Pela segunda semana seguida, o preço do litro da gasolina resgistrou um aumento nos postos de João Pessoa. De acordo com o Procon-JP, o menor valor aumentou R$ 0,12 e pode ser encontrado a R$ 6,19 ( Água Fria) para pagamento à vista. Já o maior preço do produto traz leve aumento, saindo de R$ 6,63 para R$ 6,64 (Torre).
Na pesquisa realizada na semana passada, o órgão apontou que o menor preço já havia subido R$ 0,28.
O pagamento do litro da gasolina no cartão está oscilando entre R$ 6,58 (Torre e Mangabeira) e R$ 6,79 (Castelo Branco e Cruz das Armas). O Procon-JP realizou a pesquisa nesta terça-feira (24) em 115 estabelecimentos.
A gasolina aditivada também mostra aumento de preço nas duas pontas se comparado à semana passada, com o menor saindo de R$ 6,17 para R$ 6,26 (Manaíra), com o maior subindo de R$ 6,86 para R$ 6,89 (Cruz das Armas, Tambaú e Jaguaribe). No cartão oscila entre R$ 6,88 (Cristo e Manaíra) e R$ 6,68 (Água Fria).
Uma ala do STF (Supremo Tribunal Federal) iniciou uma articulação para que o ministro Dias Toffoli deixe a 2ª Turma da corte, responsável por julgar processos relacionados ao Banco Master. As informações são da coluna de Matheus Teixeira, da CNN.
A ideia é preservar o magistrado, que declarou suspeição para julgar a prisão de Daniel Vorcaro, dono da instituição financeira que foi liquidada extrajudicialmente pelo Banco Central. Uma das hipóteses ventiladas nos bastidores por fontes do Supremo ouvidas sob reserva pela reportagem é que o ministro Flávio Dino migre da 1ª para a 2ª Turma.
Com isso, Toffoli não precisaria se declarar suspeito em julgamentos futuros relacionados ao caso Master e, assim, evitaria novos desgastes. O ministro foi relator do caso Master, mas deixou a condução das investigações após a Polícia Federal entregar um relatório ao presidente do Supremo, Edson Fachin, sobre a relação de Toffoli e Vorcaro.
O ministro André Mendonça foi sorteado o responsável pelas apurações. Geralmente, decisões mais sensíveis são submetidas à turma do relator que, neste caso, é a mesma de Dias Toffoli.
Família de bebê denuncia suposta negligência médica no Hospital da Criança, em Campina Grande | Reprodução/TV Paraíba.
A família de uma bebê de 1 ano e seis meses está denunciando uma suposta negligência médica no Hospital da Criança e do Adolescente, em Campina Grande, Agreste da Paraíba. A menina deu entrada na unidade com sintomas gripais, e após receber alta duas vezes, foi transferida para o Hospital de Emergência e Trauma de Campina Grande, em estado gravíssimo.
De acordo com o tio da criança, ela foi levada para o Hospital da Criança e do Adolescente pela primeira vez na última sexta-feira (20), com sintomas de síndrome gripal. Uma médica teria dito a mãe da criança que ela estaria “exagerando por ser mãe de primeira viagem”, ainda segundo o tio. A profissional receitou dipirona e deu alta a bebê.
Ao chegar em casa, a criança apresentou uma piora com quadro de vômito e secreção. Os pais então decidiram voltar ao hospital, na segunda-feira (23), mas a menina não foi examinada e recebeu alta pela segunda vez após ser receitada uma lavagem nasal.
Já em casa novamente a criança convulsionou e a família a levou pela terceira vez, na madrugada da segunda (23) para a terça-feira (24), ao Hospital da Criança e do Adolescente. Pela gravidade da situação, quando chegou na unidade a menina foi encaminhada diretamente para a ala vermelha, onde continuou convulsionando.
O tio da menina, que também é profissional de saúde há mais de 15 anos, afirma que sugeriu uma intervenção mas foi ignorado. Por volta das 5h50 da terça-feira (24) a menina foi levada para a UTI do hospital, onde foi entubada.
Ainda segundo o tio da bebê, a equipe chegou a perguntar se a família era doadora de órgãos. Por volta do meio dia da terça (12) a criança foi transferida para o Hospital de Emergência e Trauma de Campina Grande, onde está na UTI em estado gravíssimo.
A equipe responsável pelo atendimento à criança no Hospital de Trauma informou que a criança está em estado gravíssimo com um edema cerebral.
Em nota oficial, a Secretaria Municipal de Saúde de Campina Grande, responsável pela administração do Hospital da Criança e do Adolescente, prestou solidariedade à família da bebê e afirmou que todas as medidas para garantir um melhor atendimento na unidade estão sendo tomadas.
A secretaria também informou que uma sindicância interna foi instaurada para apuração dos fatos e que, após a apuração, “todas as providências cabíveis serão tomadas para assegurar a devida responsabilização”.
Em artigo publicado no portal Metrópoles, o jornalista Mário Sabino avalia que decisões do STF teriam buscado enfraquecer politicamente o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), mas afirma que, na sua análise, o líder conservador segue presente e influente no cenário político brasileiro. Sabino comenta a decisão do ministro Alexandre de Moraes que concedeu prisão domiciliar a Bolsonaro, medida acompanhada de uma série de condicionantes impostas ao ex-presidente. Segundo o articulista, a decisão ocorreu em meio a forte repercussão política e jurídica envolvendo o caso.
O jornalista também menciona o empresário Daniel Vorcaro e o episódio envolvendo o Banco Master, tema que, segundo ele, passou a gerar debates e questionamentos no ambiente político e institucional em Brasília. Sabino afirma que o assunto pode continuar produzindo desdobramentos no campo jurídico e político. De acordo com o colunista, a concessão da prisão domiciliar não encerraria as discussões relacionadas ao caso. Ele cita a possibilidade de investigações em andamento, eventual colaboração de investigados e a atuação de órgãos como a Polícia Federal, além da repercussão na imprensa e entre parlamentares.
No campo político, Sabino avalia que Bolsonaro mantém influência sobre parte significativa do eleitorado de direita e pode continuar atuando nos bastidores para fortalecer alianças e projetos eleitorais ligados ao seu grupo político, incluindo estratégias voltadas para o Senado nas próximas eleições. O artigo também menciona pesquisas de opinião recentes. Segundo levantamento Atlas/Bloomberg citado pelo jornalista, a aprovação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva aparece em 46%, enquanto a desaprovação chega a 54%. Já a avaliação do governo registra 41% de aprovação e 50% de avaliação negativa, conforme os dados mencionados na coluna.
Sabino ainda destaca recortes do levantamento entre segmentos do eleitorado, como o público evangélico, onde, segundo os números citados pelo colunista, a desaprovação ao presidente aparece em patamar elevado. Ao concluir o texto, o jornalista sustenta que, em sua interpretação, Bolsonaro permanece politicamente ativo mesmo após decisões judiciais que atingiram o ex-presidente. Para Sabino, o cenário político brasileiro segue em disputa e poderá sofrer novas mudanças conforme avancem investigações, decisões judiciais e a movimentação eleitoral rumo às próximas eleições.
A Justiça da Paraíba acatou a denúncia apresentada pelo Ministério Público da Paraíba (MPPB) contra ocantor João Lima por tentativa de feminicídio e o tornou réu no processo de violência doméstica contra a ex-esposa. A decisão foi assinada pela juíza Graziela Queiroga no dia 20 de fevereiro. As informações são do Portalg1, que teve acesso ao teor dos documentos nesta quarta-feira (25).
Na denúncia, o MPPB aponta que João Lima deve responder pelos seguintes crimes:
tentativa de feminicídio, com agravantes de meio cruel (asfixia) e recurso que dificultou a defesa da vítima;
estupro;
lesão corporal no contexto de violência doméstica;
induzimento ao suicídio;
ameaça;
violência psicológica contra a mulher.
A juíza determinou que o réu seja oficialmente informado do processo. Depois disso, João Lima tem 10 dias para apresentar sua defesa inicial, com suas versões do fatos, apresentação de documentos e indicação de testemunhas.
“Isso não é uma condenação, mas também não é algo simples. É o reconhecimento de que há indícios concretos de autoria e materialidade, e que o caso precisa ser enfrentado com seriedade. Para a Rafaella, isso tem um peso muito grande. Porque deixa de ser apenas a dor dela narrada e passa a ser uma acusação formal, construída com base em provas, laudos e depoimentos”, afirmou a advogada da ex-esposa de João Lima, Dayane Carvalho.
João Lima está preso desde o dia 26 de janeiro de 2026, no Presídio do Róger, em João Pessoa. A Justiça decidiu que o réu deve continuar preso para garantia da ordem pública e para garantir a aplicação da lei penal. Ainda que haja um habeas corpus pendente de julgamento, a juíza entendeu que nada mudou até agora que justifique soltar o réu.
Relembre o caso
O cantor paraibano João Lima passou a ser investigado por violência doméstica contra a ex-esposa, após vídeos divulgados em redes sociais mostrarem agressões. A vítima registrou Boletim de Ocorrência na Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher de João Pessoa.
Após a repercussão do caso, a ex-esposa de João Lima, a ex-esposa publicou um texto nas redes sociais onde confirmou publicamente, pela primeira vez, a violência sofrida. Ela relatou que está enfrentando “uma dor que atravessa o corpo, a alma e a história”, e disse que “não há palavras que expliquem o impacto disso na vida de alguém”.
Segundo os autos do processo, as agressões registradas por uma câmera de segurança ocorreram em 18 de janeiro. Na denúncia, João Lima “teria agredido a vítima com socos, apertos na mandíbula e amordaçamento para silenciar seus gritos”. Ainda de acordo com o documento, ele teria entregado uma faca à mulher e mandado que ela se matasse.
Três dias depois, o cantor teria ido à casa da mãe da vítima e feito novas ameaças, afirmando que “acabaria com a vida dela caso não reatasse o relacionamento” e que, se ela se envolvesse com outra pessoa, “mataria ambos”.
A advogada da vítima, Dayane Carvalho, afirma que não houve episódios de violência durante os dois anos de namoro. Já depois do casamento, câmeras internas da casa do casal registraram algumas das agressões.
A vítima e João Lima se casaram em novembro de 2025, e as agressões começaram ainda na lua de mel. “Cinco dias depois, quando eu estava na minha lua de mel, ele já me bateu.”
A defesa da vítima informou que, em um dos episódios registrados, o casal já estava separado, após a vítima pedir um tempo no relacionamento. Nesse período, ela voltou a morar com os pais e ainda não havia contado sobre as agressões.
Pesquisa AtlasIntel em parceria com a Bloomberg, divulgada nesta quarta-feira (25), mostra que quatro nomes da direita aparecem numericamente à frente do presidente Lula (PT) em simulações de segundo turno para a eleição presidencial. Segundo o levantamento, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) lidera entre esses cenários, embora todos estejam dentro da margem de erro.
O levantamento também incluiu o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), atualmente inelegível, que aparece com 47,4% das intenções de voto contra 46,6% de Lula. Já a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) tem 47%, enquanto o presidente soma 46,8% em eventual disputa direta.
Segundo a AtlasIntel, foram ouvidos 5.028 eleitores entre os dias 18 e 23 de março. O instituto informa que o nível de confiança da pesquisa é de 95%, com margem de erro de um ponto percentual.
A decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, que autorizou a prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro, também trouxe impactos diretos no cenário político. A medida restringe a articulação do líder do PL justamente no início do período pré-eleitoral.
Entre as determinações, Moraes estabeleceu a suspensão, por 90 dias, de visitas ao ex-presidente, com exceção de familiares, advogados e médicos. A justificativa apresentada é de ordem médica, visando garantir um ambiente controlado durante a recuperação de problemas de saúde, incluindo um quadro recente de pneumonia.
Na prática, a decisão impede Bolsonaro de manter contato direto com aliados políticos em um momento considerado estratégico. O período coincide com etapas importantes do calendário eleitoral, como a janela partidária e a desincompatibilização de pré-candidatos.
Desde que foi preso preventivamente em 2025, o ex-presidente vinha recebendo visitas frequentes de parlamentares e lideranças políticas, com quem articulava filiações e estratégias eleitorais. Nesse contexto, também foi definida a pré-candidatura do senador Flávio Bolsonaro à Presidência da República.
Com as novas restrições, a interlocução política deverá ser feita principalmente por familiares, como Flávio e Carlos Bolsonaro, além de Jair Renan Bolsonaro, que seguem autorizados a realizar visitas periódicas.
A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta quarta (25), a Operação LEONARD, com o objetivo de aprofundar investigação voltada à apuração de crimes relacionados a organização criminosa, tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e outros delitos conexos, com atuação na Paraíba, especialmente na cidade de Cabedelo.
A operação contou com apoio e parceira da Polícia Militar da Paraíba (PMPB) e do GAECO/Ministério Público da Paraíba (MPPB).
Nesta fase, estão sendo cumpridos 16 mandados de busca e apreensão, 34 mandados de prisão, sendo 30 preventivas e 4 temporárias, além de medidas de natureza patrimonial (sequestro/bloqueio de bens e valores), nos municípios de João Pessoa/PB, Cabedelo/PB, Campina Grande/PB e Rio de Janeiro/RJ.
O material apreendido será submetido à análise e aos exames periciais pertinentes, com a finalidade de identificar a extensão das condutas, a participação individual de cada investigado e eventuais conexões com outros envolvidos.
Por se tratar de investigação em curso e para preservação da eficácia das diligências e da integridade das provas, a Polícia Federal não divulgará detalhes adicionais sobre os alvos, locais específicos ou elementos sensíveis neste momento.
O nome da Operação LEONARD faz referência a Leonard Kaczmarkiewicz, um imigrante polonês que foi chamado de “alemão” pelos moradores locais de uma região popular da cidade do Rio de Janeiro, que por isso ficou conhecida como Complexo do Alemão. Desta forma, a escolha do nome da operação está relacionada ao fato de que o referido complexo de favelas foi utilizado como ponto de refúgio de lideranças da facção atuante na cidade de Cabedelo-PB, que, ao buscarem evadir-se da ação policial, deslocaram-se para aquela comunidade no intuito de se ocultarem da aplicação da lei.
O senador Flávio Bolsonaro aparece à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em um cenário de segundo turno para as eleições presidenciais de 2026, segundo nova pesquisa da AtlasIntel em parceria com a Bloomberg News.
De acordo com o levantamento, Flávio tem 47,6% das intenções de voto, contra 46,6% de Lula. A diferença é de um ponto percentual, dentro da margem de erro da pesquisa, que também é de um ponto, indicando um cenário de empate técnico, mas com vantagem numérica para o senador.
O estudo foi realizado entre os dias 18 e 23 de março, com 5 mil eleitores em todo o país, e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral. O resultado marca a primeira vez em que Flávio Bolsonaro aparece numericamente à frente de Lula em um cenário de segundo turno.
Além dos votos válidos, a pesquisa aponta ainda 5,8% de eleitores indecisos ou que não responderam. O dado reforça que a disputa segue aberta e com margem para mudanças ao longo da campanha.
O resultado surge em meio a um cenário de maior competitividade eleitoral, com crescimento da oposição e desgaste do atual governo. A tendência indica uma disputa acirrada até outubro, com equilíbrio entre os principais nomes na corrida presidencial.
Campina Grande (Foto: Acervo/Jornal Correio da Paraíba)
O promotor do Meio Ambiente de Campina Grande, Hamilton de Souza Neves, solicitou nesta terça-feira (24) a interdição imediata dos quiosques às margens do Açude Velho. A medida foi tomada após a constatação de irregularidades no sistema de esgoto.
De acordo com o promotor, um inquérito identificou a ausência de estrutura hidrossanitária adequada nos estabelecimentos. Com isso, os quiosques estariam despejando resíduos diretamente no açude, causando impactos ambientais.
No ofício encaminhado à Secretaria de Serviços Urbanos, foi estabelecido o prazo de cinco dias úteis para que o órgão informe quais foram as medidas adotadas para resolver o problema.
O documento foi recebido na tarde de hoje e o caso está sendo analisado em conjunto com a equipe jurídica da Prefeitura de Campina Grande.
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