
Nesse sábado, 14, Irenice Cândido denunciou nas redes sociais que foi impedida de embarcar em voo da companhia Azul Linhas Aéreas com destino a cidade Imperatriz.
O fato aconteceu no aeroporto internacional de São Luís do Maranhão.
A mulher que é cadeirante foi informada que não poderia embarcar por conta da bateria utilizada em sua cadeira de rodas.
Ainda de acordo com o relato de Irenice na sua conta do Instagram, os funcionários da companhia disseram que a bateria era perigosa e por esse motivo ela estava impedida de viajar.
A polícia foi acionada para acompanhar a situação.
Irenice disse ainda, que com toda a confusão e por não ter podido embarcar passou muito mal.
Um movimento de pessoas portadoras de deficiência publicou nas redes sociais uma nota lamentando o fato.
Nos comentários da postagem de Irenice, a companhia Azul lamentou o acontecimento e se colocou à disposição.

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Lamentável falta de preparo do funcionário da Azul que não respeitou Irenice nem mesmo a regras da própria Azul que permite claramente e publicamente este tipo de cadeira de rodas e bateria em seus aviões. Faltou estudo e humanismo ao mesmo, ou humildade de perguntar ou validar o que Irenice dizia, já que a mesma já tinha viajado várias vezes com sua cadeira de rodas. https://www.voeazul.com.br/ss/Satellite?c=Page&cid=1466433671222&pagename=voeazul%2FPage%2FAzlLaMobInstitucionalNew
A Divinità foi a primeira cadeira de rodas do mundo a atender normas e especificações técnicas de cias aéreas nacionais e internacionais com sua bateria de Lítio Lifepo4 MSDS Material Safety Data Sheet possibilitando o seu transporte seguro também via marítimo e terrestre.
Temos dado apoio técnico e jurídico para Irenice afim de garantir sua volta com sua cadeira de rodas pela Azul linhas aéreas.
http://www.cadeiraderodasdivinita.com.br
A funcionária é uma pessoa mau amada e amargurada com a vida e com o emprego que desconta nos outros sua frustrações e estava procurando pelo em ovo para te ferrar. Reclame no site da empresa para que ela e seu comparsa sejam advertidos e punidos pela empresa. Exija seus direitos. No mínimo você tem direito a outra passagem e milhas. Se você entrar no pequenas causas você ferra com eles (ainda mais que o caso se tornou público). Tremenda “sacanagem” o que fizeram com você. A empresa está morrendo de medo de se ferrar pela burrice e canalhice da funcionária e seu comparsa. Se não houver acordo procure pelo pequenas causas.