Relatório de auditoria nas contas públicas do Estado, realizado pelo Tribunal de Contas da Paraíba, revela que em 2020 o governo estadual conseguiu equilibrar suas contas apresentando o melhor resultado, em valores nominais, desde 2015. No primeiro semestre do ano passado as receitas superavam as despesas em quase R$ 471 milhões.
Esse ano, de acordo com boletim da Secretaria da Fazenda, o semestre acumula saldo positivo na arrecadação, chegando a expandir, em alguns impostos mais de 300%. O mesmo boletim mostra que no mês de junho o ICMS, a principal fonte de arrecadação própria do Estado, apresentou uma alta de 32,36% sobre o mesmo mês do ano anterior, resultando numa diferença nominal positiva de R$ 138,8 milhões.
João Azevêdo está sorrindo à toa e tem razão pra isso. O Estado precisa desse alívio, mas tributar essa carga nas costas da cadeia produtiva é uma judiação sem limites. A razão que não se justifica é a manobra para estender por mais 10 anos o FEEF (Fundo Estadual de Equilíbrio Fiscal), colocando na responsabilidade do empresariado o abastecimento desse fundo que tem como objetivo tirar das contas de quem gera emprego e renda para contribuir com o equilíbrio financeiro do Estado, uma vez que as contas públicas estão superavitárias.
O Ministério da Saúde registrou neste sábado (14) mais 926 mortes por covid-19, elevando o total de vítimas para 568.788. Com o aumento, o Brasil se tornou o 5º país com mais mortes por milhão pela doença em relação à população, registrando 2.666 óbitos a cada milhão de habitantes.
O país avançou duas posições em apenas 4 dias. Na 3ª feira (10.ago), ultrapassou a Macedônia do Norte e se tornou o 6º país com mais mortes por milhão. Só em 2021, o país já subiu 16 posições no ranking.
Agora, está atrás apenas do Peru, Hungria, Bósnia e República Tcheca. Em 6º lugar, a Bulgária tem 2.662 mortes por milhão. Na 6ª feira (13), o Brasil estava empatado com o país na 5ª posição e o ultrapassou neste sábado.
Eis o lista dos 30 países com mais mortes por milhão de habitantes no mundo, atualizado diariamente pelo Poder360:
om o avanço da vacinação e a reabertura da economia, setores que envolvem contato pessoal, como comércio e serviços, ganham impulso em meio a uma combinação de fatores que estimula novos negócios.
Após a quebradeira provocada pelas restrições da pandemia, há investimentos saindo do papel das grandes redes de varejo aos pequenos prestadores de serviço que empreendem pela primeira vez. Entre janeiro e julho deste ano, meio milhão de novas empresas foram abertas, o mesmo patamar registrado em todo o ano passado.
Um dos elementos que têm antecipado projetos é a perspectiva de alta nos juros. Embora a taxa básica (Selic) não esteja mais na mínima histórica de 2%, o patamar atual de 5,25% ainda está longe do intervalo entre 7% e 8% previsto por economistas para o fim do ano.
Além disso, programas do governo como o Pronampe facilitaram o acesso ao crédito para pequenos empresários.
Outro fator é que a crise deixou disponíveis muitos imóveis comerciais em pontos atraentes, inclusive nos shoppings, e baixou o preço dos aluguéis. As franquias, que perderam muitas unidades com a recessão de 2020, estão agora com condições de adesão mais favoráveis, e a disponibilidade de mão de obra é grande.
De janeiro a julho deste ano foram abertas pouco mais de 2,4 milhões de negócios, segundo o Mapa de Empresas, do Ministério da Economia. A maioria (78,8%) são pequenos negócios de microempreendedores individuais (MEIs).
Ainda assim, 515,7 mil novos CNPJs são de empresas de pequeno, médio e grande porte. Praticamente o mesmo patamar registrado em todo o ano de 2020 (538,3 mil) e 2019 (475,7mil).
Franquias
A pandemia quebrou muitos franqueados de diferentes marcas. Isso levou as franqueadoras a melhorarem as condições este ano para recuperar terreno.
A Associação Brasileira de Franchising (ABF), que representa 2.500 redes, prevê que 2021 vai terminar com 8 mil novos negócios, saldo de 10 mil aberturas e 2 mil fechamentos. O faturamento das franquias também deve subir 8% neste ano.
Segundo o presidente da ABF, André Friedheim, os setores em expansão são justamente os mais prejudicados pela pandemia: varejo de vestuário, estética e educação.
Pequenos negócios
Segundo o Sebrae, três em cada dez novos pequenos negócios encerram as atividades após cinco anos. O comércio tem a maior taxa de mortalidade das empresas: 30,2% dos empreendimentos não vingam.
O primeiro passo na hora de empreender é se planejar, diz o presidente do Sebrae, Carlos Melles. Além do aporte inicial, é bom ter uma reserva financeira de pelo menos seis meses de caixa para giro. Entre os erros mais comuns, ele cita misturar patrimônio particular com o da empresa e tomar crédito sem previsão de receitas.
Fontes ligadas ao Senado disseram ao Poder360 que o presidente da Casa, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), não deve tomar decisão rápida sobre os processos contra ministros do STF que Jair Bolsonaro diz que enviará na próxima semana.
Uma possibilidade seria Pacheco levar o caso em banho-maria até a situação se acalmar e, depois, arquivar. O presidente da Casa é conhecido entre os senadores por adiar decisões que causem conflito.
O Talibã chegou neste domingo (15) aos arredores de Cabul e cercou a capital afegã por várias frentes, informou o Ministério do Interior do Afeganistão. O grupo terrorista defende uma rendição pacífica do governo afegão.
O gabinete da presidência do Afeganistão afirmou que disparos foram ouvidos em algumas partes de Cabul, mas tranquilizou a população e declarou que a situação está sob controle das forças de segurança.
Já o ministro do Interior, Abdul Sattar Mirzakwal, gravou um vídeo em que garante a “transferência pacífica de poder” para um governo de transição.
“Os afegãos não precisam se preocupar, não haverá ataque”, disse o ministro. “Haverá uma transferência pacífica de poder para um governo de transição.”
Segundo informações do jornal The New York Times, o Talibã afirmou em um comunicado estar em negociações com o governo, mas não vai tomar a capital afegã à força. Ainda de acordo com o jornal, o grupo extremista diz que o governo ainda não respondeu a esse comunicado.
Depois do avanço relâmpago em direção à capital e maior cidade afegã, o grupo insurgente ordenou a seus combatentes que diminuam a violência e permitam a passagem segura de qualquer pessoa que queira deixar o país.
O Talibã ainda sugeriu que mulheres se dirijam a áreas protegidas, declarou um líder do grupo em Doha, no Catar.
“Não queremos que um único civil afegão inocente fique ferido ou seja morto enquanto tomamos o poder, mas não declaramos um cessar-fogo”, afirmou uma autoridade do Talibã, segundo a agência de notícias Reuters.
Mais cedo, o Talibã havia tomado a cidade de Jalalabad, no leste do país, o que fez a capital Cabul ser a única das grandes cidades afegãs sob controle do governo.
As autoridades informaram que a tomada de Jalalabad ocorreu sem confrontos e que a segurança das estradas que ligam o país ao Paquistão estava garantida. A nação vizinha reagiu e fechou a passagem de fronteira de Torkham.
No sábado (14), o Talibã tomou Mazar-i-Sharif, principal cidade do norte afegão; e Pul-e-Alam, capital da província de Logar, a 70 quilômetros de Cabul. Na quinta-feira, já havia assumido o controle de Kandahar e Herat, segunda e terceira maiores cidades do país.
Também no sábado, o presidente do Afeganistão, Ashraf Ghani, garantiu que o combate contra o Talibã continuava.
“A remobilização de nossas forças de segurança e defesa é nossa prioridade número um e medidas sérias estão sendo tomadas para esse fim”, disse Ghani, em um discurso.
Saída de diplomatas americanos
Os diplomatas norte-americanos que trabalharam na Embaixada em Cabul começaram a deixar o Afeganistão neste domingo.
“Temos um pequeno grupo de pessoas saindo agora enquanto conversamos, a maioria do pessoal está pronta para partir, a embaixada continua funcionando”, disse um funcionário à Reuters
De acordo com a Reuters, menos de 50 funcionários permanecem na embaixada.
Uma paralisação de caminhoneiros em 7 de setembro, feriado da Independência, foi convocada pelo cantor e ex-deputado federal Sérgio Reis. Em vídeo que circula nas redes sociais, o sertanejo afirma que “a cobra vai fumar” se o STF (Supremo Tribunal Federal) não atender as reivindicações do ato a favor do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) como o voto impresso e o impeachment de ministros da Corte.
“Nós vamos parar 72 horas. Se não fizer nada, nas próximas 72 horas ninguém anda no país. Vai parar tudo. Não é só Brasília, é o país”, disse o cantor em reunião com empresários do agronegócio e caminhoneiros, realizada na última quinta-feira (12).
No momento em que Jair Bolsonaro (sem partido) inicia uma ofensiva sobre o eleitorado mais pobre do Nordeste, turbinando o programa Bolsa Família, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) desembarca na região para estreitar as alianças com governadores e traçar estratégias para as eleições de 2022.
O objetivo da viagem é aparar arestas na construção de palanques locais e formar uma base de apoio mais ampla com apoio local de legendas como PSB, MDB, Cidadania, PP e Republicanos.
Lula desembarca neste domingo (15) no Recife e fica na região até 26 de agosto, passando por Piauí, Maranhão, Ceará, Rio Grande do Norte e Bahia.
O Supremo Tribunal Federal (STF) não pretende se manifestar sobre a ameaça feita nas redes sociais pelo presidente Jair Bolsonaro de pedir o impeachment dos ministros Luís Roberto Barroso e Alexandre de Moraes ao Senado. O Estadão/Broadcast apurou que os ministros da Corte acreditam que o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), não dará andamento a eventual processo e apostam suas fichas numa pacificação liderada pela Casa.
Nos bastidores, ministros definiram o anúncio do presidente como “mais uma aventura golpista” e o consideram que a reação estratégica, neste momento, é deixar o presidente sem resposta, falando apenas para seus apoiadores. A avaliação de integrantes da Corte é de que é preciso confiar na política e nos políticos. Procurado, o STF não se manifestou. Internamente, o Senado já tem adotado postura nessa linha.
Canalhas , pensam que o Presidente Bolsonaro vai ficar inerte diante esses desmandos dos que “se acham intocáveis”, isso vai ter um fim . Canetada neles Presidente , a autorização maior virá no dia 07 de Setembro .
São 28 os países da Europa que permitem o desembarque de pessoas vacinadas vindas do Brasil. Existem diferenças de autorização e de requisitos. Até o momento, 17 deles aceitam brasileiros totalmente vacinados contra a covid-19 sem qualquer restrição. Em 11 países, há necessidade de quarentena ou de teste negativo para cidadãos com a imunização completa e que estejam partindo do Brasil. O isolamento exigido pelos territórios deve ser feito em local previamente informado pelo viajante ao governo. Em caso de descumprimento, multa pode ser aplicada.
Apor outro lado, 23 nações continuam com as fronteiras fechadas para pessoas vindas do Brasil, num esforço para barrar a disseminação de novas variantes do coronavírus. Em situações de emergência –como visitas a parentes em estágio terminal, viagens essenciais a trabalho ou tratamento de saúde local–, exceções são abertas na maioria dos territórios. Cidadãos nativos também têm acesso liberado.
O levantamento feito pelo Poder360 considerou as informações oficiais de todos os países do continente, ou os dados de restrições de viagens compilados pela Iata (Associação Internacional de Transportes Aéreos).
A privatização dos Correios avançou neste mês ao ser aprovada na Câmara dos Deputados e será analisada pelos senadores. Segundo o secretário de Desestatização do Ministério da Fazenda, Diogo Mac Cord, responsável pelas privatizações, já há empresas inclusive interessadas na companhia.
Mac Cord garante que a nova onda de privatizações do governo terá impacto semelhante a dos anos de 1990. Ele afirmou que o interesse existe mesmo depois que grandes empresas do varejo eletrônico, como Amazon e Mercado Livre, terem dito que não querem fazer proposta pelos Correios.
O secretário afirmou ainda o governo federal é a “pior imobiliária do país”e anteciou que terá um sistema inovador para vender alguns dos bens da União.
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