O diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, afirmou que a venda direta da Coronavac aos estados começará em setembro. Segundo o gestor, com o fim do contrato com o Ministério da Saúde, a instituição paulista retomará as negociações para a exportação do imunizante.
O Ceará será o primeiro estado a receber doses da Coronavac sem o intermédio do Plano Nacional de Imunização (PNI). O contrato firmado entre o Butantan e o governo cearense prevê a entrega de 3 milhões de doses. “Existem negociações com outros estados, mas o único que, até agora, progrediu, em termos de contrato, foi o estado do Ceará”, explicou.
Exportação
Argentina, Bolívia e Peru estão na lista de países que podem receber ainda este ano remessas do imunizante produzido no Brasil. “Como nós tínhamos a prioridade de entregar as vacinas aqui no Brasil, esses contratos ficaram em suspenso. Agora, podemos retomá-los a partir da finalização do contrato com o Ministério da Saúde”, destacou Covas. “Nós vamos providenciar para esses países a possibilidade de entrega de doses a partir de setembro”, assinalou.
Covas destacou que o Butantan possui “a maior fábrica do Hemisfério Sul” com condições de produzir grandes volumes de imunizantes. Além da Coronavac, a instituição se prepara para comercializar a Butanvac. De acordo com o gestor, a expectativa é que o uso da vacina desenvolvida pelo Butantan seja autorizado até o fim do ano.
Diferença entre Butanvac e Coronavac
Ele explicou ainda que a Butanvac e Coronavac possuem “tecnologias diferentes”. “A Butanvac é uma versão 2.0 das vacinas para a Covid, porque ela incorpora todas as descobertas com as vacinas da primeira geração. E, além disso, é produzida em uma plataforma que é muito mais acessível em termos mundiais: em ovos embrionados, do mesmo jeito que é produzida a vacina da gripe”, frisou.
De acordo com o site Metrópoles, Michelle e Carlos Bolsonaro (filho do primeiro casamento do presidente) estão sem se falar desde que Bolsonaro esteve internado no mês passado em São Paulo.
A primeira dama reclama, ainda conforme a publicação, da presença excessiva de Carlos na rotina do casal.
Com sintomas leves de Covid-19, Glória Menezes deixa de fazer uso de oxigênio nasal. A boa notícia foi divulgada ao R7 neste domingo (15), pela assessoria de imprensa da atriz.
O porta-voz de Glória disse ainda que a veterana deve receber alta hospitalar já nesta semana.
“D. Glória deve ter alta já esta semana. Ela ficou muito triste com a morte do Tarcísio”, disse Tadeu Lima ao portal.
Glória Menezes não compareceu ao velório e cremação de Tarcísio Meira, seu companheiro de 59 anos de casamento, morto na última quinta-feira (12), pela mesma doença.
O cantor Zeca Pagodinho foi internado nesse sábado (14) com Covid no Rio de Janeiro.
Segundo a Casa de Saúde São José, no Humaitá, na Zona do Rio, “o paciente apresenta bom estado geral, com sintomas leves, sem necessidade de suporte de oxigênio”.
Zeca já tomou as duas doses da vacina. Na segunda, no início de julho, o cantor fez um apelo para que todos tomem as doses necessárias para se imunizar.
Zeca disse na ocasião que estava ansioso pela volta dos shows e das apresentações.
“Daqui a pouco ajeita”, profetizou. “Eu tenho pavor de injeção, e tava louco para tomar isso. Olha que legal”, disse após tomar a vacina.
O vice-presidente Hamilton Mourão (PRTB) estaria “no limite” de sua tolerância com o presidente Jair Bolsonaro. Segundo o colunista Lauro Jardim, o general admitiu a insatisfação com o capitão da reserva em conversas reservadas nos últimos dias.
A relação entre os dois não é das melhores há um tempo. No final de julho, Bolsonaro comparou o papel de Mourão a um cunhado que “tem que aturar” e disse que o general “por vezes atrapalha” seu governo.
No dia seguinte, o chefe do Executivo recuou, alegando que o general “não tem atrapalhado em absolutamente nada”. Ele, porém, já disse publicamente que não deve contar com Mourão para compor a chapa que deve tentar a reeleição.
Mourão, por sua vez, evita entrar em conflito com o presidente. Após a declaração de Bolsonaro comparando-o a um cunhado, o vice disse ser leal ao presidente e que não comentaria suas falas. Ele também negou renunciar ao governo, dizendo que permanecerá até o fim.
Além das críticas de Bolsonaro a ele, o general também estaria incomodado com os ataques de Bolsonaro às instituições democráticas e a outros poderes. Após o desfile com tanques em frente à Esplanada dos Ministérios, o general se reuniu com o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luis Roberto Barroso e descartou qualquer possibilidade de golpe.
Em busca de costurar alianças com governadores e prefeitos, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) chega ao Nordeste neste domingo (15).
Lula e sua equipe planejam passar pelo menos 11 dias no nordeste, passando por seis estados: Pernambuco, Piauí, Maranhão, Ceará, Rio Grande do Norte e Bahia. Não está previsto nenhum ato aberto ao público, apenas reuniões com deputados e governadores, além de movimentos populares e sindicais.
O reduto, tradicionalmente petista, tem ganhado boa atenção do presidente Jair Bolsonaro. O chefe do Executivo turbinou o Bolsa Família e tem constantemente visitado a região para participar da inauguração de obras, além de conceder entrevistas à veículos locais.
O primeiro encontro de Lula no Pernambuco será com a cúpula do PSB no estado. O partido, que estava afastado do PT desde o ano passado, retomou o diálogo e é considerado um aliado importante para 2022. Um dos potenciais aliados na mira de Lula é João Campos (PSB). O prefeito, que foi eleito derrotando a petista Marília Arraes (PT), admitiu jantar com o ex-presidente —embora tenha defendido uma candidatura própria do PSB para 2022.
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) antecipou sua programação e já está realizando testes com drogômetros em todas as estradas federais do país. O equipamento é capaz de detectar o consumo recente de substâncias psicotivas entre os motoristas – uma conduta definida como infração gravíssima no Código Brasileiro de Trânsito. A previsão é fazer aproximadamente 10 mil testes até o final do ano.
Os estudos para o uso do drogômetro nas fiscalizações de trânsito são uma iniciativa da Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (Senad), subordinada ao Ministério da Justiça e Segurança Pública. O órgão criou um grupo de trabalho para analisar a confiabilidade dos equipamentos (e, assim, definir suas especificações técnicas). Integram o grupo a PRF e profissionais do Hospital das Clínicas de Porto Alegre (RS), que treinaram os policiais rodoviários para a coleta do material.
A capacitação dos policiais rodoviários ocorreu entre os dias 3 e 6 de agosto, com os testes nas rodovias federais começando em seguida. Como se trata de uma ação em caráter experimental, a participação dos condutores é voluntária. Segundo a PRF, neste momento, as amostras positivas não vão configurar infração legal, uma vez que os aparelhos ainda não têm homologação para fiscalização.
Armazenamento
As amostras que tiverem o resultado positivo – e uma fração das negativas – serão armazenadas em freezers específicos, fornecidos pelo Ministério da Justiça, e depois transportadas para análise em laboratório. Os motoristas que apresentarem alterações psicomotoras pelo uso de substância psicoativa serão fiscalizados de acordo com a legislação em vigor e só serão convidados a participar da pesquisa após realizados os procedimentos legais (bafômetro ou recusa, auto de infração e prisão, se for o caso).
Após os testes, os equipamentos que tiverem a sua eficácia comprovada serão regulamentados pelo Conselho Nacional de Trânsito e pelo Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia). Só então poderão ser utilizados em ações de fiscalização nas vias brasileiras.
Como funcionam
Os drogômetros são dispositivos portáteis utilizados para detecção de substâncias psicoativas, como cocaína, maconha, anfetaminas e outras. A coleta é feita por amostras de fluido oral (saliva), num procedimento similar ao do bafômetro. O resultado sai em 5 a 10 minutos.
Segundo a PRF, 1.872 condutores foram flagrados dirigindo sob o efeito de drogas no Brasil em 2020, um número 24,8% maior do que em 2019 (quando houve 1.499 casos). Este ano, de janeiro a abril, foram feitos 390 flagrantes. O CTB pune a infração com suspensão do direito de dirigir por um ano, multa de R$ 2.934,70 e retenção da habilitação.
Membros do Talibã circulam em cidade próxima a Cabul: grupo chegou à capital neste domingo e governo afegão deve cair em breve (AFP/AFP)O Talibã, grupo que virou sinônimo de radicalismo fundamentalista islâmico, voltou ao poder no Afeganistão após 20 anos.
Suas tropas entraram em Cabul pela primeira vez desde 13 de outubro de 2001, quando tiveram de se retirar da capital sob as bombas norte-americanas e britânicas que abriram caminho para forças adversárias da chamada Aliança do Norte.
O presidente do Afeganistão, Ashraf Ghani, trocou a capital Cabul pelo Tajiquistão, disse um alto funcionário do Ministério do Interior afegão neste domingo (15). As informações foram divulgadas pela Al Jazeera.
Questionado sobre o assunto, o gabinete do presidente disse que “não pode dizer nada sobre o movimento de Ashraf Ghani por razões de segurança”. Um representante do Talibã, que entrou na capital Cabul no início do domingo, disse que o grupo estava verificando o paradeiro de Ghani.
Desta vez, a entrada ocorreu sem resistência, apesar de relatos de tiroteios esporádicos na madrugada de domingo.
Ao longo do dia, o presidente do país, Ashraf Ghani, ainda buscava uma solução negociada com os invasores, que prometeram moderação para incrédulos interlocutores ocidentais.
“Queremos uma transição pacífica e evitar derramamento de sangue”, afirmou à rede BBC um porta-voz taleban, Suhail Shaheen.
Não deu certo. Segundo o Ministério do Interior, Ghani deixou o país no começo da noite (fim da manhã no Brasil). Seu governo, iniciado em 2014 e visto como um marionete das forças ocidentais, colapsou. Como será formado o novo governo é incerto, mas o Talibã venceu a guerra.
Foram 19 anos, 10 meses e 3 dias desde aquele momento de derrota, que marcou o início da ocupação liderada pelos Estados Unidos. Washington buscava punir o grupo por ter abrigado a rede terrorista Al Qaeda, que ordenara os ataques do 11 de setembro de 2001, mas acabou atolada na sua mais longa guerra.
Assim como as bombas do Ocidente removeram o Talibã de Cabul em meros sete dias, a ausência delas entregou todo o Afeganistão de volta aos radicais em duas semanas exatas.
No domingo retrasado, aproveitando o virtual fim da presença militar americana no país após a decisão do presidente Joe Biden de cumprir a retirada acertada por Donald Trump e o Talibã em 2020, os militantes deixaram as áreas rurais que dominavam parcialmente ao longo dos anos e fecharam cercos a capitais provinciais.
Nesse sábado, 14, Irenice Cândido denunciou nas redes sociais que foi impedida de embarcar em voo da companhia Azul Linhas Aéreas com destino a cidade Imperatriz.
O fato aconteceu no aeroporto internacional de São Luís do Maranhão.
A mulher que é cadeirante foi informada que não poderia embarcar por conta da bateria utilizada em sua cadeira de rodas.
Ainda de acordo com o relato de Irenice na sua conta do Instagram, os funcionários da companhia disseram que a bateria era perigosa e por esse motivo ela estava impedida de viajar.
A polícia foi acionada para acompanhar a situação.
Irenice disse ainda, que com toda a confusão e por não ter podido embarcar passou muito mal.
Um movimento de pessoas portadoras de deficiência publicou nas redes sociais uma nota lamentando o fato.
Nos comentários da postagem de Irenice, a companhia Azul lamentou o acontecimento e se colocou à disposição.
Lamentável falta de preparo do funcionário da Azul que não respeitou Irenice nem mesmo a regras da própria Azul que permite claramente e publicamente este tipo de cadeira de rodas e bateria em seus aviões. Faltou estudo e humanismo ao mesmo, ou humildade de perguntar ou validar o que Irenice dizia, já que a mesma já tinha viajado várias vezes com sua cadeira de rodas. https://www.voeazul.com.br/ss/Satellite?c=Page&cid=1466433671222&pagename=voeazul%2FPage%2FAzlLaMobInstitucionalNew
A Divinità foi a primeira cadeira de rodas do mundo a atender normas e especificações técnicas de cias aéreas nacionais e internacionais com sua bateria de Lítio Lifepo4 MSDS Material Safety Data Sheet possibilitando o seu transporte seguro também via marítimo e terrestre.
Temos dado apoio técnico e jurídico para Irenice afim de garantir sua volta com sua cadeira de rodas pela Azul linhas aéreas. http://www.cadeiraderodasdivinita.com.br
A funcionária é uma pessoa mau amada e amargurada com a vida e com o emprego que desconta nos outros sua frustrações e estava procurando pelo em ovo para te ferrar. Reclame no site da empresa para que ela e seu comparsa sejam advertidos e punidos pela empresa. Exija seus direitos. No mínimo você tem direito a outra passagem e milhas. Se você entrar no pequenas causas você ferra com eles (ainda mais que o caso se tornou público). Tremenda “sacanagem” o que fizeram com você. A empresa está morrendo de medo de se ferrar pela burrice e canalhice da funcionária e seu comparsa. Se não houver acordo procure pelo pequenas causas.
Há 18 dias a agora senadora Eliane Nogueira (PP-PI), de 72 anos, assumiu a vaga do filho e passou a fazer parte de uma lista de 25 suplentes que, de forma temporária ou permanente, foram chamados a ocupar cadeiras do Senado de 2015 pra cá. O número representa quase 1/3 dos 81 mandatos.
Atualmente, são oito substitutos em exercício – a maioria sem experiência anterior em cargos majoritários.
Dois nem sequer haviam exercido função pública, como Eliane – 1ª suplente de Ciro Nogueira (PP-PI), atual ministro da Casa Civil da gestão Bolsonaro –, e Alexandre Giordano (PSL-SP), de 48 anos, senador substituto de Major Olimpio, morto por covid-19 em março deste ano. Mas, a partir de agora, todos têm direito a voto em matérias decisivas para o País, como, por exemplo, a reforma político-eleitoral, que depois de passar pela Câmara dos Deputados seguirá para o Senado.
Os pontos em debate pelos parlamentares, no entanto, não incluem mudanças nas regras vigentes para eleição de senadores e seus suplentes nem mesmo quando os escolhidos são parentes. Além de Ciro Nogueira, Chico Rodrigues (DEM-RR), preso com dinheiro na cueca ano passado, tem o filho Pedro Rodrigues como suplente; Davi Alcolumbre (DEM-AP) escolheu o irmão Josiel para a função e Eduardo Braga (MDB-AM) alçou Sandra Braga, sua mulher, como substituta imediata. Entre 2015 e 2016, ela assumiu o cargo por 15 meses.
O mais recente suplente a exercer um mandato como senador é, diferentemente da maioria, figura conhecida da política nacional. Aos 74 anos, José Aníbal acumula cinco mandatos como deputado federal e já foi presidente nacional de seu partido, o PSDB. “É claro que essa bagagem facilita meu trabalho quando assumo a vaga. Além disso, tenho muita proximidade com o (José) Serra, conheço seus projetos e acompanho seu mandato desde 2015”, afirmou Aníbal. No dia 10, Serra anunciou ter doença de Parkinson e pediu licença médica para se dedicar ao tratamento.
Com o afastamento de Serra, São Paulo tem agora uma senadora somente eleita como “cabeça de chapa” em exercício, Mara Gabrilli (PSDB). Mas com a morte de Olimpio, Giordano perdeu o status de suplente para virar titular, com mandato assegurado até janeiro de 2027.
Apesar de novato na política, Giordano se considera preparado. “Claro que não imagina assumir nesta condição, com a morte do meu amigo Olimpio, mas nada me pega de surpresa. Estou preparado desde que aceitei ser suplente. Acho até melhor não ter tido experiências públicas antes. Quem vem de fora tem uma visão mais realista, acho. Brasília parece uma bolha, às vezes, quase um Big Brother, BBB mesmo”, disse.
Ainda em fase de adaptação, o senador busca conhecer mais os procedimentos da Casa para apresentar projetos e ditar seu estilo. Ele não se diz bolsonarista, mas afirma ter o que chama de “tendência” governista. “Não acho que valha a pena rachar com o governo. Se o Lula estivesse lá seria normal também. Não é que sou Lula, sou governista. Meu mandato não é ideológico. Não ligo para essa coisa de esquerda e direita. O meu mandato é da mão para a boca, o que preciso é levar comida para o povo que tá passando fome na rua.”
Giordano e Aníbal discordam sobre as regras que o colocaram lá. Para o tucano, mesmo favorecido com o formato atual, o correto seria convocar o terceiro colocado para assumir em caso de vacância. “E, claro, sou totalmente contra parente assumir. Não faz o menor sentido.” Já Giordano não vê problemas: “É um cargo de confiança, o necessário pra mim é ser competente, só isso.”
Tramita na Casa proposta do senador Fabiano Contarato (Rede-ES) para vetar suplentes parentes, sem data de votação.
Carlos Portinho (PL-RJ), que virou senador de forma definitiva com a morte por covid-19 de Arolde de Oliveira (PSD-RJ), também é contra a regra que permite parentes como substitutos, mas defende o modelo de suplência. “Eu tenho muita identificação com a história política do Arolde, apesar de bem mais novo, de outra geração. Acho, aliás, que a juventude foi justamente um dos motivos de ele ter me escolhido. Mas, claro, tenho alguns posicionamentos diferentes e o eleitor tem de entender isso.”
Portinho disse ainda ter participado intensamente da campanha, apresentando-se e pedindo votos ao eleitor. Ele afirma que os suplentes são como vice-prefeitos ou como o vice-presidente da República, e destaca que seus nomes estão na urna. “O eleitor tem de entender isso e olhar para a chapa como um todo”, completou.
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