mandare.
Maricelia Alves (Federação União Progressista) — deputada estadual: a PRE-PB aponta problemas na comprovação de desincompatibilização e ausência de certidões oficiais de quitação eleitoral e filiação partidária.
Olivia Motta Wanderley da Nobrega (Republicanos) — deputada estadual: o MPE aponta falta de comprovação da exoneração de cargo em comissão e dois vínculos ativos como médica na Secretaria de Estado da Saúde.
Raquel de Oliveira França (PL) — deputada estadual: policial militar da ativa. A impugnação aponta ausência de documentos relativos ao tempo de serviço e afastamento.
Roberto Carlos de Almeida Lima (MDB) — deputado estadual: falta de documentação para comprovar a desincompatibilização de cargo em comissão, segundo a PRE-PB.
Roberto Lopes Burity (PSB) — deputado federal: o MPE aponta vínculos com a Suplan e a Secretaria de Governo sem comprovação de afastamento no prazo legal.
Sergio Ricardo Gomes de Araujo (PDT) — deputado estadual: sargento da Polícia Militar e militar da ativa. A PRE-PB aponta falta de documentos sobre tempo de serviço e afastamento.
Stenio Jose Paulino Soares (PT) — deputado estadual: falta de comprovação documental do afastamento do cargo de professor federal no prazo eleitoral.
Valdir José Dowsley (Dinho) (MDB) — deputado estadual: o processo tramita em sigilo porque a impugnação utiliza provas produzidas em outro procedimento também protegido por segredo de Justiça.
Vitor Hugo Peixoto Castelliano (MDB) — deputado estadual: o MPE sustenta inelegibilidade por suposto vínculo consciente com organização criminosa armada, citando elementos relacionados à Operação En Passant.
Os ministros Flávio Dino e Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), defenderam nesta terça-feira (18/8) que a Corte volte a discutir a obrigatoriedade de diploma para o exercício da profissão de jornalista. A exigência foi derrubada pelo STF em 2009.
As declarações ocorreram durante julgamento na Primeira Turma sobre o direito de resposta concedido a uma clínica médica denunciada por reportagem exibida pela TV Globo sobre denúncias de abusos sexuais.
Ao devolver pedido de vista no processo, Dino afirmou que a decisão de 2009 tornou mais complexo o debate sobre as garantias asseguradas à imprensa, especialmente diante do crescimento das redes sociais.
O ministro disse respeitar o entendimento firmado pela Corte, mas defendeu que o tema seja novamente analisado.
“Está na hora de refletirmos sobre a questão do diploma de jornalismo […] hoje com as redes sociais, em que qualquer pessoa acorda e diz: ‘A partir de hoje eu sou um jornalista’ e começa no seu blog a ofender a honra de inúmeras pessoas e se escudar na liberdade de imprensa e, claramente, nós não podemos normalizar isso e tratar essas pessoas como a imprensa séria, o jornalismo sério”, defendeu Dino.
Para o ministro, o Supremo poderia discutir a criação de uma regra de transição para profissionais que já exercem a atividade de forma regular.
A Justiça manteve a prisão preventiva do proprietário da loteria Paraíba Premiado, Cícero Fabiano Melo Silva, na tarde desta terça-feira (18). Na audiência de custódia a juíza Andrea Arcoverde Cavalcanti, da Vara Regional de Execuções Penais de João Pessoa, determinou a transferência do empresário para o presídio do Róger, na capital.
A audiência, neste caso, foi apenas para atestar a legalidade da prisão do investigado. O mandado contra o paraibano foi expedido pela Justiça de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul.
Além da prisão, foram cumpridos mandados de busca e apreensão nos bairros do Bessa e do Altiplano, em João Pessoa, e na cidade de Campina Grande.
Cícero Fabiano é apontado pela Polícia Civil como responsável pela exploração de bingos e outras modalidades de jogos de azar. Ele também é investigado pela utilização de mecanismos para lavar dinheiro que seria proveniente dessas atividades.
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um alerta de perigo potencial de fortes chuvas, nesta terça-feira (18), para 44 cidades da Paraíba. O aviso segue até as 9h desta quarta-feira (19).
O Inmet indica que podem ocorrer chuvas com volumes entre 20 e 30 milímetros por hora ou de até 50 milímetros por dia. Conforme a previsão, há baixo risco de alagamentos e pequenos deslizamentos, em cidades com tais áreas de risco.
O instituto aconselha que as pessoas evitem enfrentar o mau tempo, observem alteração nas encostas e procurem não usar aparelhos eletrônicos ligados à tomada.
Mais informações podem ser obtidas junto à Defesa Civil (telefone 199) e ao Corpo de Bombeiros (telefone 193).
O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) afirmou nesta terça-feira (18) que pesquisas internas de sua campanha já apontam vantagem sobre o presidente Lula (PT).
“Já estamos superando. O nosso tracking já dá na frente, eles sabem disso”, disse Flávio durante uma coletiva de imprensa em Belo Horizonte-MG.
O tracking ao que Flávio se refere é uma sondagem interna realizada de forma contínua pelas campanhas para acompanhar as intenções de voto. Como não é uma pesquisa registrada, os resultados não podem ser divulgados oficialmente.
Nas pesquisas registradas mais recentes, Flávio aparece tecnicamente empatado com Lula em eventuais cenários de segundo turno, mas o petista permanece numericamente à frente.
Candidato a presidente pelo Missão, Renan Santos vai cumprir agenda em João Pessoa nesta quarta-feira (19). A informação foi repassada ao Portal Correio pela assessoria de Renan.
Renan Santos vai participar, às 19h, de um evento no Sesc Centro, nas proximidades da Lagoa, no Centro da Capital.
Após o evento, Renan Santos vai conceder uma entrevista coletiva a partir das 21h.
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